Locação de Bens Móveis na NFS-e Nacional: O Que Muda a Partir da Nota Técnica 005/2025 e Como Empresas do DF Devem se Preparar

A partir da Nota Técnica SE/CGNFS-e nº 005/2025, a locação de bens móveis passa a seguir um padrão fiscal nacional. Esse movimento, embora tenha surgido com pouca divulgação, representa uma das viradas mais significativas na rotina contábil dos últimos anos. Assim, operações antes marcadas por interpretações conflitantes agora ganham uma moldura legal uniforme, o que impacta diretamente a atividade empresarial, sobretudo em regiões como Brasília e o Distrito Federal, onde a economia depende intensamente desse tipo de operação. Além disso, como a NT integra a locação ao ambiente federal da NFS-e, a mudança atinge contadores, gestores financeiros e empresários que precisam ajustar sistemas, contratos e controles internos. Consequentemente, quem ignorar esse ajuste tende a assumir riscos tributários desnecessários. O que exatamente mudou com a Nota Técnica 005/2025? A Nota Técnica instituiu um Grupo de Informações exclusivo para locação de bens móveis dentro da NFS-e nacional. Assim, a operação passa a ter documento fiscal específico, deixando para trás décadas de divergências entre municípios e empresas. Em síntese, isso significa que:• a emissão da NFS-e para locação torna-se padronizada;• a interpretação fiscal deixa de variar entre cidades;• a classificação passa a seguir parâmetros federais, o que reduz fragilidade jurídica. Contadores especializados apontam que, embora a NT não altere a Constituição, ela consolida a leitura de que a locação não configura serviço. Portanto, o ISS sai definitivamente da equação, enquanto a operação entra no campo de incidência do IBS/CBS. A locação de bens móveis gera ISSQN? Não gera. Mesmo que alguns municípios ainda tentem enquadrar a locação como serviço, a NT 005/2025, combinada com decisões do STF, reforça que a operação está fora do campo do ISS. Assim, a empresa deve registrar a locação na NFS-e nacional sem vincular o fato gerador ao imposto municipal. Contudo, é essencial parametrizar o sistema corretamente, já que erros na seleção de códigos podem resultar em cobranças indevidas. A locação de bens móveis gera IBS/CBS? Sim. Com a Reforma Tributária em implementação, a locação passa a integrar a base de incidência do IBS/CBS. Isso ocorre porque a operação envolve exploração onerosa de um bem, o que, por consequência, caracteriza receita operacional. Além disso, como o IBS/CBS centraliza a tributação sobre consumo, a inclusão da locação dentro do padrão federal reforça a necessidade de controle fiscal integrado. Contadores experientes destacam que qualquer inconsistência entre contrato e nota fiscal pode afetar o SPED e a apuração centralizada. Como a mudança impacta empresas do Simples Nacional e do Lucro Presumido? Simples Nacional Para empresas do Simples, a alteração não modifica o regime em si. Contudo, modifica a forma de documentar e classificar a receita. Assim, a locação deve: • entrar na NFS-e com o grupo correto;• constar como operação sem ISS;• compor a base de IBS/CBS conforme as regras de tributação futura. Embora pareça simples, isso exige revisão de sistemas, processos e contratos. Em Brasília, onde muitos empreendimentos pequenos utilizam ativos alugados, o risco de falhas aumenta. Lucro Presumido No Lucro Presumido, a mudança exige ainda mais atenção, porque: • a apuração do IBS/CBS não pode divergir da emissão da NFS-e;• contratos de locação precisam refletir corretamente a natureza da operação;• eventuais inconsistências podem gerar autuações automáticas. Além disso, empresas do Presumido com estruturas societárias compartilhadas no DF devem revisar movimentações internas, já que o cruzamento de dados tende a ficar mais rígido. Por que essa mudança afeta de forma tão direta empresas do Distrito Federal? Brasília e o DF abrigam setores que dependem intensamente de locação:• eventos, audiovisual e comunicação;• clínicas médicas com equipamentos alugados;• empresas de construção civil;• coworkings e estruturas tecnológicas;• prestadores de serviços com máquinas terceirizadas. Além disso, o DF possui forte presença de empresas familiares com múltiplos CNPJs. Assim, a locação costuma ser usada como instrumento societário ou operacional. Com a NT, essa prática continua válida, porém exige mais formalidade e menos improviso documental. Houve uma época que isso passava, agora já não passa mais. Quais são os principais riscos de não se adequar? A mudança não é opcional. Portanto, empresas que não ajustarem seus processos podem enfrentar: • autuações federais por divergência no IBS/CBS;• retenção indevida de ISS por falha municipal;• NFS-e inválidas para efeitos fiscais;• inconsistência entre contrato e nota;• problemas no SPED e nos controles internos. Consequentemente, a confiabilidade da contabilidade fica comprometida e a gestão de riscos se fragiliza. Como emitir corretamente a NFS-e para locação de bens móveis? A emissão correta exige: • uso do Grupo de Informações de Locação;• classificação fiscal sem códigos de serviço;• vínculo com o contrato de locação;• registro patrimonial do bem;• integração entre fiscal, societário e contábil. Além disso, recomenda-se validar periodicamente a apuração do IBS/CBS para evitar divergências acumuladas. Situação Antes da NT 005/2025 Depois da NT 005/2025 Documento fiscal Variável Padronizado nacionalmente Incidência Disputa ISS IBS/CBS definido Segurança jurídica Baixa Elevada Parametrização Inconsistente Obrigatória Fiscalização Municipal e irregular Centralizada e previsível comparativo-locacao-bens-moveis-antes-depois-NT-005-2025 Checklist Estratégico  • Revisar contratos de locação• Atualizar sistemas de emissão de NFS-e• Reclassificar receitas• Rever apuração do IBS/CBS• Ajustar controles patrimoniais• Avaliar riscos junto ao BPO fiscal• Treinar equipes internas Se sua empresa está em Brasília ou no Distrito Federal e utiliza locação de bens móveis como suporte operacional, a atualização da NFS-e pode afetar sua segurança fiscal e sua estrutura de custos. Entre em contato com a equipe da Gomide Contabilidade.

PL 1087: Distribuição de Lucros – O Que Muda com a Nova Tributação?

Lula define data para assinar projeto do PL 1087. Entenda como a nova tributação sobre lucros afeta empresas e o que fazer agora.

Qual é o cenário atual da distribuição de lucros? A legislação brasileira permite atualmente que lucros e dividendos distribuídos por empresas aos sócios e acionistas sejam isentos de Imposto de Renda. Desde 1996, essa política tornou-se um incentivo amplamente explorado por empresas, principalmente as optantes pelo Lucro Presumido e Simples Nacional. Segundo avaliação de especialistas do setor contábil, “essa isenção impacta diretamente na escolha do regime tributário e na estratégia de distribuição de capital pelas empresas.” Essa percepção, inclusive, foi reforçada em diversos eventos técnicos promovidos por conselhos regionais. O que propõe o PL 1087/2023? O Projeto de Lei nº 1087/2023 pretende tributar os lucros e dividendos distribuídos acima de um limite anual de R$ 60 mil por beneficiário, estabelecendo uma alíquota de 15%. Segundo o texto da proposta, tal medida visa equilibrar a carga tributária e corrigir distorções do atual sistema regressivo, em que quem ganha mais, proporcionalmente, paga menos. Como explicou o relator do projeto em coletiva à imprensa: “Não se trata de penalizar empresários, mas de tornar o sistema mais justo e equilibrado entre rendas do capital e rendas do trabalho.” Quando Lula deve assinar o projeto? Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu a data oficial para assinatura do projeto de lei. A cerimônia ocorrerá no Palácio do Planalto no dia 28 de novembro. Segundo comunicado do Ministério da Fazenda, “a assinatura representa o compromisso do governo com a progressividade fiscal e com a justiça tributária.” Para analistas da área fiscal, a sinalização do Executivo federal cria um marco de transição nas políticas de distribuição de lucros, especialmente para empresas familiares e holdings patrimoniais. Quem será afetado pela nova tributação? De acordo com os dados mais recentes da Receita Federal, cerca de 85% das micro e pequenas empresas distribuem lucros abaixo do limite isento proposto. Portanto, o impacto direto incidirá principalmente sobre médias e grandes empresas, além de empresários com múltiplas fontes de rendimentos distribuídos. Contudo, conforme advertiu um consultor tributário em entrevista técnica: “Mesmo quem está abaixo do limite precisa revisar seus contratos societários e políticas internas de distribuição para evitar surpresas futuras com autuações.” Comparativo prático: antes e depois do PL 1087 Critério Situação Atual Com o PL 1087/2023 Tributação sobre lucros Isenção total para qualquer valor Lucros distribuídos serão tributados em 15%, com isenção apenas para PF com até R$ 5 mil/mês Retenção na fonte Não se aplica Sim, com retenção obrigatória para lucros acima da faixa de isenção Impacto em microempresas Nulo ou muito baixo Nenhum impacto direto previsto Necessidade de reorganização Baixa Alta, especialmente para holdings e distribuições frequentes Tabela comparativa entre o regime atual de isenção de lucros e o modelo proposto pelo PL 1087/2023 Quais os riscos de não se preparar? Empresas que não revisarem suas práticas de distribuição podem incorrer em autuações, glosas e recolhimentos retroativos com juros e multas. É importante destacar que, como citou um auditor da Receita em recente seminário, “a fiscalização tende a se tornar mais automática, usando cruzamento de dados e inteligência artificial para detectar desvios.” Além disso, a ausência de planejamento pode comprometer o fluxo de caixa, especialmente em grupos que usam a distribuição de lucros como ferramenta de blindagem patrimonial ou como substituto de pró-labore. Como se preparar para o novo cenário? Reestruturar contratos sociais para refletir o novo teto de isenção; Reavaliar a política de distribuição trimestral e anual; Simular o impacto da tributação sobre os lucros acumulados; Definir estratégia de adiantamento ou postergação de lucros ainda em 2025; Atualizar o planejamento tributário considerando os efeitos da nova regra. Considerações finais O PL 1087 marca uma inflexão na política fiscal brasileira. Ao prever a tributação da distribuição de lucros, o governo busca maior progressividade e justiça fiscal. Contudo, como ressaltou um especialista em tributação empresarial, “quem não se antecipa à mudança pode ser surpreendido por uma carga tributária inesperada.” A assinatura prevista pelo presidente Lula reforça o sinal de que a mudança não é mais hipótese, mas uma realidade em curso. Portanto, empresários e gestores precisam agir com estratégia, inteligência fiscal e apoio técnico para navegar esse novo capítulo da reforma tributária.

Nova obrigação fiscal em 2025: preenchimento de campos de IBS e CBS será exigido nos documentos fiscais eletrônicos

A partir de 3 de novembro de 2025, entra em vigor uma das mudanças mais significativas do pós-Reforma Tributária: a obrigatoriedade de preenchimento dos campos relativos ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no ambiente de homologação dos documentos fiscais eletrônicos (DFes). A determinação, prevista na Lei Complementar nº 214/2025, exige que empresas, desenvolvedores de software e emissores de notas fiscais eletrônicas adequem seus sistemas aos novos leiautes de NF-e, NFC-e e demais documentos eletrônicos. Isso inclui a inserção de campos como CST (Código de Situação Tributária), cClassTrib (Código de Classificação Tributária), vIBS (valor do IBS) e vCBS (valor da CBS) — além de parâmetros relacionados à redução de alíquota, diferimento e crédito presumido. Essa atualização representa um marco técnico e operacional na transição entre o modelo tributário atual e o regime unificado proposto pela Reforma Tributária. O que muda a partir de novembro de 2025 A principal mudança é a inclusão obrigatória dos novos campos do IBS e da CBS nos documentos fiscais eletrônicos. Isso implica em atualizações diretas nas estruturas XML e nas integrações com sistemas ERP, softwares fiscais e emissores próprios. Esses novos campos terão o papel de: Identificar a natureza tributária das operações (por meio do CST e cClassTrib); Registrar os valores correspondentes ao IBS e à CBS, quando aplicáveis; Permitir o cálculo automatizado de créditos, reduções e diferimentos; Preparar as empresas para a substituição gradativa do ICMS, ISS e PIS/COFINS pelos novos tributos. Quais empresas serão impactadas A mudança afeta todas as empresas emissoras de NF-e e NFC-e, especialmente: Indústrias e distribuidores com operações interestaduais; Comércios varejistas e atacadistas que utilizam sistemas próprios de emissão; Prestadores de serviço mistos (com incidência de bens e serviços na mesma operação); Desenvolvedores e provedores de software fiscal, que precisarão atualizar sistemas antes da obrigatoriedade plena. Empresas do Distrito Federal e de Goiás também devem redobrar a atenção. Por estarem em uma região de integração fiscal intensa, com operações interestaduais diárias, a adequação técnica é crucial para evitar inconsistências nos documentos e autuações automáticas. Impactos técnicos nos sistemas emissores A adaptação exigirá mudanças estruturais nos sistemas emissores de documentos fiscais eletrônicos (DFes). O ponto central é que o layout da NF-e será ampliado para incluir novos grupos de informações vinculados ao IBS e CBS. Campo Descrição Tipo Impacto no Sistema CST Código de Situação Tributária Alfanumérico Atualização obrigatória de tabelas e regras fiscais cClassTrib Código de Classificação Tributária Numérico Necessário mapear conforme NCM e CNAE vIBS Valor do IBS Decimal Deve ser calculado conforme alíquota unificada vCBS Valor da CBS Decimal Similar ao IBS, com destaque próprio na nota redBase / dif / credPres Redução de base, diferimento e crédito presumido Parâmetros Integração com módulo fiscal e de apuração Preparação estratégica para empresas e contadores O período até novembro de 2025 deve ser visto como fase de preparação e homologação. As empresas precisam: Atualizar seus sistemas emissores (NF-e, NFC-e, NFS-e) junto aos fornecedores de software; Revisar cadastros fiscais, como NCM, CST e CFOP, garantindo compatibilidade com as novas classificações; Capacitar as equipes contábeis e fiscais para a correta interpretação dos novos campos; Simular emissões em ambiente de homologação, evitando falhas no momento da produção; Acompanhar publicações da Receita Federal e do ENCAT, que detalharão as regras técnicas. Perguntas frequentes sobre o IBS e a CBS 1. O que são o IBS e a CBS?O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) são tributos criados pela Reforma Tributária para substituir gradualmente ICMS, ISS, PIS e COFINS. 2. As empresas já pagarão esses tributos em 2025?Não. Em 2025, a obrigatoriedade é apenas para preenchimento dos campos nos documentos fiscais, em ambiente de homologação. A cobrança efetiva ocorrerá posteriormente, em fase de transição. 3. Quem é responsável pela atualização dos sistemas de NF-e?Os fornecedores de software e emissores fiscais, em conjunto com o contador da empresa, devem garantir que os novos campos estejam corretamente implementados e parametrizados. 4. O que acontece se a empresa não se adequar?Notas fiscais poderão ser rejeitadas pelo sistema de validação da SEFAZ, comprometendo a operação e o cumprimento das obrigações acessórias. Relevância para empresas do Centro-Oeste e do DF Empresas localizadas em Brasília, entorno e Goiás devem considerar essa mudança com prioridade. A região concentra forte movimentação interestadual de mercadorias e serviços, o que torna a aderência técnica aos novos padrões ainda mais relevante. A Gomide Contabilidade, com experiência em consultoria tributária e automação fiscal, orienta empresas a iniciarem a adequação de forma planejada, envolvendo os setores contábil, fiscal e de tecnologia. Da obrigação à oportunidade estratégica A implementação do IBS e da CBS não é apenas um requisito técnico — é uma transformação sistêmica na forma como o Brasil apura e controla tributos. As empresas que se anteciparem à obrigatoriedade terão vantagem competitiva, reduzindo riscos de inconsistência e retrabalho. Contadores e gestores fiscais devem enxergar esse momento como oportunidade para modernizar processos, revisar parâmetros e fortalecer a inteligência tributária interna. 👉 A Gomide Contabilidade está preparada para orientar empresas de Brasília e Goiás na adequação aos novos leiautes e no mapeamento fiscal de IBS/CBS. Agende um diagnóstico técnico e assegure conformidade antes da virada de 2025. Fontes e referências oficiais Lei Complementar nº 214/2025 (Reforma Tributária – IBS e CBS) Receita Federal do Brasil – Documentos Fiscais Eletrônicos: https://www.gov.br/receitafederal ENCAT – Portal de Notas Fiscais Eletrônicas: https://www.encat.org.br/ Conselho Federal de Contabilidade (CFC): https://www.cfc.org.br/ IBGE – Indicadores de atividade econômica: https://www.ibge.gov.br/ Sebrae – Orientações sobre adequação fiscal: https://www.sebrae.com.br/

DREX: Revolução Financeira ou Risco à Privacidade?

O que você precisa saber? Recentemente, surgiram preocupações sobre o DREX, a moeda digital brasileira, especialmente no que diz respeito à privacidade e ao controle estatal. O deputado federal Allan Garcês questionou o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a segurança do DREX e se ele poderia se assemelhar a mecanismos de controle social, como os adotados na China. Uma das principais inquietações é que, por ser uma moeda digital emitida pelo Banco Central, o DREX poderia permitir um monitoramento mais detalhado das transações financeiras dos cidadãos, comprometendo a privacidade individual. Além disso, a centralização do controle financeiro nas mãos do Estado levanta debates sobre a possível limitação das liberdades econômicas. Por outro lado, o Banco Central argumenta que o DREX visa modernizar o sistema financeiro, trazendo mais eficiência e segurança para as transações. A instituição destaca que a moeda digital pode promover a inclusão financeira e reduzir custos operacionais. É essencial que haja um equilíbrio entre os benefícios tecnológicos e a garantia dos direitos individuais. A transparência nas ações do Banco Central e a implementação de medidas robustas de proteção de dados serão fundamentais para assegurar que o DREX seja uma ferramenta positiva para a sociedade brasileira.

Entenda os principais modelos de gestão das empresas

abertura de empresas no Distrito Federal

Atualmente, os processos e modelos empresariais passaram por diversas mudanças e, com elas, vieram também transformações nos modelos de gestão das empresas. A gestão empresarial está relacionada a forma como os negócios se organizam e são direcionados para alcançar metas e obter resultados. Mas afinal, o que significa gestão? Como aplicar modelos de gestão nas diferentes áreas de empresa de forma eficiente?    A seguir, vamos conhecer os tipos de gestão mais comuns nos negócios e como eles podem ser utilizados em prol do desenvolvimento organizacional.    O que é gestão   Em suma, gestão tem o objetivo de estruturar, organizar e planejar processos e estratégias em determinados ambientes ou setores em uma empresa. A gestão, ou gerenciamento, está relacionada com o controle de processos, logísticas e estratégias.   A gestão trabalha com conceitos que se relacionam a:    atribuição de tarefas;  organização de etapas;  determinação de prioridades;  controle de crises; relatórios e prestação de contas aos líderes.    Além disso, falando em líderes, é muito comum que os conceitos de gestão e liderança se confundam. Entenda a diferenças:   Gestão e liderança   Gestão não necessariamente significa liderança. A gestão se relaciona muito mais com os processos e a organização de um setor do que quem os administra. A diferença está em que a liderança exige que uma pessoa seja designada para a gestão de processos. Por outro lado, a gestão é um conjunto de atividades que podem ou não ter um representante.    O líder pode ser também o gestor?   Sim, a liderança também pode ser representada também por um gestor. Nesses casos, o gestor é uma pessoa que administra toda a organização da empresa de uma forma geral. Contudo, quando falamos sobre a gestão de setores específicos (como vendas, marketing digital, finanças etc) é comum exista um representante, o gestor. Este gestor reporta as atividades e estratégias para o líder, a fim de otimizar o controle das operações.    Resumidamente, a gestão é um conglomerado de processos, enquanto o gestor é quem os administra.    Veja também: Características de um perfil empreendedor.   Quais são os principais tipos de gestão nas empresas?   Os sistemas de gestão são altamente necessários para os resultados da empresa. Cada um deles otimiza os setores e incluem estratégias personalizadas para o desenvolvimento empresarial.    Os modelos de gestão mais comuns são:    1 – Gestão comercial    Está relacionada diretamente com o processo de pré e pós vendas, captação de clientes, atendimento e satisfação do usuário. Essa é a gestão que organiza, determina e planeja as estratégias comerciais da empresa. Dessa forma, a gestão comercial cuida de uma das etapas mais importantes na entrega de resultados. Por isso, a transparência e organização dos processos precisa ser a base de atuação desse setor.    2 – Gestão financeira    Esta área busca desenvolver estratégias de organização de toda movimentação financeira da empresa. Sem uma gestão financeira eficiente, a empresa pode ter problemas relacionados à falta de controle de fluxo de caixa, capital de giro, faturamento, lucro e prejuízo. Geralmente, as áreas de gestão financeira exigem profissionais altamente capacitados, uso de ferramentas tecnológicas para cálculos e armazenamento de documentos e uma equipe especializada de confiança.   3 – Gestão de processos   Essa área trabalha para organizar e gerenciar as etapas de produção e distribuição dentro da empresa, garantindo que não existam demandas que não sejam atendidas. Além disso, essa área trabalha para que todas as áreas estejam cumprindo metas e prazos. A gestão de processos organiza cada etapa, prazo, atribuição, controle e reporte das atividades do negócio.     4 – Gestão de pessoas    Considerada como o maior desafio de gestão em um negócio, a gestão de pessoas significa lidar diretamente com os protagonistas dos processos organizacionais: os colaboradores da empresa. A gestão de pessoas trabalha para garantir o bem-estar da equipe e, simultaneamente, motivar, liderar, mediar crises e equilibrar as tarefas nos setores.    5 – Gestão fiscal e contábil    Seguindo a lógica do cuidado com as finanças, a gestão fiscal e contábil trabalha com a entrega de documentos obrigatórios ao Estado, segurança fiscal da empresa, regularização e cálculo de impostos. A gestão fiscal garante que todas essas demandas sejam atendidas de forma eficiente. Essa área cuida do controle de processos que se relacionam com a contabilidade de forma personalizada, atendendo as demandas de acordo com tamanho, faturamento, modelo e região da empresa.    A gestão administrativa como ponto focal   Por fim, mas não menos importante, a gestão administrativa é o maior nível de gestão da empresa. Geralmente representada por um gestor do mais alto nível hierárquico, a gestão administrativa organiza todos os setores da empresa com ajuda das estratégias de gestão apresentadas anteriormente. Por isso, é importante se apoiar em parcerias de sucesso com profissionais adequados e equipes capacitadas.    Gomide Contabilidade    Está procurando uma equipe para cuidar da sua gestão fiscal e contábil? A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de tradição na busca por otimizar o resultados dos nossos parceiros. Quer  saber mais sobre isso? Clique aqui e converse com um especialista.

Como superar os desafios nos negócios em 2023

desafios nos negócios em 2023

Nos últimos anos, devido à pandemia de Covid-19, alguns processos de adaptação dos negócios tiveram que acontecer de forma mais rápida do que esperado. A maioria desses processos teve como principal ferramenta a tecnologia, que é grande aliada em um período de crise econômica. Para 2023, as variações no mercado são as maiores preocupações dos empreendedores. Com a constante evolução e adaptação do mercado a essas variações grandes desafios nos negócios precisam ser enfrentados no caminho.   Para entender quais são esses desafios e como diminuir o impacto deles nos negócios, preparamos um conteúdo com quatro conceitos primordiais para lidar com os obstáculos que impedem o crescimento das empresas em 2023. Acompanhe a seguir!   1. Comunicação   Primeiramente, é importante entender que a chave para um bom desempenho nos processos de uma organização é uma comunicação efetiva. A mensagem deve ser priorizada, para quem aplica e para quem recebe e, dessa forma, promover clareza nos processos e objetivos do negócio.    É importante destacar que:  Uma comunicação eficiente dentro das empresas pode ser a chave para gestão de crises.    Sem comunicação assertiva, a empresa pode colapsar por falta de organização de processos, de tempo, de pessoas e até de recursos. Contudo, a comunicação é um conceito amplo e deve ser estudado constantemente para garantir que não existam lacunas na trajetória empresarial de nenhum tipo.    2. Digitalização   A digitalização, ou a transformação digital nas empresas, é um conceito que cada dia se faz mais presente nas rotinas organizacionais devido ao contexto mundial em que estamos, onde a tecnologia é tão presente quanto necessária na nossa rotina. Por isso, é importante que todos os sistemas estejam adaptados à maneira digital de viver, e com as empresas isso não seria diferente.    A digitalização das empresas permite que ela estenda seu tempo de permanência no mercado garantindo vantagem competitiva e modernidade, além de trazer mais confiabilidade para os clientes por ser uma empresa que se mantém atualizada. Contudo, são esses detalhes que ajudam a evitar a queda da empresa por falta de atualização constante, e permite que mesmo com as adaptações na sociedade se construa uma base sólida no negócio.   3. Planejamento estratégico   A grande dor das empresas atualmente com certeza é a falta de planejamento. A trajetória empresarial precisa ser organizada e com cada etapa planejada para evitar que as instabilidades do mercado não sejam tão prejudiciais ao negócio.   Dessa forma, planejamento estratégico pode ser utilizado em cenários de:   Gestão de crises; implementação de novos sistemas; economia de recursos;   e muitos outros!   Sem planejamento é impossível lidar com as falhas ou crises, portanto é um grande medidor de sucesso para as empresas.   4. Gestão de tempo   Sabemos que, os processos empresariais exigem o controle de um fator muito importante de organização: o tempo. Sem uma gestão eficiente de tempo, a empresa perde produtividade e fica desmotivada por falta de resultados. Para melhorar a gestão de tempo nas empresas é preciso organizar os processos por prioridade e gerenciar as tarefas através de sistemas inteligentes de gestão. Para isso, é interessante utilizar softwares desenvolvidos para organizar melhor essa área da empresa.   Algumas dicas para aprimorar a gestão de tempo são:   Ter uma calendário e agenda com as tarefas diária; acompanhar os processos internos da empresa; automatizar sistemas burocráticos.   Conclusão Em conclusão, podemos afirmar que um novo ano também chegue com um cenário de incertezas ou desafios. Empreender também significa enfrentar uma série de obstáculos que precisam de adaptação e gestão eficiente de crises para evitar o fracasso do negócio. Estar bem alinhado com as mudanças que chegam a cada ano pode ser a chave para lidar bem com essas dificuldades. Por isso, estudo, planejamento e contextualização no cenário atual são importantes para manter a empresa atualizada e segura mesmo com as mudanças que podem ocorrer ao longo dos meses.  

Gestão contábil de entidades sem fins lucrativos e ONGs

Gestão contábil de entidades sem fins lucrativos e ONGs

Geralmente, as entidades sem fins lucrativos e ONGs são mantidas por doações de empresas ou pessoas físicas, sendo que a renda recebida por essas instituições deve ser aplicada em projetos sociais, gerando assim a necessidade de apresentar de forma transparente e detalhada, toda a sua movimentação financeira e patrimonial. Assim, a contabilidade é um ponto chave para a administração de entidades sem fins lucrativos. Há algumas diferenças nas demonstrações contábeis do terceiro setor das demonstrações de empresas privadas. Algumas nomenclaturas também mudam, como por exemplo o patrimônio líquido é chamado de patrimônio social. E um ponto muito importante neste setor é a renúncia fiscal, utilizada para reduzir ou eliminar a carga tributária. Mas, para desfrutar deste benefício isso é necessário comprovar alguns requisitos. Por isso, é essencial que a instituição conte com uma contabilidade especializada, como a Gomide Contabilidade. Além disso, a contabilidade deste setor é regulamentada pela NBC-ITG- 2002 (clique aqui para acessar a Interpretação Técnica Geral (ITG) 2002), que possibilita: – aos investidores: a avaliação do destino dos recursos empregados; ao fisco: a avaliação do cumprimento das exigências legais por parte das organizações. Como podemos ver, a transparência nas demonstrações contábeis é fundamental para entidades sem fins lucrativos e ONGs. Afinal, isso reforça a credibilidade das organizações, já que necessitam de capital para a realização de seus projetos. Sendo assim, as demonstrações contábeis são compostas da seguinte forma: – Balanço Patrimonial; – Demonstração de Superávit ou Déficit do Exercício; – Demonstração das Mutações do Patrimônio Social; – Demonstração do Fluxo de Caixa; – Notas Explicativas. É importante destacar que as demonstrações contábeis mal elaboradas ou que não atendam às especificações legais podem resultar na perda de mantenedores e dos benefícios fiscais como a isenção de impostos. Quanto mais clara for a contabilidade, mais positiva será a imagem da instituição e, consequentemente, maior será o sucesso de suas atividades. Então conte com a nossa equipe especializada para realizar a sua gestão contábil e garanta os benefícios que este setor oferece. Entre em contato que teremos o maior prazer em tirar as suas dúvidas e iniciar uma parceria de sucesso.

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Eduarda Fernandes

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