8 dicas de contabilidade para atacadistas

A contabilidade para atacadistas é um grande diferencial para esse tipo de empresa e hoje, com as dicas que passaremos, você saberá o porquê dessa afirmação. Isso porque um atacadista vende um maior número de produtos que um comércio de varejo, então a questão financeira tem um peso ainda mais relevante nesse contexto. Por isso, devido à competitividade e aspectos que envolvem esse modelo de empreendimento, é necessário serviço de contabilidade ajudando na condução da organização. Um dos principais motivos de os empresários procurarem um contador é descobrir soluções para reverter uma baixa financeira, ou seja, eles anseiam por estratégias de melhoria dos resultados do atacado. Pensando nisso, listamos 8 dicas de contabilidade para atacadistas. Continue conosco! 1. Invista em contabilidade para atacadistas na abertura de empresa O primeiro passo para o sucesso de um comércio atacadista está em um bom planejamento. Então, ninguém melhor que um escritório contábil especialista em serviços para atacados. Esse profissional irá direcionar o gestor as melhores decisões e caminhos, com o objetivo de tornar a abertura de sua empresa atacadista um bom negócio. Com o auxílio de um contador focado em atacado, o empreendedor pode criar as metas do estabelecimento e desenhar as estratégias de venda para o empreendimento começar com o pé direito. 2. Tenha atenção com o regime tributário O pagamento de impostos impacta o caixa da empresa atacadista assim como qualquer outro negócio. Nesse caso, como lida com um grande número de produtos, o recolhimento de contribuições tende a ser elevado, especialmente se o negócio estiver enquadrado em um regime jurídico que consome mais recursos. Por isso, é primordial prestar atenção nesse detalhe, contando com a ajuda de um escritório contábil que analise o enquadramento tributário do atacado. No Brasil, existem três regimes tributários: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Assim, o contador deve verificar se a companhia está na tributação correta, pois pode acontecer do empresário atacadista está pagando tributos além da conta, o que resulta em prejuízos financeiros. 3. Tome nota das movimentações financeiras Um bom gestor atacadista conhece a fundo as movimentações financeiras do seu negócio. Por menor que elas sejam , é importante ficar por dentro da situação do caixa, até como uma forma de se prevenir contra possíveis períodos difíceis. Além de que também o registro adequado dos dados ajuda na elaboração de medidas assertivas. Com um controle do fluxo de caixa bem feito, o financeiro consegue entender o que está entrando e saindo do atacado, e onde é possível abordar ações para solucionar o problema. Enfim, o ideal é procurar economizar no que for possível, e uma maneira de fazer isso é conhecendo os incentivos fiscais voltados para o mercado atacadista. No Distrito Federal, por exemplo, a Lei 5005/2012 garante um recolhimento diferenciado sobre a apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O intuito dessa lei é valorizar o incentivo fiscal, através da redução da carga tributária do setor atacadista. 4. Crie metas realistas para o seu atacado Um dos princípios do sucesso está na criação de objetivos. Isto é, as chances de crescimento para a empresa, calculando quanto ela pode prosperar no mercado em determinado período. Dessa forma, é primordial trabalhar com metas reais, adaptadas à realidade do negócio, visto que os objetivos de difícil alcance podem desenvolver traumas para o time. Por outro lado, evite também objetivos simples ao extremo que acabam desmotivando a equipe. 5. Simplifique os processos operacionais Uma das tarefas que mais geram custos para um estabelecimento são os processos operacionais. Ou seja, quanto maior o tempo empregado nesses processos, mais caro custará a administração da empresa atacadista. Logo, é imprescindível verificar se algum método pode ser melhorado, ou então se ele ainda é mesmo útil para a companhia. Assim, o empreendedor poupa tempo e principalmente custos, o que reflete positivamente no caixa do atacado. 6. Analise frequentemente o progresso do seu atacado Assim como é importante ser estratégico, também é essencial saber mensurar os resultados do negócio, e isso deve ser realizado por meio de métricas de desempenho das vendas. Depois, deve ser analisado o que os dados revelados representam, já que essa avaliação necessita ser feita constantemente, com o intuito de alinhar as metas e ganhos da empresa. Outro ponto interessante consiste em comparar resultados de períodos distintos, verificando quais as metas daquela época e o que a instituição conseguiu de resultados hoje. Nesse cenário, podemos dizer que não alcançar uma meta estabelecida por completo, mas conseguir uma parte dela, não quer dizer um fracasso total, por exemplo. 7. Divulgue os dados com o time Em geral, sabemos que a maior parte das informações são enviadas para a direção. Porém, na verdade, é vital que todos os colaboradores tenham acesso a esses dados. Isso porque uma grande parcela da gestão atacadista acontece na microgestão efetuada pelos próprios funcionários na rotina da empresa. Afinal de contas, quanto mais eles estiverem inteirados das informações estratégicas do negócio, mais serão independentes e atuarão com eficiência em seus cargos. 8. Automatize a gestão dos dados Essa dica tem a ver com o que falamos no item 5. Novamente, ressaltamos que os processos enxutos podem ser ainda mais eficazes. Para tal, tanto a colheita como o compartilhamento de informações pode ser otimizado com a automatização de sistemas de gestão financeira. Essa tecnologia é formada por um conjunto de softwares que dispõem de um banco de dados para todo o empreendimento. Através dessa solução segura, o atacadista evitará menos erros e conseguirá acelerar os processos, garantindo sucesso nas operações comerciais e geração de receita. Conheça a Gomide Contabilidade Pelas dicas contábeis que trouxemos, pudemos perceber que para melhorar e manter os resultados do seu comércio atacadista, nada melhor que contar com o apoio da contabilidade especializada nesse setor. A Gomide Contabilidade é especialista em empresas atacadistas, atuando há mais de 50 anos no mercado. Então, se você tem interesse sobre a oferta de serviços de contabilidade para atacadistas, acesse o nosso site e conheça o que podemos
5 vantagens de precificar produtos e serviços de forma eficiente

As 5 vantagens de precificar produtos e serviços de forma eficiente independe do método escolhido, a empresa precisa ter mapeado informações confiáveis e em tempo real. Além disso, é importante que todos os cálculos sejam desenvolvidos e devidamente analisados. As principais vantagens em aplicar um método de precificar produtos e serviços podem ser constatadas nos seguintes itens: 1º – Conquistar a maximização dos lucros A empresa ganha ao estabelecer uma precificação que leva em conta os custos de produção, bem como os impostos que incidem em suas atividades. 2º – Obter o crescimento das vendas A precificação é uma forma da empresa oferecer um preço que seja satisfatório tanto para as suas despesas quanto para os consumidores. Com isso, consegue conquistar maior espaço no mercado e fidelizar mais clientes. 3º – Manter a liderança de produto-qualidade Com uma estratégia de precificar produtos e serviços de forma eficiente, a empresa consegue um diferencial competitivo da concorrência. A partir do que conquista e mantém a liderança de mercado. 4º – Conseguir aproveitar as oportunidades de mercado O processo de precificação leva em conta tanto as demandas da empresa quanto as oportunidades de mercado. De fato, consegue se posicionar de forma mais competitiva com seus produtos e serviços em seu nicho de mercado. 5º – Otimização do gestão do negócio Quando a empresa adota um método de precificação está efetivamente melhorando a gestão do negócio. Isto porque estará definindo o preço de venda dos seus produtos e serviços com base no mapeamento dos seus custos e despesas operacionais. Veja os erros mais comuns para precificar produtos e serviços A atividade de precificar produtos e serviços pode ser realizada muitas vezes cometendo alguns descuidos ou mesmo equívocos. Certamente, o preço de venda obtido não terá a capacidade de gerar o retorno esperado pela empresa, isto se não gerar prejuízo. Por isso, é interessante conhecer alguns erros que são cometidos com certa frequência por algumas empresas quando da precificação de seus produtos e serviços, que são: 1º – Não adotar um método de precificação para estabelecer o preço de venda dos produtos e serviços; 2º – Confundir o que é o valor percebido pelo cliente final com o preço de venda de um produto ou serviço; 3º – Definir o preço de venda sem levar em conta a margem de lucro estabelecida nos objetivos estratégicos previamente da empresa; 4º – Estabelecer um preço que não esteja em sintonia com o que é praticado no mercado e pela concorrência; 5º – Não ter todos os custos e despesas contabilizados de forma adequada e em conformidade com a lei, impedindo a sua apuração para o cálculo do preço de venda; 6º – Realizar uma única precificação de produtos e serviços e considerar que tem validade para sempre; 7º – Oferecer descontos sem antes ter avaliado os limites permitidos pelo preço de venda calculado pelo método de precificação. Passo a passo para precificar produtos e serviços Para tornar o trabalho de precificar produtos e serviços uma atividade mais prática, vamos apresentar um passo a passo que é muito útil nesse sentido, que é: 1º – Diferenciar o preço de venda do valor de seu produto ou serviço; 2º – Mapear todos os custos e despesas das atividades da sua empresa; 3º – Analisar criteriosamente os preços praticados pela concorrência; 4º – Estabelecer qual é a margem de lucro esperada por unidade ou global; 5º – Analisar qual o método de precificação é mais adequado para o seu negócio; 6º – Não esquecer de levar em conta as diferenças na precificação de produtos e de serviços, no que se refere a serem perecíveis e intangíveis, respectivamente; 7º – Calcular o ponto de equilíbrio, para desenvolver os cálculos de sustentabilidade do negócio e resultados esperados com margem de lucro estabelecida. Gomide Contabilidade Apresentamos informações detalhadas a respeito de precificar produtos e serviços, destacando os principais erros cometidos pelas empresas assim como as suas vantagens. Além disso, oferecemos um passo a passo que facilita a sequência de ações no processo de precificação. Se tiver interessado e quiser mais informações, estamos à sua disposição. Somos uma empresa especializada na prestação de serviços contábeis. Contudo, não somos apenas uma contabilidade. Temos a missão de fazer a sua empresa crescer a partir da contabilização e multiplicação de resultados com ética. A Gomide Contabilidade é um dos mais renomados e respeitados escritórios do DF, possuindo em sua carteira empresas de todos os portes, prestando serviços de forma eficiente, contando com colaboradores altamente especializados e motivados. Atendemos aos seguintes segmentos com especialistas capacitados para essa finalidade: Atacados e Indústrias; Prestadores de Serviços; Profissionais e empresas da saúde; Associações e entidades sem fins lucrativos. Acesse o nosso site e conheça um pouco mais sobre o que temos para oferecer para a sua empresa.
4 métodos para precificar produtos e serviços

Os 4 principais métodos para precificar produtos e serviços Definir o preço correto para produtos e serviços exige uma combinação de estratégia, análise de mercado e compreensão dos objetivos da empresa. Além disso, o tipo de cliente e o posicionamento de marca influenciam diretamente essa decisão. Por isso, apresentamos os principais métodos de precificação para que você avalie qual se encaixa melhor no seu negócio: 1º – Precificação baseada no custo Nesse método, a estratégia consiste em calcular o custo total do produto ou serviço e, então, adicionar uma porcentagem que atenda ao objetivo da empresa — seja margem, crescimento ou posicionamento. Em outras palavras, primeiro você determina todos os custos envolvidos e, em seguida, aplica o acréscimo desejado. 2º – Precificação baseada na concorrência Essa abordagem está entre as mais utilizadas atualmente. Dessa forma, a empresa observa os preços praticados pelos concorrentes no mesmo nicho e define seu preço com base nessa referência. Assim, o posicionamento competitivo torna-se central e o preço se torna instrumento estratégico. 3º – Precificação baseada na demanda Quando se adota esse método, a empresa considera o valor que os consumidores percebem ou estão dispostos a pagar. Ou seja, o preço deriva da percepção de valor e da disposição de compra do cliente. Por isso, entender o público‑alvo e monitorar a aceitação de mercado são passos essenciais. 4º – Precificação usando Markup Este método é amplamente utilizado pela facilidade de aplicação e pela clareza no cálculo. De fato, o markup funciona como um índice multiplicador que incorpora custos e margem de lucro em um único fator. Além disso, permite estabelecer limites de desconto e políticas de preço mais consistentes. Para aplicar o método do markup, você precisa considerar as seguintes informações: Despesas fixas (DF): gastos que não variam diretamente com o volume de produção ou vendas, como aluguel, contas administrativas, salários fixos etc. Despesas variáveis (DV): gastos que aumentam ou diminuem conforme as vendas, como impostos incidentes, comissões, fretes etc. Margem de lucro estimada (LP): percentual de lucro desejado sobre o valor unitário do produto ou serviço. Então, pode ser fixo ou específico para cada item. Custo direto: gasto necessário para aquisição ou produção de cada unidade do produto ou serviço. Com essas variáveis definidas, aplica‑se a fórmula:Markup=100100−(DV+DF+LP)\text{Markup} = \frac{100}{100 – (DV + DF + LP)}Markup=100−(DV+DF+LP)100onde o “100” representa a base percentual sobre o custo unitário. Exemplo prático de cálculo usando markup Exemplo 1: Impostos sobre o preço de venda: 10% Custo de aquisição: R$ 100,00 Comissão por produto: 2% Despesas fixas sobre o faturamento: 6% Margem de lucro desejada: 15% Aplicando a fórmula:100/[100−(10+2+6+15)]100 / [100 – (10 + 2 + 6 + 15)]100/[100−(10+2+6+15)]100/[100−33]=100/67≈1,4925100 / [100 – 33] = 100 / 67 \approx 1,4925100/[100−33]=100/67≈1,4925Preço de venda = R$ 100 × 1,4925 ≈ R$ 149,25 Exemplo 2: Custo do produto: R$ 50,00 DV = 10% DF = 10% LP = 10% Aplicando a fórmula:100/[100−(10+10+10)]=100/[100−30]=100/70≈1,4286100 / [100 – (10 + 10 + 10)] = 100 / [100 – 30] = 100 / 70 ≈ 1,4286100/[100−(10+10+10)]=100/[100−30]=100/70≈1,4286Preço de venda = R$ 50 × 1,4286 ≈ R$ 71,43 Gomide Contabilidade Apresentamos informações detalhadas a respeito dos 4 principais métodos para precificar produtos e serviços. Além disso, oferecemos um passo a passo que facilita a sequência de ações no processo de precificação. Se tiver interessado e quiser mais informações, estamos à sua disposição. Somos uma empresa especializada na prestação de serviços contábeis. Contudo, não somos apenas uma contabilidade. Temos a missão de fazer a sua empresa crescer a partir da contabilização e multiplicação de resultados com ética. Acesse o nosso site e conheça um pouco mais sobre o que temos para oferecer para a sua empresa.
A importância de precificar produtos e serviços para lucrar no seu negócio!

Um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas é entender a importância de precificar produtos e serviços de forma assertiva. Ou seja, de modo que o preço estipulado possa cobrir os gastos e proporcionar lucratividade para o negócio. Existem diversos fatores que devem ser levados em consideração, como por exemplo, o preço da concorrência e os objetivos da empresa. Além disso, é importante conhecer as diversas estratégias de precificação que podem ser utilizadas pela empresa. Veja com esse artigo algumas dicas de como fazer para precificar produtos e serviços para o seu negócio. Além de entender a importância de precificar produtos e serviços de forma adequada para garantir a saúde financeira da empresa. O que é e porque é importante precificar produtos e serviços De uma maneira simples, a ação de precificar produtos e serviços significa definir o preço de venda a ser adotado pela empresa nas atividades desenvolvidas. Nesse sentido, é uma das atividades mais importantes que fazem parte da gestão estratégica do negócio. Isto porque definir o preço de venda implica em considerar um valor que seja suficiente levando em conta os seguintes pontos: Cobrir os custos das atividades realizadas pela empresa; Ser capaz de gerar valor para os sócios; Levar em conta o preço da concorrência; Definir um valor que seja justo na percepção dos consumidores; Alcançar o seu o público-alvo e atender às suas necessidades; Estabelecer política de descontos a partir de uma margem mínima de segurança; Gerar lucratividade para o negócio. No processo de precificar produtos e serviços, a empresa deve levar em conta também o ponto de equilíbrio financeiro. Ou seja, o ponto em que as receitas cobrem todos os custos, o que significa dizer que a empresa não ganhou e nem perdeu. É a partir do ponto de equilíbrio financeiro que o negócio se torna sustentável e a empresa pode começar a lucrar efetivamente. Visto que a lucratividade corresponde aos recursos que sobram após pagar todas as obrigações. Neste sentido, é fundamental que a precificação seja desenvolvida de forma criteriosa e bem fundamentada nas informações do negócio. Pois, é nesse processo que a empresa define a percentagem de lucro a ser obtida na venda dos produtos ou serviços. Gomide Contabilidade Após essa introdução esperamos que tenha mais entendimento sobre a importância de precificar produtos e serviços. Se tiver interessado e quiser mais informações, estamos à sua disposição. Somos uma empresa especializada na prestação de serviços contábeis. Contudo, não somos apenas uma contabilidade. Temos a missão de fazer a sua empresa crescer a partir da contabilização e multiplicação de resultados com ética. A Gomide Contabilidade é um dos mais renomados e respeitados escritórios do DF, possuindo em sua carteira empresas de todos os portes, prestando serviços de forma eficiente, contando com colaboradores altamente especializados e motivados. Atendemos aos seguintes segmentos com especialistas capacitados para essa finalidade: Atacados e Indústrias; Prestadores de Serviços; Profissionais e empresas da saúde; Associações e entidades sem fins lucrativos. Acesse o nosso site e conheça um pouco mais sobre o que temos para oferecer para a sua empresa.
Entenda como funciona a Contabilidade para Atacados

A contabilidade para atacados é de uma importância crescente para as empresas do setor. Visto que tem uma ampla influência em todos os aspectos do negócio e contribui de forma efetiva na geração de resultados para o crescimento empresarial. Isto porque um dos principais objetivos da contabilidade é assegurar que as empresas obtenham uma gestão mais eficiente dos seus recursos. Ou seja, que possam obter a redução de custos e manter a conformidade legal, fiscal e trabalhista. Conheça com esse artigo como funciona a contabilidade para atacados, bem como o que a empresa ganha mantendo em dia os seus registros. Além disso, saiba como pode contribuir para o crescimento do negócio e favorecer os investimentos de capital. Conheça o comércio atacadista O comércio atacadista tem a especificidade de atuar com grandes quantidades e preços menores, tendo por objetivo a revenda de produtos para pessoas jurídicas. Desse modo, existem três tipos de comércio atacadista, que são: Comerciantes atacadistas Nesta modalidade, o atacadista compra grandes quantidades de produtos para revendê-los em lotes menores, obtendo uma margem de lucro. Apesar de não fabricar os produtos que comercializa, possui um amplo conhecimento sobre os mesmos e seu potencial de vendas. Agentes / Corretores Já nesta modalidade, os agentes / corretores são responsáveis por realizar as negociações para garantir que o atacadista obtenha o melhor preço possível. De fato, estes não possuem a mercadoria e recebem uma comissão pelas vendas que negociam. Vendas e distribuição para manufatura Esta modalidade funciona mais próxima do fabricante, pois são equipes de vendas que representam os fabricantes no lançamento de produtos no mercado de atacado. Tendo em vista a complexidade das atividades desenvolvidas pelo comércio atacadista, os serviços de assessoria contábil são imprescindíveis. Sem dúvida, estes podem garantir a assertividade das ações implementadas, bem como a conformidade fiscal e trabalhista. Principalmente por ser responsável por realizar a apuração de tributos e a geração de informações estratégicas para tomada de decisão gerencial. O que a empresa ganha com a contabilidade para atacados A contabilidade para atacados gera vários ganhos para a empresa, principalmente por otimizar o desenvolvimento dos processos internos e a lucratividade do negócio. Por isso, vamos destacar alguns aspectos que são essenciais e enfatizam a necessidade da contabilidade, bem como as vantagens que a empresa obtém, que são: 1º – Otimize a gestão estratégica com a contabilidade para atacados Um dos grandes benefícios que a contabilidade gera para o seu negócio é a geração de relatórios gerenciais com informações precisas e em tempo real. Por exemplo, a partir de uma das principais demonstrações contábeis, que é o balanço patrimonial. Com este relatório a empresa obtém informações essenciais para o negócio, tais como: Dados sobre o patrimônio da empresa; Valor dos estoques; Fornecedores a pagar; Clientes a receber, dentre outros. Além disso, permite desenvolver uma análise dos custos de produção com levantamento dos gastos com colaboradores e empresas terceirizadas. Sem dúvida,são informações importantes para aumentar a lucratividade da empresa de forma assertiva. 2º – Garanta o desempenho financeiro com a contabilidade para atacados A contabilidade para atacados melhora a saúde financeira da empresa de forma extremamente satisfatória. Visto que fornece informações confiáveis para a tomada de decisão, bem como reduz os custos tributários e financeiros do seu negócio. Sem dúvida, a contabilidade atua junto com a empresa para obter créditos com as melhores taxas de juros, bem como os investimentos ideais para o seu tipo de negócio. Já no que se refere à apuração dos tributos, a contabilidade realiza a apuração adequada dos mesmos. Desse modo, viabiliza que a empresa recolha os tributos devidos calculados de forma assertiva, além de evitar que pague impostos além dos valores corretos. Isto porque a área tributária é muito extensa e envolve: Diferentes regimes tributários; Aproveitamento de créditos; Isenções; Redução de alíquotas. Tendo isso em vista, fica fácil perceber a necessidade dos serviços contábeis para garantir a otimização dos processos e a obtenção de vantagens financeiras. 3º – Assertividade na escolha do regime tributário A escolha do regime tributário é uma das maiores responsabilidades da contabilidade para atacados, visto que define quais as normas tributárias serão aplicadas pela empresa. Para realizar a melhor escolha para a sua empresa é preciso levar em consideração as características do seu negócio. Muitas vezes as empresas adotam o Simples Nacional por este oferecer as menores alíquotas e reduzidas obrigações acessórias. Contudo, cabe à contabilidade desenvolver uma análise do seu negócio tendo em vista também os regimes do Lucro Real e Lucro Presumido. Uma vez que cada um apresenta características diferenciadas e proporcionam tanto vantagens quanto desvantagens. Uma análise criteriosa para escolha do regime tributário deve ter em vista os impactos que a forma de tributação gera para o negócio. Além disso, é preciso lembrar que uma vez escolhido o regime tributário, não pode ser alterado no decorrer do ano calendário em vigor. 4º – Mapeamento de informações e controle de documentos Cabe a contabilidade para atacados fazer o processo de transformação dos dados brutos em informações precisas, confiáveis e em tempo real para o seu negócio. Desse modo, garante a aplicação da técnica contábil adequada às necessidades da empresa. Com isso pode gerar relatórios com informações úteis e de fácil entendimento para permitir a tomada de decisão gerencial de forma estratégica para o crescimento do seu negócio. É importante salientar que além das informações, a contabilidade também garante a guarda dos documentos obrigatórios pela empresa de acordo com a legislação em vigor. Sem dúvida, isso é de extrema importância, pois evita o extravio de documentos, tais como: DANFE de notas fiscais; Documentos trabalhistas; Notas fiscais eletrônicas; Contratos e acordos, dentre outros. Portanto, é fácil perceber como a contabilidade para atacados é essencial para garantir o cumprimento das questões fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Além disso, oferece soluções específicas para os problemas da sua empresa. O que a contabilidade para atacados faz pelo seu negócio Saiba que a contabilidade para atacados exerce diversos serviços para o seu negócio, sendo que podemos destacar os seguintes: 1º – Abertura de
Abertura de empresas: entenda o passo a passo

Muitos empreendedores começam o seu próprio negócio e depois é que pensam na parte legal e burocrática da abertura de empresas. Sem dúvida, eles desconhecem o que deve ser feito e as formalidades que devem ser atendidas. Em muitos casos as pessoas acabam desistindo por falta de uma orientação adequada a respeito do processo legal de constituição de uma empresa. Aprenda com esse artigo como proceder para a abertura de empresas, bem como a quem recorrer para obter uma orientação assertiva. O que devo fazer para realizar a abertura de empresas Começar um novo negócio significa também iniciar legalmente uma nova empresa. Ou seja, além de estabelecer uma atividade principal é preciso dar atenção aos procedimentos de legalização do empreendimento. Neste sentido, algumas decisões são de extrema importância e estão relacionadas com os seguintes aspectos: Tipo de empresa a ser constituída; Documentação e procedimentos legais; Definição do regime tributário mais adequado; Porte da empresa, dentre outras. Tendo em vista todos esses pontos, vamos apresentar um passo a passo para direcionar as principais ações para a abertura de empresas: 1º – Contrate uma consultoria especializada em abertura de empresas A abertura de empresas é um processo relativamente simples para quem sabe como fazer e quais medidas devem ser adotadas. Isso porque são muitos detalhes legais e burocráticos a serem cumpridos que dependem da aplicação adequada da legislação empresarial. Nesse sentido, entram os aspectos da formalização jurídica e tributária do empreendimento. Além das questões burocráticas de registro da empresa, obtenção de alvarás e licenças de funcionamento. Um empreendedor pode conduzir esses processos por iniciativa própria. No entanto, corre o grande risco de cometer enganos e ter os processos devolvidos ou recusados. De fato, o que significa prejuízo e atraso na formalização legal do negócio. Tendo em vista todos esses aspectos, é aconselhável contratar uma consultoria contábil especializada em abertura de empresas. Pois, esta pode orientar a forma mais assertiva de tratar as questões de natureza jurídica, tributária, financeira e contábil. 2º – Determine a natureza jurídica para a abertura de empresas Saiba que definir a natureza jurídica de um empreendimento é de extrema importância. Uma vez que interfere na definição de pontos essenciais como as obrigações, direitos e benefícios que a empresa deverá atender. Neste sentido, a natureza jurídica de uma empresa determina como será a constituição da empresa em termos de: Número de sócios; Participação de cada um na empresa; Investimento inicial; Capital Social. Por isso, vamos apresentar as principais naturezas jurídicas mais empregadas atualmente. MEI – Microempreendedor Individual O Microempreendedor Individual (MEI) foi criado pelo governo federal objetivando regularizar a situação de profissionais autônomos. Neste sentido, é uma forma simples de abertura de empresas, que sofre alguns tipos de restrições. As atividades enquadradas como MEI são definidas e disponibilizadas em listagem para consulta. Além disso, não é permitido que atividades intelectuais e profissões regulamentadas se cadastrem como MEI. O faturamento anual do MEI pode chegar até a R$ 81 mil, sendo que quando ultrapassar esse montante precisa rever a sua natureza jurídica. Ao se cadastrar como MEI, o empreendedor recebe um CNPJ e passa a contribuir com o INSS. Na condição de MEI, não é permitido ao empreendedor ter sócios e nem contratar mais de um funcionário pela CLT. Além disso, é dispensado de nota fiscal para pessoa física, sendo que deve emitir apenas para operações com pessoa jurídica. Além disso, o MEI é dispensado de realizar a contratação de um contador, bem como fica impossibilitado de ser titular ou sócio de outra empresa. Em relação aos tributos, o MEI está enquadrado no Simples Nacional com menor recolhimento de impostos. Neste sentido, o pagamento dos tributos é feito através da Declaração de Arrecadação Simplificada (DAS), com o valor em torno de R$ 60. EI – Empresário Individual ou Empresa Individual Nesta modalidade, não é permitida a existência de sócios, bem como o empreendedor não pode separar o patrimônio pessoal do empresarial. Além disso, não existe uma exigência de investimento inicial para formar o capital social. De fato, esta modalidade pode ser adotada em qualquer atividade dos ramos industriais, comerciais e prestação de serviços. Desse modo, a única exceção são os profissionais intelectuais que não podem ser incluídos nesta natureza jurídica. Além disso, não existe nenhuma limitação para o número de colaboradores, mas conta com algumas exigências fiscais obrigatórias. EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada Também nesta modalidade não existe a presença do sócio, sendo o empreendedor o único responsável pela empresa. De fato, tem a vantagem de separar o patrimônio pessoal do empresarial. Além disso, o investimento inicial é alto, em torno de 100 salários mínimos. Esta modalidade deve seguir as regras das sociedades limitadas e, por isso, os atos societários devem ser apresentados na Junta Comercial. Assim como todos os procedimentos para abertura de empresas devem ser realizados neste órgão. LTDA – Sociedade Simples Limitada Esta modalidade é mais utilizada como empresa prestadora de serviços, sendo constituída por dois ou mais sócios do mesmo ramo. Atualmente, é utilizada por profissionais intelectuais e cooperativas de dentistas, médicos, contadores e advogados, dentre outros. Além disso, existe a separação do patrimônio pessoal do empresarial e, por isso, oferece uma proteção para os bens dos proprietários em caso de dívidas da empresa. SLU – Sociedade Limitada Unipessoal Nesta modalidade, existe uma combinação de características dos outros tipos de naturezas jurídicas para abertura de empresas. Assim, será constituída da seguinte forma: Não é necessário que tenha sócios, tal como a EIRELI; Aceita um pequeno investimento inicial para capital social, tal como o EI; Estabelece a separação do patrimônio pessoal do empresarial, tal como a Ltda. SA – Sociedade Anônima Nesta modalidade, são considerados os acionistas e o capital é dividido em ações, sendo um tipo de natureza jurídica mais utilizado pelas grandes empresas. Além disso, uma SA pode ser de capital aberto com as ações negociadas na bolsa de valores. Ou de capital fechado, em que as ações são negociadas entre acionistas, sócios ou ainda convidados. 3º – Identifique suas atividades com
Tudo sobre o Compliance Tributário

O conceito de Compliance Tributário está adquirindo uma importância crescente no ambiente empresarial. De fato, o termo compliance tem a sua origem no inglês e está sendo compreendido como “agir de acordo com a regra”. Nesse sentido, no âmbito dos negócios significa a obrigação de estar em conformidade com o cumprimento de leis e regulamentos internos e externos. Desse modo, é fácil perceber como tem uma grande relevância para o desenvolvimento das atividades empresariais. Entenda com esse artigo o que é Compliance Tributário, bem como a sua grande relevância para a gestão empresarial em todas as áreas. Principalmente nos aspectos tributários e fiscais. O que é e para serve o Compliance Tributário De uma maneira simples, Compliance Tributário deve ser entendido como um conjunto de medidas para garantir a conformidade dos procedimentos fiscais. Ou seja, que o pagamento de tributos e a disponibilização de documentos ao fisco estejam de acordo com a legislação. Neste sentido, pode ser tido como uma verificação detalhada das informações fiscais da empresa, identificando possíveis erros e incoerências. De fato, é uma oportunidade para a empresa certificar-se da conformidade dos processos e evitar multas por irregularidades. O objetivo de um programa de Compliance Tributário consiste em avaliar e organizar os processos tributários da empresa de modo a garantir que estão de acordo com as normas. Como também o mercado está percebendo de forma positiva as empresas que adotam esse programa de conformidade legal. Principalmente porque um programa dessa natureza oferece para as empresas soluções que otimizam o cumprimento das obrigações tributárias. Segundo dados divulgados pelo Banco Mundial, do estudo intitulado Doing Business, as empresas brasileiras para conseguirem realizar a apuração e pagamento de impostos gastam em média 2600 horas por ano. Ou seja, dez vezes mais do que a média mundial. A partir destes dados é possível constatar a real complexidade do cenário fiscal e tributário do país. Ou seja, evidencia a necessidade das empresas voltarem a sua atenção para implementação do Compliance Tributário. Conheça os pilares do Compliance Tributário Para a implementação de um programa de Compliance Tributário, a empresa deve conhecer os pilares que fundamentam este programa, que são: Comprometimento Neste pilar, entra o aspecto de ser estabelecido um alinhamento estratégico das políticas da empresa e o Compliance. Ou seja, é preciso gerar um equilíbrio entre as demandas tributárias da empresa e o propósito do seu negócio e gestão organizacional. Implementação Este pilar cuida de formar e envolver a equipe para desenvolver o programa de compliance. Portanto, as responsabilidades devem ser distribuídas bem como as metas designadas. Monitoramento e medição Este pilar cuida de avaliar os resultados que estão sendo obtidos a partir da estruturação do programa de Compliance Tributário. Melhoria contínua Neste último pilar, ocorre um processo de avaliação detalhada de todo o programa para verificar como evoluiu e o que precisa ser melhorado. De fato, o objetivo é garantir a continuidade do programa de forma assertiva e próspera. A partir desses pilares são estabelecidos os princípios fundamentais que vão nortear todo o desenvolvimento de um programa. Além disso, orienta para a definição de objetivos e metas e escolha de ações estratégicas a serem implementadas. Entenda os benefícios advindos do Compliance Tributário O programa de Compliance Tributário gera muitos benefícios para uma empresa, que são: 1º – Acompanhamento das obrigações a serem cumpridas e seus respectivos prazos; 2º – Estabelece uma forma adequada de armazenar os documentos para comprovação; 3º – Preenchimento da nota fiscal de acordo como as normas tributárias; 4º – Emissão automatizada de guias para o recolhimento de tributos; 5º – Realiza auditoria para identificar possíveis erros e incoerências; 6º – Menor possibilidade de incidência de penalidades fiscais; 7º – Otimização dos processos internos da empresa; 8º – Facilidade de acesso para as informações fiscais; 9º – Diminuição de custos relacionados com os tributos; 10º – Desenvolvimento de uma imagem positiva no mercado. Tendo em vista esses benefícios, fica fácil observar que um programa dessa natureza gera vantagens para a empresa que estão além das questões tributárias. O que faz o Compliance Tributário em uma empresa Para atender ao objetivo de manter a conformidade com a legislação tributária, o Compliance Tributário de uma empresa realiza uma série de tarefas, tais como: 1ª – É responsável por elaborar a memória de cálculo de todos os tributos; 2º – Fica incumbido da emissão de notas fiscais e demais documentos fiscais; 3º – Deve realizar os registros contábeis nos livros correspondentes; 4º – Gerenciar o vencimento dos tributos e seu devido pagamento; 5º – Estar atualizado para uma gestão tributária eficiente e esclarecer possíveis dúvidas sobre a questão tributária na empresa; 6º – Manter o controle dos créditos tributários em Pedidos de Restituição e Declarações de Compensação; 7º – Desenvolver um controle das obrigações principais e acessórias a serem apresentadas; 8º – Manter o padrão das informações exigido pelo Fisco, verificando se as informações estão completas ou consistentes; 9° – Proceder ao armazenamento dos arquivos digitais. Desse modo, fica fácil perceber a amplitude e importância da atuação desse programa no contexto empresarial, promovendo a conformidade de toda a empresa. Como implementar o Compliance Tributário na organização É importante salientar que para colocar em prática um programa de Compliance Tributário é preciso desenvolver algumas ações que estejam de acordo com: Cenário atual da empresa; Necessidades do mercado; Regime tributário adotado pela empresa; Declarações que precisa dar encaminhamento. Neste sentido, vamos apresentar alguns passos que são importantes para direcionar esse processo de implantação, que são: 1º – Alinhamento da gestão empresarial com a iniciativa do Compliance Tributário Este ponto é fundamental uma vez que toda a credibilidade do programa depende do aval e participação da administração da empresa. Principalmente porque vai implicar também em uma mudança de cultura da organização, que deve ser iniciada pela alta direção. Tendo em vista o alinhamento da gestão, torna-se necessário estabelecer objetivos que sejam consistentes com as prioridades organizacionais. Além de serem objetivos que estejam valorizando a qualidade das informações e a eficiência dos processos. Por exemplo, podem
Atacadistas lutam por prorrogação de incentivos

Atacadistas e de distribuidores defenderam nesta quarta-feira (23), na Câmara dos Deputados, a prorrogação de incentivos do ICMS, que atualmente têm previsão de acabar no fim de 2022. A Comissão de Finanças e Tributação, que promoveu audiência pública sobre o tema, adiou a votação do Projeto de Lei Complementar 5/21, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que estende os benefícios do ICMS por mais dez anos, até 2032. O coordenador do Fórum Interestadual de Debates do Setor Atacadistas Distribuidor, José Damasceno Sampaio, afirmou que o projeto trará segurança jurídica para o comércio na fase de transição da reforma tributária. Sampaio teme a quebra do setor atacadistas e de pequenos pontos de venda. “Sem a proposta, haverá desemprego e falta de produtos de primeira necessidade”, previu. No entanto, economistas alertaram que os benefícios podem diminuir a produtividade nacional, ao aumentar os custos de logística, e até mesmo prejudicar estados mais pobres. Os benefícios fiscais de ICMS somam R$ 60 bilhões por ano. Desigualdade e caminhões O relator do PLP 5/21, deputado Da Vitoria (Cidadania-ES), defendeu a aprovação da proposta por acreditar que as regras de transição para acabar com os incentivos fiscais do comércio deveriam ser as mesmas da indústria, que contou com prazo de 15 anos na Lei Complementar 160/2017. “Às vezes os atacadistas têm mais investimento e geram mais emprego do que a indústria. Neste momento, não podemos fazer ruptura dos incentivos. O País é desigual e temos passivo para acertar”, argumentou. O deputado Heitor Freire (PSL-CE) acrescentou que o comércio foi prejudicado pelas medidas de isolamento necessárias para conter a disseminação do novo coronavírus. “Se os incentivos fiscais não forem prorrogados, o comércio vai fechar e os preços vão subir. Quem vai pagar a conta é o consumidor final. Os estados estão ansiosos para acabar com os incentivos para tributar mais.” Heitor Freire afirmou que o PLP 5/21 corrige injustiças enquanto a reforma tributária não é aprovada pelo Congresso. “O que queremos é a reforma tributária. O sistema fiscal é muito complexo. Até mesmo auditores e tributaristas não se entendem, imagine o pobre do empreendedor”, disse. Já o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) avalia que os incentivos tributários não beneficiam os consumidores por causa do aumento dos custos de logística e do tempo de distribuição. “Às vezes produtos vão de São Paulo para Minas e para a Bahia, para em seguida voltar para o consumidor que continua em São Paulo”, observou. “Geramos trânsito de caminhões para correr atrás de incentivos, e não atrás de clientes.” Alexis Fonteyne também justifica o prazo maior de 15 anos para redução dos incentivos para indústria. “Os investimentos para a indústria são maiores do que nos centros de distribuição. A indústria precisa de maquinário e emprega muito mais gente.” O deputado Enio Verri (PT-PR) afirmou que os incentivos fiscais prejudicam o País. “Este tipo de política favorece a circulação de caminhões e de notas fiscais sem estarem acompanhadas dos produtos. Guerra fiscal não traz redução de desigualdade regional”, contrapôs. Quebra dos atacadistas José Damasceno Sampaio, representante dos distribuidores, disse que os atacadistas oferecem contrapartidas que são controladas pelos estados em termos de acordo. “A empresa deve comprovar capacidade financeira e apresentar aumento real do recolhimento do ICMS a cada ano. Deve comprovar que houve geração de emprego e não pode ter débito ou dívida ativa no estado para usufruir do benefício”, apontou. O conselheiro da Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial-Brasil), Carlos Luciano, lembrou que os efeitos da pandemia foram devastadores para o comércio. “Acabar com incentivos no fim do próximo ano seria crítico para estas atividades, em especial no Centro-Oeste, no Norte, no Nordeste e em estados como o Espírito Santo”, alertou. Carlos Luciano defendeu especialmente os polos regionais de comércio eletrônico em estados com menor desenvolvimento industrial. “A alternativa dos fundos para equalizar investimentos regionais não proporciona segurança jurídica. Vão condenar estados menos desenvolvidos a continuar subdesenvolvidos”, reclamou. “Queremos continuar a investir no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Estas regiões merecem um lugar ao sol”, disse. Produtividade O diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), Bernard Appy, alertou que o PLP 5/21 não vem acompanhado de estimativa de impacto financeiro e deveria trazer medidas compensatórias para perda de arrecadação da União. Ele afirmou que, com os benefícios do ICMS, montam-se centros de distribuição em localidades onde o custo econômico da distribuição é maior. “Isso tem lógica do ponto de vista da empresa, mas não do País. A gente está usando mais caminhão, mais caminhoneiro, mais combustível, mais estrada, para levar o produto para o mesmo consumidor final”, disse. “Com a perda de produtividade, o Brasil produz menos do que poderia. Manter empregos improdutivos é um erro.” Bernard Appy afirmou que as políticas atuais servem para que estados roubem empresas que, por vocação, iriam para outros estados. “São Paulo dá benefício para frigorífico. Sem o benefício, os frigoríficos estariam nos estados do Centro-Oeste, onde estão os bois. É provável que um frigorífico no Centro-Oeste gere mais emprego do que um centro de distribuição”, avaliou. O economista Sérgio Gobetti lembrou que 45% dos benefícios fiscais estão concentrados nos seis estados mais desenvolvidos do País: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ele ainda afirmou que o aumento dos benefícios do ICMS, durante a guerra fiscal dos anos 1990, foi compensado pelo aumento de tributação sobre gasolina, energia e comunicações. Outro efeito foi que os benefícios favorecem na maior parte a importação, onerando as exportações e o produto nacional. “Fala-se que gera emprego, mas quantos empregos brasileiros produtivos foram destruídos por estes poucos empregos que foram gerados na venda de produtos importados sem impostos?”, questionou. Sérgio Gobetti reclamou da falta de estabilidade nas regras de transição dos incentivos fiscais. “Aprovamos a regra em 2017 e estamos em 2021 tentando mudar as regras do jogo novamente. É um absurdo que se pense em políticas públicas dessa forma.” Nós da Gomide contabilidade acumulamos a experiência de longa data, auxiliando empresas de diversos segmentos a encontrar o melhor regime tributário. Conte
Congresso prorroga vigência da MP nº 1045 de 2021

O Ato do Presidente da Mesa do Congresso Nacional CN Nº 41 DE 15/06/2021 prorrogou a Medida Provisória nº 1.045, de 27 de abril de 2021, publicada no Diário Oficial da União no dia 28, do mesmo mês e ano, que “Institui o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Rend. As medidas complementares para o enfrentamento das consequências da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (covid-19) no âmbito das relações de trabalho”, tem sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias. Na prática, as empresas podem continuar concedendo o benefício emergencial nas hipóteses de redução de jornada e salário e suspensão temporária do contrato de trabalho. A Medida Provisória prorrogada pelo congresso é aplicável para todos os contratos de trabalho, inclusive o doméstico. A redução de jornada e salário só pode vigorar enquanto o trabalhador estiver prestando efetivos serviços, ou seja, não vale para períodos de férias e não altera o valor de eventual rescisão de contrato. Nesses casos, será necessário, antes, retornar o salário e a jornada para os valores normais e, só então, programar férias ou informar o desligamento. Para isso, refaça os passos da alteração contratual descritos, informando os valores anteriores ao do período da redução. Se houver necessidade de retorno ao trabalho ou demissão antes do término do período informado para recebimento do Benefício Emergencial, o empregador deverá se atentar também para registrar o procedimento específico no site do MTE. Fonte: Governo Federal A Gomide Contabilidade acumula experiência de longa data, auxiliando empresas de diversos segmentos a regularizarem suas dívidas. Conte com a nossa perícia para tratar deste assunto! Clique no ícone do WhatsApp no canto inferior direito e fale com o nosso atendimento.
Incentivos fiscais para atacadistas no DF

Ao considerar o cenário atual de crescimento e incentivo, abrir uma empresa atacadista no Distrito Federal não é apenas uma boa ideia — é uma estratégia com alto potencial de retorno. Embora muitos empreendedores se concentrem apenas no plano de negócios e no produto, poucos exploram o poder dos incentivos fiscais disponíveis na região, que podem fazer a diferença entre estagnar e expandir. Além disso, segundo levantamento da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad) em parceria com a Nielsen, o setor atacadista cresceu 12,5% em 2020, atingindo um faturamento de R$ 6,5 bilhões apenas no DF. Ou seja, trata-se de um ambiente com demanda ativa, incentivos estruturais e espaço para novos empreendimentos, desde que estes sejam bem planejados e orientados por especialistas contábeis que conhecem a legislação local em profundidade. O que torna o DF atrativo para o atacado? A localização geográfica privilegiada, o acesso logístico facilitado às regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, e a presença massiva de contratos com órgãos públicos tornam o DF um dos melhores polos para negócios B2B no país. No entanto, para aproveitar todas as vantagens disponíveis, é essencial entender e utilizar corretamente os benefícios tributários locais. E é exatamente nesse ponto que a expertise contábil especializada em incentivos fiscais se torna decisiva. A Lei nº 5.005/2012 e o diferencial tributário para atacadistas no DF Ao contrário de outras unidades federativas, o Distrito Federal possui uma norma tributária exclusiva que beneficia diretamente o setor atacadista. Estamos falando da Lei Complementar nº 5.005/2012, que institui condições e procedimentos especiais de apuração do ICMS para empresas industriais, distribuidoras e, sobretudo, atacadistas optantes por esse regime específico. Portanto, compreender essa legislação é essencial para qualquer empresário que deseja iniciar — ou otimizar — operações de atacado na capital do país. Mas afinal, o que essa lei oferece de vantagem real? A principal vantagem é a redução efetiva da carga tributária nas operações internas, o que gera ganhos significativos de competitividade, especialmente em mercados com margens apertadas. De forma prática, veja como funciona a estrutura do regime especial de ICMS previsto pela Lei 5.005/2012: Vendas internas (DF para DF): débito de 12% contra crédito integral de 12%, independentemente da origem da mercadoria; Vendas interestaduais: débito de 12% contra crédito limitado a 7%, respeitando a origem e destino da operação. Assim, ao aderir corretamente ao regime, sua empresa consegue neutralizar o impacto do ICMS em boa parte das operações, gerando previsibilidade de caixa, segurança tributária e margem operacional mais saudável. Por que é essencial contar com assessoria contábil especializada? Embora os benefícios sejam claros, a aderência ao regime da Lei nº 5.005/2012 exige cumprimento rigoroso de requisitos técnicos, fiscais e documentais. Empresas que deixam de cumprir algum critério — mesmo que por falha operacional — podem ser excluídas do benefício, o que representa perda de competitividade imediata e risco de autuações retroativas. Por isso, a Gomide Contabilidade, com mais de 50 anos de atuação em Brasília e profundo conhecimento da legislação local, atua diretamente no processo de adesão, manutenção e auditoria de conformidade para empresas atacadistas. Nosso trabalho envolve: Análise de viabilidade tributária para adesão à Lei nº 5.005/2012; Estruturação contábil e fiscal para cumprir os requisitos legais; Monitoramento mensal das operações para garantir aderência ao regime; Assessoria em decisões estratégicas ligadas à precificação e margem tributária; Representação junto à SEF/DF em questões regulatórias. Quais setores se beneficiam mais desse modelo? Embora o foco principal sejam os atacadistas de produtos industrializados, o regime também pode ser vantajoso para: Distribuidores com alto volume de vendas internas; Indústrias que mantêm operações híbridas com foco regional; Empresas que buscam substituir o Lucro Real ou Presumido por modelos mais eficientes quando cruzados com a Lei 5.005/2012. Contudo, como cada caso possui características fiscais específicas, é indispensável realizar uma simulação técnica personalizada, o que a Gomide Contabilidade oferece de forma prática e segura. Conclusão: quem entende o ICMS no DF sai na frente A abertura de uma empresa atacadista no Distrito Federal, quando acompanhada por uma consultoria contábil que domina os regimes especiais locais, representa uma decisão estratégica com alto retorno tributário, fiscal e logístico. Por isso, se você está planejando empreender nesse setor — ou mesmo expandir sua operação atual —, entender a Lei nº 5.005/2012 e suas implicações práticas pode ser o diferencial entre crescer com eficiência ou pagar impostos desnecessários. Quer garantir o melhor enquadramento fiscal para sua empresa atacadista? A Gomide Contabilidade pode te ajudar a: Reduzir carga tributária legalmente; Estruturar sua empresa com segurança jurídica; Aproveitar 100% dos incentivos fiscais disponíveis no DF. Fale com um de nossos especialistas e receba um diagnóstico completo sobre a viabilidade da sua empresa no regime especial da Lei nº 5.005/2012. Temos um plano adequado para a sua empresa.