Planejamento orçamentário para atacadistas em 2024

planejamento orçamentário

Que 2023 foi um ano marcado por transformações e mudanças, isso a gente já sabe. Contudo, para o setor atacadista algumas coisas nunca mudam. Mercado acirrado de competitividade, densa carga tributária e desafios de logística estão sempre acompanhando os atacados distribuidores no Brasil. Por isso, um grande atacado precisa investir em estratégias para se organizar no setor que demanda maior gerenciamento: o setor financeiro. Para isso, o planejamento orçamentário vai ser o guia para começar o ano de 2024 com sua empresa organizada.    Confira a seguir, os preparativos para o ano que vem e como o plano de orçamento pode te ajudar a estruturar sua empresa atacadista.     Mudanças e tendências para 2024    Em suma, duas áreas se conectam ao empreendedorismo num geral em 2024: tecnologia e impacto social. No campo da inovação, todas as áreas se conectam com os termos de digitalização que surgem no mercado. Inteligência Artificial, automação ou Internet das Coisas são alguns nomes que podem chamar ainda mais atenção no ano que vem e, por isso, empresas devem estar atentas às mudanças nas formas de fazer negócios. Por outro lado, cada vez mais as empresas devem se preocupar com o impacto que causam na sociedade, atentos a questões de sustentabilidade e governança corporativa.    Dessa forma, para além das mudanças que enxergamos esse ano, fique atento ao surgimento de novas propostas que impactam os setores e ao comportamento do consumidor, principalmente.     A seguir, acompanhe o passo a passo do planejamento orçamentário para atacadistas em 2024.     Metas e visão estratégica  Primeiramente, estruture uma meta realista, que se adeque a visão estratégica da empresa e considere todas as mudanças que previstas ou inesperadas para o próximo ano. Entre essas mudanças, coloque na lista os grandes “e se” para o seu atacado: e se a empresa crescer? E se a empresa passar por dificuldades financeiras? E se o mercado mudar drasticamente? Para todos os cenários, é importante ter um plano a fim de evitar que desconhecimento e desorganização custem a segurança do seu negócio. Além disso, na busca por metas, estabeleça objetivos mensuráveis e alcançáveis, com base em estudo profundo dos resultados obtidos ao longo do ano.     Estratégias de redução de custos  Economia é uma expectativa para os empreendedores em qualquer área, e para os atacadistas não seria diferente. Por isso, no planejamento para o ano que vem, se certifique de incluir uma boa estratégia de redução de custos sem comprometer a qualidade dos serviços e produtos oferecidos. Dessa forma, identifique as áreas de oportunidades para redução de custos, desde que eles não prejudiquem a otimização dos processos internos. Para os atacadistas, as opções de economia incluem gestão eficiente de capital de giro, melhor administração de caixa e estoque e, por fim, uso de estratégias legais de redução de impostos.     Confira os Benefícios Fiscais para atacadistas    Investimentos e crescimento     Além disso, toda avaliação dos cenários de atualização e mudanças abre portas para oportunidades de expansão para sua empresa. Se seu grande objetivo em 2024 é tornar sua empresa atacadista ainda maior, observe a movimentação atual do mercado e quais as tendências de mudanças que podem gerar diversificação no seu portfólio de clientes. Além disso, identifique no seu plano orçamentário o quanto é possível investir para impulsionar o crescimento da sua empresa. Inclusive, planejamento para investir é uma estratégia prudente e necessária para evitar desperdícios e prejuízos na sua empresa. Contudo, todo investimento gera riscos e precisa de muito estudo para iniciar uma implementação responsável. Para todo caso, se organize previamente.     Tecnologia como solução    Por fim, para organizar o planejamento financeiro do próximo ano, as ferramentas de gestão financeira e a tecnologia podem ser seus maiores aliados. Busque entender como os sistemas podem ser utilizados para ajudar na etapa de organização dos processos e como poderão ser eficientes na hora de tirar todas as ideias do papel. Além disso, as ferramentas de IA podem ser interessantes para buscar ideias de metodologia, como fazer os cálculos e organizar a documentação para otimizar esse processo agora na reta final.     Conclusão    Por fim, a organização financeira da sua empresa pode ser otimizada com apoio de uma equipe especializada de contabilidade, que trabalha para garantir a segurança e permanência da sua empresa em um cenário de constante mudança. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos opera se especializou nos benefícios fiscais do DF para atacadistas e atende os maiores da região. Procurando uma parceria estratégica para aprimorar seu planejamento financeiro em 2024?  Conte com a expertise da Gomide Contabilidade para garantir uma gestão contábil precisa e eficiente. Conheça nossos serviços contábeis especializados para atacadistas e inicie um 2024 de sucesso financeiro. Clique aqui e fale com especialista agora mesmo!       

B2B e B2C: conheça os sistemas de compra e venda entre empresas

b2b e b2c

Entre os modelos de compra e venda de uma empresa, o empreendedor pode esbarrar com um conceito muito comum no mercado: o B2B e o B2C. Essas letras compõem um modelo de distribuição de um produto através do consumidor final, ou seja, quem recebe o produto/serviço. Os modelos de negócio B2B e B2C determinam quem é este consumidor para assim determinar as estratégias que serão assumidas em cada caso.    A seguir, iremos conhecer esses dois modelos e como suas estratégias tem um impacto direto no desenvolvimento comercial dos negócios.    O modelo B2B   Em suma, o B2B significa “business to business”, ou seja, de empresa para empresa. Dessa forma, o B2B opera onde uma empresa faz de seu consumidor final uma pessoa jurídica. As empresas geralmente buscam serviços B2B para implementar novas soluções ou investir em produtos ou serviços que vão elevar o nível de entrega daquele negócio de alguma forma.    Entre modelos de B2B comuns temos os atacados e as big techs. O B2B têm se tornado cada vez mais vantajoso para grandes empresas porque gera mais eficiência nos processos internos, aumenta a competitividade da empresa e impulsiona o seu crescimento. Esse modelo envolve a venda de produtos ou serviços de uma empresa para outra, em vez de vender diretamente para o consumidor final.    O modelo B2C   Por outro lado, o modelo B2C significa “businesse to customer”, ou seja, negócio para o consumidor. Dessa forma a entrega final do produto ou serviço vai diretamente para um cliente pessoa física. Esse é o modelo que busca atender pessoas físicas e entre as suas vantagens temos a agilidade de processos, a entrega próxima do cliente e a diversidade de clientela.    O B2B no atacado   Em suma, os modelos de negócios B2B oferecem uma série de vantagens para grandes empresas, incluindo eficiência operacional, parcerias estratégicas, acesso a novos mercados, customização, redução de riscos, análise de dados avançada, foco no cliente e potencial de crescimento sustentável. Ao adotar e investir em estratégias B2B bem planejadas, as grandes empresas podem fortalecer sua posição no mercado e impulsionar o sucesso a longo prazo.   Contudo, para empresas atacadistas, o modelo B2B trabalha atendendo empresas B2C terceirizando os produtos. Um atacado que atende pequenas empresas impulsiona o pequeno comércio, gerando valor e relevância no mercado empreendedor em todo país.    Por isso, o mercado atacadista tem crescido cada vez mais no país. A cada ano o desempenho desse setor aumenta, demonstrando o resultado da atividade como um parceiro relevante de outras empresas, grandes ou pequenas.    Conclusão   O segredo para manter uma boa estratégia B2B é buscando os parceiros certos. O atacado como protagonista do modelo empresa para empresa mostra cada vez mais a necessidade de explorar as vantagens desse setor. Para isso, uma boa assessoria e acompanhamento contábil e financeiro são essenciais.    A Gomide COntabilidade há mais de 50 anos atua ajudando empresas atacadistas do DF a crescerem. E o resultado disso? Os maiores atacados do DF são nossos parceiros. De negócio para negócio, queremos impulsionar as empresas que buscam nossos serviços. Se quiser fazer parte desse time, clique aqui e saiba mais!

Como evitar a quebra de empresas?

quebra de empresas

Nenhum empresário faz abertura de empresas pensando na sua quebra. Contudo, a jornada do empreendedor jamais será linear e é possível que em algum momento a empresa passe por dificuldades. Nesses casos, para estar preparada para evitar a quebra de empresas, o empreendedor precisa conhecer o mercado e o próprio negócio minuciosamente para que as eventuais crises não causem risco à permanência do negócio no mercado.    Porém, como de fato evitar a quebra de uma empresa? Como se preparar para esse tipo de crise? A seguir, vamos explorar os conceitos de quebra de empresa e como evitar o seu fechamento. Acompanhe!   Principais causas de quebra de empresa   Primeiramente, antes de entender como se preparar para os momentos turbulentos, é interessante conhecer as causas de quebra de empresas. Em média, para quase 50% das empresas do mercado fecha após os 5 anos. Além disso, 1 em cada 5 empresas fecham após o segundo ano. Entre as principais causas dessa estatística temos:   Falta de estudo e planejamento financeiro; Dívidas; Falta de clientela;  Inconsistências contábeis e fiscais.   Manter a segurança da empresa e garantir a sua permanência no mercado deve ser uma prioridade. Contudo, para isso acontecer o empreendedor deve se atentar a alguns detalhes na rotina da empresa. Confira a seguir 5 dicas para evitar a quebra da empresa:   Revise seu plano de negócios    O Plano de Negócios é um grande parceiro de alinhamento da situação empresarial. O documento serve, entre muitas outras coisas, como um guia para gestão de crises. Para que, em momentos de dificuldades financeiras ou preocupações sobre o futuro do negócio, o empresário consulte o plano para iniciar uma estratégia de gestão de crises.    Conheça a realidade da sua empresa    Além disso, é importante que o empreendedor esteja ciente dos processos e da realidade da empresa, de forma que em nenhum momento existam “surpresas desagradáveis” no desempenho financeiro. Isso significa estar a par de todas as movimentações financeiras do seu negócio e conhecer todos os setores para evitar qualquer inconsistência nos processos.    Priorize sua saúde financeira   Entre todas as áreas da empresa que precisam de um acompanhamento e gestão eficiente, a área financeira é uma das que mais precisa de atenção. O setor financeiro é o coração da segurança e estabilidade do negócio, além de ser o responsável por indicar os resultados sejam eles positivos ou negativos. Para cuidar da saúde financeira da empresa, o controle do fluxo de caixa, estoque e capital de giro são apenas algumas das áreas para um maior controle financeiro.    Realize um diagnóstico periódico    Os relatórios e diagnósticos dos parâmetros da empresa devem ser observados periodicamente. Nesses casos, é interessante analisar os resultados dos lucros semestralmente ou trimestralmente. Além disso, os balanços e demonstrativos, realizados pela sua contabilidade, são documentos relatórios sobre as entregas da empresa. Neles, é possível observar os prejuízos e lucros da empresa em determinado período a fim de desenvolver novas estratégias para reverter a situação.    Busque auxílio dos seus parceiros    Por fim, o auxílio da sua equipe terceirizada é muito importante para identificar possíveis estratégias para manter a empresa segura no mercado. Sua equipe jurídica é essencial para compreender e atualizar o empreendedor sobre seus direitos e deveres, e a equipe de contabilidade ajuda a desenvolver estratégias para economia de impostos, regularidade fiscal e segurança financeira. Para isso, considere encontrar as parcerias eficientes e incluir as equipes no planejamento do negócio.    A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de tradição em uma contabilidade digital em Brasília. Especializada no atendimento de grandes atacados e indústrias, nossos parceiros cada vez mais se destacam em permanência e relevância no mercado empreendedor do DF. Que tal fazer parte desse time? Clique aqui e fale com um especialista agora mesmo!   E para conhecer nossas parcerias, confira a série Empreendedores de Sucesso no YouTube.  

Entenda os principais modelos de gestão das empresas

abertura de empresas no Distrito Federal

Atualmente, os processos e modelos empresariais passaram por diversas mudanças e, com elas, vieram também transformações nos modelos de gestão das empresas. A gestão empresarial está relacionada a forma como os negócios se organizam e são direcionados para alcançar metas e obter resultados. Mas afinal, o que significa gestão? Como aplicar modelos de gestão nas diferentes áreas de empresa de forma eficiente?    A seguir, vamos conhecer os tipos de gestão mais comuns nos negócios e como eles podem ser utilizados em prol do desenvolvimento organizacional.    O que é gestão   Em suma, gestão tem o objetivo de estruturar, organizar e planejar processos e estratégias em determinados ambientes ou setores em uma empresa. A gestão, ou gerenciamento, está relacionada com o controle de processos, logísticas e estratégias.   A gestão trabalha com conceitos que se relacionam a:    atribuição de tarefas;  organização de etapas;  determinação de prioridades;  controle de crises; relatórios e prestação de contas aos líderes.    Além disso, falando em líderes, é muito comum que os conceitos de gestão e liderança se confundam. Entenda a diferenças:   Gestão e liderança   Gestão não necessariamente significa liderança. A gestão se relaciona muito mais com os processos e a organização de um setor do que quem os administra. A diferença está em que a liderança exige que uma pessoa seja designada para a gestão de processos. Por outro lado, a gestão é um conjunto de atividades que podem ou não ter um representante.    O líder pode ser também o gestor?   Sim, a liderança também pode ser representada também por um gestor. Nesses casos, o gestor é uma pessoa que administra toda a organização da empresa de uma forma geral. Contudo, quando falamos sobre a gestão de setores específicos (como vendas, marketing digital, finanças etc) é comum exista um representante, o gestor. Este gestor reporta as atividades e estratégias para o líder, a fim de otimizar o controle das operações.    Resumidamente, a gestão é um conglomerado de processos, enquanto o gestor é quem os administra.    Veja também: Características de um perfil empreendedor.   Quais são os principais tipos de gestão nas empresas?   Os sistemas de gestão são altamente necessários para os resultados da empresa. Cada um deles otimiza os setores e incluem estratégias personalizadas para o desenvolvimento empresarial.    Os modelos de gestão mais comuns são:    1 – Gestão comercial    Está relacionada diretamente com o processo de pré e pós vendas, captação de clientes, atendimento e satisfação do usuário. Essa é a gestão que organiza, determina e planeja as estratégias comerciais da empresa. Dessa forma, a gestão comercial cuida de uma das etapas mais importantes na entrega de resultados. Por isso, a transparência e organização dos processos precisa ser a base de atuação desse setor.    2 – Gestão financeira    Esta área busca desenvolver estratégias de organização de toda movimentação financeira da empresa. Sem uma gestão financeira eficiente, a empresa pode ter problemas relacionados à falta de controle de fluxo de caixa, capital de giro, faturamento, lucro e prejuízo. Geralmente, as áreas de gestão financeira exigem profissionais altamente capacitados, uso de ferramentas tecnológicas para cálculos e armazenamento de documentos e uma equipe especializada de confiança.   3 – Gestão de processos   Essa área trabalha para organizar e gerenciar as etapas de produção e distribuição dentro da empresa, garantindo que não existam demandas que não sejam atendidas. Além disso, essa área trabalha para que todas as áreas estejam cumprindo metas e prazos. A gestão de processos organiza cada etapa, prazo, atribuição, controle e reporte das atividades do negócio.     4 – Gestão de pessoas    Considerada como o maior desafio de gestão em um negócio, a gestão de pessoas significa lidar diretamente com os protagonistas dos processos organizacionais: os colaboradores da empresa. A gestão de pessoas trabalha para garantir o bem-estar da equipe e, simultaneamente, motivar, liderar, mediar crises e equilibrar as tarefas nos setores.    5 – Gestão fiscal e contábil    Seguindo a lógica do cuidado com as finanças, a gestão fiscal e contábil trabalha com a entrega de documentos obrigatórios ao Estado, segurança fiscal da empresa, regularização e cálculo de impostos. A gestão fiscal garante que todas essas demandas sejam atendidas de forma eficiente. Essa área cuida do controle de processos que se relacionam com a contabilidade de forma personalizada, atendendo as demandas de acordo com tamanho, faturamento, modelo e região da empresa.    A gestão administrativa como ponto focal   Por fim, mas não menos importante, a gestão administrativa é o maior nível de gestão da empresa. Geralmente representada por um gestor do mais alto nível hierárquico, a gestão administrativa organiza todos os setores da empresa com ajuda das estratégias de gestão apresentadas anteriormente. Por isso, é importante se apoiar em parcerias de sucesso com profissionais adequados e equipes capacitadas.    Gomide Contabilidade    Está procurando uma equipe para cuidar da sua gestão fiscal e contábil? A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de tradição na busca por otimizar o resultados dos nossos parceiros. Quer  saber mais sobre isso? Clique aqui e converse com um especialista.

A importância da gestão eficiente no início do ano fiscal

gestão eficiente

O ano de 2023 continua a avançar e logo logo estaremos entrando no segundo semestre. Contudo, se a sua ideia é promover um crescimento saudável e eficaz para seus negócios, ainda dá tempo de cumprir essa meta. Uma gestão eficiente no início do ano exige algumas etapas de planejamento e, por isso, a Gomide Contabilidade preparou esse conteúdo sobre a importância de uma boa gestão nos primeiros meses do ano.    O que significa “gestão eficiente”?   Primeiramente, para ter uma boa gestão precisamos entender o que isso significa. Uma gestão eficiente é a prática de organização e direcionamento, geralmente aplicadas por um líder, que promovem a harmonia e desenvolvimento de um sistema ou organização. Uma gestão eficiente pode ser definida como um dos pilares mais importantes nos negócios, pois é a partir desse gerenciamento dos sistemas da empresa que ela alcança seus objetivos.    Qual a importância de uma boa gestão no início do ano   As mudanças no cenário empreendedor brasileiro podem comprometer a saúde dos negócios. Essas mudanças podem afetar as empresas, grandes e pequenas, do país inteiro e até mesmo os maiores negócios podem se ver em momentos de crise. Para evitar esses problemas é preciso uma gestão eficiente. Por isso, o melhor momento para organizar as metas e objetivos da sua empresa é o início de um novo ciclo. Com o início do ano fiscal, isso não seria diferente. Você provavelmente traçou metas e fez planos para 2023 em prol do sucesso do seu negócio. Agora está na hora de colocar em prática.    Se organizar nos meses iniciais é vantajoso para fazer a observação do desenvolvimento do negócio a longo prazo. Dessa forma, ao final do ano é possível observar as métricas e identificar erros e acertos que podem ser aprimorados no ano seguinte.    Como promover uma gestão eficiente no início do ano   Existem algumas etapas para seguir se quiser garantir o sucesso do seu negócio ainda esse ano. Em resumo, todo planejamento feito com excelência garante resultados. Por isso, para se planejar nos próximos meses é necessário:    1 – Estudar o momento atual do negócio    Para saber onde queremos chegar é preciso observar onde estamos. A etapa de definição de metas depende principalmente da análise do momento atual da empresa e, por isso, um estudo bem feito a respeito dos resultados do último ano, do último semestre ou até mesmo dos últimos meses pode ser um bom lugar para começar. Além disso, analise seu plano de negócios, a visão da empresa e o planejamento tributário mais recente, a fim de entender se os planos feitos na última análise precisam ser adaptados.   2 – Defina metas   Em segundo lugar, uma das etapas mais importantes para uma boa gestão é a definição de metas. É a partir delas que a empresa determina os processos necessários para cumprir seus objetivos. Dessa forma, além de ter objetivos alienados e comunicados a equipe, a gestão estabelece também como vai ser o caminho até alcançar essas metas. É hora de analisar as falhas, os pontos fortes e os pontos grossos para definir: em algum tempo a partir de agora, aonde queremos estar?   3 – Regularize sua empresa   Ótimo! Análises foram feitas e metas estabelecidas, então você está pronto para seguir em frente. Entretanto, de nada adianta planejar o novo se a sua empresa está em desacordo com a Lei. O momento ideal para regularizar o seu negócio é agora. Isso significa que se o seu CNPJ estiver com pendências, existem muitas sanções que vão impedir o seu desenvolvimento. Faça o pagamento dos tributos e obrigações em dia, negocie possíveis dívidas, organize o setor fiscal e contábil da empresa para evitar que essas barreiras legais sejam um obstáculo nessa fase de crescimento.   Gestão eficiente com os parceiros certos   É impossível chegar longe sem o cuidado dos parceiros certos. Durante a jornada empreendedora, para conseguir alcançar os objetivos é necessário construir uma base sólida com parceiros certos para buscar auxílio e poder crescer. Esses parceiros podem ser diversos, desde seus amigos que acompanham o início do negócio até a sua contabilidade, responsável por ajudar em todos os processos que mencionamos anteriormente.    A Gomide Contabilidade pode ser essa parceria de sucesso! Mais de 50 anos de tradição combinados ao melhor do atendimento digital e personalizado que o seu negócio merece daqui para frente. Não perca tempo! Acesse nosso site e converse com um dos nossos especialistas agora mesmo!  

Cresce o número de empresas no Brasil em 2022

empresas no Brasil

De janeiro a julho, foram abertas mais de 1,3 milhões de empresas no O ano de 2022 tem sido um grande destaque no número de novas empresas. O Brasil possui um grande número de negócios abertos entre janeiro e julho, e mesmo com o fechamento de empresas no mesmo período o saldo é positivo.  O Mapa de Empresas, boletim feito em junho deste ano, contém informações relevantes para entender com dados, porque o Brasil é o sétimo país com maior número de empreendedores do mundo. Além de dados sobre abertura de empresas, o mapa contém o tempo médio para abertura de empresas no Brasil. A média de horas para abertura de empresas é de menos de 48hrs. Só em julho, mais de 317.000 empresas foram abertas no Brasil. E mais de 1,3M de empresas foram abertas no no país só no ano de 2022.De 2020 para cá, mesmo com a crise sanitária de Covid-19 o número de empresas cresce. Existem uma série de detalhes que podemos listar que explicam as razões que levam os brasileiros a investir na carreira empreendedora. Necessidade Como destacado acima, grande parte das empresas que hoje compõem os dados de abertura dos últimos anos foram abertas durante a pandemia. Em um cenário de incertezas, onde o desemprego era iminente, muitos brasileiros optaram por uma carreira independente, e essas partem principalmente dos negócios.  Perfil empreendedor Atualmente, podemos perceber grandes atividades que antes eram consideradas informais com seu negócio formalizado. O sonho de empreender, ter a própria independência e administrar a própria fonte de renda é muito comum entre os brasileiros. O relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2021, destaca o empreendedorismo como o terceiro maior sonho dos brasileiros, e isso só evidencia que por mais que existam pessoas investindo em atuar como empresa para estimular a renda, existem outros que enxergam o próprio negócio mais do que uma alternativa emergencial.  Praticidade Incentivar o empreendedorismo no país tem sido uma alternativa para estimular essa área a ser uma das que mais movimentam a economia. Um exemplo disso é a criação do porte empresarial do Microempreendedor Individual e o regime tributário  Simples Nacional, que são burocracias simplificadas para auxiliar a administração dos negócios para qualquer ramo de atuação. Conclusão  Mesmo com grandes crises e ameaças externas no mercado, ser empreendedor no Brasil pode ser recompensador. A independência e o controle são propostas interessantes para atuar no mercado que segue em expansão diariamente. Não exite em iniciar a carreira empreendedora. As ferramentas para abrir um negócio de forma prática e rápida estão disponíveis para todos os brasileiros, portanto, não tenha medo de arriscar. Para saber mais sobre abertura de empresas, acesse nosso site e planeje sua jornada empreendedora!

Jucis-DF simplifica abertura de empresas no Distrito Federal

abertura de empresas no Distrito Federal

Agora já é possível realizar a abertura de empresas no Distrito Federal em poucas horas através do sistema Balcão Único, sem burocracias. Qualquer cidadão poderá abrir uma empresa de forma automática, reduzindo o tempo e os custos. Basta acessar o formulário eletrônico único, pela internet. Dessa forma não haverá mais deslocamentos ou filas, pois tudo é on-line e com agilidade. Anteriormente, os empresários tinham que entrar no portal da Junta Comercial para realizar o registro e dar início ao funcionamento da empresa. Com o Balcão Único, tudo é realizado em um só local com solução imediata. “Com a desburocratização proporcionada pelo novo sistema, os empresários poderão iniciar as atividades de forma automática, aumentando as chances de ser competitivo, de gerar renda e oportunidades. A rapidez é essencial”. Ressaltou o secretário-geral da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal, Dr. Maxmiliam Patriota. A atividade é promovida pelo convênio das nove Juntas Comerciais que integram o projeto Empreendedor Digital: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e Rio Grande do Sul, com a participação do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI) do Ministério da Economia, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Empresários podem iniciar negócios com agilidade e rapidez por meio de formulário digital totalmente gratuito e no DF o Balcão Único é identificado como Agiliza: Empresa em Minutos. Como funciona: 1. Acesse os serviços da Junta Comercial do DF; 2. Clique em Agiliza Empresa em Minutos. A página da Junta Comercial possibilita que você entre no serviço com seu login e senha no gov.br Nesse primeiro momento, somente as empresas de sociedade limitada, de baixo e médio risco, fora do Plano Piloto e algumas regiões administrativas adjacentes, poderão ser beneficiadas pelo Agiliza: Empresa em Minutos. As restrições de uso estão no site da Jucis-DF, para mais informações acesse www.jucis.df.gov.br

Quanto custa para abrir uma empresa em Brasília?

Quanto custa para abrir uma empresa em Brasília?

Abrir uma empresa em Brasília pode ser uma ótima ideia, já que essa é a terceira maior cidade do país e ela possui um forte mercado consumidor. Além disso, o processo de abertura na cidade é rápido e pouco burocrático, porque ele pode ser feito totalmente pela internet. Então, se você tem uma ideia interessante, Brasília é um local excelente para colocá-la em prática.  Apesar dessas vantagens, também é muito importante saber quanto custa abrir uma empresa em Brasília antes de iniciar esse processo. Você tem ideia do valor que é preciso investir para começar o seu negócio nessa cidade? Caso a resposta seja não, confira o nosso post e descubra quanto custa para abrir sua empresa na capital do Brasil! Custos para abrir uma empresa em Brasília  Existe um valor fixo para abrir uma empresa em Brasília? Não, pois existem variáveis que devem ser consideradas antes de calcular quanto será preciso investir para abrir um negócio. O primeiro item que você tem que pensar é o tipo de empresa que deseja abrir, pois o valor pode mudar bastante de acordo com ele. Criar uma empresa no modelo de Empresário Individual, por exemplo, não tem o mesmo custo que uma Sociedade Empresária Limitada. Mesmo com preços de taxas diferentes, existem determinados custos que todo empresário terá no momento em que iniciar o processo de abertura de um CNPJ. Por isso, é essencial ficar atento a eles e contabilizá-los. Custos legais Esses custos fixos que todo empresário tem que pagar para abrir sua empresa são custos legais. Ou seja, que devem ser quitados para que a cidade permita que o negócio seja aberto e ele funcione adequadamente. Entre eles estão as taxas federal, estadual e da junta comercial que você deve pagar assim que iniciar o seu processo de abertura. Outros custos fixos são o do registro do CNPJ e do alvará de funcionamento da empresa. É importante lembrar que o valor de todas as taxas pode variar de acordo com o tipo de empresa que você deseja abrir. Dependendo do seu negócio, pode ser que você tenha ainda que pagar taxas para: O corpo de Bombeiros; Vigilância Sanitária; Órgãos relacionados ao meio ambiente; Conselho Regional dos Representantes Comerciais (CORE); Obter um certificado digital. A taxa do CORE só tem que ser paga se a sua empresa se encaixar em representação comercial e, portanto, precisar do registro do órgão para funcionar. Esses custos que você tem apenas para abrir a sua empresa podem variar de R$ 800,00 a R$ 1.600,00 em Brasília. Além deles, ainda há o custo operacional do seu negócio, em que você deve contabilizar o valor da contratação de profissionais, de um contador, equipamentos, infraestrutura, entre outros. Vamos passar por mais algumas informações, continue a leitura e fique bem informado.   Regiões para abertura de empresa em Brasília Chegamos ao final do nosso artigo, hoje falamos sobre como abrir empresa em Brasília. Trouxemos dicas importantes e falamos sobre os documentos necessários e sobre o passo a passo para abrir uma empresa na capital do país. Após abrir sua empresa, podemos te ajudar com a sua contabilidade, somos especialistas em contabilidade para micro e pequenas empresas e podemos te ajudar a pagar menos impostos. É importante destacar que esse procedimento é o mesmo para todas as cidades satélites ou regiões administrativas de Brasília, em cidades como: Plano piloto; Gama; Taguatinga; Brazlândia; Sobradinho; Planaltina; Paranoá; Núcleo bandeirante; Ceilândia; Guará; Cruzeiro DF; Samambaia; Santa Maria; São Sebastião; Recanto das Emas; Lago Sul; Riacho fundo; Lago Norte; Candangolândia; Águas Claras; Sudoeste/octogonal; Varjão; SIA; Vicente Pires. Documentos para abertura em Brasília Para abrir uma empresa em Brasília os documentos são os mesmos de outros estados, o que pode mudar é o preenchimento das informações. Vamos a lista de documentos necessários para abrir uma empresa. Segue abaixo relação de documentos e informações dos sócios ou titular: RG, CPF, CNH ou outro compatível; Endereço residencial; Estado Civil dos sócios ou titular Profissão dos sócios ou titular Telefone dos sócios ou titular E-mail dos sócios ou titular Agora vamos a lista de documentos e informações da futura empresa: Endereço comercial da empresa; Razão social da empresa; Nome fantasia da empresa; Atividades da empresa; Capital social da empresa; Participação de cada sócio na empresa; Telefone de contato da empresa; E-mail de contato da empresa Viu como é simples preparar os documentos e informações para abrir uma empresa em Brasília. Mas continue com a leitura que vamos mostrar um passo a passo para abrir uma empresa.   Viabilidade para abrir empresa em Brasília   Nesse momento você deve estar se perguntando, o que será essa tal de viabilidade? São dúvidas que sempre surgem na cabeça do empreendedor, afinal você não experiência com abertura de empresa, isso é trabalho do contador. Mas mesmo assim vamos te explicar de um jeito simples para você entenda como a viabilidade é importante no processo de abertura da empresa. Vamos explicar essa tal de viabilidade: Viabilidade é a etapa de análise e consultas cadastrais para analisar se é possível usar o nome empresarial escolhido, porque pode ser que já exista uma empresa com o mesmo nome. Na viabilidade também será analisado se é possível abrir sua empresa no endereço escolhido. Será analisado também se as atividades da sua empresa são permitidas naquele endereço. Na viabilidade também é analisado se os sócios ou titular da empresa pode abrir aquela empresa, afinal ele pode ter algum impedimento legal que possa influenciar. Então é pra isso que serve a viabilidade, será feita na administração regional de Brasília onde você quer abrir a empresa, onde será feita a viabilidade de localização e na junta comercial. Vamos continuar com a leitura que ainda tem muito mais. Procedimentos para abrir empresa em Brasília Agora chegou o momento tão esperado, você estava curioso para saber como abrir sua empresa? Continue lendo que você vai descobrir. Vamos trazer aqui um passo a passo para abrir uma empresa em Brasília, mas vale a pena lembrar que na prática exige conhecimento para fazer todo o processo sem cometer erros, vamos ao passo a

5 dicas de contabilidade para pequenas empresas

5 dicas de contabilidade para pequenas empresas

Não é somente na abertura da sua empresa que a contabilidade é importante. É preciso manter uma rotina organizada para que a sua contabilidade esteja em dia com o Fisco. Por isso, separamos 5 dicas essenciais para pequenas empresas, seja qual for sua atividade. Confira: 1 – Faça um calendário de impostos Ao longo do mês temos diversas datas de pagamentos importantes. Para não perder o prazo e evitar multas, faça um calendário com todos os impostos que você deve pagar. Se sua empresa for do simples, terá uma guia única de pagamento dos impostos, a DAS. O vencimento é todo dia 20. Aí fica mais fácil. Porém, se sua empresa for do Lucro Presumido, tem 5 guias de impostos para pagar em diferentes datas. Portanto fique atento e anote as datas em um calendário para manter tudo organizado e em dia. 2 – Mantenha as obrigações acessórias em dia As obrigações acessórias são declarações que devem ser enviadas ao governo (federal, estadual ou municipal), com informações sobre a empresa. Elas podem ser mensais ou anuais e têm como objetivo declarar diversas informações como a receita, os impostos apurados e informações trabalhistas, como a folha de pagamento e os encargos gerados sobre os salários. E alguns profissionais como médicos e corretores imobiliários ainda possuem obrigações acessórias relacionadas à atividade econômica da empresa. Por isso, é preciso organizar todas as responsabilidades da empresa, para cumprir dentro dos prazos e ficar livre de preocupações. 3 – Faça um bom planejamento financeiro Todo empresário sabe que antes de abrir a empresa é importante fazer um bom planejamento. Porém, como são muitas informações e deveres que se acumulam no começo de uma empresa, sabemos que a maioria não realiza esse processo no começo. Por isso, é essencial estruturar sua estratégia financeira o quanto antes. Caso já tenha feito anteriormente, melhor ainda, pois é só seguir o plano. Caso não tenha feito, agora é a hora. Para fazer o planejamento financeiro após sua empresa ter iniciado as atividades, é preciso ter controle das movimentações da empresa. Tenha tudo documentado, entradas e saídas. A partir daí é possível projetar metas e valores, com base em números reais e mais precisos. 4 – Tenha transparência com seu seu contador Seu contador precisa de você para que possa fazer a contabilidade da sua empresa. É preciso enviar todas as informações econômicas e financeiras da empresa, de forma clara e completa. Caso tenha dúvidas sobre quais são suas responsabilidades e o seu papel nesse processo, converse com seu contador e busque entender o que você precisa passar a ele e de que forma. 5 – Contrate um bom serviço de contabilidade No item anterior vimos a responsabilidade que o empresário tem com o contador. Porém, o contador também precisa assumir uma grande responsabilidade com a empresa. Por isso, é importantíssimo contar com uma empresa de contabilidade experiente. Além disso, há diversas particularidades contábeis para diferentes tipos de empresas. Por isso buscar uma contabilidade especializada na sua área torna o processo ainda mais seguro. Pois, uma assessoria contábil que tem experiência no seu setor, saberá orientar melhor o empresário e enquadrar a empresa em suas categorias corretas, evitando gastos desnecessários e problemas com a Receita Federal. Agora é só colocar em prática essas dicas para organizar a contabilidade da sua empresa. E caso queira entrar em contato com a nossa equipe para saber mais sobre nossos serviços, é só clicar aqui e enviar uma mensagem.

Os principais impostos que as empresas pagam

Os principais impostos que as empresas pagam

Uma coisa que nenhuma empresa está livre, é pagar impostos. Sabemos que os impostos variam conforme o regime tributário em que a empresa se encaixa: Lucro Presumido, Lucro Real e Simples Nacional. Mas como são tantas siglas e nomes que confundem os empresários, vamos abordar os principais impostos que as empresas pagam, para simplificar toda essa linguagem fiscal e entender de vez o que são todos esses valores que são debitados do caixa da empresa. – PIS/PASEP (Programa de Integração Social): é uma contribuição feita pelas empresas, para gerar um fundo responsável pelo pagamento do abono anual e do Seguro Desemprego. Essa contribuição não é deduzida do salário do colaborador. – INSS (Previdência Social): é um percentual sobre a folha, que a empresa paga ao Governo para assegurar seus colaboradores. Vale para casos de auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade, salário-família, pensão por morte e aposentadoria. – IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica): este imposto é cobrado sobre o lucro real ou sobre o faturamento bruto para as pessoas jurídicas enquadradas no lucro presumido. – ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza): imposto municipal, que incide sobre serviços prestados. Suas alíquotas variam de 2% a 5%. – CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): tributo federal que incide sobre o lucro líquido da empresa, seja o da modalidade de tributação pelo real ou pelo presumido. Seu objetivo é de financiar a seguridade social. – ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadoria e Serviços): é um imposto cobrado mensalmente conforme o CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) da empresa, sobre mercadorias e serviços de telecomunicação e transporte. – COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social): é um tributo federal cobrado sobre o faturamento bruto, para programas sociais. Porém empresas optantes do Simples Nacional não pagam esse tributo. É imprescindível manter sempre os impostos em dia, para a saúde financeira da sua empresa. Por isso, para adequar seu negócio ao regime tributário mais indicado e manter sempre seus impostos organizados, conte com a assessoria contábil da Gomide Contabilidade. Nossa equipe é altamente capacitada para realizar uma gestão fiscal segura e transparente para o sucesso da sua empresa. Entre em contato com a gente!

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Eduarda Fernandes

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