Sua empresa está preparada para o Compliance Tributário na era da reforma?

Com a aprovação da Reforma Tributária no Brasil, o ambiente fiscal do país está entrando em uma nova era. A proposta promete simplificação, transparência e racionalidade na cobrança de tributos, mas também impõe desafios significativos de adaptação e conformidade para empresas de todos os portes. Nesse cenário, o compliance tributário deixa de ser uma prática recomendada para se tornar uma condição indispensável de sobrevivência empresarial. O novo mapa tributário do Brasil A Reforma prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos sobre valor agregado: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal; IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal. Além disso, será criado um Imposto Seletivo para desestimular o consumo de produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente. A implementação será gradual até 2033, com regras de transição complexas. Durante esse período, empresas terão que lidar com dois sistemas tributários simultaneamente — o atual e o novo — aumentando a necessidade de controle e análise crítica. Os riscos da não conformidade na transição Empresas que não se prepararem para o novo modelo tributário podem enfrentar: Apurações incorretas, devido a mudanças em regras de cálculo e regimes de tributação; Erros em obrigações acessórias, como classificações fiscais e declarações inconsistentes; Desatualização de sistemas ERP, que precisarão ser reconfigurados para o novo padrão; Multas e autuações fiscais, com base em cruzamentos de dados cada vez mais automatizados. Nesse contexto, o compliance tributário se torna o eixo central da estratégia fiscal. O que muda no compliance com a Reforma? O novo modelo exige que as empresas adotem práticas de compliance mais modernas, com foco em: Auditorias constantes da base fiscal e contábil; Padronização de procedimentos internos; Capacitação contínua da equipe fiscal; Monitoramento da legislação e seus desdobramentos setoriais; Relacionamento mais técnico com o Fisco e entes reguladores.  A complexidade da transição exige um modelo de governança fiscal mais robusto e participativo, com o envolvimento direto da alta gestão, controladoria e área contábil. Contabilidade consultiva: aliada do compliance no novo cenário Mais do que um executor de guias e declarações, o contador assume papel de consultor estratégico na transição tributária. Isso inclui: Realizar diagnósticos tributários com base no impacto da reforma; Conduzir o replanejamento fiscal e societário, aproveitando os benefícios e evitando riscos; Adaptar sistemas e processos internos de acordo com as novas regras; Acompanhar testes paralelos de apuração, para garantir que a transição seja segura e validada antes da obrigatoriedade. Empresas que contam com uma contabilidade proativa e analítica terão maior capacidade de adaptação e menos impactos negativos durante e após a reforma. O que sua empresa pode fazer agora? Inicie um mapeamento completo do cenário tributário atual; Implemente ferramentas de compliance fiscal e análise de riscos; Capacite suas equipes com treinamentos específicos sobre a reforma; Revise contratos, preços e estrutura operacional sob a ótica dos novos tributos; Tenha um parceiro contábil preparado para atuar de forma consultiva.  A reforma é inevitável — o impacto, não A Reforma Tributária representa uma guinada na maneira como o Brasil trata a tributação sobre o consumo. Ela vem para simplificar, mas sua transição será tudo, menos simples. Empresas que adotarem uma postura passiva diante das mudanças tendem a arcar com custos operacionais e riscos fiscais elevados. Já aquelas que investirem em compliance tributário desde já estarão preparadas para crescer com segurança, previsibilidade e vantagem competitiva.

INSS Pró-Labore 2025: O que mudou com o novo salário mínimo?

INSS sobre pró-labore em 2025: o que mudou, como calcular e como se adaptar com segurança O ano de 2025 trouxe uma atualização relevante que afeta diretamente os empresários que recebem pró-labore. Isso porque o valor do salário mínimo aumentou de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00. Ainda que a alíquota de INSS tenha sido mantida em 11%, o valor a ser recolhido cresceu proporcionalmente. Como resultado, os sócios que exercem funções dentro da empresa devem contribuir com quantias mais elevadas. Essa mudança exige atenção redobrada, pois interfere diretamente nos encargos mensais das empresas. Além disso, é fundamental compreender os impactos desse aumento para evitar recolhimentos indevidos e garantir a regularidade fiscal. O que é pró-labore e qual sua importância? O pró-labore é a remuneração mensal destinada aos sócios que atuam na operação ou gestão do negócio. Diferente da distribuição de lucros, o pró-labore é obrigatório e sofre a incidência de tributos. De acordo com a Lei 6.404/76, o valor do pró-labore não pode ser inferior ao salário mínimo. Portanto, sempre que ocorre um reajuste no salário mínimo nacional, o valor dos tributos sobre o pró-labore também aumenta. Além disso, o pró-labore serve como base para benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença-maternidade. Logo, mantê-lo em conformidade com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma medida de proteção para o próprio sócio. Quais impostos incidem sobre o pró-labore? Ao pagar pró-labore, a empresa deve observar dois tributos principais: INSS (11%): aplicado sobre o valor total recebido pelo sócio; IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): calculado com base na tabela progressiva da Receita Federal. Esses tributos precisam ser recolhidos mensalmente. Caso contrário, a empresa pode sofrer penalidades fiscais e ter sua regularidade comprometida. Além disso, erros na apuração ou atrasos podem gerar multas e juros, elevando os custos operacionais. Como o regime tributário interfere no INSS do pró-labore? O tipo de regime tributário escolhido pela empresa influencia diretamente os encargos sobre o pró-labore. Veja como funciona: Simples Nacional Empresas fora do Anexo IV devem reter apenas os 11% de INSS dos sócios; Empresas no Anexo IV devem recolher, além dos 11%, os 20% de encargo patronal. Lucro Presumido A carga tributária é mais elevada; A empresa recolhe 20% de INSS sobre o valor bruto do pró-labore; Além disso, retém os 11% diretamente do sócio. Dessa forma, é essencial avaliar periodicamente se o regime tributário adotado ainda é o mais vantajoso para o seu modelo de negócio. Qual o teto do INSS em 2025? Para 2025, o teto do INSS foi fixado em R$ 8.157,40. Portanto, a contribuição máxima que um sócio pode recolher é de R$ 897,32. Contribuições acima desse valor não resultam em benefícios adicionais e representam desperdício financeiro. Assim, conhecer esse teto é uma forma de garantir eficiência na gestão tributária. Vale lembrar que a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é diferente da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), por isso é essencial contar com o suporte de um contador para evitar erros. Reajuste do pró-labore: comparação com anos anteriores Com base nas alterações do salário mínimo, veja como o valor do INSS foi impactado: 2023: salário mínimo de R$ 1.320,00 → contribuição de R$ 145,20; 2025: salário mínimo de R$ 1.518,00 → contribuição de R$ 166,98. Esse aumento pode parecer pequeno, mas quando aplicado sobre vários sócios ou em empresas com margens apertadas, impacta diretamente no fluxo de caixa. Exemplo prático de cálculo Considere um sócio que recebe pró-labore no valor do teto (R$ 8.157,40). Nesse caso, a contribuição será limitada a R$ 897,32. Mesmo que o valor recebido ultrapasse esse limite, não há aumento na contribuição. Como evitar erros no recolhimento do INSS sobre pró-labore? Manter a empresa em dia com o Fisco exige atenção a uma série de boas práticas. Para isso: Atualize o pró-labore sempre que houver reajuste no salário mínimo; Recolha os tributos dentro dos prazos legais para evitar multas; Utilize a tabela progressiva do IRRF vigente no ano; Consulte um contador regularmente para ajustes e simulações. Além disso, vale lembrar que a declaração do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) é diferente da IRPJ (Pessoa Jurídica), o que torna ainda mais importante o acompanhamento profissional. Por que contar com uma contabilidade especializada? A Gomide Contabilidade possui mais de 50 anos de experiência no atendimento a empresas de diversos portes e segmentos. Nosso time acompanha todas as atualizações legais, como o novo teto do INSS e reajustes do salário mínimo, para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade. Com nosso suporte, você garante: Recolhimentos corretos; Regularidade fiscal sem surpresas; Otimização tributária e estratégica. Quer melhorar sua gestão tributária em 2025? Entre em contato com a Gomide Contabilidade. Vamos ajudar sua empresa a economizar com segurança, organização e estratégia.

5 análises que vão te ajudar na tomada de decisões na sua empresa

análises que vão te ajudar

Seja você empresário experiente ou iniciante, do começo ao fim sua jornada com o próprio negócio foi fundamental na tomada de decisões. Isso porque tomar decisões informadas é um dos pilares de uma gestão empresarial bem-sucedida. Contudo, sejam elas grandes ou pequenas, as decisões influenciam o futuro da empresa de forma positiva ou negativa, portanto, é preciso ser cauteloso ao fazer uma escolha. Para ajudar na redução de riscos na tomada de decisões, as análises que vão te ajudar são ferramentas indispensáveis e sobre elas que iremos falar a seguir. Iremos te indicar cinco análises que podem transformar a forma como você conduz seu negócio e como uma contabilidade especializada pode ser sua aliada na interpretação desses dados. Acompanhe!   1. Análise de fluxo de caixa É quase impossível gerir uma empresa sem dar a devida atenção ao fluxo de caixa. Basicamente, essa análise monitora todas as entradas e saídas de dinheiro ao longo de um período. Dessa forma, você consegue visualizar claramente se a empresa está gerando dinheiro suficiente para cobrir suas despesas e investimentos, ou se tem déficit financeiro em alguma área. Nesses casos, o ideal é que seu fluxo de caixa esteja sempre positivo, mas que também te indique momentos de baixa liquidez para evitar prejuízos que colocam o negócio em risco.   2. Análise de rentabilidade Em segundo lugar, temos a análise de rentabilidade, que basicamente foca em entender se as operações da empresa estão gerando lucro. Essa análise envolve a avaliação das margens de lucro e do retorno sobre o investimento (ROI). Entender o seu lucro permite ajustar preços, cortar custos e aumentar a eficiência operacional. Além disso, é fundamental entender onde a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro, mas também como aumentar sua margem de lucro e rentabilidade em determinado período de forma estratégica.   3. Análise de endividamento Quando se fala em endividamento, é natural que exista um receio sobre o que isso significa para o futuro da empresa. Contudo, entender o nível de dívidas é outro ponto crucial que deve ser monitorado regularmente. A análise da relação entre dívidas e capital próprio ajuda a determinar se a empresa está tomando decisões financeiras saudáveis ou se está sobrecarregada de dívidas. Nesses casos, é interessante calcular indicadores como a Dívida Líquida/EBITDA, que é amplamente utilizada para medir a capacidade de uma empresa de pagar suas dívidas, e assim identificar momentos ideais para renegociar condições ou reduzir passivos.   4. Análise de liquidez Já ouviu falar de liquidez? A liquidez de uma empresa reflete sua capacidade de pagar suas obrigações de curto prazo. Os indicadores de liquidez, tipo o Índice de Liquidez Corrente, são essenciais para assegurar que a empresa tenha recursos suficientes para cobrir dívidas imediatas. Percebe que essa análise se conecta com a que falamos anteriormente no terceiro tópico?  Em alguns casos, vale incluir as duas análises em uma só. Um time especializado garante que esses índices sejam monitorados constantemente, o que ajuda a diminuir as crises que poderiam comprometer a operação do negócio.   5. Análise de ponto de equilíbrio O segredo para uma boa gestão de empresas está aqui, no ponto de equilíbrio. O ponto de equilíbrio é o momento em que a receita da empresa iguala suas despesas, sem lucro nem prejuízo. Conhecer o ponto de equilíbrio é fundamental para traçar metas de vendas e estabelecer margens de segurança para a operação. Em qualquer empresa, é fundamental o impacto de variações nas vendas e custos, e é justamente o ponto de equilíbrio que traz essa visão.    Na maioria dos casos, essas análises que foram listadas podem ser feitas em compilados. Entretanto, na maioria delas, conte com apoio especializado para fundamentar e reduzir os riscos em qualquer escolha que fizer.    As análises financeiras fornecem uma visão clara sobre a saúde financeira de um negócio, mas sua interpretação exige conhecimento especializado. É aqui que entra o papel fundamental da contabilidade. Um time contábil bem preparado oferece mais do que números; eles traduzem dados financeiros complexos em informações acessíveis e acionáveis. Essas cinco análises financeiras são apenas o começo. A Gomide Contabilidade combina a tecnologia de ponta para ajudar na gestão das suas obrigações, enquanto dedica atenção para o crescimento saudável do seu negócio. Clique aqui e fale com um dos nossos especialistas para obter análises valiosas para seu negócio. 

4 segredos para o crescimento saudável das empresas

crescimento saudável

Crescer é o sonho da maioria dos empreendedores. Que sua empresa seja bem sucedida, que o lucro seja sempre maior, que os colaboradores estejam felizes e satisfeitos etc. Mesmo assim, almejando o crescimento, as empresas também precisam se preocupar com o crescimento saudável, que pode ser a chave para constância e previsibilidade na permanência da empresa a longo prazo. Mas, afinal, o que é um crescimento saudável? A seguir, vamos explorar esse tema e relatar os quatro segredos do crescimento saudável.  1. Planejamento Estratégico Pode parecer um pouco clichê, mas planejamento e organização são pilares fundamentais do desenvolvimento dos negócios. Por isso, muitos consideram que o primeiro segredo para o crescimento saudável de qualquer empresa é um planejamento estratégico sólido. Define seus objetivos claros, possua metas alcançáveis e um bom plano de ação detalhado para atingir esses objetivos. Além disso, considere ampliar seu olhar para observar o mercado e seus concorrentes, a fim de analisar o ambiente interno ou externo dos negócios. Isso vai te ajudar na tomada de grandes ou pequenas decisões, removendo o fator imprevisibilidade da equação.   Uma outra dica é ter disciplina em seguir e revisar regularmente esse plano. Ajustar estratégias conforme necessário, com base em resultados e feedback, garante que a empresa esteja sempre caminhando na direção certa.    2. Foco no cliente   Um dos pilares mais importantes de um negócio são os clientes. Por isso, empresas que crescem de forma saudável têm um forte foco no cliente, dedicando tempo e recursos para entender suas necessidades, desejos e expectativas. Responda rapidamente qual a dor do seu público e como seu negócio traz a solução. Seja empático, escute e aprenda com os maiores responsáveis pelo seu crescimento. Inclusive, a satisfação do cliente não só traz fidelização, mas também transforma clientes satisfeitos em promotores da marca, por isso é mais viável manter a preocupação de fidelizar seu público.   Investir em atendimento de qualidade, programas de fidelização e ações que surpreendam positivamente seus clientes são práticas que fazem a diferença.    3. Gestão financeira eficiente Existe um ponto muito específico de falha de grandes e pequenas empresas: a falta de gestão financeira adequada. O controle da área financeira é um pilar fundamental de todo negócio, porque ele sustenta a empresa ao longo do tempo. Por isso, tenha um controle rigoroso do fluxo de caixa, mantenha análise de custos e receitas, e planejamento orçamentário. Esteja sempre monitorando as finanças, conte com seus parceiros e evite desorganização de caixa. Com o avanço da tecnologia, planilhas, apps e softwares podem reduzir os erros e aumentar o diagnóstico financeiro dos negócios. Além disso, para uma gestão que não é nada simples, você pode contar com apoio de profissionais que fazem a diferença, como a sua contabilidade, por exemplo.   4. Inovação constante Já que estamos falando de tecnologia e evolução, podemos afirmar que empresas que se destacam no mercado são aquelas que não têm medo de inovar. Seja através da tecnologia ou da implementação de soluções que transformam a rotina da empresa, a inovação deve ser parte da cultura organizacional. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos às mudanças, explorar a criatividade e ousar na medida do possível para fazer a diferença em toda cadeira organizacional.    Promover um ambiente que incentive a criatividade e a experimentação pode surpreender a empresa no que se diz ao crescimento estável, porque manter-se atualizado com as tendências do mercado e estar aberto a mudanças são atitudes que contribuem para o crescimento contínuo.   E o que é um crescimento saudável afinal? Crescer de forma saudável significa não se sabotar com a própria evolução. Às vezes, as empresas começam a vender muito, bater recordes de faturamento, ganham popularidade, mas o investimento na empresa não acompanha essa evolução. Muitas vezes, vemos um quadro de profissionais pequeno para esse tamanho todo ou até mesmo uma estrutura menor do que deveria ser. Além disso, sem uma gestão financeira eficiente, o faturamento pode estar revertendo em prejuízo, mesmo sendo alto. Seguindo as quatro dicas que demos aqui é bem provável que você reduza os riscos dessa prática, mas para garantir ainda mais que você esteja no caminho certo para alavancar seu negócio, conte com apoio de uma contabilidade especializada. Acesse o site da Gomide Contabilidade e converse com um dos nossos especialistas agora mesmo!

Saúde financeira empresarial: como monitorar

imposto de renda 2022

Não é novidade para nenhum de nós que o setor financeiro de uma empresa é um dos mais importantes para se monitorar. Justamente, nesse setor as informações mais importantes do desenvolvimento empresarial estão concentradas. Contudo, para além da importância do acompanhamento eficaz da área financeira, entender como é feito esse monitoramento exige que se conheça o conceito de saúde financeira, que é, nada mais nada menos do que os indicadores que apontam o diagnóstico desse setor, se positivo ou negativo. Para te ajudar nesse processo, separamos a seguir o passo a passo de como monitorar a saúde financeira de uma empresa. Acompanhe a seguir! O que é saúde financeira    Como já adiantamos um pouco acima, a saúde financeira de uma empresa significa o diagnóstico das finanças de uma organização. Nesses casos, a saúde financeira funciona como uma espécie de métrica que analisa se a empresa tem dívidas, se o faturamento equilibra o lucro, se o patrimônio da empresa está seguro e quais as áreas de ajuste para evitar que a empresa entre em risco.    Em toda empresa a importância da saúde financeira é evidente para todas as pessoas que compõem a administração. Toda empresa, grande ou pequena, pode apresentar dificuldades e pode ter essa área comprometida. Contudo, periodicamente é importante monitorar as finanças com relatórios mais profundos a fim de prevenir que a quebra de empresa ou seu fechamento seja por falta de gestão.   A importância da saúde financeira para empresas    Entender se a saúde financeira de sua empresa está boa interfere diretamente nas medidas que serão tomadas para garantir a permanência plena da empresa no mercado. Nesse sentido, toda medida de prevenção e monitoramento gera um impacto porque traz a percepção e clareza do que está acontecendo no setor. E quando se trata de clareza das operações, saber exatamente o que acontece com as finanças é um fator determinante para o crescimento e sucesso do negócio.    Há não muito tempo atrás, uma varejista reconhecida de capital aberto viu a saúde financeira da empresa ter uma queda considerável de um dia para outro. Inconsistências contábeis levaram a empresa a um rombo de R$ 20 bilhões, tudo isso por falta de monitoramento transparente das finanças. Mas a varejista não foi a única. Muitas empresas passam por isso durante toda a trajetória, cabe aos responsáveis garantir o monitoramento saudável desse setor do início ao evitável fim.    Como monitorar a saúde financeira    Primeiramente, para ter um bom monitoramento da saúde financeira de uma empresa é importante acompanhar o conceito de indicadores financeiros. Precisamente, os índices financeiros são métricas extremamente eficazes para acompanhar através de dados e resultados como as finanças da empresa estão de forma prática. Dessa forma, cada índice financeiro tem uma funcionalidade e cada um deles analisa uma área em específico e apresenta relatórios de saúde financeira em várias esferas. Entre os mais comuns, temos:    Lucratividade, que indica a capacidade da empresa de gerar lucro em relação à sua receita total. Pode ser calculada como lucro líquido dividido pela receita total.   Rentabilidade, que avalia o retorno sobre o investimento dos acionistas ou proprietários da empresa. Pode ser calculada como lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido.   Liquidez, que mede a capacidade da empresa de pagar suas obrigações de curto prazo. Índices comuns incluem a liquidez corrente (ativos circulantes divididos por passivos circulantes) e a liquidez seca (ativos circulantes menos estoque divididos por passivos circulantes).   Endividamento, que indica o grau de endividamento da empresa em relação ao seu capital próprio. Índices comuns incluem a relação dívida/patrimônio líquido e a relação dívida/capital total;   Eficiência operacional, que mede a eficiência com que a empresa utiliza seus recursos para gerar receita. Índices comuns incluem a margem bruta (lucro bruto dividido pela receita total) e a rotatividade de ativos (receita total dividida pelo total de ativos).   As ferramentas   Por fim, agora você deve estar se perguntando: mas como? Bom, as ferramentas para manter ou monitorar a saúde financeira partem principalmente dos recursos utilizados. Em suma, dois recursos nesse sentido são importantes: os recursos tecnológicos e os recursos humanos. E a tecnologia é a grande aliada da saúde financeira. Ferramentas como planilhas, dashboards, relatórios de gestão fiscal entre outros podem entregar de forma detalhada os dados financeiros que tanto temos buscado neste artigo. Por outro lado, a leitura desses relatórios e a interpretação estratégia deles pode ser feita por uma equipe contábil responsável por isso. É a equipe de contabilidade que interpreta esses dados e define métricas, metas, estabelece um cronograma e calendário para recuperar a saúde financeira da empresa se for preciso e fornece o planejamento estratégico para evitar um diagnóstico insatisfatório na próxima análise.    Para isso, busque apoio especializado de uma contabilidade. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos coloca o desenvolvimento e saúde financeira dos parceiros como prioridade. Nos permita fazer parte da construção do seu sucesso! Clique aqui e saiba mais!  

5 lições da transformação digital na contabilidade para empresas

contabilidade digital

A transformação digital e seu impacto no setor contábil nos últimos anos.    Há cinco anos atrás, a humanidade não fazia ideia do impacto que a tecnologia seria na sociedade. Inclusive, no ramo empresarial, esse impacto gerou novos modelos de negócios e a necessidade de se adaptar à modernização em tempo real em todo mundo. Por isso, todos os setores que acompanharam de perto essa transformação, e a contabilidade, como um serviço fundamental para empresas, também viram a necessidade de acompanhar essas mudanças.    Atualmente, a contabilidade atua de forma quase totalmente digitalizada, fornecendo a praticidade de otimização de processos necessária para tornar a vida de contadores e empresas mais ágil.    Mas, como?    A seguir, vamos entender 5 lições que a transformação digital da contabilidade trouxe para esse setor. Confira a seguir!    1 – Automação de processos:   Automação é a palavra do momento. Cada vez mais, processos repetitivos e burocráticos têm sido otimizados com a tecnologia de automação, que permite reduzir esse operacional que, muitas vezes, é desgastante. Na contabilidade, a adoção de tecnologias de automação permite reduzir as atividades manuais, como entrada de dados, cálculos fiscais, gestão de documentos e reconciliação de contas. Dessa forma, os contadores economizam tempo e aumentam a segurança desses processos, mas também passam a ter tempo e recursos para atuar em análises mais estratégicas.   2 – Controle das operações financeiras    Além disso, a transformação digital tornou possível que as empresas acessem suas informações financeiras em tempo real. Por isso, através dessas tecnologias é possível entender, acessar e organizar todas as entradas e saídas financeiras das empresa, proporcionando um controle mais preciso da gestão financeira da empresa; Isso significa que os gestores podem tomar decisões mais rápidas e informadas com base em dados atualizados, em vez de depender de relatórios estáticos e desatualizados.   3 – Segurança   Em suma, a tecnologia reduz a margem de erro de diversas áreas, principalmente na área contábil. Isso porque a contabilidade lida com uma alta densidade de processos complexos e que exigem maior atenção para evitar erros. Por isso, com a implementação de sistemas de contabilidade digital, as empresas podem garantir uma maior segurança de dados. Isso inclui medidas como criptografia de dados, backups regulares e proteção contra ameaças cibernéticas, garantindo a integridade e confidencialidade das informações financeiras. Além disso, é possível com ajuda da contabilidade evitar pequenos erros que podem resultar em multas ou atrasos da sua contabilidade.    4 – Integração de processos    Conexão é uma palavra que define bem o uso da contabilidade nas empresas. Porém, essa conexão vai muito além da conexão tecnológica. A tecnologia no setor contábil permite uma integração de processos em outras áreas, permitindo uma visualização bem definida de todos os processos. Assim, o empreendedor evita que a falta de conhecimento e má gestão sejam problemas no controle empresarial. Por isso, a transformação digital na contabilidade também facilita a colaboração entre diferentes partes interessadas, como contadores, clientes e auditores. Plataformas baseadas na nuvem permitem o compartilhamento fácil e seguro de documentos e informações, promovendo uma comunicação eficiente e transparente.   5 – Regularização    Não é de hoje que abordamos aqui a complexidade da contabilidade brasileira. Inclusive, entre essas dificuldades, a regularização tributária é uma das maiores. A legislação muda constantemente, e, por isso, contadores precisam se adaptar a essa legislação constantemente. Sistemas tecnológicos apoiam os contadores a se manterem atualizados. Com a contínua evolução das regulamentações fiscais e contábeis, a tecnologia permite que as empresas se adaptem mais rapidamente a essas mudanças. Sistemas de contabilidade digital podem ser atualizados automaticamente para refletir as alterações na legislação, garantindo conformidade e minimizando riscos.   Conclusão    Em resumo, a transformação digital na contabilidade oferece uma série de benefícios para as empresas. Ao abraçar essas mudanças, as empresas podem melhorar sua eficiência, tomada de decisões e aumentar sua competitividade no mercado. Além disso, é possível acionar na rotina da empresa o fator de modernidade, muito importante na construção de evidências que possam trazer benefícios para os clientes.    Inclusive, mesmo contabilidades tradicionais conseguem equilibrar a experiência e expertise a um novo formato no exercício da profissão. É o caso da Gomide Contabilidade, que há mais de 50 anos trabalha em prol do benefício das empresas em qualquer momento que elas estejam.    Faça parte dessa equipe! Clique aqui e saiba mais!  

Como escolher um escritório de contabilidade em 2024

Mercado contábil

O novo ano chega com uma série de oportunidades para transformar todas as áreas da nossa vida, inclusive, nossos negócios. Por isso, para empresas que querem dar mais um passo em crescimento em 2024 uma das mudanças previstas pode ser escolher um escritório de contabilidade.   Em suma, escolher o escritório de contabilidade certo é uma decisão crucial, estratégica, que pode impactar diretamente o sucesso e crescimento da empresa. Além disso, com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil saber por onde começar.    Mas não se preocupe, estamos aqui para ajudar! A seguir, vamos explorar os principais fatores que você deve considerar ao escolher um escritório de contabilidade em 2024.   Conhecendo o mercado    Como mencionamos anteriormente, são diversas as opções de escritórios espalhadas por todo país. Por isso, num mar de oportunidades, a escolha por um serviço eficiente pode ser complexa. Mesmo assim, uma pesquisa prévia para analisar as opções disponíveis pode otimizar tempo e dinheiro na busca pelo escritório. Durante a busca, considere:    Local do escritório; quanto custa; recomendações e avaliações do serviço; tipo de contabilidade exercida;  modelo de atendimento;  quais as especializações do escritório.   Dessa forma, é possível identificar quais as opções mais combinam com sua empresa através desses filtros, que se adequam de acordo com a sua necessidade.   Além disso, antes de começar sua busca, é importante entender o mercado de serviços contábeis e as diferentes opções disponíveis. Pesquise online, peça recomendações de colegas de negócios e faça uma lista dos escritórios de contabilidade que parecem mais promissores.   Entenda suas necessidades   Cada empresa é única. Portanto, é essencial encontrar um escritório de contabilidade que atenda às suas necessidades específicas. E isso inclui desde o seu regime tributário e quantidade de funcionários, até o seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Inclua todos esses fatores no planejamento para busca do seu escritório. Além disso, em entrevistas ou reuniões negociais para conferir a proposta dessa contabilidade, destaque suas maiores necessidades. Considere o tamanho da sua empresa, o setor em que você opera, suas metas financeiras e qualquer exigência regulatória que você precise cumprir.   Experiência, credibilidade e custo-benefício   Expertise em um assunto é fundamental na hora de escolher qualquer serviço. Por isso, busque por um escritório de contabilidade com uma sólida experiência e reputação no mercado. Verifique se eles têm experiência trabalhando com empresas do seu setor e se possuem as certificações e credenciais necessárias para garantir um serviço de qualidade.   Além disso, por mais que o preço não deva ser o único fator determinante, é importante encontrar um escritório de contabilidade que ofereça um bom custo-benefício para o seu negócio. Compare os preços e os serviços oferecidos por diferentes escritórios e escolha aquele que melhor se alinha com o seu orçamento e suas necessidades.   A importância da contabilidade para as empresas   Se você chegou até aqui, sabe como seguir o passo a passo para escolher um bom serviço. Contudo, é importante destacar a importância da contabilidade em momentos estratégicos, como o começo do ano. Uma contabilidade eficiente vai muito além da regularização do seu negócio. Em suma, ela promove um apoio completo na tomada de decisões importantes para o negócio visando no seu crescimento e lucro!   Ao seguir essas etapas e considerar cuidadosamente suas opções, você estará melhor preparado para escolher o escritório de contabilidade certo para o seu negócio em 2024. Lembre-se de que a escolha certa pode fazer toda a diferença no sucesso e na saúde financeira da sua empresa. Por isso, não tenha pressa e faça uma escolha informada que atenda às suas necessidades e objetivos comerciais.   Há mais de 50 anos, a Gomide Contabilidade trabalha para otimizar a rotina de empresas do DF. Com uma carteira de clientes satisfeitos a cada ano, em 2024 buscamos avançar ainda mais, trazendo conforto, segurança e bons resultados para nossos parceiros.   Acesse nosso site e fale com nosso time agora mesmo!

Como calcular o lucro de uma empresa?

precificar produtos e serviços

O lucro de uma empresa, como uma ferramenta de métrica de resultados, é com certeza um dos parâmetros mais importantes da gestão financeira eficaz dos negócios. Em suma, para grandes ou pequenas empresas, esse cálculo pode ser complexo quando consideramos o nível de operações e diversidade de produtos ou serviços oferecidos.    Contudo, deixar de entender o lucro da empresa tende a ser prejudicial para os negócios, atrapalhando a clareza dos seus resultados, ou se houve prejuízo em determinado período.    Por isso, a seguir, vamos ensinar como fazer o cálculo do lucro da sua empresa e como utilizar esses resultados para desenvolver boas estratégias de gestão financeira a médio prazo. Confira!    O balanço empresarial   Primeiramente, antes de conhecer o lucro e as ferramentas de resultados, devemos esclarecer que é de extrema importância que esse resultado seja registrado corretamente. Nesse caso, a ferramenta ideal para documentar o desenvolvimento de uma empresa é o balanço patrimonial, um registro das operações financeiras dos negócios em determinado período.    Diversas empresas utilizam o balanço como a métrica para análise das principais motivações que levaram a empresa alcançar aqueles números, sejam eles bons ou ruins. Dessa forma, a partir do estudo, empresas desenvolvem estratégias para promover maior lucro para o próximo período de análise.    Em conclusão, podemos destacar o balanço patrimonial como essencial, para que o lucro, prejuízo e faturamento da empresa sejam de fato registrados e estudados para fins de crescimento.     Entenda a seguir como calcular o lucro da sua empresa:    Passo 1: Identifique as receitas totais   Antes de qualquer coisa, O para calcular o lucro de uma empresa é determinar suas receitas totais. Isso inclui todas as vendas de produtos ou serviços realizados durante um determinado período de tempo. Para grandes empresas, isso pode envolver a consolidação de dados de várias fontes e divisões, além de setores e áreas agregadas ao monitoramento.   Passo 2: Reúna custos fixos e variáveis    Em seguida, é importante deduzir os custos variáveis e fixos associados à produção e entrega dos produtos ou serviços. Nesse caso, custos variáveis, como matéria-prima e mão de obra direta, flutuam com o volume de produção. Por outro lado, os custos fixos, como aluguel e salários administrativos, permanecem estáveis independentemente do volume de vendas.   Passo 3: Registre as despesas operacionais   Além dos custos de produção, empresas também incorrem em despesas operacionais relacionadas às atividades do dia-a-dia. Nesse caso, incluimos despesas de vendas, marketing, administração e outras áreas funcionais. É importante registrar todas essas despesaspara cálculo do lucro.   Passo 4: Registre seus impostos   Por fim, separe os impostos e encargos financeiros que a empresa paga. Isso pode incluir imposto de renda corporativo, contribuições sociais, taxas de juros sobre empréstimos e outras obrigações financeiras. Para essa etapa, os registros e documentações da sua contabilidade são essenciais. Inclusive, demonstrativos ou balanços anteriores são documentos importantes para reunir nessa etapa, além de tributações anuais como IRPJ e o DAS anual.    Calculando o lucro   Por fim, com todas essas informações em mãos, é possível calcular o lucro líquido da empresa. Isso é feito subtraindo-se os custos totais e despesas operacionais das receitas totais. Ou seja, a fórmula para o lucro líquido pe basicamente uma subtração do faturamento menos as despesas, sejam elas fixas e variáveis. Por isso a importância de um registro eficiente das operações, entradas e saídas do negócio durante toda a trajetória.    💡O lucro líquido representa a verdadeira medida do desempenho financeiro de uma empresa em um determinado período de tempo.   Em conclusão, calcular o lucro de uma empresa é fundamental para tomar decisões financeiras informadas e garantir a sustentabilidade a longo prazo. Para grandes empresas, esse processo pode ser desafiador devido à complexidade das operações, mas seguindo os passos adequados e contando com o apoio de uma equipe de contabilidade especializada, é possível obter resultados precisos e úteis para a gestão financeira.   Se você está buscando orientação profissional para calcular o lucro de sua empresa de forma eficiente, entre em contato com a Gomide Contabilidade. Nossa equipe de especialistas está aqui para ajudar a impulsionar o sucesso financeiro de sua empresa. Clique aqui e fale com nosso time!  

Conheça os regimes tributários das empresas e como escolher o seu

regimes tributários

Entre todas as escolhas de uma empresa, com certeza os regimes tributários são umas das mais complexas. Em suma, essa é uma decisão que acompanha a empresa do começo ao fim, desde os primeiros passos dela até seu desenvolvimento e expansão. Contudo, escolher o regime de tributação de uma empresa exige planejamento estratégico para entender os motivos dessa decisão e seus resultados.   Os Regimes Tributários são, resumidamente, a determinação de quais são os impostos pagos por uma empresa e quais as alíquotas dessa cobrança. Atualmente, nós possuímos três Regimes Tributários disponíveis para a escolha das empresas no momento de abertura ou a cada início de ano fiscal.   A seguir iremos conhecer os três regimes de tributação disponíveis no Brasil e como escolher o modelo ideal para sua empresa de acordo com o desenvolvimento do seu negócio.   Os regimes tributários   Simples Nacional   Primeiramente temos o Simples Nacional como o primeiro regime de tributação para as empresas. Como o próprio nome denuncia, este é um modelo simplificado de recolhimento tributário. O Simples Nacional é indicado para pequenas empresas em ascensão, mas não necessariamente significa que é o ideal para todas elas. Além disso, na falta da escolha de um regime tributário para uma empresa no momento do seu nascimento ela automaticamente se encaixa no regime. Mas atenção: o Simples Nacional possui um teto de faturamento de R$ 4,8 milhões. Portanto, fique atento a esta limitação para evitar multas ou irregularidades.   Lucro Presumido   O Lucro Presumido é um regime de recolhimento de impostos que, através do faturamento previsto e o modelo de atividade empresarial faz uma presunção de lucro e recolhe impostos sobre ele. Daí o nome Lucro Presumido. Além disso, assim como no Simples Nacional, este regime também possui um teto de faturamento de R$ 78 milhões. Por fim, podemos afirmar que o Lucro Presumido faz um recolhimento de basicamente cinco impostos individualmente: PIS, COFINS, CSLL, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).   Lucro Real   Assim como no Lucro Presumido, o Lucro Real também faz o recolhimento de impostos com base no faturamento e lucro. Nesse caso, a diferença é que o  Lucro Real faz esse recolhimento a partir do lucro líquido que a empresa obteve no último mês. Por isso o nome Lucro Real. Considerado o mais complexo dos regimes tributários, ele possui algumas limitações e obrigatoriedades. Por exemplo, algumas atividades empresariais devem se encaixar no Lucro Real. É o caso das instituições financeiras.   Qual o regime tributário ideal?   Como falamos anteriormente, a escolha do regime tributário ideal deve ser baseada em estratégia e planejamento. Isso significa que, não necessariamente o mais simples dos regimes tributários é o mais econômico para sua empresa. Contudo, para entender de fato como escolher seu regime, é necessário que você e sua equipe contábil idealizem um planejamento tributário que é o responsável por, de tempos em tempo, buscar mais lucros e economia de impostos através de estratégias legais. Uma delas, claro, é a troca de regime.   Por fim, a contabilidade especializada na troca de regime tributário pode ser a chave da economia da sua empresa. Há mais de 50 anos a Gomide Contabilidade trabalha para promover lucro e crescimento para as empresas através de estratégias assertivas.    Para dar um passo a mais no desenvolvimento do seu negócio, busque especialistas dispostos a te ajudar com aquilo que mais importa: o seu lucro. Se quiser fazer parte desse time e conhecer nossos serviços, clique aqui e fale com um de nossos especialistas agora mesmo.

IRPF 2024: Governo amplia isenção para dois salários mínimos 

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Foi divulgada ontem (6), terça-feira, a Medida Provisória que determina isenção do Imposto de Renda Pessoa Física para brasileiros com renda até dois salários mínimos mensais (R$ 2.824). Segundo governo federal, a medida isenta 15,8 milhões de brasileiros do pagamento do IRPF 2024 e é uma alternativa para o “cumprimento à política de valorização do trabalhador”.   A nova isenção do IR corresponde ao reajuste do salário mínimo dos trabalhadores brasileiros. Antes, a isenção era de R$ 2.112.   IRPF 2024    A data de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física 2024 é entre 15 de março e 31 de maio. Você pode acessar a tabela atualizada do IR aqui.   O Imposto de Renda Pessoa Física é o documento de comprovação de renda dos brasileiros. Todos os anos, a Receita Federal recolhe o IR a fim de entender e estudar a média de receita da população. Atualmente, com apoio da tecnologia, é possível preencher o documento através do aplicativo ou software Meu Imposto de Renda disponibilizado pelo governo federal.   Para boa parte da população brasileira o documento é obrigatório. Se você estiver listado os contribuintes de 2024, fique atento para não perder o prazo de recolhimento e, assim, evitar multas. Contudo, se precisar de auxílio para preencher o documento, é aconselhável buscar apoio de uma contabilidade. Por isso, se estiver com dúvidas e quiser antecipar o preenchimento do seu IR esse ano, clique aqui e fale com um dos contadores do nosso time!

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Eduarda Fernandes

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