O que você precisa saber antes de contratar uma contabilidade

Conte com a experiência cinquentenária da Gomide Contabilidade para cuidar do seu patrimônio Você já parou para pensar na importância de ter um escritório de contabilidade adequado ao seu negócio? Ou ainda acha que todos os escritórios são iguais? Pois saiba que não são e que, tão fundamental quanto uma boa equipe de colaboradores, a contabilidade é um dos pilares de uma gestão eficiente, estratégica e orientada a resultados. Uma análise contábil fidedigna, como a realizada pela Gomide Contabilidade, minimiza drasticamente os riscos fiscais de uma empresa e mantém a saúde financeira da organização. Dessa forma, é preciso ter em mente que existem muitos escritórios de contabilidade e que cada um tem um ramo de atendimento específico. Logo, o ideal é identificar quais são as reais necessidades da sua empresa e, a partir desta análise, buscar o tipo de escritório que mais se adéqua as demandas. Para facilitar, abaixo elencamos os cinco principais aspectos que você precisa considerar quando for contratar um escritório de contabilidade. Mas, se quiser conhecer os nossos serviços, faça uma consultoria pelo telefone (61) 3561-2449. 1) Escolha um escritório de contabilidade em Brasília especializado no segmento do seu negócio Alguns escritórios são especializados em trabalhar com grandes empresas, como é o caso dos que atendem supermercados, indústrias e atacados (a Gomide Contabilidade por exemplo é especializada nesse ramo). Outros, por sua vez, atendem a diversos tipos de clientes e têm uma cartela de abrangência bem variada. Neste aspecto, quanto mais especializado em uma determinada área o escritório contábil for, maiores são as chances dele oferecer soluções e medidas eficazes. As leis se aplicam a todos, mas podem variar de acordo com cada tipo de empresa ou negócio. Por isso, ter um escritório de contabilidade em Brasília especializado no nicho do seu negócio é tão importante. Mais do que um serviço contábil, o escritório de contabilidade precisa ter um grupo de profissionais atualizados e qualificados, para que possam agregar valor ao serviço, minimizar riscos, maximizar resultados e sugerir as melhores práticas e regimes tributários. Como cada empresa tem suas próprias características e necessidades, um bom escritório de contabilidade em Brasília deve oferecer suporte e condições para que haja crescimento dentro do mercado. Além de, é claro, ter domínio dos tributos e leis. Lembre-se: a falta de domínio poderá representar um custo desnecessário ao empreendimento. Ao encontrar um escritório compatível com suas necessidade, consulte o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) para saber se o escritório em questão é regulamentado. Consulte aqui. 2) Quais são os serviços prestados por um escritório de contabilidade Seja no Distrito Federal ou em qualquer outro lugar do Brasil, os escritórios de contabilidade oferecem serviços que podem ser divididos em quatro departamentos padrões, a saber: Contábil: mensura o patrimônio e os resultados das empresas, gera informações, dados e planilhas para auxiliar o empresário na gestão. Esses serviços também podem contribuir como base para estudo de novas estratégias e aquisições para a empresa. Departamento pessoal: área responsável por grande parte dos serviços relacionados aos funcionários e colaboradores. por exemplo: cálculo da folha de pagamento, rescisões trabalhistas, encargos sociais, férias e 13º terceiro, lançamento das guias de tributos e declarações sociais. Fiscal: os cálculos de impostos e contribuições sociais são feitos por este departamento, incluindo todas as declarações e exigências fiscais dos mais diversos órgãos nacionais. Societário: alterações contratuais, emissões de alvará, abertura de filial, certificação digital, licitações e aumento de capital são alguns dos exemplos dos serviços prestados dentro deste departamento. Inclusive, ao procurar por um escritório de contabilidade em Brasília, é provável que um profissional do departamento societário faça o primeiro atendimento, pois essa área é a mais apta para responder dúvidas, oferecer suporte e orientação nos processos contábeis de uma empresa. 3) Como funciona um escritório de contabilidade em Brasília Seja o escritório de contabilidade físico ou virtual, temos um funcionamento muito similar entre eles. A maior diferença é que, no caso da firma virtual, absolutamente todas as tarefas são feitas por meio de uma plataforma online. Já os escritórios físicos têm sede e podem trabalhar também no ambiente online, mas geralmente fazem contato pessoal com seus clientes. Embora esta situação tenha mudado drasticamente durante a pandemia de covid-19. Ter um escritório de contabilidade em Brasília envolve diversos tipos de obrigações. De modo geral, os escritórios de contabilidade são encarregados de realizar: análises financeiras; balanços; demonstrar resultados; e fazer controle de caixa apontando lucros e prejuízos de seus clientes. Além dessas tarefas, o contador também é responsável pelas obrigações acessórias (DIPJ, DASN, DCTF, PIA entre outras) de cada empresa. Isto é, fica de responsabilidade aos escritórios contábeis, toda a parte que é imprescindível para o funcionamento eficaz da sua empresa. 4) Qual é o preço de um escritório de contabilidade em Brasília Os preços praticados pelos escritórios de contabilidade em Brasília são variáveis. Na Gomide Contabilidade, por exemplo, prezamos muito mais pela excelência do trabalho do que pela quantidade. Por essa razão, não tabelamos os valores, pois consideramos o relacionamento com cada cliente. O valor final vai sempre depender do tipo de serviço prestado e do porte da empresa. Para ter uma boa base de comparação o indicado é fazer orçamentos em, pelo menos, três locais diferentes e, ao fazer essa análise, é bom ter em mente que a contratação de um escritório é um vínculo empresarial de confiança e que deverá ser duradouro. Assim, observe durante a procura os locais com preços muito abaixo do regularmente praticado. Dessa forma, optar pelo menor preço nem sempre é sinônimo de economia. Se tratando de negócios, um escritório contábil “mais barato” pode ser sinônimo de prejuízo e ruína para uma empresa ou instituição. 5) Qual é o escritório de contabilidade ideal Após levar em consideração todos os aspectos mencionados até aqui, a procura por um escritório de contabilidade em Brasília vai ficar muito mais fácil, não é mesmo? Ah! Na hora de bater o martelo, fique de olho também no atendimento: veja como o escritório pretende estabelecer comunicação com a sua empresa e se há
Dicas na Abertura de negócio digital em Brasília

Com o crescimento, aprimoramento e a popularização de novas tecnologias abrir um negócio digital ficou mais fácil. Apesar de alguns custos terem caído, o planejamento, a pesquisa e análise do mercado ainda são pontos essenciais para criar uma empresa e, muitas vezes, essas tarefas são esquecidas pelos empreendedores. Se por alguns instantes você pensou “montar um negócio online é muito complexo”, vamos te mostrar que essa é apenas uma crença limitante que restringe as suas ações. Dessa forma iniciamos as dicas sendo o primeiro passo é mudar o seu mindset e acreditar que é realmente possível desenvolver e ganhar dinheiro com essa nova empreitada. Existem vários bons motivos para você decidir montar seu negócio digital. Entre eles podemos citar: Flexibilidade de horário; Possibilidade de ganho de escala; Baixo custo de investimento; A seguir listamos algumas dicas Tenha um objetivo Logo ao decidir montar um negócio digital tenha em mente onde quer chegar, em quanto tempo e principalmente o escopo do negócio. Dessa forma, você poderá tomar decisões mais assertivas que o façam chegar no destino planejado. Essa é uma daquelas dicas válidas tanto para negócios quanto para a vida como um todo! Aprenda com os grandes playes do mercado Nessa fase inicial de indecisão é interessante ver como os grandes negócios digitais atuam. Essa é uma forma de aprender com quem já atua no mercado e pode oferecer informações valiosas para quem está começando diminuindo assim as possibilidades de falhas e enganos. Conheça o mercado Diretamente relacionado com o tópico anterior, conhecer o mercado significa entender em qual terreno está entrando, uma vez que o mercado digital está em constante expansão nos últimos anos. Apesar de existir espaço para todos, pois cada um possui um diferencial e público-alvo diferenciado, é sempre bom entender como é a concorrência para analisar como eles chegaram nos resultados que hoje possuem. Afinal, todo mundo começa do zero! Desenvolva um upsell e um dowsell Upsell É um termo em inglês que não tem uma tradução literal para o português, mas que podemos definir como “vender a mais”. Essa é uma estratégia de vendas que tem como foco melhorar a experiência do comprador com a sua marca, produto ou serviço, e ainda aumentar suas vendas. Basicamente, um upsell consiste em melhorar a compra inicial do seu cliente. É como se você criasse uma oportunidade para a pessoa adquirir um item mais completo do que aquele que ela já tinha escolhido. Por exemplo: Imagine que você está no supermercado e precisa comprar sabão em pó. Primeiro, você vê um pacote de 1 quilo que custa 12 reais e decide levá-lo. Porém, depois o vendedor te oferece um pacote de 2 quilos que custa 18 reais. Dowssel como o próprio nome indica, down-sell é a redução da proposta de serviço ou a redução do valor e qualidade do produto. Mas você se pergunta, porquê fazer isso? Porque em casos extremos em que o seu cliente está desistindo da compra ou do serviço por entender que o custo está acima do que ele pode pagar. Muitas empresas agem dessa forma, quando você tenta cancelar um plano mensal de celular, internet e Tv a cabo por exemplo. As empresas sempre acabam te oferecendo no último momento uma saída vantajosa e que quase sempre nos convence a permanecer como clientes. Crie um Infoprodutos Uma outra maneira de ser um empreendedor digital é trabalhando com infoprodutos. que são materiais no estilo e-book, infográficos e até videoaulas e servem para educar um mercado sobre um assunto especifico. A internet, hoje em dia, e uma das principais fontes de pesquisas. Por isso, sempre alguém está procurando como aprender algo. Se você é especialista em algum assunto pode ser a excelente maneira de começar a lucra com o seu conhecimento. Tenha um bom planejamento Visto que, de acordo com uma pesquisa da Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro empresas desse tipo fecham as portas logo depois de começar as atividades, ter um bom planejamento é requisito fundamental para abrir uma empresa digital. Esse plano deve incluir as diferentes possibilidades de busca de recursos e a definição das necessidades de capital e das metas do empreendimento. Tudo isso levando em consideração o valor dos tributos, a folha de pagamento, os pró-labores e as despesas fixas e variáveis da empresa. Por essa razão, é imprescindível contar com um profissional da contabilidade que ajude a manter as finanças em dia e auxilie na avaliação de possíveis investimentos que façam o negócio crescer. Essas são algumas dicas e tão importante quanto colocar a ideia em prática é analisar as ações para ver se estão gerando o resultado esperado. Afinal, você está investindo o seu dinheiro nesse empreendimento. Caso tenha alguma dúvida relacionado a abertura da sua empresa digital entre em contato conosco.
A importância do controle financeiro para clínica odontológica

O controle financeiro para consultório e clínica odontológica é uma das tarefas mais importantes para o gestor, exigindo conhecimento por parte do empresário para que o negócio possa ter lucratividade suficiente para os pagamentos de todas as contas e novos investimentos. Engana-se quem pensa que para o controle financeiro basta conferir apenas o saldo de caixa, constatando que o negócio está oferecendo resultados. Seja um pequeno consultório ou uma clínica odontológica de grande porte, o movimento financeiro é de suma importância para garantir a boa gestão da empresa. Com um controle financeiro efetivo, é possível planejar novos investimentos e oferecer novos serviços que permitam maior fluxo de clientes e, consequentemente, maior produtividade. Para um dentista empreendedor administrar sua clínica ou consultório com tranquilidade é necessário conseguir equilibrar todas as suas tarefas do dia-dia, e isso é praticamente impossível quando existe tantas questões administrativas financeiras e pacientes a serem atendidos. Esse talvez seja o seu principal desafio: administrar o seu tempo e ainda se preocupar com o que é gasto e o que é recebido. Pode até parece difícil, mas não é uma tarefa impossível. A seguir os principais erros na administração financeira da sua clínica odontológica: Misturar contas pessoais com a empresa Em um consultório ou clínica, onde o gestor é o principal profissional, misturar as contas pessoais com as contas do negócio é um erro. O ponto essencial é entender que a empresa é uma coisa e o empresário é outra. É preciso possuir suas contas pessoais e mantê-las de forma independente. Uma boa estratégia para manter o controle é estabelecer um valor de retirada, que seja suficiente para pagar as contas pessoais, colocando essa retirada como uma despesa para a empresa para a sua clínica odontológica e seu consultório ter sucesso. Com o acompanhamento contínuo e efetivo é possível identificar falhas de processo ou dividas entrando em ação antes que o problema se torne grave ou irrevogável. Como são muitos os caminhos de saída, torna-se inviável acompanhá-los de forma manual. Ou seja, a sistematização do processo é a forma mais eficiente de conciliar informações de forma macro e detalhada os indicadores financeiros. Não registrar todas as operações realizadas O registro de operações ajuda a manter o controle sobre a companhia. Somente assim será possível saber se o departamento de compras precisa adquirir mais unidades de determinado produto, o quanto de dinheiro entrou no caixa, o quanto saiu para pagar contas, quantos clientes foram atendidos, qual foi o volume de operações em determinado dia, mês ou ano e etc. Não atualizar o fluxo de caixa O fluxo de caixa contém o registro de todas as transações financeiras realizadas na clínica, como contas a pagar e a receber. Por isso, é extremamente importante que o dentista o mantenha atualizado. Com um fluxo de caixa atualizado é possível verificar se a clínica está sendo rentável. Caso você esteja obtendo prejuízos é o momento de traçar novas metas e fazer um plano de ação. Nenhum negócio sobrevive baseado em perdas! Se você possui dificuldades em lidar com as contas, opte por um software de gestão ele fará todos os cálculos necessários e lhe mostrará qual o lucro ou o prejuízo da sua clínica. Além disso, é mais fácil atualizar os dados nesse sistema. Não estabelecer um valor fixo de pró-labore Defina um valor fixo de pró-labore para cada um dos sócios, inclusive para você. Esse valor pode ser igual para todos ou proporcional ao capital que cada um aplicou na abertura da empresa. Monitorar essa remuneração evita distorções na companhia e brigas entre os sócios. Não fazer um demonstrativo de resultados Um bom demonstrativo consegue fornecer aos sócios um diagnóstico completo dos processos da companhia, incluindo os custos e as receitas além de indicar se a empresa é lucrativa, o demonstrativo te ajuda a entender o porquê. Sem uma análise correta do planejamento financeiro fica difícil prosperar. Ou seja ter um sistema de gestão financeira é essencial para garantir os lucros! Um dos principais profissionais que pode auxiliar a gestão financeira da sua clínica é o contador, profissional que orienta sobre todas as dúvidas financeiras-administrativas da empresa, sendo ele o responsável pela legalização do estabelecimento junto aos órgãos de fiscalização e controle, além de direcionar questões tributárias, trabalhistas e fiscais. Precisando de ajuda entre em contato conosco.
Tire sua ideia do papel: Como abrir sua empresa

Tomou a decisão de abrir a sua própria empresa ? Montamos este guia com informações do que você precisa saber sobre como abrir uma empresa. Vamos então para um passo a passo para tirar as ideias do papel : Indique seu Contador Primeiro passo é procurar um contador para te ajudar durante toda a jornada de abertura da sua nova empresa. Quanto custa abrir uma empresa? Segundo uma pesquisa realizada pela Firjan, o custo médio de abertura de uma empresa é de R$ 1.038, podendo variar em até 274% entre os diferentes municípios do país. Todavia, há despesas indiretas que pesam no bolso do empresário podendo citar o aluguel, reforma do ponto comercial e honorários do contador, que são suportados pelo empresário antes mesmo antes de iniciar suas atividades. Registrar Empresa: Documentos Necessários A formalização do seu negócio é o primeiro passo para o início das suas atividades empresariais, mas você precisa ficar atento para realizar corretamente todas as inscrições, licenças e alvarás necessários. Mesmo após ter em mãos o CNPJ, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, e estar inscrito na Previdência Social, há uma série de licenças, registros e alvarás municipais e estaduais que você irá precisar para funcionar legalmente. A falta de algum desses documentos poderá atrasar ou até inviabilizar a abertura do seu empreendimento. Lembre-se que para cada ramo de atividade e/ou forma de constituição escolhida para abrir sua empresa, você precisará de autorizações distintas. A legislação do município e do estado onde sua empresa será instalada também pode exigir inscrições específicas. Por isso, é importante consultar um contador que conheça a legislação local. Uma empresa contábil pode auxiliar você nos passos seguintes : Contrato social Basicamente, a elaboração do contrato social irá definir as participações de capital de cada um dos sócios do empreendimento, bem como definir quais serão as atividades da empresa e seu funcionamento (modelo tributário, participação dos sócios, etc). O passo seguinte é verificar se o nome e o objeto social da empresa encontram-se disponíveis para que o documento seja elaborado, que, por sua vez, deverá ser reconhecido em cartório e assinado por um advogado. Registro na junta comercial O primeiro deles é o registro na Junta Comercial ou no Cartório de Pessoas Jurídicas de seu estado. É a partir desse registro que sua empresa passará a existir oficialmente. Ele deve ser feito antes da obtenção do CNPJ e, apesar de não oferecer autorização para sua empresa começar a funcionar, é requisito essencial para prosseguir no processo de legalização dela. Lembre-se que você precisará realizar previamente uma consulta do nome empresarial escolhido, para verificar se já não existe outra empresa registrada com ele. Alvará de localização e funcionamento O principal documento obtido no município é o alvará de funcionamento, ele é a autorização final que lhe permite abrir as portas do seu negócio. Para o obter, você precisa comprovar na prefeitura da sua cidade que reúne todas as condições exigidas por lei para exercer a atividade de sua empresa. Essas condições podem variar de acordo com o município, estado e ramo de atividade. Antes de o requerer e até mesmo de realizar a inscrição na junta comercial, você deverá fazer uma consulta prévia na prefeitura de sua cidade, para verificar se a atividade empresarial escolhida por você pode ser exercida no local onde pretende abrir a sua empresa. Inscrição estadual A maioria dos estados possui um convênio com a Receita Federal que lhe possibilita obter a inscrição estadual pela internet junto com o seu CNPJ, por meio de um cadastro único. Em alguns casos, a inscrição estadual deve ser obtida antes do alvará de funcionamento. Essa inscrição é obrigatória para empresas que prestam serviços de comunicação e energia, além das empresas dos setores do comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. É a partir dela que você recebe a sua inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Licenças e inscrições nos órgãos de regulação estaduais e municipais As autorizações dos órgãos de vistoria são requisitos essenciais para conseguir o seu alvará de funcionamento. São bastante variáveis e dependem do ramo de atividade, local de instalação e até mesmo do porte de sua empresa. Algumas atividades empresariais precisam de autorização até das Forças Armadas – como é o caso das empresas que trabalham com artefatos explosivos, bélicos e produtos químicos controlados. É essencial que você consulte um contador, que é a pessoa mais indicada para te orientar em todas as licenças e inscrições que sua empresa irá precisar de acordo com seu ramo de atividade e demais características. Dicas para abrir uma empresa Não ter mais patrão e abrir o próprio empreendimento é um pensamento bastante recorrente entre os brasileiros. Muitos tiram essa ideia do papel e conseguem finalmente pôr o sonho em prática. O que ocorre, porém, é que apesar das boas intenções e da iniciativa, a falta de planejamento, em boa quantidade dos casos, acaba deixando esses empreendedores reféns de um novo chefe: os bancos. Os números de fechamentos prematuros de empresas poderiam ser bem menores se os empresários tomassem certas precauções antes mesmo da inauguração. Por isso, fizemos uma lista de coisas que todo o empreendedor deve levar em consideração na hora de montar o negócio. Pense na viabilidade da ideia Um produto revolucionário que promete aquecer uma casa em poucos segundos pode ser um sucesso no sul do país, mas certamente será um fracasso no nordeste. Antes de investir, o empreendedor deve fazer um rigoroso estudo do mercado. Além de identificar os futuros clientes e suas necessidades, apresentando soluções reais para elas, o empresário deve conhecer os serviços e preços praticados pela concorrência. Dessa forma, ele será capaz de desenvolver seu diferencial para se destacar no mercado. Defina o capital inicial Complementar o capital inicial da empresa com recursos dos bancos pode ser a sentença de extinção da empresa. Nos primeiros meses, a lucratividade pode não ser alta o suficiente para compensar essas dívidas, gerando juros, e isso dificultará bastante ficar no orçamento.
Vantagens de ter uma empresa legalizada

Muitos empreendedores acabam desanimando de formalizar seu negócio por conta da burocracia que esses processos envolvem. Mas não se esqueça, essa formalização não existe em vão. Existem muitos benefícios e vantagens, como o direito à previdência social, acesso a compras públicas, economia de impostos e muito mais. Recolher multas com valores enormes, perder benefícios e incentivos fiscais, ter seu patrimônio desprotegido são apenas alguns dos perigos de não legalizar sua empresa. Por ainda existir muita burocracia em nosso país, o processo de legalização de um negócio pode demorar. Sendo assim, procure conhecer todas as etapas e taxas a pagar e ter todos os documentos em mãos. Confira a seguir as principais vantagens de legalizar sua empresa e ter o seu negócio funcionando perfeitamente. Vantagens de legalizar sua empresa Mais segurança A concorrência no mundo dos negócios nunca esteve tão alta, e algumas vezes até mesmo desleal. Ter uma empresa vivendo na ilegalidade também está correndo o risco de tê-la denunciada para os órgãos regulamentadores, mesmo que anonimamente. Legalizar a empresa é a principal solução para não correr o risco de fechar as portas por conta dessas denúncias. Proteção de patrimônio pessoal Uma empresa que atua clandestinamente coloca em risco seus patrimônios e também os de seus sócios. Empresas de modalidade EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) e LTDA, por exemplo, oferecem maior segurança ao patrimônio do empresário. Dessa forma, a figura do sócio e a do negócio não se confundem, impedindo que as dívidas da pessoa jurídica se juntem ao conjunto de seus bens. CNPJ regularizado O registro permite a regularização do número de CNPJ da empresa, que é documento de identidade necessário para a maioria das transações que ela realiza, seja com particulares, seja com entes do Poder Público. A consulta da situação do CNPJ pode ser feita até pela internet. Um cadastro regular torna maior a prospecção de clientes e divulgação de que o negócio atende às exigências legais e está em pleno funcionamento, constituindo, inclusive, estratégia interessante de marketing. Mais crédito Legalizar sua empresa também permitirá facilidade para captação de recursos junto a instituições financeiras. Seu negócio terá mais oportunidades de conseguir empréstimos e financiamentos pois diversos bancos oferecem, por exemplo, linhas de créditos especiais para empresas devidamente legalizadas, com taxas e juros diferenciados. Isso pode ser muito importante para empreendedores que desejam aumentar seu capital de giro, atualizar seus equipamentos, investir nos colaboradores, e muito mais. Melhor relacionamento com fornecedores Com o CNPJ regularizado em mãos, a empresa fica apta a emitir notas ficais, condição que proporciona maior confiança entre fabricantes e fornecedores. Muitas vezes, inclusive, isso é fator primordial na hora de escolher por uma empresa. Com esses laços fortificados, abre-se um leque de negociações e pedidos de parcelamentos, aumentando a possibilidade de escolher parceiros e preços mais vantajosos. Comércio com o mercado exterior Empresários que desejam ampliar os horizontes de seu negócio precisam estar na legalidade. Por exemplo, empresas que produzem artigos que poderiam ser exportados — como biquínis e bijuterias tipicamente brasileiras —, só podem se cadastrar em programas de exportação, rodadas de negócios ou férias do setor se estiverem legalizadas. Economia de impostos Uma empresa regularizada deve optar pelo regime tributário que seja melhor adequado à ela. O Simples Nacional, por exemplo, é um programa voltado para PMEs que apresentam faturamento inferior em relação às empresas maiores. Aderindo ao programa, o empreendimento recebe diversos benefícios, entre eles o recolhimento de impostos com alíquota reduzida, onde o valor pode vir a ser menor do que aquele recolhido pela pessoa física. A emissão de nota fiscal por uma empresa pode significar economia de até 51% do valor de impostos totais a serem cobrados no período de um ano. Previdência Social Uma empresa legalizada permite que seus colaboradores recolham valores relativos a direitos trabalhistas e tributários sem complicações. Assim, há pagamento mensal da contribuição devida ao INSS, que é privilégio a cidadãos que desempenham atividade profissional legalizada. Dessa forma, todos os colaboradores da organização ficam assegurados do direito à previdência, evitando ajuizamento de demandas trabalhistas e pagamento de multas desnecessárias. Participação em licitações Um dos maiores compradores do mercado – tanto de materiais quanto de serviços – é o Poder Público. Todos os processos de compra são feitos por meio de licitações, nos seus mais variados tipos, desde a cotação até a finalização do negócio. Para que a empresa possa se candidatar às licitações da União, ela deve ter seu CNPJ regularizado e recolher impostos e contribuições previdenciárias em dia. Como regularizar o CNPJ de uma empresa? O CNPJ é expedido pela Receita Federal e, portanto, sua regularização também é feita por esse órgão. Inicialmente, você precisará fornecer documentos pessoais e também de identificação da sua empresa. Também precisará fazer o levantamento de débitos com a Prefeitura, com o Estado e com o Governo Federal. Dependendo do tempo em que a empresa ficou exercendo a atividade de maneira não regularizada, esse processo pode te causar muita dor de cabeça. Para evitar essa situação, o ideal é contar com um bom profissional de contabilidade que, além de ajudar a reduzir a burocracia, irá te orientar sobre tudo o que deve ser feito. A regularização do CNPJ de uma empresa é fundamental. Não apenas para garantir vantagens operacionais, mas também para evitar graves problemas com o Fisco, como a sonegação de impostos. Para conseguir realizar esse processo do jeito certo, entretanto, procure um bom profissional contabilista para que sua situação passe a ser impecável. Para tirar dúvidas, pedir orçamentos ou qualquer informação, entre em contato conosco que retornaremos o mais rápido possível. Clique aqui.
O que é Recuperação de Créditos Tributários?

A preocupação com questões fiscais tem crescido muito entre os empresários brasileiros ao longo dos últimos anos e, em decorrência disso, toda a área tributária, em si, tem experimentado uma verdadeira ascensão. O que poucas sabem é que elas podem ter direito a receber um dinheiro que não estavam esperando, se conseguirem a Recuperação de Créditos Tributários. Algumas empresas pagam tributos indevidos, podendo pedir a Recuperação de Crédito Tributário sendo uma das vantagens o prazo para conseguir o dinheiro de volta, que é de até 60 dias. O que é Recuperação de Crédito Tributário? Antigamente os contadores usavam uma tabela do Simples Nacional, conhecida como Redução Z, que são informações retiradas dos cupons fiscais da empresa para analisar o seu faturamento e calcular os seus tributos. O problema acontece quando alguns produtos, que já tinham sido tributados anteriormente, são bitributados e o pagamento de imposto sobre o mesmo produto é realizado duas vezes. Essa situação é muito comum de acontecer em empresas do regime tributário Simples Nacional, porque elas recebem somente uma alíquota para todos os seus tributos. Por isso, não era possível analisar separadamente o PIS e o COFINS, que são os monofásicos. Esses dois tributos devem ser pagos somente uma vez, no momento da compra com o fabricante, não precisando ser calculado novamente. Como resultado, esses produtos eram tributados duas vezes, uma pelo fabricante e outra pelo revendedor. Da mesma forma que acontece no Simples Nacional, esse problema também ocorre com empresas dos outros regimes tributários, do Lucro Presumido e do Lucro Real. Por isso a Recuperação de Crédito Tributário foi criada, tendo como principal objetivo a devolução do dinheiro gasto nessas bitributações para o empresário. Quais os segmentos que podem ter créditos a receber? Quase todos os tipos de empresas podem tentar recuperar seus créditos. Por outro lado, os únicos que não podem, por não terem tributação alta o suficiente para isso, são os Microempreendedores Individuais (MEI). Os solicitantes para a Recuperação de Crédito Tributário podem ser de qualquer regime tributário. Por outro lado, as empresas do Simples Nacional têm maiores chances de recuperar. Seus cálculos e informações são mais simples do que as dos outros dois regimes tributários. Vale ressaltar que cada setor tem as suas particularidades. Por isso, para algumas empresas, a possibilidade de conseguir a recuperação é maior do que para outras. A complexidade do setor em que a empresa tem sua atuação que irá definir se ela conseguirá ou não recuperar todos os seus créditos. As áreas que podem recuperar seu dinheiro com mais facilidade são as seguintes: Farmácias e Drogarias Cosméticos Autopeças Pet Shop Bares e Restaurantes Lojas de Conveniência Padarias Adegas Como é o processo para a Recuperação dos Créditos Tributários? Para saber se a sua empresa foi bitributada e tem direito a receber esses créditos é preciso fazer uma análise fiscal arquivos XMLs dos últimos cinco anos, aqueles que apresentam a relação das notas emitidas neste período. Por se tratar de um processo administrativo, não é necessário o envolvimento de advogados. Porém, é essencial ter um bom profissional da área contábil realizando os cálculos, pois eles possuem o conhecimento técnico necessário para realizá-los. Esse profissional revisará todos os tributos pagos pela sua empresa nos últimos 60 meses. Durante essa revisão ele procurará todos os tributos que foram pagos indevidamente duas vezes. Depois disso, ele te passará o valor que pode ser restituído caso o processo continue e, depois da aprovação da empresa, a solicitação para a Recuperação dos Créditos Tributários será feita. Tudo isso será realizado diretamente no portal do Simples Nacional da sua empresa, sem passar nenhuma informação para outro banco de dados. Quanto tempo dura todo esse processo? O processo para a restituição desses tributos que foram pagos indevidamente dura entre 45 e 60 dias, desde a análise até o recebimento de todo o valor dos créditos. Porém, um primeiro diagnóstico, apenas para análise de potencial de recuperação, pode ser entregue em um prazo curto, de até 7 dias úteis. Isso desde que o profissional tenha os dados de acesso do Simples Nacional da sua empresa. Como o valor da restituição chega até a minha empresa? Posteriormente, a utilização desses créditos pode ser feita de duas maneiras: por depósito em dinheiro ou em créditos tributários para os meses seguintes. Caso a opção escolhida seja o depósito em dinheiro, ele será feito na conta bancária de pessoa jurídica da empresa. Esse pagamento não pode ser feito, de forma alguma, direcionado para a conta de pessoa física do dono ou de algum dos sócios. Os pagamentos indevidos foram feitos pela empresa, e não por seus sócios, por isso a proibição. Além disso, se a empresa optar por receber em créditos tributários, eles poderão ser compensados na Guia DAS do mês do recebimento. Vale ressaltar que o valor abatido será somente referente ao PIS e ao COFINS, por isso a contribuição não estará com o valor zerado. Quem pode fazer a minha análise? O profissional mais indicado para fazer essa análise é o contador ou um fiscal tributário. Por outro lado, se o escritório de contabilidade que cuida da sua empresa não fizer esse tipo de serviço, ele pode ser feito separadamente em outra contabilidade ou por algum profissional da área. Precisando de ajuda ou retirar dúvidas a respeito de Recuperação de Créditos Tributários? A Gomide Contabilidade pode te ajudar. Fale conosco!
Atacadistas: entenda a lei 5005/2012

Lei 5005/2012: descubra como ela pode beneficiar sua empresa atacadista Se você atua no setor atacadista, sabe que a legislação fiscal muda com frequência. Por isso, acompanhar essas mudanças deixou de ser uma escolha e se tornou uma necessidade. Afinal, cada segmento possui regras específicas, e qualquer descuido pode gerar autuações, multas ou perda de competitividade. Neste artigo, vamos mostrar como a Lei 5005/2012 impacta os atacadistas do Distrito Federal. Você vai entender como aplicar os benefícios fiscais e, principalmente, como pagar menos ICMS sem descumprir a legislação. Por que a Lei 5005/2012 é tão relevante? A Lei 5005/2012 define como empresas atacadistas, industriais e distribuidoras devem calcular o ICMS dentro do Distrito Federal. Essa lei foi criada para incentivar o setor, permitindo uma redução estratégica na carga tributária. Contudo, nem todas as empresas podem aplicar os benefícios. A lei exclui operações com: Petróleo, combustíveis, lubrificantes e energia elétrica; Mercadorias sob substituição tributária nacional por convênio ou protocolo assinado pelo DF; Pessoas físicas; Empresas interdependentes, conforme o artigo 15 da Lei nº 1.254/1996. Portanto, se sua empresa atua fora dessas restrições, vale a pena entender como o regime funciona. Como funciona o cálculo do ICMS? Em primeiro lugar, você precisa aplicar alíquotas específicas: 13% sobre as saídas internas; 12% sobre as saídas interestaduais; Créditos de ICMS de 12% para operações internas; Créditos de ICMS de até 7% para operações interestaduais. Além disso, quanto maior o volume de vendas internas, maior será o crédito gerado. Isso se traduz em redução no valor final do imposto a pagar. Veja um exemplo prático de cálculo Você pode usar a fórmula abaixo para encontrar o valor final do ICMS: ICMS = VTB × 13% – [(BC × VI / VTB) × 12% + (BC × VINT / VTB) × 7%] Onde: VTB: valor total bruto das vendas; VI: valor das vendas internas; VINT: valor das vendas interestaduais; BC: base de cálculo das entradas. Ao aplicar essa fórmula, você entende com clareza como as alíquotas afetam diretamente o imposto devido. Além disso, percebe como é vantajoso vender mais dentro do próprio estado. Existe algum outro benefício adicional? Sim. O Decreto nº 40.036/2019 permite aplicar uma redução de 3% no ICMS em operações interestaduais. Esse incentivo funciona em conjunto com a Lei 5005/2012, aumentando ainda mais a economia fiscal para quem comercializa em outros estados. Portanto, se você atua com distribuição nacional, essa vantagem pode fazer diferença significativa no resultado financeiro da empresa. Como a Gomide Contabilidade pode ajudar? Nós ajudamos atacadistas a aproveitar todos os benefícios legais disponíveis. Nosso time entende a fundo a Lei 5005/2012 e presta consultoria completa para quem deseja: Reduzir o ICMS sem correr riscos com o Fisco; Aplicar corretamente os percentuais de crédito; Atualizar o sistema fiscal conforme a legislação atual; Evitar erros nos cálculos e prejuízos operacionais. Além disso, entregamos um atendimento humanizado e personalizado. Ou seja, você não recebe apenas números, mas orientação real para crescer com segurança. Conclusão A Lei 5005/2012 oferece uma oportunidade real de reduzir a carga tributária para atacadistas do Distrito Federal. No entanto, você precisa entender bem suas regras para aplicar os benefícios sem riscos. Se sua empresa busca eficiência fiscal e segurança jurídica, conte com especialistas no assunto. Fale agora com a equipe da Gomide Contabilidade e descubra quanto você pode economizar com a aplicação correta da Lei 5005/2012.
Mudança no cálculo do INSS: confira os novos valores para 2020

Desde março de 2020 está em vigor o novo cálculo do INSS, que foi modificado devido à Reforma da Previdência de 2019 e ao reajuste do salário mínimo. As empresas precisam estar cientes sobre essa mudança, pois ela altera também os descontos na folha de pagamento dos seus colaboradores. Se você ainda não sabe quais são os novos valores e a forma de fazer o cálculo do INSS, continue lendo o nosso artigo. A seguir, explicaremos quais são as mudanças e como ficará a folha de pagamento de sua empresa! Novos valores do INSS A primeira mudança que impacta na folha de pagamento e no cálculo é o reajuste do salário mínimo. De R$ 1.039,00 ele passou para R$ 1.045,00. Além disso, passaram a funcionar as novas alíquotas para os trabalhadores de empresas privadas, domésticos e os avulsos. Antes, havia uma alíquota única que era descontada sobre uma determinada faixa salarial. Observe como era: 8% para os trabalhadores que recebiam até R$ 1.830,29; 9% para aqueles que recebiam entre R$ 1.830,30 e R$ 3.050,52; 11% para quem recebia de R$ 3.050,53 a R$ 6.101,06. Agora, as alíquotas são progressivas. Ou seja, elas são descontadas de acordo com o salário exato do trabalhador. Veja os novos valores: 7,5% para os trabalhadores que recebem até R$ 1.045; 9% para quem recebe entre R$ 1.045,01 e R$ 2.089,60; 12% para os que recebem de R$ 2.089,61 a R$ 3.134,40; 14% para aqueles que recebem entre R$ 3.134,41 e R$ 6.101,06. Essa mudança foi feita para que o desconto seja mais justo, já que quem ganha menos vai contribuir menos e quem ganha mais vai contribuir mais. Como fazer o novo cálculo do INSS E como isso será aplicado na prática? Um trabalhador que recebe o salário mínimo, por exemplo, terá um desconto de 7,5%, ou seja, de R$ 78,38. Entretanto, a conta para saber qual é a contribuição de um colaborador que não recebe o valor mínimo e nem o máximo de sua faixa salarial é um pouco diferente. Para saber o valor da contribuição de um trabalhador que recebe R$ 1.830,30, por exemplo, será preciso subtrair o valor mínimo de sua faixa (R$ 1.045,01) de seu salário total. Em seguida, desconta-se 7,5% dos R$ 1.045 (R$ 78,38) e 9% dos R$ 785,30 restantes (R$ 70,67). Sendo assim, no total serão descontados R$ 149,05, um valor menor que anteriormente quando eram descontados R$ 164,72. Ou seja, realmente é um cálculo mais justo que o anterior. Além disso, aqueles trabalhadores que recebem acima do teto (R$ 6.101,06) continuarão com a mesma contribuição, pois essas alíquotas não devem ser consideradas para os colaboradores que ganham mais que o teto. Em 2020, esses trabalhadores têm que contribuir com R$ 713,09. As alíquotas progressistas provocam uma mudança significativa nos cálculos da folha de pagamento da empresa. Por isso, é fundamental que a empresa saiba como elas funcionam e não se esqueça de aplicá-las a partir de agora. Se você quiser saber mais dicas sobre contabilidade para a sua empresa, basta continuar acessando o blog da Gomide!
Quanto custa para abrir uma empresa em Brasília?

Abrir uma empresa em Brasília pode ser uma ótima ideia, já que essa é a terceira maior cidade do país e ela possui um forte mercado consumidor. Além disso, o processo de abertura na cidade é rápido e pouco burocrático, porque ele pode ser feito totalmente pela internet. Então, se você tem uma ideia interessante, Brasília é um local excelente para colocá-la em prática. Apesar dessas vantagens, também é muito importante saber quanto custa abrir uma empresa em Brasília antes de iniciar esse processo. Você tem ideia do valor que é preciso investir para começar o seu negócio nessa cidade? Caso a resposta seja não, confira o nosso post e descubra quanto custa para abrir sua empresa na capital do Brasil! Custos para abrir uma empresa em Brasília Existe um valor fixo para abrir uma empresa em Brasília? Não, pois existem variáveis que devem ser consideradas antes de calcular quanto será preciso investir para abrir um negócio. O primeiro item que você tem que pensar é o tipo de empresa que deseja abrir, pois o valor pode mudar bastante de acordo com ele. Criar uma empresa no modelo de Empresário Individual, por exemplo, não tem o mesmo custo que uma Sociedade Empresária Limitada. Mesmo com preços de taxas diferentes, existem determinados custos que todo empresário terá no momento em que iniciar o processo de abertura de um CNPJ. Por isso, é essencial ficar atento a eles e contabilizá-los. Custos legais Esses custos fixos que todo empresário tem que pagar para abrir sua empresa são custos legais. Ou seja, que devem ser quitados para que a cidade permita que o negócio seja aberto e ele funcione adequadamente. Entre eles estão as taxas federal, estadual e da junta comercial que você deve pagar assim que iniciar o seu processo de abertura. Outros custos fixos são o do registro do CNPJ e do alvará de funcionamento da empresa. É importante lembrar que o valor de todas as taxas pode variar de acordo com o tipo de empresa que você deseja abrir. Dependendo do seu negócio, pode ser que você tenha ainda que pagar taxas para: O corpo de Bombeiros; Vigilância Sanitária; Órgãos relacionados ao meio ambiente; Conselho Regional dos Representantes Comerciais (CORE); Obter um certificado digital. A taxa do CORE só tem que ser paga se a sua empresa se encaixar em representação comercial e, portanto, precisar do registro do órgão para funcionar. Esses custos que você tem apenas para abrir a sua empresa podem variar de R$ 800,00 a R$ 1.600,00 em Brasília. Além deles, ainda há o custo operacional do seu negócio, em que você deve contabilizar o valor da contratação de profissionais, de um contador, equipamentos, infraestrutura, entre outros. Vamos passar por mais algumas informações, continue a leitura e fique bem informado. Regiões para abertura de empresa em Brasília Chegamos ao final do nosso artigo, hoje falamos sobre como abrir empresa em Brasília. Trouxemos dicas importantes e falamos sobre os documentos necessários e sobre o passo a passo para abrir uma empresa na capital do país. Após abrir sua empresa, podemos te ajudar com a sua contabilidade, somos especialistas em contabilidade para micro e pequenas empresas e podemos te ajudar a pagar menos impostos. É importante destacar que esse procedimento é o mesmo para todas as cidades satélites ou regiões administrativas de Brasília, em cidades como: Plano piloto; Gama; Taguatinga; Brazlândia; Sobradinho; Planaltina; Paranoá; Núcleo bandeirante; Ceilândia; Guará; Cruzeiro DF; Samambaia; Santa Maria; São Sebastião; Recanto das Emas; Lago Sul; Riacho fundo; Lago Norte; Candangolândia; Águas Claras; Sudoeste/octogonal; Varjão; SIA; Vicente Pires. Documentos para abertura em Brasília Para abrir uma empresa em Brasília os documentos são os mesmos de outros estados, o que pode mudar é o preenchimento das informações. Vamos a lista de documentos necessários para abrir uma empresa. Segue abaixo relação de documentos e informações dos sócios ou titular: RG, CPF, CNH ou outro compatível; Endereço residencial; Estado Civil dos sócios ou titular Profissão dos sócios ou titular Telefone dos sócios ou titular E-mail dos sócios ou titular Agora vamos a lista de documentos e informações da futura empresa: Endereço comercial da empresa; Razão social da empresa; Nome fantasia da empresa; Atividades da empresa; Capital social da empresa; Participação de cada sócio na empresa; Telefone de contato da empresa; E-mail de contato da empresa Viu como é simples preparar os documentos e informações para abrir uma empresa em Brasília. Mas continue com a leitura que vamos mostrar um passo a passo para abrir uma empresa. Viabilidade para abrir empresa em Brasília Nesse momento você deve estar se perguntando, o que será essa tal de viabilidade? São dúvidas que sempre surgem na cabeça do empreendedor, afinal você não experiência com abertura de empresa, isso é trabalho do contador. Mas mesmo assim vamos te explicar de um jeito simples para você entenda como a viabilidade é importante no processo de abertura da empresa. Vamos explicar essa tal de viabilidade: Viabilidade é a etapa de análise e consultas cadastrais para analisar se é possível usar o nome empresarial escolhido, porque pode ser que já exista uma empresa com o mesmo nome. Na viabilidade também será analisado se é possível abrir sua empresa no endereço escolhido. Será analisado também se as atividades da sua empresa são permitidas naquele endereço. Na viabilidade também é analisado se os sócios ou titular da empresa pode abrir aquela empresa, afinal ele pode ter algum impedimento legal que possa influenciar. Então é pra isso que serve a viabilidade, será feita na administração regional de Brasília onde você quer abrir a empresa, onde será feita a viabilidade de localização e na junta comercial. Vamos continuar com a leitura que ainda tem muito mais. Procedimentos para abrir empresa em Brasília Agora chegou o momento tão esperado, você estava curioso para saber como abrir sua empresa? Continue lendo que você vai descobrir. Vamos trazer aqui um passo a passo para abrir uma empresa em Brasília, mas vale a pena lembrar que na prática exige conhecimento para fazer todo o processo sem cometer erros, vamos ao passo a
Home office dá direito a vale-refeição, alimentação e transporte?

A pandemia da Covid-19 transformou o modo de trabalho de diversas pessoas. A primeira causa dessa mudança drástica foi provocada pelo isolamento social que é uma das medidas de proteção contra a doença. Muitas empresas do país decretaram home office para seus colaboradores aderindo a essas exigências de distanciamento físico entre as pessoas. Com esse novo cenário econômico várias dúvidas surgem na hora de colocar o home office em prática, já que muitas empresas não estão acostumadas com o trabalho remoto. Um dos principais questionamentos, tanto dos empresários quanto dos colaboradores é sobre os principais benefícios oferecidos pelas empresas. Muitos não sabem se o home office dá direito ao vale-refeição (VR), alimentação (VA) e transporte (VT). Pensando nisso, preparamos esse post que responde a dúvida de milhares de trabalhadores e empresários. Para saber como proceder, continue lendo nosso artigo! O home office dá direito a vale-refeição, alimentação e transporte? Vale-transporte O vale-transporte pode deixar de ser fornecido, já que no home office o colaborador não precisa se deslocar para o ambiente de trabalho. Entretanto, se algum profissional da empresa precisar ir até o escritório, em alguns dias durante a pandemia, ele deve receber o vale-transporte referente a esses dias de deslocamento. Isso porque, mesmo fazendo home office na maior parte do tempo, haverá dias em que o funcionário precisará comparecer em seu local de trabalho, e esse trajeto exigirá algum tipo de transporte, fazendo-se assim necessário o vale-transporte para esses casos. Porém, se acontecer de a empresa já ter creditado o vale do mês antes do decreto de trabalho remoto, uma boa saída é usar esse valor como crédito depois. Assim o valor que não foi utilizado devido ao home office pode ficar para quando os colaboradores voltarem a frequentar a instituição. Pode ser usados se por exemplo tiverem que visitar empresas, clientes, filiais, etc. Caso algum profissional não utilize o saldo extra, esse pode ser descontado no mês seguinte. Vale-refeição e alimentação Sobre o vale-refeição e o alimentação, em primeiro lugar, precisamos relembrar que eles não são o mesmo tipo de benefício. Algumas empresas oferecem somente o vale-refeição, que é utilizado em restaurantes e outras instituições oferecem também o vale-alimentação, que é usado em supermercados. Se a empresa já oferecia os dois benefícios antes de decretar o home office, ela deve continuar pagando, porque eles dizem respeito à alimentação do profissional. Ou seja, não é um fator que se altera de acordo com o local em que o serviço está sendo realizado. Caso um empregador pare de fornecer ambos ou algum desses dois benefícios enquanto os colaboradores estiverem fazendo home office, a ação pode ser invalidada na Justiça do Trabalho. Isso pode acontecer, porque se entende que o empregador alterou o contrato de trabalho e essa mudança prejudicou diretamente o colaborador da empresa. Sendo assim, é fundamental que a instituição continue fornecendo esses benefícios para os seus profissionais, exceto o de vale-transporte. Afinal, esse não será utilizado durante o período de home office. Agora que você já sabe sobre os direitos dos trabalhadores na modalidade home office, fica mais fácil organizar a sua empresa, não é mesmo? Caso você tenha mais alguma dúvida sobre os deveres e a contabilidade do seu negócio durante a pandemia é só entrar em contato conosco pelo nosso site!