Como a gestão de NFes podem ajudar a sua empresa

Como a gestão de NFes podem ajudar a sua empresa

Empresas que emitem uma grande quantidade de NFes diariamente, podem encontrar dificuldades para organizar e localizar informações importantes para o seu controle fiscal. Por isso, mais uma vez, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Em diversas áreas da sua empresa, a tecnologia chegou para otimizar processos, reduzir tempo e melhorar os resultados. E na área fiscal, você pode contar com plataformas de gestão de NFes, que lhe auxiliem nas consultas de notas, proporcionando mais agilidade, precisão de informações e produtividade para a sua empresa. Mas, não é apenas para grandes empresas que essas plataformas são importantes. Afinal, com tantas tarefas administrativas, financeiras e fiscais, os pequenos empresários também podem contar com a ajuda dessas plataformas de gestão. Vamos entender melhor então, como uma ferramenta de gestão de NFes pode otimizar tarefas operacionais e tornar sua empresa mais produtiva. O primeiro ponto é a organização e conferência das NFes. Pois, você sabia que 78% das empresas no Brasil não chegam a receber todas as notas emitidas para o seu CNPJ? E ainda 80% nem fica sabendo quando uma nota é cancelada. No varejo, por exemplo, pode ocorrer que novos produtos cheguem ao estoque, porém sem a NFe ou DANFe, ou ainda uma nota pode ser cancelada pelo fornecedor, sem seu conhecimento. Essas são tarefas mais fáceis de gerir com um sistema. Pois, ao acessar a ferramenta de gestão, seu funcionário conseguirá consultar rapidamente a emissão de novas notas, e verificar se há algum problema com o documento fiscal, mantendo ainda todos os arquivos armazenados digitalmente, facilitando futuras consultas. Agora outro ponto importante. Manter os arquivos XML das notas em seu computador é fácil. Porém fazer uma análise manual, caso necessite, fica mais complicado sem uma ferramenta, pois é complicado copiar e colar os dados em uma planilha, por exemplo. Já com a ferramenta é possível gerar gráficos para facilitar o entendimento das informações, auxiliando tomada de decisões, como planejar uma promoção ou até mesmo mudar de fornecedor, caso verifique as os custos tenham aumentado. Em resumo, contar com uma ferramenta de gestão de NFes permitirá que você tenha uma série de benefícios, pois terá uma visão mais ampla da sua empresa. Escolhendo um bom sistema, além de evitar problemas fiscalização, você também poderá entender o histórico das suas finanças, podem analisar custos, identificar gastos desnecessários, mudar seu planejamento estratégico e aumentar a margem de lucro do seu negócio. E para contar com uma assessoria contábil experiente e que está sempre atualizada com as novidades do mercado, entre em contato com a nossa equipe e migre a contabilidade da sua empresa para a Gomide. Clique aqui e deixe sua mensagem para entrarmos em contato com você.

5 dicas de contabilidade para pequenas empresas

5 dicas de contabilidade para pequenas empresas

Não é somente na abertura da sua empresa que a contabilidade é importante. É preciso manter uma rotina organizada para que a sua contabilidade esteja em dia com o Fisco. Por isso, separamos 5 dicas essenciais para pequenas empresas, seja qual for sua atividade. Confira: 1 – Faça um calendário de impostos Ao longo do mês temos diversas datas de pagamentos importantes. Para não perder o prazo e evitar multas, faça um calendário com todos os impostos que você deve pagar. Se sua empresa for do simples, terá uma guia única de pagamento dos impostos, a DAS. O vencimento é todo dia 20. Aí fica mais fácil. Porém, se sua empresa for do Lucro Presumido, tem 5 guias de impostos para pagar em diferentes datas. Portanto fique atento e anote as datas em um calendário para manter tudo organizado e em dia. 2 – Mantenha as obrigações acessórias em dia As obrigações acessórias são declarações que devem ser enviadas ao governo (federal, estadual ou municipal), com informações sobre a empresa. Elas podem ser mensais ou anuais e têm como objetivo declarar diversas informações como a receita, os impostos apurados e informações trabalhistas, como a folha de pagamento e os encargos gerados sobre os salários. E alguns profissionais como médicos e corretores imobiliários ainda possuem obrigações acessórias relacionadas à atividade econômica da empresa. Por isso, é preciso organizar todas as responsabilidades da empresa, para cumprir dentro dos prazos e ficar livre de preocupações. 3 – Faça um bom planejamento financeiro Todo empresário sabe que antes de abrir a empresa é importante fazer um bom planejamento. Porém, como são muitas informações e deveres que se acumulam no começo de uma empresa, sabemos que a maioria não realiza esse processo no começo. Por isso, é essencial estruturar sua estratégia financeira o quanto antes. Caso já tenha feito anteriormente, melhor ainda, pois é só seguir o plano. Caso não tenha feito, agora é a hora. Para fazer o planejamento financeiro após sua empresa ter iniciado as atividades, é preciso ter controle das movimentações da empresa. Tenha tudo documentado, entradas e saídas. A partir daí é possível projetar metas e valores, com base em números reais e mais precisos. 4 – Tenha transparência com seu seu contador Seu contador precisa de você para que possa fazer a contabilidade da sua empresa. É preciso enviar todas as informações econômicas e financeiras da empresa, de forma clara e completa. Caso tenha dúvidas sobre quais são suas responsabilidades e o seu papel nesse processo, converse com seu contador e busque entender o que você precisa passar a ele e de que forma. 5 – Contrate um bom serviço de contabilidade No item anterior vimos a responsabilidade que o empresário tem com o contador. Porém, o contador também precisa assumir uma grande responsabilidade com a empresa. Por isso, é importantíssimo contar com uma empresa de contabilidade experiente. Além disso, há diversas particularidades contábeis para diferentes tipos de empresas. Por isso buscar uma contabilidade especializada na sua área torna o processo ainda mais seguro. Pois, uma assessoria contábil que tem experiência no seu setor, saberá orientar melhor o empresário e enquadrar a empresa em suas categorias corretas, evitando gastos desnecessários e problemas com a Receita Federal. Agora é só colocar em prática essas dicas para organizar a contabilidade da sua empresa. E caso queira entrar em contato com a nossa equipe para saber mais sobre nossos serviços, é só clicar aqui e enviar uma mensagem.

Receita Federal quer dobrar autuações para pequenas e médias empresas

Receita Federal quer dobrar autuações para pequenas e médias empresas

A Receita Federal divulgou que tem a intenção de intensificar, até o final do ano, as autuações de empresas menores (de pequeno e médio porte). Até o final de 2017, a estimativa é chegar a 30 mil autuações de empresas, e em 2018 o objetivo é realizar mais de 40 mil autuações. Sendo que em 2016 foram feitas em média 15 mil autuações. Iágaro Jung Martins, subsecretário de Fiscalização da Receita, afirma que há um grande índice de sonegação por parte das empresas e, por isso, a fiscalização equivale a uma malha fina para pequenas e médias empresas. Conforme a Lei do Simples Nacional, é considerada infração: I – omissão de receitas; II – diferença de base de cálculo; III – insuficiência de recolhimento dos tributos do Simples Nacional. Além disso, também está sendo fiscalizado o enquadramento indevido no Simples Nacional, por empresas que desfrutam dos benefícios desse sistema de forma irregular, onde são verificados indícios de movimentação financeira que não são compatíveis com os valores de receita/rendimento declarados. O Fisco informa que foram observadas 14.115 empresas que se identificaram como contribuintes do Simples Nacional, porém não fazem parte desse regime. E com isso, só no ano de 2013, podem ter deixado de declarar cerca de R$ 420 milhões. Além disso, o Fisco também fez a autuação de empresas de segmentos que oferecem riscos ao trabalhador, como a construção civil e setor químico, que realizaram pagamentos de contribuição previdenciária com alíquota menor do que a devida. As fiscalizações da Receita Federal vem aumentando desde 2010, com equipes regionais de auditores fiscais que são especializados em buscar e identificar infrações tributárias. Por isso, é essencial contar com uma assessoria contábil experiente e transparente. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais sobre os procedimentos contábeis que sua empresa não pode deixar de lado.

Os principais impostos que as empresas pagam

Os principais impostos que as empresas pagam

Uma coisa que nenhuma empresa está livre, é pagar impostos. Sabemos que os impostos variam conforme o regime tributário em que a empresa se encaixa: Lucro Presumido, Lucro Real e Simples Nacional. Mas como são tantas siglas e nomes que confundem os empresários, vamos abordar os principais impostos que as empresas pagam, para simplificar toda essa linguagem fiscal e entender de vez o que são todos esses valores que são debitados do caixa da empresa. – PIS/PASEP (Programa de Integração Social): é uma contribuição feita pelas empresas, para gerar um fundo responsável pelo pagamento do abono anual e do Seguro Desemprego. Essa contribuição não é deduzida do salário do colaborador. – INSS (Previdência Social): é um percentual sobre a folha, que a empresa paga ao Governo para assegurar seus colaboradores. Vale para casos de auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade, salário-família, pensão por morte e aposentadoria. – IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica): este imposto é cobrado sobre o lucro real ou sobre o faturamento bruto para as pessoas jurídicas enquadradas no lucro presumido. – ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza): imposto municipal, que incide sobre serviços prestados. Suas alíquotas variam de 2% a 5%. – CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): tributo federal que incide sobre o lucro líquido da empresa, seja o da modalidade de tributação pelo real ou pelo presumido. Seu objetivo é de financiar a seguridade social. – ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadoria e Serviços): é um imposto cobrado mensalmente conforme o CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) da empresa, sobre mercadorias e serviços de telecomunicação e transporte. – COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social): é um tributo federal cobrado sobre o faturamento bruto, para programas sociais. Porém empresas optantes do Simples Nacional não pagam esse tributo. É imprescindível manter sempre os impostos em dia, para a saúde financeira da sua empresa. Por isso, para adequar seu negócio ao regime tributário mais indicado e manter sempre seus impostos organizados, conte com a assessoria contábil da Gomide Contabilidade. Nossa equipe é altamente capacitada para realizar uma gestão fiscal segura e transparente para o sucesso da sua empresa. Entre em contato com a gente!

ONGs apostam na inovação de serviços

ONGs apostam na inovação de serviços

Quando a economia do país não vai muito bem, o mercado busca inovação para driblar os desafios e manter a sua sustentabilidade financeira. Com as ONGs não é diferente. Afinal, com a redução das duas fontes de recursos, o terceiro setor precisa se desdobrar para manter suas atividades. Uma pesquisa produzida pela Ashoka, pelo CEATS ­USP e pelo ICE, revela que há uma tendência no terceiro setor, de novos formatos organizacionais híbridos, que além de buscar a criação de um mundo melhor para todos, também visa gerar recursos financeiros para que as ONGs possam manter ampliar suas atividades. E para isso, a pesquisa identificou quatro caminhos. Mudança no modelo de atuação: Um exemplo seria o Instituto de Socioeconomia Solidária (ISES), que foi criado para fomentar negócios de base comunitária na periferia de São Paulo, mas atualmente trabalha como provedor de soluções socioambientais, com uma lógica de ação B2B – Business to Business. Prestação de serviços: Este modelo foi utilizado pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas, o IPÊ, que mantém uma unidade de negócios sustentáveis com uma equipe independente, com o objetivo de garantir a sustentabilidade do instituto ao longo prazo. Criação de unidades de negócios: Como exemplo há a Gastromotiva, que utiliza seu espaço de formação profissional e empregabilidade de jovens na área da gastronomia para gerar renda para a organização, através da realização de almoços para executivos e eventos corporativos. Criação de uma empresa: Como fez o Centro de Integração de Educação e Saúde (CIES), ao criar a Fleximedical, que é uma empresa responsável pela construção e logística de unidades móveis de saúde, enquanto o CIES foca na operacionalização dos atendimentos à população. O processo de implementação desses modelos tem alguns desafios. É preciso criar um planejamento consistente e selecionar equipes com perfis híbridos, capazes de criar produtos e serviços para o mercado, gerando recursos financeiros, sem perder o foco social. Afinal, a organização não pode perder sua identidade e seus propósitos. Mas, com muito planejamento e organização, a tendência do modelo de negócio híbrido pode ser uma forma de garantir a inovação e a sustentabilidade financeira do terceiro setor, expandindo suas atividades e mostrando ao mercado como atuar com responsabilidade socioambiental. Quer contar com uma assessoria contábil segura e eficiente para sua ONG? Entre em contato com a gente!

Como manter uma boa gestão da sua clínica médica

Como manter uma boa gestão da sua clínica médica

A rotina de uma clínica médica é bastante agitada, com muitas urgências e desafios. Por isso, é preciso que a gestão da sua clínica seja dinâmica e organizada, para acompanhar esse ritmo, sem gerar problemas que possam prejudicar seu desempenho. Não há uma regra ou uma fórmula mágica de boa gestão que funcione para todas as empresas, porém há algumas dicas que podem otimizar seu tempo e ajudar na gestão da sua clínica médica, que todos os empresários da área da saúde deveriam considerar. Então confira 3 dicas de ouro abaixo e avalie o que você tem feito e o que ainda deve melhorar na sua clínica médica: 1 – Modernização: É preciso sempre observar se seus processos estão defasados. A tecnologia tem sido uma grande aliada das clínicas. Sistemas informatizados reúnem as informações de clientes em um só lugar, assim como os sistemas financeiros e fiscais podem organizar suas rotinas administrativas, reduzindo a margem de erros. Além disso, como é feito o contato com seu cliente? As mensagens de texto e até mesmo aplicativos podem agilizar confirmação de consultas, por exemplo. Avalie onde a tecnologia pode ajudar você a modernizar sua clínica, otimizar seu tempo e reduzir erros. 2 – Prontuários médicos: Sabemos que a lei exige que os prontuários de seus pacientes sejam arquivados por 20 anos, no mínimo. Por isso, uma boa alternativa é investir no Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), que soluciona o problema do grande volume físico de arquivos e ainda armazena esses documentos com muito mais segurança e praticidade. E é válido lembrar que, se for investir nesse sistema, é importante verificar se ele já possui a opção de armazenamento legal, ou seja, que pode substituir a documentação impressa que você já possui por versões digitalizadas. 3 – Faltas e desistências dos pacientes: Quando um paciente falta ou desiste da consulta, afeta diretamente as finanças da empresa, além de atrapalhar toda a agenda médica. Por isso, você pode aproveitar algumas estratégias para evitar esse problema. Novamente nesse ponto a tecnologia pode ajudar bastante. Utilizando meios digitais de comunicação, como emails, mensagens de texto ou notificações em aplicativos, para lembrar horários de consultas e exames, é possível reduzir em até 70% o absenteísmo nas clínicas, conforme informações do ClinicWeb. Está pronto para aplicar essas 3 dicas na gestão da sua clínica médica? Analise cada ponto e compare resultados para entender organizar seu consultório e crescer sem riscos. E para a gestão trabalhista, contábil e fiscal, entre em contato com a gente e conte com a nossa equipe especializada no seu segmento.

Gestão por indicadores para atacadistas

Gestão por indicadores para atacadistas

Medir performance e resultados é essencial para o sucesso do seu negócio. E no mercado atacadista distribuidor não é diferente. Por isso, cada vez mais fala-se a respeito da gestão por indicadores, visando reduzir gastos e otimizar o desempenho dos negócios. Mas, o que é uma gestão por indicadores? A gestão por indicadores baseia-se em métricas quantitativas, que demonstram como está a performance de uma empresa, em relação aos seus objetivos e planejamento estratégico. Levantar esses indicadores possibilita que todos os envolvidos no processo estejam alinhados com as estratégias e objetivos, e por isso é algo fundamental para a empresa. Assim, através da gestão por indicadores de performance, torna-se viável acompanhar o dia a dia da empresa, monitorar o alcance das metas e identificar possíveis problemas a serem corrigidos, tendo assim um maior controle da operação da empresa. Confira a seguir 3 razões para você adotar a gestão por indicadores de performance na sua empresa atacadista: 1) Criar um “raio x” para obter informações precisas da empresa Sabemos o quanto a rotina dos gestores é agitada em um atacado. Por isso, torna-se ainda mais importante a gestão por indicadores para que estes gestores tenham fácil acesso a números sobre a empresa, para auxiliá-los na tomada de decisões e em todo o processo evolutivo do negócio. Com informações precisas e dados relevantes, o gestor poderá visualizar os cenários e antecipar os desafios que pode encontrar pelo caminho. Com o crescimento do atacado, mais precisas devem ser as informações sobre ele, a fim de evitar gastos desnecessários e erros que possam comprometer esse crescimento. Para isso, é preciso integrar informações de forma prática e segura. Nesse caso, uma boa solução é adotar uma ferramenta de Business Intelligence, para a organização dos dados e sua análise. Com informações precisas, organizadas e analisadas pelos gestores é possível obter mais rentabilidade, desde as negociações com fornecedores até as ações estratégicas da empresa. 2) Identificar e tratar a causa de problemas Todo gestor encontra problemas em seu caminho. Porém, é a forma que você lida com ele, que dirá se terá prejuízo ou se terá sucesso na sua resolução. Por isso, as informações valem ouro para você agir rápido na correção de falhas, ainda mais se for possível antecipar a identificação dos problemas, para tratar a causa antes que se torne prejudicial ao seu negócio e para evitar que volte a acontecer. Através da gestão por indicadores, com uma ferramenta de Business Intelligence, será possível cruzar informações para buscar falhas e sua origem, onde através da análise do gestor, será encontrada uma solução definitiva para sanar este problema. Nesse caso, você saberá, por exemplo, as situações de avarias nos produtos, que causam devoluções ou trocas, analisando informações sobre a armazenagem e as rotas de entregas, comparando também se o volume de compras está adequado à demanda, ou se pode gerar falta de estoque ou excesso. 3) Ter transparência nos resultados Alinhar os processos e expectativas de trabalho com toda a equipe é fundamental. Por isso, ao adotar indicadores de performance, todos os colaboradores saberão quais resultados cobrados, evitando falha na comunicação e atritos com os gestores. Ao longo dos processos, pode ser exibido em painéis o acompanhamento dos indicadores, para que todos possam ter conhecimento do alcance das metas. Esses são alguns exemplos de como a gestão por indicadores pode auxiliar no crescimento do atacado, de forma assertiva. Transparência e informações exatas são essenciais para o sucesso de qualquer negócio. Então avalie esse modelo de gestão para adotar na sua empresa. E para tirar dúvidas e realizar a gestão contábil do seu atacado, conte com a equipe especializada da Gomide Contabilidade. Entre em contato com a gente, teremos o maior prazer em atendê-lo.

Plano de negócios: como planejar cada etapa da sua empresa

Plano de negócios: como planejar cada etapa da sua empresa

O Plano de Negócios é uma etapa fundamental no começo de toda empresa. Mas, o que percebemos é que na teoria a maioria dos empresários afirma entender a sua importância, porém é a minoria que coloca em prática o seu plano de negócios. E vale alertar que uma das principais causas do fracasso das empresas é a falta desse planejamento inicial. Porém, não podemos atribuir o sucesso de uma empresa apenas ao seu plano de negócios. Ele dá apenas uma direção para que o empresário possa enxergar melhor a sua empresa e como deve gerenciá-la. O plano de negócios não é algo para ser visto apenas no começo da empresa. Ele surge nesse momento, mas a cada nova oportunidade de crescimento, ele também é importante para que o empreendedor possa analisar e entender melhor a empresa para decidir o que deve fazer e como deve aplicar seu investimento. No plano de negócios você terá um panorama geral sobre a empresa, como o perfil dos seus empreendedores, produtos e serviços, diferenciais, perfil de clientes, missão, investimentos, concorrentes, fornecedores, localização, indicadores financeiros, legislação, questões fiscais e tributárias, entre muitas outras informações. Nele, também consta um estudo de mercado, afinal é importante conhecer seus concorrentes, fornecedores e clientes. Neste ponto é importante segmentar seus clientes por características em comum, a fim de identificar informações importantes para suas ações promocionais, plano de comunicação, preços, etc. Já sobre a concorrência, é importante entender quais são seus produtos, benefícios, preços, atrativos e capacidade de inovação. E quanto aos fornecedores, é importante pesquisar muito. Não foque apenas nos preços. Busque conhecer a qualidade, prazos e também as condições de pagamento que ele oferece a você. Dentro do plano de negócios há também o plano operacional, que é onde você define como irá comercializar seus produtos ou serviços. Traz o processo de produção e venda, onde você irá identificar os equipamentos necessários e a quantidade de pessoas que você irá precisar, e neste ponto você irá definir os cargos e qualificações ou perfil de profissionais que deve buscar. Fazer um plano de negócios não é simples, mas é importante. E para lhe auxiliar e realizar o processo de abertura da sua empresa, conte com os profissionais altamente capacitados da Gomide Contabilidade. Entre em contato!

Mudanças na legislação tributária para atacadistas

legislação tributária para atacadistas

Recentemente foram publicados 3 decretos ligados à legislação tributária para atacadistas. Então, confira esse resumão para ficar por dentro de tudo que acontece neste mercado. O primeiro que vamos falar é o Decreto nº 38.382, que altera o Decreto nº 36.494/2015, que regulamenta os dispositivos da Lei nº 3.196/2003 e da Lei nº 3.266/2003. Este decreto apresenta alterações sobre o funcionamento do Conselho de Gestão do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (COPEP), que é órgão responsável pela análise e aprovação de financiamentos para empresas e concessão de benefícios fiscais. Com a mudança prevista no decreto, um conselheiro não poderá analisar e nem votar um pedido de financiamento se tiver algum tipo de ligação com a empresa ou empreendedor que solicitou o financiamento. Já o Decreto nº 38.383, que altera o Decreto nº 18.955/97, regulamenta a exigência da identificação do Código Especificador da Substituição Tributária (CEST), a partir de: 1º de julho de 2017: para o segmento Industrial e importador; 1º de outubro de 2017: para o segmento atacadista; 1º de abril de 2018: para os demais segmentos econômicos Nas operações com mercadorias ou bens listados nos Anexos II ao XXVII do Convênio ICMS nº 92/2015, o contribuinte deverá mencionar o respectivo CEST no documento fiscal que acobertar a operação, ainda que a operação, mercadoria ou bem não estejam sujeitos, no Distrito Federal, ao regime de Substituição Tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS. Além disso, o decreto nº 38.383 também revoga a Substituição Tributária de alguns itens, e também reforma quase todo o Anexo da Substituição Tributária. Por isso, sugerimos que as empresas avaliem cuidadosamente o enquadramento do mix produtos, pois alguns foram alterados, incluídos ou excluídos do Caderno I do Anexo IV. E o terceiro Decreto que apresenta mudanças na legislação tributária para atacadistas, é o de nº 38.384, que regulamenta a Lei nº 5.784/2016, que reduz em 10%, até 31 de dezembro de 2018, o montante dos benefícios e dos incentivos fiscais do ICMS que especifica, nos termos do Convênio ICMS 42, de 3 de maio de 2016. Essa redução aplica-se aos benefícios e incentivos previstos nos Cadernos I e II do Anexo I do RICMS-DF/1997; no Caderno III do Anexo I do RICMS-DF/1997; e na Lei nº 5.005/2012. A não ser que haja disposição legal específica em sentido contrário, o disposto aplica-se também em relação aos novos benefícios e incentivos fiscais do ICMS, bem como às alterações que ocorrerem até 31 de dezembro de 2018 naqueles vigentes na data de publicação da Lei nº 5.784/2016. Todos os decretos você pode conferir no Diário Oficial do Distrito Federal clicando aqui. E para saber mais sobre legislação tributária para atacadistas conte com a nossa equipe especializada neste segmento. Entre em contato com a gente!

Advocacia: Confira 3 dicas de gestão para alavancar seu escritório

Advocacia: Confira 3 dicas de gestão para alavancar seu escritório

Com a rotina agitada de um escritório de advocacia, muitas vezes são deixados de lado alguns processos essenciais de gestão, que podem comprometer o sucesso do seu escritório. Por isso, daremos 3 dicas especiais para seu escritório prosperar. Confira! 1. Seja cauteloso nas contratações Neste segmento é essencial manter a equipe alinhada com o perfil do escritório, já que seus colaboradores terão contato direto com seus clientes. Por isso, além da experiência ou conhecimento técnico, é essencial analisar o perfil comportamental do seu novo funcionário. Seja criterioso na hora da contratação e mantenha sua equipe motivada e qualificada, para não comprometer a imagem do seu escritório no mercado. 2. Seja organizado Organização é essencial, tanto no ambiente de trabalho, quanto nos procedimentos profissionais. Um local limpo, com documentos devidamente organizados e pastas identificadas, proporcionam maior controle e segurança, além de serem essenciais quando seu escritório começa a crescer e é preciso buscar alguma informação mais antiga. Não confie apenas na memória. Documente, identifique pastas, gavetas, etc. Quanto aos procedimentos, busque organizar suas atividades de forma a otimizar seu tempo e evitar perdas. Encaixe reuniões de forma estratégica. Reúna as atividades mais importantes para cumprir primeiramente as prioridades. Com certeza ao organizar seu escritório você passará uma imagem positiva ao seu cliente. Além de otimizar seu dia a dia no trabalho. 3. Assessoria Contábil Especializada A saúde financeira do seu escritório está diretamente ligada com esta área. Por isso, é muito importante terceirizar a sua gestão contábil, afinal a rotina de um advogado é tão agitada que seria bastante difícil tratar ainda das questões contábeis. Mas, na hora de escolher a empresa que irá fazer a sua contabilidade, é importante buscar uma empresa especializada no seu segmento. Aqui na Gomide, por exemplo, nos especializados no setor de advocacia, e contamos com profissionais altamente capacitados para lidar com as características específicas deste mercado. Assim, você estará sempre atualizado sobre a situação do escritório, bem como suas movimentações financeiras, despesas e encargos tributários, além de garantir o cumprimento dos prazos de suas obrigações Fiscais, Trabalhistas e Contábeis, com a confiança e segurança que somente uma contabilidade especializada pode proporcionar. O que achou das dicas? Parece simples, mas colocar tudo em prática exige muita dedicação. Afinal, não basta um atendimento de qualidade sem uma boa gestão destes processos. É preciso manter a ordem em todas as áreas do seu escritório para impulsionar seu negócio ao sucesso. Por isso, entre em contato com a gente.

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Eduarda Fernandes

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