Como abrir empresa em Brasília?

Você decidiu abrir uma empresa em Brasília e deseja saber os passos necessários para obter sucesso nessa empreitada? Então, você chegou no lugar certo, pois nós vamos te ajudar a tomar as melhores escolhas quanto a este novo empreendimento. Por isso, confira as dicas que vamos falar ao longo deste conteúdo, porque ao terminar de lê-lo, com certeza você estará por dentro de tudo que é preciso para dar entrada na abertura da sua empresa em Brasília. Vamos lá? Por que abrir empresa em Brasília? Apesar de ser vista apenas como uma terra política — por ser sede do governo federal —, a cidade tem outros atributos. Entre eles, destacamos o crescimento dos setores de agricultura, varejo e da construção civil. Além disso, Brasília é a 3º cidade mais rica do Brasil, o que a torna moderna e com poder competitivo. Contando com 3.094.325 moradores, a realidade econômica da capital do Distrito Federal é bastante promissora, além de que a inovação é a palavra de ordem para empreender em Brasília. Tudo isso requer a atenção e disciplina de profissionais contábeis experientes nas demandas organizacionais envolvidas na abertura da empresa. Nos tópicos seguintes, traremos as etapas para tirar a sua ideia do papel. Acompanhe! 1° passo: Planejamento para abrir empresa em Brasília Essa etapa é essencial para organizar as ideias, afinal não se abre uma empresa em Brasília somente criando um CNPJ. A constituição legal do negócio deve ser observada, bem como o conhecimento dos direitos e obrigações enquanto empreendedor. Principalmente para quem nunca empreendeu, abrir um estabelecimento pode parecer complicado, mas isso pode ser resolvido com o apoio de uma boa equipe de contabilidade. Esse tipo ficará responsável por apoiar a gestão dos recursos desde o início da empresa, prevenindo erros e penalidades. 2° passo: Escolha do segmento de atuação Mais que decidir o ramo de atuação, é preciso conhecer a fundo o segmento em que você deseja empreender. Isso envolve o estudo dos concorrentes, o local escolhido para sediar o estabelecimento e principalmente as despesas gastas na abertura e manutenção da organização. Sobre os ramos de atuação, o empresário pode atuar com: Comércio atacadista Os atacadistas, ou simplesmente atacados, são os comerciantes que vendem produtos para distribuidores, sempre em grande volume. Esse aspecto possibilita um preço mais baixo, que viabiliza um lucro maior devido ao baixo custo da venda. Existem inúmeros exemplos de comércios atacadistas, podendo ser de bebidas, roupas, cosméticos etc. Comércio varejista O comércio varejista busca vender produtos para o consumidor final. São os mercados, farmácias, lojas de roupas etc. Esses comerciantes lucram a partir do baixo investimento em comparação ao atacadista e a chance de conseguir bons clientes e obter uma margem lucrativa vantajosa. Prestação de serviços A prestação de serviços não trabalha com posse de produtos, tendo uma vasta opção de empresas, desde as mais simples como as chamadas de intelectuais. Assim, quem é cabeleireiro, mecânico, designer, médico, arquiteto e cuidados de idosos pode abrir uma empresa especializada na prestação dos serviços. Aliás, os prestadores de serviço têm também a possibilidade de abrir empresas focadas no bem-estar social, como as ONGs (terceiro setor). Em todas elas, o auxílio de uma contabilidade em Brasília é de grande valia para o correto enquadramento tributário. Indústria As indústrias pegam matérias-primas e as transformam em bens que são vendidos tanto para os atacadistas como para os varejistas, porém nunca para o consumidor final. Uma confecção de roupas é exemplo de empresa do ramo industrial. 3° passo: Decisão sobre a natureza jurídica A natureza jurídica são os tipos de empresas que você pode abrir na capital federal. Essa decisão influencia no regime de tributação do negócio, além da necessidade de possuir um sócio ou capital financeiro para iniciar/operar as atividades. Enfim, os tipos de empresas pode ser os seguintes: Sociedade Limitada (LTDA): é aquela formada por dois ou mais sócios, com o intuito de criar um negócio no ramo industrial, de prestação de serviços ou no comércio. A responsabilidade dos sócios é alinhada ao valor investido no capital social. Sociedade Simples Limitada: é a sociedade também formada por dois ou mais sócios, após o registro no cartório de pessoas jurídicas. Geralmente é a escolhida por médicos, advogados e demais profissões intelectuais. Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): possui as mesmas características das duas sociedades anteriores, com a diferença de que não exige sócio. Empresa Individual: é a empresa aberta na Junta Comercial para atuação em alguma atividades profissionais. Nessa constituição, o empresário responde ilimitadamente as obrigações (principalmente dívidas) com seus bens pessoais, o que pode ser desvantajoso. Microempreendedor Individual (MEI): indicado para quem quer faturar pouco, o MEI tem uma abertura simplificada e um baixo custo de formalização. 4° passo: Definição do regime de tributação A escolha do regime tributário é uma parte fundamental da abertura de uma empresa, já que os impostos a se pagar são decisivos para o progresso da instituição. No Brasil, existem três regimes tributários: Simples Nacional: é um regime simplificado que recolhe os impostos em uma única guia mensal. Lucro Real: tributação em cima do valor líquido da organização. Algumas empresas são enquadradas automaticamente nesse regime. Lucro Presumido: formato no qual o governo prevê um dado lucro e a partir dele tributa a instituição. Escolhida por alguns empresários para pagar menos impostos, o Lucro Presumido também é a alternativa de muitos negócios que não podem pertencer ao Simples Nacional. Pronto para abrir uma empresa em Brasília? Conheça a Gomide Contabilidade! Hoje você aprendeu como abrir uma empresa em Brasília, mas é natural que algumas dúvidas ainda existam e é por isso que nós estamos aqui. Isso porque a Gomide Contabilidade atua há mais de 50 anos, somado ao fato que contamos com mais de 40 especialistas cuidando do seu negócio, desde a constituição até o início das atividades e manutenção. Fazemos a diferença na vida empresarial de prestadores de serviço, atacados, indústrias, profissionais e empresas de saúde e associações sem fins lucrativos. Por isso, convidamos você a acessar nosso site e conhecer nosso trabalho e saber
Refis-DF 2020: Entenda o Programa

O novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis-DF 2020) foi sancionado pelo governador Ibaneis Rocha nesta segunda-feira (9). Estímulo determinante para a retomada da atividade econômica do Distrito Federal em tempos de pandemia, a medida pode injetar até R$ 500 milhões nos cofres públicos, além de beneficiar mais de 344,4 mil pessoas físicas e jurídicas – 266 mil cidadãos e 78,4 mil empresas. Entenda mais sobre o Refis-DF 2020: O Refis tem como meta o incentivo a regularização de débitos tributários e não tributários de competência do DF. O prazo de adesão encerra em 16 de dezembro. Conte com a experiência da Gomide Contabilidade para fazer este processo.
Home office dá direito a vale-refeição, alimentação e transporte?

A pandemia da Covid-19 transformou o modo de trabalho de diversas pessoas. A primeira causa dessa mudança drástica foi provocada pelo isolamento social que é uma das medidas de proteção contra a doença. Muitas empresas do país decretaram home office para seus colaboradores aderindo a essas exigências de distanciamento físico entre as pessoas. Com esse novo cenário econômico várias dúvidas surgem na hora de colocar o home office em prática, já que muitas empresas não estão acostumadas com o trabalho remoto. Um dos principais questionamentos, tanto dos empresários quanto dos colaboradores é sobre os principais benefícios oferecidos pelas empresas. Muitos não sabem se o home office dá direito ao vale-refeição (VR), alimentação (VA) e transporte (VT). Pensando nisso, preparamos esse post que responde a dúvida de milhares de trabalhadores e empresários. Para saber como proceder, continue lendo nosso artigo! O home office dá direito a vale-refeição, alimentação e transporte? Vale-transporte O vale-transporte pode deixar de ser fornecido, já que no home office o colaborador não precisa se deslocar para o ambiente de trabalho. Entretanto, se algum profissional da empresa precisar ir até o escritório, em alguns dias durante a pandemia, ele deve receber o vale-transporte referente a esses dias de deslocamento. Isso porque, mesmo fazendo home office na maior parte do tempo, haverá dias em que o funcionário precisará comparecer em seu local de trabalho, e esse trajeto exigirá algum tipo de transporte, fazendo-se assim necessário o vale-transporte para esses casos. Porém, se acontecer de a empresa já ter creditado o vale do mês antes do decreto de trabalho remoto, uma boa saída é usar esse valor como crédito depois. Assim o valor que não foi utilizado devido ao home office pode ficar para quando os colaboradores voltarem a frequentar a instituição. Pode ser usados se por exemplo tiverem que visitar empresas, clientes, filiais, etc. Caso algum profissional não utilize o saldo extra, esse pode ser descontado no mês seguinte. Vale-refeição e alimentação Sobre o vale-refeição e o alimentação, em primeiro lugar, precisamos relembrar que eles não são o mesmo tipo de benefício. Algumas empresas oferecem somente o vale-refeição, que é utilizado em restaurantes e outras instituições oferecem também o vale-alimentação, que é usado em supermercados. Se a empresa já oferecia os dois benefícios antes de decretar o home office, ela deve continuar pagando, porque eles dizem respeito à alimentação do profissional. Ou seja, não é um fator que se altera de acordo com o local em que o serviço está sendo realizado. Caso um empregador pare de fornecer ambos ou algum desses dois benefícios enquanto os colaboradores estiverem fazendo home office, a ação pode ser invalidada na Justiça do Trabalho. Isso pode acontecer, porque se entende que o empregador alterou o contrato de trabalho e essa mudança prejudicou diretamente o colaborador da empresa. Sendo assim, é fundamental que a instituição continue fornecendo esses benefícios para os seus profissionais, exceto o de vale-transporte. Afinal, esse não será utilizado durante o período de home office. Agora que você já sabe sobre os direitos dos trabalhadores na modalidade home office, fica mais fácil organizar a sua empresa, não é mesmo? Caso você tenha mais alguma dúvida sobre os deveres e a contabilidade do seu negócio durante a pandemia é só entrar em contato conosco pelo nosso site!
Como evitar os principais problemas fiscais

Surgiu uma fiscalização de impostos ou você foi avisado que sua empresa está em uma malha fiscal? Os famosos problemas fiscais ocorrem quando há uma divergência entre o cruzamento de informações entre a Receita Federal e as informações enviadas pela sua empresa. Vale a pena se manter por dentro dessas situações para entender como elas aparecem no cotidiano. Quanto mais você souber, mais protegido o seu negócio vai ficar. Vamos demonstrar quais são essas situações e como evitá-las! O que são problemas fiscais? Quando você abre o CNPJ e regulariza a sua atividade é necessário realizar a apurações dos valores e movimentações realizadas na empresa gerando declarações dos tributos para que tudo seja pago. Entretanto, com a rotina corrida de fazer o negócio dar certo, algo pode ser deixado para trás — e é assim que surgem os problemas fiscais. Se houver qualquer erro sobre o pagamento de tributos, essa situação pode se concretizar. Para se manter regularizado e em dia com as suas obrigações, antes de mais nada é essencial conhecer os tributos e saber como deixar os erros para trás. Quais são os principais problemas fiscais identificados nas pequenas empresas? Escolha errada do Regime de Tributação: Ele envolve as regras para o pagamento de impostos, os valores cobrados e as formas de apuração. Então, é justo dizer que influencia como os impostos incidem sobre o seu negócio. O problema ocorre quando ele é definido da maneira incorreta. O Simples Nacional, por exemplo, é ótimo para pagar 8 impostos em uma só guia, mas não está disponível para todos os tipos de empresa e pode ser menos interessante que o lucro real para alguns. Falta de organização dos dados: Na maioria das vezes, isso acontece por causa da rotina. Entre tantas tarefas para dar conta, o cuidado com os documentos se torna menor. O ponto é que, na hora de elaborar uma declaração, a desorganização aumenta as chances de erros. Atraso no pagamento de impostos: A principal questão é que o imposto atrasado gera irregularidades com o governo e o pagamento de multas. Com isso, não é nada vantajoso perder os prazos. Falta de adequação às mudanças da legislação: a legislação fiscal brasileira está em constante transformação. É o que acontece quando dois impostos são unidos em um, quando uma regra do Simples Nacional é alterada ou até quando um novo regime é criado. Desse modo se você já está empreendendo há anos, deve ter visto muitas mudanças. Entretanto não acompanhar essas mudanças da lei traz dificuldades para cumprir tudo isso. Como evitar os problemas fiscais? Todos os problemas fiscais podem ser evitados e conhecê-los é o primeiro passo. Agora que você já sabe quais são os principais, o truque é aumentar a atenção e reforçar o cuidado nesse sentido. As notas fiscais devem ser armazenadas e identificadas corretamente, por exemplo. Para escolher o melhor regime, um planejamento tributário vai ajudar a empresa a economizar e a se tornar competitiva. Já a criação de um calendário evita a perda de prazos. Dessa forma para te ajudar nesta tarefa, recomendamos que procure uma contabilidade especializada onde a atuação do contador é indispensável. Esse é o profissional que tem todo o preparo necessário para dar conta das obrigações fiscais, das declarações e dos pagamentos exigidos. Ao ter o apoio desse especialista, sua empresa evita erros e problemas e potencializa as oportunidades. Em síntese é a maneira certa de se manter dentro do que manda a lei e ainda economizar, o que aumenta a segurança de atuação. Os problemas fiscais nas empresas são muito comuns, mas podem ser evitados. Além de conhecê-los, ter o apoio de um bom serviço de contabilidade faz com que o seu negócio esteja sempre protegido. Precisando de ajuda? Entre em contato conosco clicando aqui.
Oportunidades de negócios para o comércio atacadista em 2019

O comércio atacadista está em ascensão no país. Desde o primeiro semestre de 2018, os atacadistas estão em franco crescimento. No final do ano passado, o presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), Emerson Destro, mostrou otimismo após os resultados do setor. Segundo ele, a retomada do comércio como potência nacional é antes de tudo uma tendência para 2019. Antes de falarmos sobre as oportunidades no comércio atacadista para este ano, é preciso retomar os tipos de negócios no setor de uma forma mais abrangente. A Abad classifica os modelos de atacado no Brasil em quatro categorias: Atacadista generalista com entrega: compra da indústria sem vínculo de exclusividade e vende ao varejo por meio de visitas de vendedores. Atacadista de autosserviço: também compra da indústria sem exclusividade; a diferença é que faz a venda em loja própria, em que o cliente paga na saída e transporta as compras. O atacadista neste modelo não tem custos com vendedor e entrega. Distribuidor (especializado ou exclusivo): compra e vende produtos de fornecedores da indústria, com exclusividade, e vende ao varejo a partir de visitações de vendedores; Agente de serviços: remunerado por comissão sobre o volume de serviço prestado. Atuam na área comercial, na operação logística ou na promoção de marcas e produtos. Material Agrícola O PIB do Agronegócio no Brasil deve crescer 2% neste ano segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Isso já é motivo suficiente para a venda de materiais agrícolas ser uma excelente oportunidade para o ramo atacadista em 2019. Além disso, o IBGE aponta um crescimento no comércio varejista de produtos agropecuários. Dessa forma, você terá maiores possibilidades de venda, tanto para o produtor rural quanto para o comércio varejista, em uma estratégia B2B. Você pode segmentar suas vendas em Equipamentos agrícolas Fertilizantes e pesticidas Alimentação e medicamentos Todos esses produtos têm alto fluxo de compra e venda. E a internet pode ser uma grande aliada em 2019. Além de ter uma loja virtual própria, você pode utilizar plataformas de compra e venda, como OLX e CBC Agrícola, para negociar desde grãos até máquinas para produção. Se quiser fazer uma pesquisa prévia de mercado, pode começar pela lista da revista Forbes das 50 melhores empresas de agronegócio no Brasil. Resíduos, sucata e material para reciclagem O comércio atacadista de sucatas metálicas por exemplo: Reúne mais de 5 mil empresas Gera 42 mil empregos diretos Contribui para redução da poluição ambiental O estudo foi apresentado pelo Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa) no final de 2018. O maior foco deste setor é o fornecimento de matérias-primas para a indústria siderúrgica de produção de aço. Em 2018, as indústrias consumiram 8,9 milhões de toneladas de sucata para a produção de aço de acordo com o Instituto Aço Brasil (IABr). Outra estratégia lucrativa do comércio atacadista de sucatas é a exportação. Um estudo publicado pela Univates analisou o mercado brasileiro de exportação de sucata metálica ferrosa para a Ásia. O resultado da análise mostrou que o país exporta anualmente mais de 600 mil toneladas de sucata ferrosa, dos quais: 557 mil toneladas são para países do Sul e Sudeste Asiático; 26 mil toneladas para União Europeia; 896 toneladas para os Estados Unidos 415 toneladas para o Mercosul Alimentos e bebidas O comércio de alimentos e bebidas continua em destaque no setor atacadista. No ano passado, o comércio atacadista foi responsável por mais da metade da movimentação do mercado de produtos de uso básico diário dos brasileiros. Entraram para essa contagem produtos como alimentos, bebidas, assim como limpeza, higiene e cuidados pessoais. Notícia recente da Abad indicou crescimento de 1,35% do mercado distribuidor em 2018 no Brasil. Esse crescimento, segundo a Abad, superou as expectativas para o ano passado. Além disso, o faturamento real do setor cresceu em 1,9% na comparação entre Dezembro e Novembro do ano passado. O presidente da Abad, Emerson Destro, afirmou que esse crescimento foi constante no três últimos meses do ano e que a tendência é de que o avanço do faturamento se mantenha. Se você tiver interesse em montar uma distribuidora de alimentos ou de bebidas, o Sebrae possui algumas dicas interessantes! A estratégia dos atacadistas para vender mais em 2019 Mesmo com a crise econômica, o e-commerce no Brasil teve crescimento de 7,4%. Esse crescimento ocorreu devido à entrada de novos segmentos na prática do comércio online. Um desses segmentos é o atacadista. Atualmente a internet é o canal que facilita as vendas, porque quebra barreiras geográficas de divulgação de produtos e de negociação. Muitas empresas de varejo já trabalham com e-commerce, inclusive, em marketplaces. A implantação do modelo de vendas pela internet é mais rápida para empresas que já começam suas atividades baseadas nessa estratégia. Para as empresas que já estão consolidadas no modelo offline, as principais dicas para ingressar no e-commerce são: Mudança de cultura organizacional Todos os setores da empresa precisam encarar a inovação. Por isso, o principal ponto é modificar o planejamento em parceria com os colaboradores já atuantes na equipe. Cada departamento da sua empresa pode contribuir com esse novo rumo. A estratégia de e-commerce traz novos desafios para sua equipe, mas, ao mesmo tempo, torna o trabalho de cada um mais impactante. Afinal, as vendas não terão mais fronteiras. Revisão das estratégias de Marketing A redução de custos de venda é o principal resultado do e-commerce para seu comércio por atacado. Essa redução é atingida, principalmente, pela reformulação de sua estratégia de marketing. Apesar de que também há custos nas vendas digitais, você não precisará investir tanto em catálogos, em viagens de vendedores, em materiais promocionais. Afinal, a maioria de suas decisões de gestão em vendas e em marketing podem ser aplicadas em poucos cliques. Criação da plataforma virtual Tenha cuidado com a estrutura da sua plataforma. Diferente do que acontece nas vendas B2C, no atacado, é preciso ter maiores cuidados com a exposição dos produtos e, principalmente, com a precificação. Você pode, por exemplo, estabelecer
Importância da contabilidade na gestão do seu negócio

A contabilidade é a ciência que estuda e pratica funções de controle e registro relacionadas com atos da administração e da economia. Assim, cabe à contabilidade a avaliação do desempenho dos negócios, dando base à tomada de decisões dos gestores. Por isso, é essencial que você entenda a importância da contabilidade na gestão do seu negócio. Contabilidade Gerencial e Contabilidade Financeira Para que você entenda a importância da contabilidade na gestão do seu negócio, é preciso separar os conceitos de contabilidade gerencial e contabilidade financeira. A contabilidade gerencial traz informações para os gestores tomarem decisões mais assertivas. Nesse sentido, é um método de contabilidade focada em resultados internos da empresa e está diretamente associada ao planejamento estratégico. A contabilidade financeira está focada no controle contábil. Esse método gera, controla e analisa informações patrimoniais voltadas à demonstração financeira da empresa para o público externo. Nesse método, os dados da contabilidade servem aos demonstrativos tributários, às declarações para bancos e para investidores. Tanto a contabilidade gerencial, quanto a contabilidade financeira controlam e interpretam as informações patrimoniais da empresa. Portanto, os dois modelos podem ser executados simultaneamente na fase de inclusão das informações e nos lançamentos contábeis. A separação ocorre quando esses dados são interpretados, porque cada modelo tem sua finalidade e contribui para o desenvolvimento da empresa de formas diferentes. Veja as principais diferenças. Usuário informação A contabilidade gerencial tem como foco principal a estruturação das decisões de gestão. Ou seja, é utilizada para emissão de relatórios que auxiliem os gestores na hora de decidir sobre investimentos, mudanças de posicionamento de marca, etc. É uma contabilidade estratégica e interna. A contabilidade financeira tem como fundamento o controle legal do seu negócio. A finalidade é de manter sua empresa respeitando as premissas da legislação vigente. Está focada em emitir relatórios em dia, informar dados precisos aos órgãos do governo, etc. Seu público principal, portanto, são os fornecedores, investidores e agências controladoras. Periodicidade Outra diferença importante entre a contabilidade gerencial e a contabilidade financeira é a periodicidade. A primeira é executada com base nas necessidades da empresa. Portanto, são os gestores que determinam a periodicidade dos relatórios. Já a contabilidade financeira respeita estritamente a legislação. Sua periodicidade é definida pela legislação específica e por demandas de fornecedores e do mercado financeiro. Seu negócio em números A contabilidade traduz o seu negócio em números, em indicadores, em dados. Com essa mudança no modo de olhar sua empresa, você alcança maior clareza sobre os cenários de investimentos, contratos, tributos, lucratividades, etc. Veja algumas vantagens de ter seu negócio em números : Fluxo de caixa O fluxo de caixa consiste no acompanhamento das entradas e das saídas de recursos no seu caixa. Portanto, é o controle de todos os recebimentos e de todos os pagamentos relacionados com o funcionamento da sua empresa. Em linguagem contábil, as receitas são as entradas financeiras e as despesas representam as saídas financeiras do seu caixa. A contabilidade é importante não apenas para o acompanhamento, mas também para a análise, categorização e previsão de receitas e despesas. Assim, você pode controlar, monitorar e projetar o seu negócio. Balanço Patrimonial O Balanço Patrimonial é o relatório que registra a situação patrimonial da empresa em uma data determinada. Esse relatório é composto por ativos, passivos e patrimônio líquido. Ativos Os ativos são bens, direitos e outras aplicações controladas pela empresa que podem gerar benefícios econômicos para a empresa. Passivos Os passivos representam as obrigações com terceiros – fornecedores, funcionários, bancos, etc. Na prática, passivos resultam de eventos (como compras e empréstimos por exemplo) que exigem ativos para sua liquidação. Patrimônio líquido Já o patrimônio líquido representa a diferença entre ativos e passivos. Portanto, demonstra o que resta para sua empresa quando considerados todos os bens e direitos, subtraindo-se todas as dívidas e obrigações. A importância do balanço patrimonial deve-se ao fato de que esse relatório representa a vida da empresa. Por isso, quanto melhor elaborado, maior sua precisão. Lembre-se de que uma contabilidade precisa entrega informações importantes para sua tomada de decisão. Ao analisar seu patrimônio líquido, por exemplo, você como gestor pode decidir se é ou não o momento ideal para um investimento com risco um pouco maior. Controle de indicadores A contabilidade gera ferramentas para a análise do desempenho da empresa. Dentre essas ferramentas, estão os indicadores financeiros. Tais informações indicam a movimentação patrimonial de um negócio sob diferentes perspectivas. Os principais indicadores contábeis que podem ajudar na gestão do seu negócio são: Índices de liquidez Os índices de liquidez indicam a facilidade/dificuldade e a velocidade de conversão de um ativo em montante do caixa. Em outras palavras, esses indicadores apontam se os itens do seu patrimônio podem ser rapidamente vendidos ou convertidos em dinheiro. Os principais índices de liquidez são: Corrente: relação entre ativo circulante e passivo circulante. Imediata: relação de capital disponível para cobertura de passivos. Geral: considera ativos e passivos de curto e longo prazos. Índices de endividamento Os índices de endividamento demonstram a variação do endividamento da empresa em determinado período. Os principais indicadores de endividamento são: Grau de endividamento: relação entre o capital de terceiros e o capital da própria empresa inseridos no patrimônio. Composição do endividamento: relaciona em proporção os passivos de curto e longo prazos. Imobilização do patrimônio líquido: indica o quanto o patrimônio da empresa está aplicado em ativos permanentes. Índices de rentabilidade Se você quer acompanhar o rendimento dos investimentos da sua empresa, precisa ficar atento aos índices de rentabilidade. É importante observar: Retorno sobre investimento (ROI): indica o retorno financeiro em cada unidade monetária aplicada. Retorno sobre o Patrimônio (RPL): indica o retorno financeiro sobre o capital próprio aplicado. Margem Líquida Operacional (MLO): percentual operacional que sobra da receita líquida. Importância da contabilidade na gestão do seu negócios O potencial das informações geradas pela contabilidade demonstra a importância dessa ciência. Afinal, o controle patrimonial indica a situação objetiva da empresa. Dessa forma, veja um resumo dos 7 principais benefícios de uma boa contabilidade: Maior abertura de crédito bancário.
Como abrir um atacado: 4 passos importantes que você não pode esquecer

Pensando em iniciar o próprio negócio? Uma das opções possíveis atualmente é abrir um atacado. Entretanto, como qualquer empresa, aventurar-se no setor exige estudo, pesquisas e muitas etapas a serem superadas antes de finalmente começar a ganhar dinheiro. Neste post, separamos quatro dicas importantes para você que deseja saber como abrir um atacado. Confira e tire suas dúvidas! 1) Faça uma pesquisa de mercado Se você deseja saber como abrir um atacado, a primeira coisa a se fazer é escolher qual será a sua área de atuação no mercado. Pesquise o que está em alta, o que está em baixa, quais são os valores praticados, lucros, concorrência, qualidade, assim como outros diversos fatores. A escolha da mercadoria que você pretende distribuir é essencial para observar quais serão os riscos e benefícios que abrir um atacado pode vir a ter. No começo, o ideal é optar por produtos de baixo valor e que tenham bastante demanda. Assim, é possível testar e absorver conhecimento e experiência. Posteriormente se você optar por outros produtos, já estará acostumado ao processo de distribuição. 2) Características do atacado Se você quer abrir um atacado, a principal característica de um comércio atacadista é a oferta de produtos em grandes escalas e a preços mais baixos do que em relação ao restante do mercado. Esses valores menores são praticados por que a comercialização é feita direto com as mercadorias de fábrica. Por exemplo em alguns casos, os preços do atacado podem ser até 50% mais baratos do que no varejo, por conta venda em grandes quantidades. O comércio atacadista é um intermediário entre fabricantes e varejistas, comprando e vendendo de diversos fornecedores e destinando em geral, a venda às pessoas jurídicas, ou seja, que tenham CNPJ, como as instituições, empresas, restaurantes, e os demais lojistas que trabalham no varejo. 3) Saiba como ser um atacadista O primeiro passo para abrir um atacado é definir qual será o endereço. Além de pensar em questões como localização e espaço, é necessário ficar atento às condições de alvará de funcionamento assim também em casos de comércio que envolvam alimentos, o visto dos órgãos responsáveis. Após definir o local e garantir que a situação está regularizada, é preciso iniciar o processo de abertura de empresa. Atualmente o prazo médio para abrir um comércio de atacado é de aproximadamente 30 dias, tempo necessário para a realização do registro, CNPJ, Inscrição Estadual e Inscrição Municipal. Em relação aos impostos, existem em vigor três regimes tributários para quem almeja entrar no comércio atacadista. São eles: Simples Nacional O Simples Nacional abrange diversos impostos em uma única guia. O percentual varia de 4% até 12% sobre o faturamento bruto, sendo que o limite máximo de faturamento anual é de até R$ 3.600.000,00. Lucro Presumido Já o Lucro Presumido engloba diversos impostos que incidem sobre o faturamento bruto. Soma-se impostos federais + a apuração do ICMS, abatendo-se o crédito de ICMS das entradas de mercadorias. Existe ainda um adicional de 0,80% do Imposto de Renda caso o faturamento trimestral ultrapasse R$ 750.000,00. Lucro Real Por fim, o Lucro Real é um imposto calculado conforme o valor real apurado de lucro. Os percentuais de impostos são maiores, mas são aplicados apenas sobre os valores apurados. É importante você saber de tudo isso se está buscando saber como abrir um atacado. 4) Conte com uma contabilidade especializada para abrir um atacado Você viu que para abrir um atacado é preciso superar inúmeras etapas? Do local ao tipo de regime tributário que visa escolher. Acima de tudo realizar todo esse processo exige muita dedicação e atenção a todos os detalhes. Para te ajudar nesta tarefa, recomendamos que procure a Gomide Contabilidade, especializada no assunto. Qualquer escolha errada durante este processo, pode acarretar em inúmeros problemas futuros. Mas com a Gomide, você não precisa se preocupar com nada! 5) Você é de Brasilia? Se você é de Brasília, temos um benefício chamado lei 5005/2012! Acesse o link para entender melhor: https://gomidecontabilidade.com.br/novo/atacadista/ Entre em contato com a gente para cuidarmos da contabilidade do seu atacado