Serviço contábil e os benefícios para sua empresa

Os benefícios do serviço contábil para sua empresa: A contabilidade como aliada além das obrigações Sabemos que toda empresa, exceto MEI, necessita por lei contratar um serviço contábil. Mas você já se perguntou o porquê do serviço contábil para empresas ser obrigatório por lei? É obrigatório pois é nítida a necessidade do serviço para se manter organizado em tudo que envolve uma empresa financeiramente. É praticamente impossível cuidar de tudo sem auxílio de um contador. Mesmo assim, se a obrigatoriedade do contador parece desnecessária ou um desperdício de dinheiro para você, esse artigo vai ajudar a entender a complexidade da organização financeira de uma empresa e como o trabalho do contador é vantajoso para ela. O que um contador faz por uma empresa? Se você já possui uma empresa, provavelmente já tem o serviço contábil como aliado. Mas estar legalizado não é a única vantagem de ter um contador à disposição. Os serviços podem incluir várias atividades que, quando combinadas com o conhecimento do profissional, impulsionam muito os resultados da empresa. Entre essas atividades estão: A abertura de empresa Toda elaboração burocrática sobre a abertura de uma empresa pode ser resolvida com o auxílio de um contador. Isso porque, além de auxiliar a empresa a seguir um caminho econômico e benéfico, o contador também é essencial para orientar o empreendedor sobre as exigências, tributação e legislação a respeito dessa futura empresa. Durante a abertura do CNPJ, várias definições precisam ser estabelecidas. Cabe ao contador orientar o empreendedor a qual caminho seguir para melhor atribuir os detalhes desse novo negócio. O Planejamento tributário Esse planejamento inclui uma das etapas mais importantes da abertura de uma empresa: a escolha do regime tributário. Através da consultoria de um serviço contábil, além de definir o regime de acordo com o porte da empresa, pode-se diminuir consideravelmente a quantidade de impostos pagos ao governo de forma legal. A elaboração de declarações e demonstrativos Existem uma série de relatórios a serem desenvolvidos e entregues ao governo todo ano a respeito das movimentações financeiras de uma empresa. Seja como for, o contador é responsável por elaborar esses relatórios que podem ser definidos como demonstrativos. Esses, por sua vez, podem ser trimestrais ou anuais e analisam os parâmetros de propriedade de um cidadão comum ou uma empresa. Por exemplo, o IRPF é um relatório anual de rendimentos da pessoa física, e o IRPJ para pessoas jurídicas. Ambos possuem a mesma finalidade mas podem ser complexos de se elaborar sem auxílio. Por isso, o serviço do contador deve incluir a produção dos demonstrativos e relatórios obrigatórios. O melhor é que quando se trata de uma empresa, se o contador já estiver familiarizado com os rendimentos e despesas fica melhor trabalhar na elaboração dos demonstrativos. Esses demonstrativos podem ser usados como fonte de estudos para os próximos passos da empresa, claro com a ajuda do profissional. A emissão de notas fiscais e comprovantes De todas as etapas que utilizam os serviços contábeis, essa exige uma atenção enorme. Emitir as notas fiscais dos produtos e serviços além de complexo, é essencial. Também existe a produção e organização das folhas de pagamentos dos funcionários. Esses por sua vez acompanham o relatório de rendimentos, também importante para o IRPF e IRPJ. A organização de tributos Você sabe quanto de imposto deve para o governo? Ou de que forma essa tributação é calculada? O contador sabe. O papel dele é garantir que você não perca os prazos para o pagamento dessa tributação e gere multas desnecessárias para a empresa. Além dessas principais atividades, o serviço contábil pode incluir: Precificação eficiente de serviços ou produtos Controle de fluxo de caixa e capital de giro Acompanhamento dos rendimentos da empresa e análise para a troca de regime tributário Garantia de legalidade a respeito das questões tributárias/financeiras dos funcionários Para que serve o serviço contábil? A contabilidade se mostrou um serviço indispensável não só para as empresas, mas para todos os brasileiros em geral. A gestão financeira se feita com cuidado e responsabilidade pode mudar completamente a forma de se relacionar com o dinheiro. A contabilidade é uma ciência, uma categoria de estudos e análises feitas com o intuito de facilitar todo contato financeiro do ser humano nos principais pilares da sociedade e para as empresas, esse conhecimento é chave para o crescimento. Entretanto, se os serviços de sua contabilidade atual não estiverem suprindo as necessidades da sua empresa, pode ser que seja hora de trocar de contabilidade. Conclusão É importante ter uma contabilidade que seja parceira do seu negócio. Que acompanhe todas as etapas da empresa, desde sua abertura até a mudança de porte devido a bons resultados. Por isso, terceirizar o serviço contábil de uma empresa é vantajoso principalmente para diminuir a carga tributária sobre a equipe. Um escritório de contabilidade além de atender a empresa de acordo com suas demandas, pode ter um atendimento personalizado levando em consideração tudo a respeito daquele negócio. Para isso, escolha um escritório com experiência no mercado de atuação e com especialização no atendimento a empresas. A Gomide Contabilidade possui essa experiência necessária para impulsionar seus negócios além de uma equipe mais do que preparada para cuidar de tudo que o seu negócio precisa para crescer. Não perca tempo e fale com um dos nossos especialistas agora mesmo!
Imposto de Renda Pessoa Física: Tudo o que você precisa saber antes de declarar o IRPF 2022

O Imposto de Renda é a declaração anual dos rendimentos de uma pessoa física ou jurídica para a Receita Federal. O objetivo dessa declaração é contabilizar o patrimônio dos brasileiros no período de um ano, de janeiro a dezembro. O processo da declaração do Imposto de Renda (IR) pode parecer complexo de início, mas não é tão complicado assim. A dificuldade está em se atentar a todos os detalhes para que não existam pendências que impeçam o contribuinte de estar em dia com a Receita Federal. Além disso, são muitas as dúvidas sobre como deve ser feita a declaração do Imposto de Renda. Esse artigo foi desenvolvido com o intuito de tirar a maioria dessas dúvidas quando for prestar contas dos rendimentos anuais através do IRPF e também para ajudar a entender quais critérios foram adaptados para a declaração desse novo ano. Para se organizar melhor e não se perder durante a declaração, é bom estar alinhado com as definições dela a respeito do ano vigente. As principais são: Prazo A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física ocorre entre o início de março e o fim de abril todo ano e é feita com base no ano fiscal anterior ao vigente. É importante estar atento aos prazos para evitar percentuais de multa que podem prejudicar o declarante. Para cada mês de atraso é aplicado 1% de multa sobre o valor do Imposto. Esse valor pode chegar até 20% dependendo da quantidade de atraso passado ao fim da declaração, portanto, não perca os prazos! Valor O valor do IR exige um cálculo específico determinado pelo rendimento anual do contribuinte. Se esse valor ultrapassa o limite estabelecido pela Receita Federal, é obrigatória a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Agora, quanto maior a renda, maior o valor do do imposto. A tabela atual dos valores de acordo com as arrecadações anuais se apresenta da seguinte forma: Fonte: Receita Federal Quem deve declarar Esse ano, devem obrigatoriamente apresentar o documento: Aqueles que receberam rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e/ou aqueles que obtiveram receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 através de atividades rurais; Aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00; Aqueles que até 31 de dezembro se tornaram residentes do Brasil; Aqueles que obtiveram durante o ano, qualquer ganho de capital, sujeito a imposto; Aqueles que realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Aqueles que tinham, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de até R$ 300.000,00; Mais informações a respeito podem ser encontradas no site da Receita Federal. O que mudou no IRPF? Desde o ano passado, os cidadãos que receberam as parcelas do auxílio emergencial e ultrapassaram o valor mínimo exigido para declaração devem prestar contas do valor através do Imposto de Renda. Esse ano, entretanto, a devolução desse valor não é mais obrigatória. As restituições podem ser feitas via chave PIX desde que a chave seja exclusivamente o CPF da pessoa física. Além disso, o pagamento do DARF pode ser feito via Pix com o QR code que é disponibilizado pelo Programa de Imposto de Renda ou pelo aplicativo Meu Imposto de Renda. Por que preciso declarar o Imposto de Renda? Em suma, é muito importante declarar o IR para garantir estar em dia com a Receita Federal. Dessa forma, o contribuinte evita possíveis irregularidades no CPF e penalidades extremamente rígidas. Além disso, o documento serve como comprovação de renda e facilita a aquisição de diversos processos burocráticos como análise de crédito, abertura de empresas e até mesmo aquisição do passaporte. O período de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física já está em aberto e vai até 29 de abril. Para não perder os prazos e evitar as burocracias da declaração, a Gomide Contabilidade pode cuidar da elaboração do seu IRPF de forma rápida e prática. Converse com um dos nossos contadores e facilite o processo da elaboração do seu IR agora mesmo!
Como escolher o melhor Regime Tributário para sua empresa

Os benefícios de cada regime tributário e a importância de definir o melhor deles para o perfil do seu negócio Você sabia que o Brasil é um dos países com sistema de impostos obrigatórios mais complexos e caros do mundo? Por isso, uma das maiores preocupações de um empresário é a regularização dos impostos. Existem uma série de exigências a serem cumpridas quando a intenção é ter um negócio próprio. Essas burocracias incluem os tão falados impostos e exige ter conhecimento sobre quais são as obrigações tributárias de uma empresa de qualquer tamanho. Seja como for, se você chegou até esse texto provavelmente entende a necessidade de se organizar para melhor entender quais são essas obrigações a serem cumpridas. Uma dessas obrigações é escolher qual seu regime tributário. Hoje, falaremos um pouco da etapa essencial para ter uma empresa regularizada, a escolha desse regime e sua atualização para ajudar você, empreendedor, a não se perder nas contas e se adaptar de acordo com o tamanho do seu negócio. Primeiramente, vamos entender Como o regime tributário ajuda um empreendedor? É essencial estabelecer com sabedoria o enquadramento correto no regime tributário. Essa escolha permite que seja definido quais os impostos que a empresa deverá pagar. Para cada tipo de empresa existe uma regime tributário que melhor se encaixa à ela. É importante analisar cada aspecto da empresa e suas atividades para se adaptar ao melhor regime. Além disso, ao final de cada ano, com o auxílio de um contador, é importante que seja feito uma análise de todo o exercício fiscal da empresa para identificar se é necessário trocar de regime. Essa análise pode ser um grande diferencial para a empresa, pois muitas características dela variam de tempos em tempos. Sendo assim, se mudam os ganhos de um negócio e seu porte, pode ser que seja a hora de mudar de regime tributário. Nesse sentido, vamos conhecer esses regimes. São três no total: O Simples Nacional Definido pela lei Nº 123 de 14 de dezembro de 2016, esse regime simplifica o pagamento de impostos para pequenas empresas de forma geral. Geralmente é a primeira opção para empresas em ascensão devido a sua praticidade. Contudo, o limite de faturamento anual desse regime é de R$ 4,8 milhões e possui uma série de exigências se existir interesse em fazer parte desse regime tributário. Lucro Presumido Nesse regime, as alíquotas variam de acordo com a atividade exercida pela empresa, de atividades comerciais até prestação de serviços. Para as empresas que buscam uma alternativa que seja mais simplificada que o Lucro Real e tenham uma margem de lucro alta. Lucro Real É o mais complexo dos regimes, obrigatório para alguns negócios e é definido por meio do lucro contábil da empresa. Essa complexidade pode ser vantajosa para grandes empresas mesmo que se encaixem no Lucro Presumido. Além disso, existem algumas empresas que obrigatoriamente fazem parte desse regime, como por exemplo empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões no ano. É obrigatória a troca de regime anualmente? Depende. A escolha do regime tributário é obrigatória na hora de abrir uma empresa e/ou se houver alguma exigência para que a empresa se encaixe em determinado regime. Agora, se for analisada a necessidade ou a vantagem de trocar, cabe à empresa entender qual a melhor alternativa para não se deparar com custos desnecessários. Por exemplo, o Simples Nacional é o mais simplificado de todos os três regimes. Sendo assim, a maioria das empresas que estão iniciando a carreira empresarial podem entender que essa é a melhor das opções, mas nem sempre é assim. Pode ser que dependendo do porte desta empresa isso não seja possível. Pode ser também que a empresa não se encaixe nas exigências do regime. Porém, se sua empresa cresceu e esse crescimento se tornou constante, ela pode ser obrigada a se adaptar ao regime tributário que abrange o novo porte. IMPORTANTE: Sem uma pesquisa e análise para escolher o melhor regime a empresa pode pagar tributos desnecessários. Para escolher o regime inicialmente ou trocar no futuro, além de um planejamento tributário e uma boa pesquisa de mercado, é evidente a necessidade de um profissional especializado. Toda essa complexidade que acompanha os altos e baixos de uma empresa quanto a suas obrigações, necessita de auxílio profissional que vai além um simples serviço contábil. O suporte para sua empresa pode demandar atenção e consultores especializados, e é por isso que te convido a conhecer a Gomide Contabilidade. Nossa experiência no mercado é a chave para te auxiliar entender como sua empresa pode evoluir e possuir um bom desenvolvimento mesmo com as mudanças tributárias que acabamos de te apresentar. Permita que a contabilidade seja parceira do seu negócio. Contate um dos nossos especialistas e mude o rumo da sua empresa para melhor!
A importância do Plano de Negócios para o seu negócio

Ao iniciar um projeto empreendedor existem muitas etapas a serem desenvolvidas, mas a mais importante delas é o planejamento. É necessário agrupar todas as informações sobre o projeto e organizar de maneira que todo esse planejamento bem feito, seja a base de um bom negócio de qualquer tamanho. A ferramenta para organizar toda essa etapa de pesquisa e planejamento é o Plano de Negócios. Mas você sabe o que é o plano de negócios? Sabe como essa ferramenta pode ajudar sua empresa a curto e longo prazo? O texto a seguir vai ajudar a responder essas perguntas e vai te dar dicas de como utilizar esse recurso a seu favor para qualquer etapa do seu projeto. Vamos lá? Primeiro, precisamos entender O que é o Plano de Negócios? É o documento responsável por todo registro dessa etapa de planejamento. A partir desse documento, todos os detalhes e objetivos da empresa são definidos. É de suma importância que todo o perfil da empresa seja traçado e documentado e é aí que entra o Plano de Negócios. A partir do plano existe uma análise completa do mercado, as variantes do público alvo e os obstáculos financeiros que podem ser enfrentados. Além disso, seja para uma pequena empresa em ascensão ou uma empresa que busca inovar, o plano pode ser utilizado como uma espécie de guia para os próximos passos do negócio, em qualquer contexto que ele seja apresentado. Mas o que exatamente deve conter o Plano de Negócios? Depende de quão extensa é a pesquisa e o planejamento, depende também de quais ferramentas o empreendedor está disposto a utilizar. Os principais tópicos do planejamento incluem O resumo do projeto Tudo que é necessário saber sobre a nova empresa e deixar preparado para qualquer definição futura. Qual o nome da empresa? Qual tipo de produto ou serviço a empresa fornece? Quais os objetivos? Onde seria? Responder essas primeiras perguntas auxilia alcançar o objetivo e frisar a visão da empresa durante os primeiros passos. Descrever a empresa ao máximo pode evitar o dispersar da equipe no futuro. Análise de mercado Uma análise de mercado e concorrência também pode ser documentada para auxiliar e compreender o território no qual o empreendedor vai adentrar. O que de diferente sua empresa pode oferecer às necessidades que já existem no mercado? Definição de estratégias O produto ou serviço oferecido pela empresa precisa chegar ao público alvo de alguma forma. Quais são as estratégias que a empresa vai utilizar para alcançar suas metas? O marketing e as estratégias de vendas são recursos que passam por essa etapa do Plano de Negócios, e organiza quais são os primeiros passos assim que a empresa sair do papel. Serviço Financeiro Essa é uma das pesquisas de maior destaque no Plano de Negócios e não é por acaso. A maior preocupação do empreendedor pode partir da parte financeira, e por ser um investimento como qualquer outro, gera insegurança. Uma análise bem feita de possíveis gastos, emergências financeiras, lucro e precificação dos produtos pode auxiliar a evitar perdas e prejuízos grandes ou pequenos. A contabilidade é um fator essencial nessa hora e pode ser um divisor de águas no futuro da empresa. Quais as vantagens de possuir um Plano de Negócios? O Plano de Negócios em sua definição geral atua como um roteiro a respeito da empresa. Das primeiras ideias até os objetivos a longo e a curto prazo, tudo é documentado. Isso serve como direcionamento durante a ascensão do negócio e protege o negócio da maioria dos imprevistos que podem ocorrer. Por mais que existam obstáculos e imprevistos, não seriam por falta de planejamento. Este guia permite não só o negócio a ter início mas também a expandir sempre que organizado para isso e assim, obter os resultados esperados. E como fazer o Plano de Negócios? Busque um exemplo de Plano de Negócios e se baseie nas informações apresentadas ali. Depois de pesquisar muito e entender sobre o mercado, o serviço de contabilidade pode te auxiliar do primeiro passo até a abertura definitiva da sua empresa. Para esse atendimento com suporte que sua empresa precisa, conheça a Gomide Contabilidade, uma empresa com mais de 50 anos de atuação e uma dos escritórios mais renomados de Brasília. Nossa prioridade é atender suas necessidades do início do seu sonho, até a realização dele. E agora que você sabe qual o primeiro passo para abrir sua empresa, que tal conhecer nossos serviços para melhor te auxiliar nessa etapa?
MEI Caminhoneiro: saiba tudo a respeito da nova lei

MEI Caminhoneiro: saiba tudo a respeito da nova lei Os caminhoneiros agora fazem parte do modelo de Microempreendedor Individual (MEI). O MEI Caminhoneiro foi criado pela lei complementar 188/2021, sancionada em 31 de dezembro de 2021. O documento fez alterações no Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e inseriu os profissionais da categoria ao modelo. A lei ajudará milhares de caminhoneiros autônomos a saírem da informalidade. A medida beneficia, principalmente, o setor do transporte de cargas e torna mais simples e barata a inclusão dos caminhoneiros no setor previdenciário. De acordo com o Sebrae, mais de 800 mil caminhoneiros autônomos que rodam todo o país serão beneficiados com essa mudança. O que é o MEI Caminhoneiro? O MEI Caminhoneiro é uma lei que permite com que caminhoneiros autônomos possam ser enquadrados na modalidade de microempreendedor individual. Este Projeto de Lei é de autoria do Senador Jorginho Mello (PL-SC), em parceria com o Sebrae, e determina que caminhoneiros autônomos com faturamento anual de até R$251,6 mil por ano possam ser enquadrados como MEI. Até então, a legislação só permitia que autônomos que trabalham com transporte de produtos não perigosos pudessem se tornar MEI. O que muda com o MEI Caminhoneiro? A inscrição como MEI passa a ser permitida para os transportadores e caminhoneiros com faturamento anual de até R$251,6 mil por ano. O valor equivale a uma renda mensal de quase R$21 mil. No entanto, para as demais categorias, o teto de faturamento anual para MEI continua sendo de R$81 mil. De acordo com o Subsecretário de Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, Henrique Reichert, essa mudança no teto de faturamento pode ser explicada porque “a categoria passa a ter uma configuração especial na figura do microempreendedor individual, do MEI, por conta da especificidade dos altos custos da atividade de transporte”. Ainda de acordo com Richert, “a iniciativa visa incentivar o empreendedorismo e, especialmente, formalizar os transportadores autônomos. Estudos indicam que cerca de 1,2 milhão de transportadores autônomos continuam na informalidade e, muitos deles, têm dificuldade de atuação devido à falta de emissão de nota fiscal. Agora, com essa formalização via MEI, os caminhoneiros podem emitir notas fiscais e, também, obter benefícios de segurança e aposentadoria”. Isso significa que, com a mudança na lei, os caminhoneiros passam a ser formalizados ao atuarem como microempreendedores. Com a formalização, o caminhoneiro passa a ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e consegue emitir notas fiscais. Ainda, agora os trabalhadores informais da categoria também têm acesso a benefícios previdenciários como auxílio doença e pensão por morte. Isso porque, o MEI é uma modalidade simplificada de negócio direcionada a pessoas que trabalham por conta própria ou que exercem atividades não regulamentadas por entidades de classe. Quem pode se inscrever no MEI Caminhoneiro? • Todas as pessoas que trabalham como caminhoneiras informais ou de forma autônoma podem se inscrever no MEI Caminhoneiro. • Não se enquadram na modalidade aqueles que já são funcionários de empresas de transporte com registro no regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). • Pode se tornar Caminhoneiro MEI: • Transportadores escolares; • Caminhoneiros de cargas não perigosas; • Transportadores de mudanças e carretos; • Transportadores municipais de passageiros (frete). • Não pode se tornar um Caminhoneiro MEI: • Menores de 18 anos ou menores de 16 anos não emancipados; • Estrangeiros sem visto permanente; • Servidores Públicos; • Pensionistas; • Profissionais que já exercem uma atividade não regulamentada por um órgão de classe. Como abrir um MEI Caminhoneiro? Por se tratar de uma lei nova, ainda não existe nenhuma especificação sobre como será o processo de cadastro do MEI caminhoneiro. Porém, tudo indica que o processo será o mesmo que o para abrir um MEI convencional. Afinal, a atividade de caminhoneiro já possui seu lugar na lista de ocupações permitidas aos MEIs. A categoria de caminhoneiros é representada pelo CNAE 4930-2/02. Dessa forma, entende-se que, até segunda ordem, o processo para abrir um MEI caminhoneiro é o mesmo para as demais categorias. Continue a leitura e confira o passo a passo a seguir! 01. Acesse o Portal do Empreendedor; 02. Clique em “Quero ser MEI” e depois em “Formalize-se”; 03. Preencha seus dados de cadastro no portal de serviços do Governo. Caso você já possua uma conta cadastrada, é só fazer o login; 04. Siga os passos que o próprio site te indicar e preencha todas as informações solicitadas a respeito da sua nova empresa, suas atividades e documentos; 05. Prontinho! Seu MEI Caminhoneiro e CNPJ serão gerados automaticamente. Quais as vantagens prevê o MEI Caminhoneiro? A nova Lei prevê inúmeras vantagens para a categoria, desde mais segurança aos profissionais, até mesmo à contribuição para o INSS. Confira algumas das vantagens que o MEI Caminhoneiro trará para a classe. Mais segurança jurídica Uma das principais expectativas é que, com o programa, haja uma redução da informalidade na categoria. Isso porque, os negócios, trabalhos e entregas serão formalizados com contratos que estipulam prazos e preços a serem respeitados. Isso trará mais segurança e garantia ao motorista. Menos impostos O caminhoneiro MEI pagará menos impostos. Dentro do programa, o profissional pagará mensalmente o valor de R$60 ao Simples Nacional, ficando isento de tributos federais como Imposto de Renda, PIS, IPI e demais impostos. Faturamento maior No MEI caminhoneiro, o profissional poderá negociar os valores das viagens e transportes diretamente com o dono da carga, sem depender, assim, do intermédio das agências de frete e transportadoras para realizar este trabalho. Isso aumentará a sua independência e, consequentemente, seu lucro também será maior. Créditos com juros menores Com seu CNPJ em mãos, o caminhoneiro poderá ter acesso a créditos especiais com juros menores. Isso facilitará muito a questão de prazos para pagamentos de insumos e componentes para seu veículo. Benefícios previdenciários O MEI caminhoneiro também tem direito ao auxílio maternidade, aposentadoria por idade, afastamento remunerado por problemas de saúde, pensão por morte e auxílio-reclusão para sua família. Assim, ele será melhor assegurado quanto às
O que é mercado contábil?

O que é mercado contábil? O mercado contábil é bastante dinâmico, assim como os demais setores da economia. A cada ano que passa surgem mais ferramentas tecnológicas, metodologias e técnicas que visam solucionar os problemas desse setor. Em resumo, o mercado contábil brasileiro é muito grande, sendo os MEIs os maiores consumidores dos serviços contábeis. Quanto ao futuro desse mercado, as empresas procuram profissionais experientes nas principais ferramentas, que consigam ser multitarefas, além de terem boa comunicação. Quer saber mais detalhes? Preparamos um conteúdo completo para você, inclusive com algumas dicas para se destacar na profissão de contador. Boa leitura! Como está o mercado contábil brasileiro? De acordo com um estudo feito pela ROIT, o Brasil possui mais de 18 milhões de potenciais clientes no setor contábil. Ou seja, há uma grande demanda por serviços relacionados à contabilidade em nosso país, e isso só tende a melhorar. Do total, 55% são MEIs, sem dúvidas o estilo de empresa que domina o Brasil. Em seguida, temos o Simples Nacional com 23%, somando todas as empresas que escolheram essa tributação. Empresas de Lucro Presumidos vem em seguida, com 19%, e o restante são organizações de Lucro Real. Embora os MEIs sejam maioria, são as empresas de Lucro Real quem realmente detém a maior parte das receitas. No caso, a somatória das receitas dessas empresas representa 60% do total, enquanto a dos MEIs somente 4%. Sobre a distribuição dos escritórios, mais de 50% está concentrada nas regiões Sudeste e Sul. Somando apenas RJ, SP, PR, MS e RS, temos 57% de todos os escritórios do Brasil. Pronto, agora que apresentamos um panorama do mercado para você, vamos apontar algumas previsões desse setor. Continue lendo! Quais são as previsões para o mercado contábil? O mercado contábil está mudando bastante, principalmente por causa da tecnologia. Em suma, os softwares de contabilidade e as plataformas online exigiram dos escritórios mais inovação. Além disso, com a facilidade encontrada na formação de profissionais do ramo, diversos escritórios estão surgindo nas áreas com grande demanda. Dessa forma, a competitividade tende a ser cada dia mais acirrada. Nas próximas seções, vamos explorar um pouco mais esse tema. Demanda por profissionais multitarefas O que mais tem chamado a atenção no mercado atual é a capacidade de ser multitarefas. No caso, foi notada uma transformação da forma de atual dos contadores, que aumentaram sua atuação, ao invés de lidar apenas com a burocracia dos processos. Na maioria dos casos, as empresas esperam um profissional que saiba dar sua opinião com base na situação da empresa. É por isso que esses profissionais ocupam vagas importantes em grandes empresas, como gerente financeiro e analista de controladoria. A tecnologia vai ser um diferencial Uma das principais mudanças que veremos no mercado de contabilidade vai acontecer em 2022: a forma de calcular a folha de pagamento será completamente diferente do que é hoje. A mudança prevê que somente o contrato de trabalho e o registro de ponto serão usados para os cálculos do INSS, FGTS e assim por diante. Ou seja, o trabalho, antes manual, será 100% feito por sistemas de integração. E a tendência é de que a maior parte dos processos realmente sejam automatizados. Mas isso de forma alguma exclui os contadores do mercado de trabalho: eles terão uma mudança de paradigma, tendo que se concentrar nas áreas em que a automação não tem tanto efeito. A adaptação será importantíssima Com os eventos recentes, ficou claro que a adaptação é uma habilidade muito importante, tanto para a contabilidade quanto para o resto do mercado. A capacidade de responder de forma adequada às oscilações do mercado vai ser um grande diferencial. E isso vale para as empresas e para os profissionais, que também precisam lidar com as inseguranças causadas pelas crises. Vale lembrar que a adaptação também requer flexibilidade. Portanto, se adequar à realidade em que se está inserido é sim um dos primeiros passos para o sucesso. Ter perspicácia será um diferencial Seguindo a linha de raciocínio do tópico anterior, ter perspicácia significa aproveitar as oportunidades que o mercado oferece. Dessa forma, encontrar os segmentos com mais demanda, por exemplo, é uma forma de alavancar seu escritório de contabilidade. Devido à crise sanitária, milhares de pessoas perderam seus empregos. Na mesma medida, várias novas empresas surgiram, muitas delas geridas por quem foi demitido. Ou seja, são pessoas que precisam de ajuda com a burocracia, representando uma oportunidade para os contadores mais atentos. Inovação e sucesso andam de mãos dadas Por fim, tendo em vista a concorrência do mercado contábil, a inovação será o principal fator de sucesso das empresas desse ramo. Quem trabalha na área já sabe: entregar apenas o básico para o cliente não é mais aceitável. É por isso que as empresas de contabilidade precisam agregar mais valor que o habitual, e isso só é atingido através da inovação. Um dos grandes destaques, no que tange à inovação em contabilidade, é o atendimento. Afinal, os clientes conseguem realizar boa parte dos serviços de forma online, mas é o atendimento que fideliza os consumidores. Como se destacar no mercado contábil? Existem diversas inovações na área de TI que tendem a impactar no mercado contábil. Além disso, a relação interpessoal, como foi destacado na última seção, também ganha espaço nos escritórios de contabilidade. Em resumo, para se destacar na contabilidade, o profissional precisa de duas grandes habilidades: Entender o básico de Big Data e IoT O Big Data é uma tecnologia bastante empregada nos dias de hoje, mas que ainda não entrou na contabilidade. Já a IoT também está em pauta nas grandes revistas de tecnologia, prometendo revolucionar a forma de lidar com os obstáculos do dia a dia. Embora ambas ainda não tenham chegado na contabilidade, não vai demorar muito para serem empregadas, ainda mais em grandes empresas. Desenvolva sua relação interpessoal Saber se comunicar, resolver problemas e transmitir suas ideias de forma clara é uma habilidade muito apreciada pelo mercado de trabalho. Portanto, desenvolver sua relação interpessoal será um diferencial enorme.
Jucis-DF simplifica abertura de empresas no Distrito Federal

Agora já é possível realizar a abertura de empresas no Distrito Federal em poucas horas através do sistema Balcão Único, sem burocracias. Qualquer cidadão poderá abrir uma empresa de forma automática, reduzindo o tempo e os custos. Basta acessar o formulário eletrônico único, pela internet. Dessa forma não haverá mais deslocamentos ou filas, pois tudo é on-line e com agilidade. Anteriormente, os empresários tinham que entrar no portal da Junta Comercial para realizar o registro e dar início ao funcionamento da empresa. Com o Balcão Único, tudo é realizado em um só local com solução imediata. “Com a desburocratização proporcionada pelo novo sistema, os empresários poderão iniciar as atividades de forma automática, aumentando as chances de ser competitivo, de gerar renda e oportunidades. A rapidez é essencial”. Ressaltou o secretário-geral da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal, Dr. Maxmiliam Patriota. A atividade é promovida pelo convênio das nove Juntas Comerciais que integram o projeto Empreendedor Digital: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e Rio Grande do Sul, com a participação do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI) do Ministério da Economia, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Empresários podem iniciar negócios com agilidade e rapidez por meio de formulário digital totalmente gratuito e no DF o Balcão Único é identificado como Agiliza: Empresa em Minutos. Como funciona: 1. Acesse os serviços da Junta Comercial do DF; 2. Clique em Agiliza Empresa em Minutos. A página da Junta Comercial possibilita que você entre no serviço com seu login e senha no gov.br Nesse primeiro momento, somente as empresas de sociedade limitada, de baixo e médio risco, fora do Plano Piloto e algumas regiões administrativas adjacentes, poderão ser beneficiadas pelo Agiliza: Empresa em Minutos. As restrições de uso estão no site da Jucis-DF, para mais informações acesse www.jucis.df.gov.br
Como abrir empresa em Brasília?

Você decidiu abrir uma empresa em Brasília e deseja saber os passos necessários para obter sucesso nessa empreitada? Então, você chegou no lugar certo, pois nós vamos te ajudar a tomar as melhores escolhas quanto a este novo empreendimento. Por isso, confira as dicas que vamos falar ao longo deste conteúdo, porque ao terminar de lê-lo, com certeza você estará por dentro de tudo que é preciso para dar entrada na abertura da sua empresa em Brasília. Vamos lá? Por que abrir empresa em Brasília? Apesar de ser vista apenas como uma terra política — por ser sede do governo federal —, a cidade tem outros atributos. Entre eles, destacamos o crescimento dos setores de agricultura, varejo e da construção civil. Além disso, Brasília é a 3º cidade mais rica do Brasil, o que a torna moderna e com poder competitivo. Contando com 3.094.325 moradores, a realidade econômica da capital do Distrito Federal é bastante promissora, além de que a inovação é a palavra de ordem para empreender em Brasília. Tudo isso requer a atenção e disciplina de profissionais contábeis experientes nas demandas organizacionais envolvidas na abertura da empresa. Nos tópicos seguintes, traremos as etapas para tirar a sua ideia do papel. Acompanhe! 1° passo: Planejamento para abrir empresa em Brasília Essa etapa é essencial para organizar as ideias, afinal não se abre uma empresa em Brasília somente criando um CNPJ. A constituição legal do negócio deve ser observada, bem como o conhecimento dos direitos e obrigações enquanto empreendedor. Principalmente para quem nunca empreendeu, abrir um estabelecimento pode parecer complicado, mas isso pode ser resolvido com o apoio de uma boa equipe de contabilidade. Esse tipo ficará responsável por apoiar a gestão dos recursos desde o início da empresa, prevenindo erros e penalidades. 2° passo: Escolha do segmento de atuação Mais que decidir o ramo de atuação, é preciso conhecer a fundo o segmento em que você deseja empreender. Isso envolve o estudo dos concorrentes, o local escolhido para sediar o estabelecimento e principalmente as despesas gastas na abertura e manutenção da organização. Sobre os ramos de atuação, o empresário pode atuar com: Comércio atacadista Os atacadistas, ou simplesmente atacados, são os comerciantes que vendem produtos para distribuidores, sempre em grande volume. Esse aspecto possibilita um preço mais baixo, que viabiliza um lucro maior devido ao baixo custo da venda. Existem inúmeros exemplos de comércios atacadistas, podendo ser de bebidas, roupas, cosméticos etc. Comércio varejista O comércio varejista busca vender produtos para o consumidor final. São os mercados, farmácias, lojas de roupas etc. Esses comerciantes lucram a partir do baixo investimento em comparação ao atacadista e a chance de conseguir bons clientes e obter uma margem lucrativa vantajosa. Prestação de serviços A prestação de serviços não trabalha com posse de produtos, tendo uma vasta opção de empresas, desde as mais simples como as chamadas de intelectuais. Assim, quem é cabeleireiro, mecânico, designer, médico, arquiteto e cuidados de idosos pode abrir uma empresa especializada na prestação dos serviços. Aliás, os prestadores de serviço têm também a possibilidade de abrir empresas focadas no bem-estar social, como as ONGs (terceiro setor). Em todas elas, o auxílio de uma contabilidade em Brasília é de grande valia para o correto enquadramento tributário. Indústria As indústrias pegam matérias-primas e as transformam em bens que são vendidos tanto para os atacadistas como para os varejistas, porém nunca para o consumidor final. Uma confecção de roupas é exemplo de empresa do ramo industrial. 3° passo: Decisão sobre a natureza jurídica A natureza jurídica são os tipos de empresas que você pode abrir na capital federal. Essa decisão influencia no regime de tributação do negócio, além da necessidade de possuir um sócio ou capital financeiro para iniciar/operar as atividades. Enfim, os tipos de empresas pode ser os seguintes: Sociedade Limitada (LTDA): é aquela formada por dois ou mais sócios, com o intuito de criar um negócio no ramo industrial, de prestação de serviços ou no comércio. A responsabilidade dos sócios é alinhada ao valor investido no capital social. Sociedade Simples Limitada: é a sociedade também formada por dois ou mais sócios, após o registro no cartório de pessoas jurídicas. Geralmente é a escolhida por médicos, advogados e demais profissões intelectuais. Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): possui as mesmas características das duas sociedades anteriores, com a diferença de que não exige sócio. Empresa Individual: é a empresa aberta na Junta Comercial para atuação em alguma atividades profissionais. Nessa constituição, o empresário responde ilimitadamente as obrigações (principalmente dívidas) com seus bens pessoais, o que pode ser desvantajoso. Microempreendedor Individual (MEI): indicado para quem quer faturar pouco, o MEI tem uma abertura simplificada e um baixo custo de formalização. 4° passo: Definição do regime de tributação A escolha do regime tributário é uma parte fundamental da abertura de uma empresa, já que os impostos a se pagar são decisivos para o progresso da instituição. No Brasil, existem três regimes tributários: Simples Nacional: é um regime simplificado que recolhe os impostos em uma única guia mensal. Lucro Real: tributação em cima do valor líquido da organização. Algumas empresas são enquadradas automaticamente nesse regime. Lucro Presumido: formato no qual o governo prevê um dado lucro e a partir dele tributa a instituição. Escolhida por alguns empresários para pagar menos impostos, o Lucro Presumido também é a alternativa de muitos negócios que não podem pertencer ao Simples Nacional. Pronto para abrir uma empresa em Brasília? Conheça a Gomide Contabilidade! Hoje você aprendeu como abrir uma empresa em Brasília, mas é natural que algumas dúvidas ainda existam e é por isso que nós estamos aqui. Isso porque a Gomide Contabilidade atua há mais de 50 anos, somado ao fato que contamos com mais de 40 especialistas cuidando do seu negócio, desde a constituição até o início das atividades e manutenção. Fazemos a diferença na vida empresarial de prestadores de serviço, atacados, indústrias, profissionais e empresas de saúde e associações sem fins lucrativos. Por isso, convidamos você a acessar nosso site e conhecer nosso trabalho e saber
Qual o primeiro passo para abrir uma empresa?

O Distrito Federal é uma das regiões mais desenvolvidas do Brasil, sendo, portanto, um ótimo lugar para empreender. Para abrir uma empresa no DF, o empreendedor precisa passar por 6 etapas burocráticas, muitas delas bastante simples, para finalmente poder operar. Boa parte dessas etapas é feita de forma online, mas algumas requerem o comparecimento a certos órgão para a formalização. Neste conteúdo, vamos explicar como abrir uma empresa, com foco especial no Distrito Federal. Aproveite para ler tudo! Quais são as particularidades para abrir uma empresa? Empreendedores menos experientes ou que só empreenderam em um estado costumam pensar que abrir uma empresa é sempre a mesma coisa. Mas isso não é verdade. Cada estado e, em algumas situações, cada município pode ter requisitos diferentes. Em geral, quanto mais desenvolvida a região, mais fácil é o processo de abertura de empresa. Como o DF é bastante desenvolvido, várias etapas burocráticas são realizadas via internet. Mas é preciso ter cuidado com a documentação enviada, dada a sensibilidade das operações de abertura. Quais são os documentos necessários para abrir uma empresa em Brasília? Para abrir uma empresa, são necessários diversos documentos que identificam os sócios do negócio, assim como descrevem, em detalhes, a empresa em si. Dessa forma, você precisa ter em mãos os seguintes documentos: Comprovante de residência. Documento de identidade. Certidão de casamento (se for casado). Informações do imóvel (IPTU). Informações de contato, como e-mail, telefone fixo e celular. Razão social e nome da empresa (fantasia). As atividades que serão exercidas no negócio. Certificação digital. Capital social e, quando houver sócios, divisão no quadro de sócios. Quais são as etapas para abrir uma empresa no DF? O trâmite da abertura é bastante otimizado no Distrito Federal. Ao todo, são 6 etapas fundamentais para poder iniciar as operações de sua empresa, sendo elas as seguintes: Viabilidade de localização. Preenchimento do DBE. Registro na Junta Comercial do DF. Entrega de documentos na Junta Comercial. Licenciamento de atividades. Liberação do emissor de notas. Como sabemos que muitos empreendedores têm dúvidas quanto às etapas, buscamos solucionar algumas delas através da descrição de cada etapa. Você pode conferir essas informações nas próximas seções: Viabilidade de localização A viabilidade de localização é o primeiro passo para abrir uma empresa no DF. No caso, é nessa etapa que o local da empresa é avaliado pela Junta Comercial, momento este em que ela vai levar em conta a localização e as atividades econômicas do negócio. Dessa forma, a Junta vai verificar se o nome pretendido está disponível, assim como se a empresa está em condições de atuar e se as atividades estão de acordo com os regulamentos. Em geral, essa etapa leva até 3 dias, podendo ser concluída antes desse prazo. Preenchimento do DBE Após aprovação da viabilidade, é necessário preencher o DBE (Documento Básico de Entrada). Em resumo, ele carrega os dados da empresa que está em processo de abertura, como o nome fantasia, documentos pessoais dos sócios e viabilidade de abertura, objetivando análise por parte da Receita Federal. Ao fim do processo, um recibo é gerado, o qual será usado na hora do registro na Junta. O DBE é bastante simples, e sua análise pode levar até 24 horas. Registro na Junta Comercial do DF O registro na Junta Comercial do DF é uma etapa crucial para abrir uma empresa. Essa etapa é online, servindo para integrar todos os dados do negócio. Após conseguir a aprovação do DBE, ocorre a integração dos dados, unindo a viabilidade e o DBE, permitindo liberar a taxa. É importante fazer o requerimento do DBE depois de finalizar a etapa da seção anterior. Quando ocorre o pagamento da taxa, diversos formulários ficam disponíveis para serem assinados com o e-CPF. Ao fim de tudo, você terá um CNPJ cadastrado na Receita Federal e demais documentos da empresa. Entrega de documentos na Junta Comercial Com todos os documentos em mãos, o empreendedor precisa levá-los até a junta comercial. É importante ressaltar que o DARF também precisa ser apresentado com o status de quitado. Após feita a análise, a JCDF vai anunciar o deferimento do cadastro, liberando o número de identificação da empresa, CNPJ, e Inscrição Estadual (IE). No entanto, a IE será liberada após o licenciamento do negócio, que é nossa próxima etapa. Licenciamento de atividades O licenciamento de atividades é totalmente online, sendo realizado no Portal de Serviços, mais precisamente na aba “Licenciamento”. Toda a documentação é liberada direto no portal. A empresa pode emitir o certificado pela internet, assim como consultar os dados desse documento a qualquer momento. Vale lembrar que existem atividades de baixo e alto risco, sendo que cada uma requer tratamentos especiais, com certificados próprios. Liberação do emissor de notas Pronto, sua empresa já está quase totalmente concluída. Agora falta um elemento importante, do ponto de vista fiscal: o emissor de notas fiscais. Feitas todas as etapas anteriores, é necessário fazer o cadastro para emissão da NFe. A liberação desse serviço ocorre logo após a emissão do e-CNPJ (certificado digital), o qual é liberado na mesma hora. Com o alvará em mãos e enquadrada no regime tributário adequado, sua empresa está pronta para operar! Demora muito para abrir uma empresa em Brasília? Com boa parte das etapas sendo realizadas de maneira online, abrir uma empresa em Brasília é uma atividade bastante descomplicada e rápida. No entanto, existem diversos fatores que podem atrasar esse processo, principalmente devido às atividades do negócio. Em geral, abrir uma empresa pode demorar de 5 a 30 dias, a depender da complexidade do negócio. Preciso de um contador durante o processo? Não é obrigatório, por lei, ter um contador durante a abertura de uma empresa, mas com certeza esse profissional vai ajudar muito nesse momento. A Gomide Contabilidade é uma empresa com mais de 50 anos de mercado, contando com profissionais especialistas em abertura de empresas e demais assuntos que tangem o empreendedorismo. Se você quer tranquilidade e profissionalismo na hora de abrir sua empresa, entre em contato conosco.
Uma empresa pode ser varejista e atacadista?

Apesar de possuírem públicos diferentes, o atacado e o varejo podem, sim, coexistir dentro do mesmo negócio. Embora o atacadista costume vender para lojistas e revendedores, há situações em que a venda direta ao consumidor final é permitida por lei. No entanto, para isso acontecer de forma regular, é necessário seguir normas específicas. E, como a legislação tributária muda com frequência, o ideal é que o empreendedor entenda bem essas regras — ou tenha apoio técnico para isso. Neste artigo, você vai entender: Qual é a diferença entre empresas atacadistas e varejistas Se é permitido atuar nas duas frentes simultaneamente Quais os cuidados fiscais que você deve ter E como a contabilidade especializada pode ajudar O que define uma empresa atacadista ou varejista No modelo tradicional, empresas atacadistas trabalham com grandes volumes. Elas compram produtos diretamente de fabricantes e vendem para empresas intermediárias, como lojas e mercados. Normalmente, não mantêm relação direta com o consumidor final. Já o varejo opera em outra lógica. O foco está em atender o consumidor final, oferecendo variedade e pequenas quantidades. Nesse caso, supermercados, farmácias e mercearias são bons exemplos. Portanto, o que diferencia essas duas categorias não é o produto em si, mas o volume e o tipo de cliente atendido. É permitido vender no atacado e no varejo? Sim, e essa prática é mais comum do que se imagina. Desde que a empresa registre ambas as atividades nos seus dados fiscais e contratuais, não há impeditivo legal. Essa combinação é conhecida como “atacarejo”, uma junção de atacado + varejo. Nesse modelo, o empreendedor vende em grandes lotes para comerciantes, mas também atende o consumidor final que deseja poucas unidades — normalmente com um preço competitivo. Porém, atenção: as duas operações seguem políticas comerciais diferentes, o que exige cuidado na separação de processos, precificação e gestão tributária. O que diz a legislação sobre o CNAE e o ICMS A chave para exercer as duas atividades está na correta indicação do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Esse código deve conter, explicitamente, a permissão para atuar tanto como atacadista quanto varejista. Além disso, o contrato social da empresa também precisa refletir essa natureza híbrida. Só assim será possível usufruir de benefícios fiscais específicos, como a redução na base de cálculo do ICMS. De acordo com a Lei nº 5.005/2012, empresas com perfil atacadista podem: Tributar vendas em 12%, em vez da alíquota cheia; Aproveitar créditos de ICMS em até 12%, mesmo que o fornecedor destaque menos na nota; Recolher de forma mais vantajosa desde que cumpram as condições legais. Assim, quanto mais a empresa vende no mercado interno, maiores serão as receitas com créditos acumulados. Isso reduz a carga tributária efetiva e amplia a margem de lucro. Cuidados essenciais na gestão do atacarejo Apesar das vantagens, o modelo atacarejo exige um controle ainda mais rigoroso. Por atender tanto empresas quanto consumidores, a operação se torna mais vulnerável a falhas fiscais e até à sonegação de impostos. Por exemplo, há casos em que comerciantes compram no atacado, sem nota, como se fossem consumidores finais. Isso impede o registro da entrada nos próprios livros contábeis e abre margem para revendas informais, sem emissão de nota fiscal. Para evitar esse tipo de exposição, é necessário: Ter sistemas de controle integrados; Estabelecer regras claras para cada tipo de cliente; Separar a política de preços entre atacado e varejo; E, principalmente, contar com apoio contábil especializado. A importância da contabilidade no segmento atacadista Gerenciar um atacarejo exige mais do que organização administrativa. É fundamental ter domínio da legislação fiscal, entender os enquadramentos corretos e identificar oportunidades legais de economia tributária. Nesse sentido, a Gomide Contabilidade atua com foco total em empresas do comércio atacadista e varejista. Há mais de 50 anos, entregamos segurança e assertividade para empresários que querem crescer com estabilidade e sem sustos com o Fisco. Se você quer: Pagar apenas o necessário de impostos; Evitar erros fiscais que travam o seu negócio; E ter um planejamento contábil alinhado à sua realidade… Acesse o nosso site e conheça os serviços da Gomide Contabilidade. Estamos prontos para ajudar sua empresa a vender mais — com muito mais controle e economia.