Comércio atacadista de bebidas no Simples Nacional

Em 2018, o comércio atacadista de bebidas alcoólicas que também é produtor poderá aderir ao Simples Nacional. A novidade vem da Lei Complementar nº 155/2016, que autorizou produtores de bebidas a aderir ao Simples Nacional a partir de 2018, como as micro e pequenas vinícolas, cervejarias e destilarias, desde que estejam inscritos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Este é um grande benefício para valorizar o mercado produtor local, que vem crescendo a cada ano. Sendo assim, poderão optar pelo Simples Nacional (Art. 17, inciso X “c” e § 5º da LC 123/2006) as micro e pequenas cervejarias, micro e pequenas vinícolas, produtores de licores micro e pequenas destilarias. Então, o comércio atacadista de bebidas que apenas revende, mas não produz essas bebidas, não poderão optar pelo regime tributário do Simples. Vale destacar que as empresas optantes pelo Simples Nacional não estão livres da Substituição Tributária do ICMS Então, os fabricantes de bebidas alcoólicas ainda precisam atender as regras Substituição Tributária, independente do regime tributário em que estão enquadrados. É preciso consultar a relação anexa ao Convênio ICMS nº 52/2017 para saber quais produtos o Confaz autorizou os Estados e Distrito Federal a cobrarem ICMS através da Substituição Tributária. Lembrando que mesmo que o produto conste nesta relação, o contribuinte deve consultar a legislação do estado de destino da mercadoria. Com esta novidade, o mercado produtor e distribuidor poderá aproveitar novos benefícios e crescer ainda mais. Aproveitando também outras mudanças do novo Simples Nacional, como o aumento do limite da receita bruta anual, que passou de R$ 3,6 milhões para 4,8 milhões. Quer saber mais sobre o Simples Nacional e alterar o regime tributário da sua empresa? Entre em contato com a nossa equipe agora mesmo e solicite uma proposta sem compromisso. Clique aqui e deixe sua mensagem para entrarmos em contato com você.
Gestão do tempo para profissionais da saúde

Provavelmente você já deve ter pensado como seria bom ter mais horas no dia para conseguir realizar todas as atividades no trabalho. Afinal, são tantas consultas, reuniões e tarefas administrativas a serem executadas, que o seu tempo é consumido rapidamente. Mas, o segredo para realizar suas tarefas sem atrasos, é a Gestão do Tempo. Profissionais da área da saúde podem descomplicar sua rotina, melhorar a sua produtividade e manter sua agenda em dia com estas dicas essenciais para gerir o tempo. Mas, o que é Gestão do tempo? A gestão do tempo é o processo de organizar e planejar seu tempo para realizar suas atividades. Assim, você pode concluir mais tarefas em menos tempo, sem prejudicar a qualidade do seu trabalho e ainda evita o estresse gerado pelo acúmulo de demandas atrasadas. Mais do que melhorar sua produtividade no trabalho, a gestão de tempo ainda influencia na qualidade da sua vida pessoal, pois permite que você gerencie melhor o seu tempo, garantindo as horas livres de lazer e de compromissos pessoais. Afinal, muitas pessoas acabam levando pra casa algumas atividades que deveriam ser feitas no trabalho, já que encontram dificuldades para gerenciar suas demandas diárias. E aprendendo a gerenciar seu tempo da forma correta, esse problema não existirá mais. Por onde começar? Saber administrar seu tempo é um dos maiores desafios dos profissionais da área da saúde. Com uma rotina diferenciada, nenhum dia é igual ao outro nesse segmento. Então, é preciso ter muita organização para fazer a sua gestão do tempo de forma eficiente. Em primeiro lugar, é preciso perceber como você realiza suas tarefas atualmente. Perceba como passar o dia todo cheio de tarefas de diferentes prioridades, fará com que você tenha pouco rendimento em seu trabalho. É preciso organizar as atividades para concluir mais itens em menos tempo. Para isso é preciso: – Listar e organizar as tarefas por ordem de prioridade; – Ter foco nos seus objetivos; – Criar metas viáveis e mensuráveis; – Evitar a procrastinação; – Criar e seguir seu planejamento. Organize sua agenda A agenda é uma das melhores amigas do profissional de saúde. Afinal, é onde você organiza seus horários e programa os seus dias, listando cada atendimento ou atividade a ser cumprida. Todas as alterações de e datas devem ser registradas, assim como o tempo médio de cada item, evitando assim problemas que impactem na rotatividade da clínica. Identifique as prioridades A base da gestão de tempo é identificar as tarefas que são mais importantes. Analise os resultados da finalização de cada atividade para entender quais são mais importantes. E então coloque-as em primeiro lugar na sua agenda. Não inicie novas atividades antes terminar a atual Começar algo e não terminar pode ser um dos piores hábitos dos profissionais. Pois, deixar as coisas para depois, fará com que o seu trabalho se acumule, gerando mais estresse e dificultando a finalização das suas tarefas. Então, termine tudo que você começou a fazer, independente de ser uma atividade simples ou complexa. Exercite sua força de vontade. Tenha foco. Planeje pausas Emendar um atendimento no outro, pode não ser uma boa ideia. Planejar os intervalos é essencial para a saúde mental dos colaboradores e também para a qualidade do trabalho e atendimento. Pausas para descanso contribuem para a disposição da equipe e consequentemente para o melhor aproveitamento do tempo. Além disso, o intervalo entre as consultas permite lidar com adversidades, como o atraso de colaboradores ou pacientes, sem que isso gere um grande transtorno. Gostou das dicas? Para ter ainda mais tempo para cuidar da sua clínica, conte com a assessoria trabalhista, fiscal e contábil da Gomide. Entre em contato com a gente e saiba mais.
Gestão societária – O que é e como pode ajudar a sua empresa?

Para manter sua empresa regular, com todas as documentações e obrigações em dia, é preciso muita organização. E para lidar com tantas burocracias, você pode contar com a Gestão Societária. A Gestão Societária é um serviço realizado pelo escritório contábil para orientar os clientes nas questões empresariais, realizando tarefas ou indicando a melhor solução para os problemas que possam surgir. Assim, você garante o atendimento às exigências dos órgãos municipais, estaduais e federais. Além de obter os registros necessários conforme as atividades econômicas desenvolvidas na sua empresa e as provas de regularidade da situação fiscal e cadastral junto aos órgãos públicos. Mas, vale ressaltar que esse serviço é importante até mesmo antes de abrir a sua empresa, pois é feito todo o levantamento das documentações necessárias para a formalização da sua empresa e o registro é feito corretamente, pelos nossos profissionais especializados. Então, confira alguns serviços que você conta ao contratar a Gestão Societária da Gomide Contabilidade: – Consultoria completa na elaboração do planejamento antes de iniciar sua empresa; – Orientação sobre a melhor e menos dispendiosa forma de legalização do seu negócio; – Instruções personalizadas para ajudar a gerenciar seu negócio de maneira adequada; – Realização de alterações contratuais e atendimento às repartições públicas; – Solicitação de Certidões de Tributos Federais, Estaduais e Municipais, da Dívida Ativa da União, da Justiça Federal, Forenses e Certidões junto aos Cartórios; – Levantamento Fiscal e Societário, realizando o diagnóstico de irregularidades e pendências junto aos órgãos Públicos (municipais, estaduais e federais), Junta Comercial, Cartório de Registro, entre outros, para determinar a melhor estratégia para a regularização; – Procedimentos de abertura e encerramento adotados da melhor maneira possível, realizando a abertura ou baixa das inscrições junto aos órgãos governamentais, Junta Comercial, Sindicatos, etc. Quer saber mais e conhecer os serviços completos da Gestão Societária da Gomide? Envie uma mensagem pra gente que teremos o maior prazer em atendê-lo e tirar todas as suas dúvidas.
NF-e 4.0: mudanças da nota fiscal eletrônica

Muitas pessoas já ouviram falar mas ainda não sabem exatamente o que muda com a NF-e 4.0 e as novas regulamentações preconizadas pelo Governo Federal para este ano. Por isso, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre a Nota Fiscal Eletrônica. Quais são as principais mudanças da NF-e 4.0? Dentre as mudanças está a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior. Pois, a partir dessa versão, o protocolo SSL não será mais o padrão na comunicação, como era até então. Essa medida proporciona mais segurança para as empresas. Quanto a alguns campos da nota, tivemos as alterações a seguir: Campo indicador de presença – adequando-se à nova realidade do comércio, foi adicionada a opção “Operação presencial, fora do estabelecimento”, que diz respeito a vendas ambulantes; Campos relativos ao Fundo de Combate à Pobreza – o novo layout da NF-e irá identificar o valor referente ao percentual de ICMS (conforme o Art. 82 do ADCT da Constituição Federal) nas operações internas ou nas operações interestaduais com substituições tributárias, não atendidas pelos campos criados no Grupo de Tributação do ICMS para a UF de destino; Campo “Grupo Total da NF-e”: será informado o valor total do Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI); Grupo “Rastreabilidade de produto” – permitirá rastrear produtos sujeitos a regulações sanitárias, como remédios, bebidas, produtos veterinários e odontológicos. É necessário constar informações de lote e data de fabricação, então os controles de compras e estoques das empresas também deverão conter essas informações; Campo de “Medicamento” – área para informar o código de produto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para remédios e matérias-primas farmacêuticas. Grupo X -Informações do Transporte da NF-e – alterado para a inclusão de novas modalidades de frete, como o Transporte Próprio por Conta do Remetente e o Transporte Próprio por Conta do Destinatário; Por que mudou a versão da NF-e? O principal objetivo da mudança da Nota Fiscal Eletrônica é facilitar os processos fiscais para as empresas e também para a Secretaria de Fazenda. E com as constantes alterações da SEFAZ há a necessidade da atualização na versão nacional da NF-e, seja para incluir novos cálculos, novos campos ou ainda, adequar-se às mudanças legais. Geralmente essas mudanças ocorrem a cada 1 ou 2 anos, porém a última revisão foi feita em 2014, com a versão 3.1. Quando começam a valer as mudanças? As novidades já estão em vigor, entretanto algumas ainda não são obrigatórias. O ambiente de homologação para testes já está aberto. E a partir de 2 de julho de 2018 a versão 3.10 da NF-e será descontinuada e não será mais possível emitir notas fora do padrão. Preencher incorretamente a nota fará com que ela seja rejeitada, podendo causar problemas para a empresa. Para conferir todos os detalhes da mudança da NF-e 4.0 acesse a Nota Técnica 2016.002 – v 1.20 (atualizada em 31/05/2017) clicando aqui. E para contar com a nossa equipe para uma assessoria contábil profissional e experiente, entre em contato. Receba uma proposta personalizada para a sua empresa.
Características de uma gestão eficiente na área da saúde

Médicos e demais profissionais de saúde que decidem atuar em seu próprio consultório, precisam organizar e executar uma série de tarefas administrativas para manter a empresa sempre em dia com todas as responsabilidades. Mas, como saber se você está fazendo uma boa gestão? Algumas características são essenciais para uma gestão eficiente na área da saúde. Por isso, vamos ajudar você a identificá-las, para aplicar na sua clínica ou consultório. Gestão de processos Um bom gestor deve manter os processos do seu consultório organizado. Para isso, é necessário mapear as funções de cada colaborador e entender de que forma essas atividades interagem entre si. Assim, você saberá tudo que é feito dentro da empresa, poderá propor melhorias e criar fluxos eficientes, para garantir que o atendimento aos seus pacientes seja realizado com qualidade desde o primeiro contato com a clínica. Organização e flexibilidade Assim como em outras áreas que atuam com pessoas, na área da saúde também é essencial que os profissionais tenham flexibilidade, para solucionar problemas e saber como lidar com desafios do dia a dia. Mantenha a organização para ter foco nas metas, mas tenha conciência que mudanças são necessárias em certos momentos. E isso pode ocorrer em qualquer setor da clínica. Por isso, um bom gestor deve acompanhar sempre a rotina de todos. Tecnologias Cada vez mais presente no dia a dia de todos, a tecnologia também é uma grande aliada da gestão na área da saúde. Afinal, são diversas tarefas, pessoas e processos para organizar. E registrar tudo em ferramentas digitais vai ajudar você a poupar tempo e reduzir custos de operação, além de gerar informações importantes para lhe auxiliar na tomada de decisão. Pesquise softwares ou sistemas online que armazenem informações, gerem relatórios e alertas para ajudar você no dia a dia da clínica. Capacitação da equipe Além de contar com profissionais experientes, é essencial mantê-los atualizados quanto aos sistemas e processos implantados na clínica ou consultório. Afinal, se os recursos não forem utilizados corretamente, terá efeito contrário. Ao invés de facilitar a rotina da equipe, irá atrasar os procedimentos e gerar desconforto dos profissionais. Sua clínica ou consultório tem essas características? Faça uma análise interna e avalie o que precisa ser aprimorado. Com uma gestão eficiente na área da saúde, você garante a harmonia na empresa e a qualidade dos processos, facilitando a resolução de problemas que podem surgir a qualquer momento. Quer saber mais e contar com uma equipe de contabilidade experiente e especializada na área da saúde para acompanhar você e sua empresa? Entre em contato com a gente e solicite um orçamento personalizado.
A polêmica do adicional de 10% para o comércio atacadista

No mês de março voltou a vigorar, para o setor atacadista, o adicional de 10% dos benefícios e incentivos fiscais do ICMS, conforme o Decreto nº 38.851, de 8 de fevereiro de 2018. Porém, no dia 29 de março foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, o Decreto nº 38.957 o qual torna sem efeito o Decreto nº 38.851. Assim, até o momento fica suspenso o aumento de 10% previsto para o setor atacadista. Para entender melhor as idas e vindas da lei sobre este aumento, vamos voltar um pouquinho no tempo. No final de 2016 a Câmara Legislativa do DF havia aprovado a Lei n° 5.784, reduzindo em 10% o valor do incentivo e benefício fiscal do ICMS. Mas, foi publicado apenas em julho de 2017 o Decreto nº 38.384/2017 regulamentando a cobrança. Entrando em em vigor então no mês de agosto de 2017. Em outubro de 2017, foi publicado pelo Governo do Distrito Federal outro decreto suspendendo o adicional. Neste ano o governo voltou atrás e passou a considerar novamente o aumento de 10% a partir de março de 2018, até o dia 31/12/2018. Para quem valia o adicional Então, estava valendo para todo o comércio atacadista o adicional de 10% que incide sobre os benefícios e incentivos fiscais do ICMS. Aqueles decorrentes de regimes especiais de apuração, a saber: Cadernos I do Anexo I do regulamento do ICMS (Isenção); Cadernos II do Anexo I do regulamento do ICMS (Redução de Base de Cálculo); – Cadernos III do Anexo I do regulamento do ICMS (Crédito Presumido); e Lei n° 5.005, de 21 de dezembro de 2012. No caso das empresas enquadradas na Lei n° 5.005, que comercializam produtos com isenção ou que tenham redução de Base de Cálculo que sofrem a incidência do adicional, pagariam dois adicionais ao final. Já as empresas que não comercializam produtos isentos ou com redução de base de cálculo, pagariam apenas o adicional sobre o benefício da Lei. Como é feito o cálculo O cálculo deste adicional é feito com base na comparação do valor do ICMS que seria recolhido pela Apuração Normal com o valor recolhido pela Lei 5005. O resultado da diferença dessas apurações será o valor do benefício gerado pelo regime especial. Assim, o adicional de 10% é sobre o valor dessa diferença. Porém, no dia 27 de março o pleito do Sindiatacadista/DF teve uma audiência com o governador, onde o então presidente Roberto Gomide Castanheira destacou que não buscam “nada além de condições de trabalhar, afinal, o Fide não está operando e o Estado de Goiás criou um muro tributário”. O atual presidente do sindicato, Júlio César Itacaramby, ainda revela que a permanência do aumento poderia ter um grande impacto social. O aumento de impostos reflete diretamente na quantidade de funcionários, visando reduzir do custo da operação e com isso, poderia haver demissões em massa. Estamos de olho nas notícias sobre o comércio atacadista. E se você ficou com alguma dúvida, conte com a gente. A Gomide Contabilidade é especialista na Lei n° 5.005. Possuimos uma equipe altamente profissional para prestar a assessoria contábil que a sua empresa precisa para pagar menos impostos e aproveitar os benefícios do seu setor. Entre em contato com a gente!
Dicas de gestão contábil e financeira para odontologistas

Odontologistas se dedicam diariamente a cuidar da saúde bucal dos seus pacientes. Mas, também cuida da saúde financeira do seu consultório? Sabemos que administrar uma empresa não é simples. Por isso, separamos algumas dicas de gestão contábil e financeira para te ajudar nessa tarefa. Pra começar, uma dica que pode parecer óbvia, mas muitos gestores não aplicam na prática: separe as contas pessoais das contas do consultório. Quando você mistura suas finanças com as da empresa, não poderá saber qual a real situação de nenhuma das partes. Além disso, você pode correr o risco de cair na malha fina da Receita Federal que, cada vez mais, desenvolve mecanismos avançados para monitorar as movimentações de CPF e CNPJ. E os saques, pagamentos de contas pessoais com a conta bancária da empresa e outras atividades fora do padrão empresarial que não são registradas pela contabilidade, podem chamar a atenção do Fisco e gerar um grande transtorno. Então para evitar estes problemas, separe suas contas. Você também precisa saber qual o custo real da empresa. Para isso, mantenha um registro rigoroso de todas as movimentações financeiras do consultório. Faça uma lista com todas as despesas fixas, como aluguel, telefone, internet, luz, água, salários de funcionários, e com os custos variáveis, como materiais, manutenção de equipamentos e despesas do dia a dia, que podem parecer irrelevantes, mas não são. Registre tudo. Dessa forma, você saberá quanto custa manter o consultório, prevendo gastos dos meses futuros. Também fique atento aos seus recebimentos. Mantenha uma relação completa e atualizada de todo os valores recebidos. Regime tributário Outro ponto importante para a saúde financeira da sua empresa é escolher o regime tributário adequado ao seu perfil, evitando pagar mais impostos do que deveria. A escolha do tipo de empresa e forma de tributação são pontos essenciais para reduzir sua carga tributária e por isso você deve contar com um escritório contábil especializado para odontologistas, para auxiliá-lo nessas escolhas. Falando na importância do contador para a sua empresa, vale destacar que ele é responsável por gerar e declarar informações sobre o patrimônio e movimentações da empresa, relatando a situação financeira da sua empresa. Portanto, seu escritório contábil não irá apenas apurar os impostos e gerar guias de recolhimento para você realizar os pagamentos de tributos. É essencial enviar todas as informações solicitadas pelo seu contador, de forma transparente, para que sua contabilidade seja bem sucedida. Sabemos que a legislação tributária brasileira é complexa e burocrática, por isso, sempre que tiver alguma dúvida, esclareça as informações com seu contador. Conte sempre com um escritório contábil experiente e objetivo, que tire suas dúvidas e mantenha você tranquilo quanto à gestão fiscal, tributária e trabalhista da sua empresa. Quer uma proposta personalizada para odontologistas? Envie uma mensagem para abrir seu consultório ou transferi-lo para a Gomide Contabilidade.
Documentação e novidades do Imposto de Renda 2018

A entrega da declaração do Imposto de Renda 2018 vai até o dia 30 de abril. Mas, muitos contribuintes ainda não separaram a documentação para fazer a sua declaração. Por isso, vamos ajudar você com informações importantes para fazer a sua declaração corretamente e não cair na malha fina. Na sua declaração é preciso informar dados como rendimentos tributáveis, bens adquiridos e o saldo bancário no fim do ano de 2017. Para isso, você precisa ter em mãos uma série de documentos, como: – Informe de rendimentos de instituições financeiras; – Informe de rendimentos de salários, bem como distribuição de lucros, aposentadoria etc.; – Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis; – Informações e documentos de outras rendas, como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças etc.; – Resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão; – DARFs de carnê-leão. Quanto aos bens e direitos, será necessário ter os documentos que comprovem a compra e venda desses bens e direitos. Além disso no caso de dívidas e ônus, tenha as informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período. Em caso do contribuinte ter renda variável, tenha o controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto e DARFs de renda variável. Outras informações gerais também são necessárias, como: – Nome, CPF, endereço atualizado, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento; – Dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja; – Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física entregue; – Atividade profissional exercida atualmente. Caso você tenha realizado pagamentos e doações no ano anterior, apresente: – Recibos de doações efetuadas; – Recibos de pagamentos ou informe de rendimentos de plano ou seguro saúde; – Despesas médicas e odontológicas em geral; – Comprovantes de despesas com educação; – Comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada; – GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico; comprovantes oficiais de pagamento a candidato político. Algumas mudanças também merecem atenção na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física, como as regras de declaração de dependentes. Neste ano, quem tem dependentes com idade a partir de 8 anos (completados até 31 de dezembro de 2017) deve providenciar seu CPF (Cadastro de Pessoa Física). Além disso, são necessárias informações mais detalhadas sobre os bens, como endereço do imóvel, número de matrícula, dado de compra e IPTU. Esse ano também existe a possibilidade de imprimir o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), sendo possível assim, pagar todas as quotas, inclusive as que estão em atraso. Caso tenha alguma dúvida ou queira contar com uma equipe experiente para realizar a sua Declaração do Imposto de Renda 2018, entre em contato com a gente.
Novos anexos e alíquotas do Simples Nacional

Já falamos aqui no Blog sobre as principais mudanças do Simples Nacional, que entraram em vigor em janeiro de 2018. Porém, muitos empreendedores ainda têm dúvidas sobre as mudanças dos anexos e alíquotas. Por isso, hoje falaremos especificamente dessa parte. Novos Anexos No novo Simples Nacional temos apenas cinco anexos, com menos faixas, porém com uma aplicação mais complexa. O anexo VI do antigo Simples Nacional foi extinto e as suas atividades foram integradas no novo anexo V, onde há um desconto fixo específico para cada faixa de faturamento. Vamos então conhecer cada anexo: Anexo I- empresas de comércio (lojas em geral) Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido Até R$ 180.0000,00 4% 0 De 180.000,01 a 360.000,00 7,3% R$ 5.940,00 De 360.000,01 a 720.000,00 9,5% R$ 13.860,00 De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,7% R$ 22.500,00 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,3% R$ 87.300,00 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19% R$ 378.000,00 Faixas Percentual de Repartição dos Tributos IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS 1a 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 41,50% 34,00% 2a 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 41,50% 34,00% 3a 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50% 4a 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50% 5a 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50% 6a 13,50% 10,00% 28,27% 6,13% 42,10% – Anexo II – Fábricas/indústrias e empresas industriais Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido Até R$ 180.0000,00 4,5% 0 De 180.000,01 a 360.000,00 7,8% R$ 5.940,00 De 360.000,01 a 720.000,00 10% R$ 13.860,00 De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,2% R$ 22.500,00 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,7% R$ 85.500,00 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30% R$ 720.000,00 Faixas Percentual de Repartição dos Tributos IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP IPI ICMS 1a 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00% 2a 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00% 3a 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00% 4a 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00% 5a 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00% 6a 8,50% 7,50% 20,96% 4,54% 23,50% 35,00% – Anexo III – Serviços (academias, podologia, psicologia, acunputura, laboratórios, medicina e odontologia, instalação, reparos e manutenção, agências de viagens, dentre outros. A lista completa do Anexo III está no § 5º-B, § 5º-D e § 5º-F do artigo 18 da Lei Complementar 123). Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido Até R$ 180.0000,00 6% 0 De 180.000,01 a 360.000,00 11,2% R$ 9.360,00 De 360.000,01 a 720.000,00 13,5% R$ 17.640,00 De 720.000,01 a 1.800.000,00 16% R$ 35.640,00 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21% R$ 125.640,00 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 648.000,00 Faixas Percentual de Repartição dos Tributos IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ISS (*) 1a 4,00% 3,50% 12,82% 2,78% 43,40% 33,50% 2a 4,00% 3,50% 14,05% 3,05% 43,40% 32,00% 3a 4,00% 3,50% 13,64% 2,96% 43,40% 32,50% 4a 4,00% 3,50% 13,64% 2,96% 43,40% 32,50% 5a 4,00% 3,50% 12,82% 2,78% 43,40% 33,50% (*) 6a 35,00% 15,00% 16,03% 3,47% 30,50% – (*) O percentual efetivo máximo devido ao ISS será de 5%, transferindo-se a diferença, de forma proporcional, aos tributos federais da mesma faixa de receita bruta anual. Sendo assim, na 5a, quando a alíquota efetiva for superior a 14,92537%, a repartição será: IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ISS 5a, com alíquota efetiva superior a 14,92537% (Alíquota efetiva – 5%) x 6,02% (Alíquota efetiva – 5%) x 5,26% (Alíquota efetiva – 5%) x 19,28% (Alíquota efetiva – 5%) x 4,18% (Alíquota efetiva – 5%) x 65,26% Percentual de ISS fixo em 5% Anexo IV – Serviços (limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis, serviços advocatícios, dentre outros. A lista completa do Anexo IV está no § 5º-C do artigo 18 da Lei Complementar 123) Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido Até R$ 180.0000,00 4,5% 0 De 180.000,01 a 360.000,00 9% R$ 8.100,00 De 360.000,01 a 720.000,00 10,2% R$ 12.420,00 De 720.000,01 a 1.800.000,00 14% R$ 39.780,00 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22% R$ 183.780,00 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 828.000,00 Faixas Percentual de Repartição dos Tributos IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS (*) 1a 18,80% 15,20% 17,67% 3,83% 44,50% 2a 19,80% 15,20% 20,55% 4,45% 40,00% 3a 20,80% 15,20% 19,73% 4,27% 40,00% 4a 17,80% 19,20% 18,90% 4,10% 40,00% 5a 18,80% 19,20% 18,08% 3,92% 40,00% (*) 6a 53,50% 21,50% 20,55% 4,45% – (*) O percentual efetivo máximo devido ao ISS será de 5%, transferindo-se a diferença, de forma proporcional, aos tributos federais da mesma faixa de receita bruta anual. Sendo assim, na 5a, quando a alíquota efetiva for superior a 12,5%, a repartição será: Faixa IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS 5a, com alíquota efetiva superior a 12,5% (Alíquota efetiva – 5%) x 31,33% (Alíquota efetiva – 5%) x 32,00% (Alíquota efetiva – 5%) x 30,13% (Alíquota efetiva – 5%) x 6,54% Percentual de ISS fixo em 5% Anexo V – Serviços (auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia, entre outros. A lista completa do Anexo V está no § 5º-I do artigo 18 da Lei Complementar 123) Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido Até R$ 180.0000,00 15,5% 0 De 180.000,01 a 360.000,00 18% R$ 4.500,00 De 360.000,01 a 720.000,00 19,5% R$ 9.900,00 De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,5% R$ 17.100,00 De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23% R$ 62.100,00 De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00 Faixas Percentual de Repartição dos Tributos IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ISS (*) 1a 25,00% 15,00% 14,10% 3,05% 28,85% 14,00% 2a 23,00% 15,00% 14,10% 3,05% 27,85% 17,00% 3a 24,00% 15,00% 14,92% 3,23% 23,85% 19,00% 4a 21,00% 15,00% 15,74% 3,41% 23,85% 21,00% 5a 23,00% 12,50% 14,10% 3,05% 23,85% 23,50% 6a 35,00% 15,50% 16,44% 3,56% 29,50% – Para calcular a alíquota mensal a pagar é preciso verificar em qual anexo a sua empresa está enquadrada. Depois, é necessário calcular a alíquota efetiva desse mês, com o seguinte cálculo: Multiplique a receita anual total que o seu negócio obteve durante os 12 meses anteriores pela alíquota indicada na tabela correspondente. Após isso, desconte a parcela a
Tem idade certa para empreender?

Engana-se quem acha que há uma idade certa para empreender. Muitos dizem que pessoas muito novas não terão sucesso na jornada empreendedora por falta de experiência, outras dizem que pessoas de mais idade já não possuem a energia necessária que uma nova empresa demanda ou ainda que não têm mais idade para se arriscarem no mercado profissional. Mas a verdade é que, se você tem o sonho de empreender, esqueça essas crenças limitantes. Com dedicação e uma boa orientação ou suporte, você poderá sim ter sucesso no seu empreendimento, independente da sua idade. Aqui na Gomide Contabilidade, recebemos pessoas de todas as idades para formalizar seu negócio. Nossa equipe presta suporte e tira as dúvidas de toda a burocracia fiscal, trabalhista e contábil, para auxiliar os empresários nessa jornada. Portanto, se você quer investir e abrir a sua empresa, planeje e execute a sua ideia. Pois empreender vai muito além da necessidade financeira. Empreender é a possibilidade de fazer algo que você sempre sonhou. É uma grande responsabilidade, mas que também resulta em grande satisfação não apenas profissional, mas também pessoal. Então, confira algumas dicas para empreender, em qualquer idade: 1 – Estude e planeje Por mais experiência que você tenha na execução das atividades da empresa, ainda é preciso aprender muito sobre gestão e planejar cada passo da sua empresa. Então, antes de tudo, faça um plano de negócios para analisar a viabilidade do seu negócio. 2 – Não faça tudo sozinho Uma grande ilusão dos novos empreendedores é acreditar que podem tocar o negócio sozinhos. Algumas pessoas têm mais habilidade em uma determinada e menos em outra. E isso é comum. Por isso, o empreendedor precisa identificar quais competências não domina, para contar com ajuda profissional nessa parte. E essa ajuda pode ser tanto de um sócio, quanto um consultor ou até mesmo um funcionário. O importante é entender que você não poderá abraçar o mundo. 3 – Esteja preparado para as frustrações Empreender é assumir riscos. Então, você precisa estar preparado para as mais diversas situações, buscando sempre as melhores soluções para os problemas que aparecerem pelo caminho. Planejar é preciso e faz com que você antecipe alguns riscos para preparar a sua empresa para enfrentá-los. Porém, podem ocorrer casos que não foram previstos. Mas não perca a perseverança. Estude o que aconteceu e busque soluções práticas para superar os problemas. E uma dica extra e de extrema importância é contar com um escritório contábil de confiança e experiente como a Gomide Contabilidade. Assim, você terá todo o apoio para lidar com a parte burocrática da sua contabilidade, sem preocupações. Entre em contato com a gente e solicite uma proposta. E não esqueça: é possível empreender em qualquer fase da vida.