INSS Pró-Labore 2025: O que mudou com o novo salário mínimo?

INSS sobre pró-labore em 2025: o que mudou, como calcular e como se adaptar com segurança O ano de 2025 trouxe uma atualização relevante que afeta diretamente os empresários que recebem pró-labore. Isso porque o valor do salário mínimo aumentou de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00. Ainda que a alíquota de INSS tenha sido mantida em 11%, o valor a ser recolhido cresceu proporcionalmente. Como resultado, os sócios que exercem funções dentro da empresa devem contribuir com quantias mais elevadas. Essa mudança exige atenção redobrada, pois interfere diretamente nos encargos mensais das empresas. Além disso, é fundamental compreender os impactos desse aumento para evitar recolhimentos indevidos e garantir a regularidade fiscal. O que é pró-labore e qual sua importância? O pró-labore é a remuneração mensal destinada aos sócios que atuam na operação ou gestão do negócio. Diferente da distribuição de lucros, o pró-labore é obrigatório e sofre a incidência de tributos. De acordo com a Lei 6.404/76, o valor do pró-labore não pode ser inferior ao salário mínimo. Portanto, sempre que ocorre um reajuste no salário mínimo nacional, o valor dos tributos sobre o pró-labore também aumenta. Além disso, o pró-labore serve como base para benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença-maternidade. Logo, mantê-lo em conformidade com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma medida de proteção para o próprio sócio. Quais impostos incidem sobre o pró-labore? Ao pagar pró-labore, a empresa deve observar dois tributos principais: INSS (11%): aplicado sobre o valor total recebido pelo sócio; IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): calculado com base na tabela progressiva da Receita Federal. Esses tributos precisam ser recolhidos mensalmente. Caso contrário, a empresa pode sofrer penalidades fiscais e ter sua regularidade comprometida. Além disso, erros na apuração ou atrasos podem gerar multas e juros, elevando os custos operacionais. Como o regime tributário interfere no INSS do pró-labore? O tipo de regime tributário escolhido pela empresa influencia diretamente os encargos sobre o pró-labore. Veja como funciona: Simples Nacional Empresas fora do Anexo IV devem reter apenas os 11% de INSS dos sócios; Empresas no Anexo IV devem recolher, além dos 11%, os 20% de encargo patronal. Lucro Presumido A carga tributária é mais elevada; A empresa recolhe 20% de INSS sobre o valor bruto do pró-labore; Além disso, retém os 11% diretamente do sócio. Dessa forma, é essencial avaliar periodicamente se o regime tributário adotado ainda é o mais vantajoso para o seu modelo de negócio. Qual o teto do INSS em 2025? Para 2025, o teto do INSS foi fixado em R$ 8.157,40. Portanto, a contribuição máxima que um sócio pode recolher é de R$ 897,32. Contribuições acima desse valor não resultam em benefícios adicionais e representam desperdício financeiro. Assim, conhecer esse teto é uma forma de garantir eficiência na gestão tributária. Vale lembrar que a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é diferente da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), por isso é essencial contar com o suporte de um contador para evitar erros. Reajuste do pró-labore: comparação com anos anteriores Com base nas alterações do salário mínimo, veja como o valor do INSS foi impactado: 2023: salário mínimo de R$ 1.320,00 → contribuição de R$ 145,20; 2025: salário mínimo de R$ 1.518,00 → contribuição de R$ 166,98. Esse aumento pode parecer pequeno, mas quando aplicado sobre vários sócios ou em empresas com margens apertadas, impacta diretamente no fluxo de caixa. Exemplo prático de cálculo Considere um sócio que recebe pró-labore no valor do teto (R$ 8.157,40). Nesse caso, a contribuição será limitada a R$ 897,32. Mesmo que o valor recebido ultrapasse esse limite, não há aumento na contribuição. Como evitar erros no recolhimento do INSS sobre pró-labore? Manter a empresa em dia com o Fisco exige atenção a uma série de boas práticas. Para isso: Atualize o pró-labore sempre que houver reajuste no salário mínimo; Recolha os tributos dentro dos prazos legais para evitar multas; Utilize a tabela progressiva do IRRF vigente no ano; Consulte um contador regularmente para ajustes e simulações. Além disso, vale lembrar que a declaração do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) é diferente da IRPJ (Pessoa Jurídica), o que torna ainda mais importante o acompanhamento profissional. Por que contar com uma contabilidade especializada? A Gomide Contabilidade possui mais de 50 anos de experiência no atendimento a empresas de diversos portes e segmentos. Nosso time acompanha todas as atualizações legais, como o novo teto do INSS e reajustes do salário mínimo, para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade. Com nosso suporte, você garante: Recolhimentos corretos; Regularidade fiscal sem surpresas; Otimização tributária e estratégica. Quer melhorar sua gestão tributária em 2025? Entre em contato com a Gomide Contabilidade. Vamos ajudar sua empresa a economizar com segurança, organização e estratégia.
Saúde financeira empresarial: como monitorar

Não é novidade para nenhum de nós que o setor financeiro de uma empresa é um dos mais importantes para se monitorar. Justamente, nesse setor as informações mais importantes do desenvolvimento empresarial estão concentradas. Contudo, para além da importância do acompanhamento eficaz da área financeira, entender como é feito esse monitoramento exige que se conheça o conceito de saúde financeira, que é, nada mais nada menos do que os indicadores que apontam o diagnóstico desse setor, se positivo ou negativo. Para te ajudar nesse processo, separamos a seguir o passo a passo de como monitorar a saúde financeira de uma empresa. Acompanhe a seguir! O que é saúde financeira Como já adiantamos um pouco acima, a saúde financeira de uma empresa significa o diagnóstico das finanças de uma organização. Nesses casos, a saúde financeira funciona como uma espécie de métrica que analisa se a empresa tem dívidas, se o faturamento equilibra o lucro, se o patrimônio da empresa está seguro e quais as áreas de ajuste para evitar que a empresa entre em risco. Em toda empresa a importância da saúde financeira é evidente para todas as pessoas que compõem a administração. Toda empresa, grande ou pequena, pode apresentar dificuldades e pode ter essa área comprometida. Contudo, periodicamente é importante monitorar as finanças com relatórios mais profundos a fim de prevenir que a quebra de empresa ou seu fechamento seja por falta de gestão. A importância da saúde financeira para empresas Entender se a saúde financeira de sua empresa está boa interfere diretamente nas medidas que serão tomadas para garantir a permanência plena da empresa no mercado. Nesse sentido, toda medida de prevenção e monitoramento gera um impacto porque traz a percepção e clareza do que está acontecendo no setor. E quando se trata de clareza das operações, saber exatamente o que acontece com as finanças é um fator determinante para o crescimento e sucesso do negócio. Há não muito tempo atrás, uma varejista reconhecida de capital aberto viu a saúde financeira da empresa ter uma queda considerável de um dia para outro. Inconsistências contábeis levaram a empresa a um rombo de R$ 20 bilhões, tudo isso por falta de monitoramento transparente das finanças. Mas a varejista não foi a única. Muitas empresas passam por isso durante toda a trajetória, cabe aos responsáveis garantir o monitoramento saudável desse setor do início ao evitável fim. Como monitorar a saúde financeira Primeiramente, para ter um bom monitoramento da saúde financeira de uma empresa é importante acompanhar o conceito de indicadores financeiros. Precisamente, os índices financeiros são métricas extremamente eficazes para acompanhar através de dados e resultados como as finanças da empresa estão de forma prática. Dessa forma, cada índice financeiro tem uma funcionalidade e cada um deles analisa uma área em específico e apresenta relatórios de saúde financeira em várias esferas. Entre os mais comuns, temos: Lucratividade, que indica a capacidade da empresa de gerar lucro em relação à sua receita total. Pode ser calculada como lucro líquido dividido pela receita total. Rentabilidade, que avalia o retorno sobre o investimento dos acionistas ou proprietários da empresa. Pode ser calculada como lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido. Liquidez, que mede a capacidade da empresa de pagar suas obrigações de curto prazo. Índices comuns incluem a liquidez corrente (ativos circulantes divididos por passivos circulantes) e a liquidez seca (ativos circulantes menos estoque divididos por passivos circulantes). Endividamento, que indica o grau de endividamento da empresa em relação ao seu capital próprio. Índices comuns incluem a relação dívida/patrimônio líquido e a relação dívida/capital total; Eficiência operacional, que mede a eficiência com que a empresa utiliza seus recursos para gerar receita. Índices comuns incluem a margem bruta (lucro bruto dividido pela receita total) e a rotatividade de ativos (receita total dividida pelo total de ativos). As ferramentas Por fim, agora você deve estar se perguntando: mas como? Bom, as ferramentas para manter ou monitorar a saúde financeira partem principalmente dos recursos utilizados. Em suma, dois recursos nesse sentido são importantes: os recursos tecnológicos e os recursos humanos. E a tecnologia é a grande aliada da saúde financeira. Ferramentas como planilhas, dashboards, relatórios de gestão fiscal entre outros podem entregar de forma detalhada os dados financeiros que tanto temos buscado neste artigo. Por outro lado, a leitura desses relatórios e a interpretação estratégia deles pode ser feita por uma equipe contábil responsável por isso. É a equipe de contabilidade que interpreta esses dados e define métricas, metas, estabelece um cronograma e calendário para recuperar a saúde financeira da empresa se for preciso e fornece o planejamento estratégico para evitar um diagnóstico insatisfatório na próxima análise. Para isso, busque apoio especializado de uma contabilidade. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos coloca o desenvolvimento e saúde financeira dos parceiros como prioridade. Nos permita fazer parte da construção do seu sucesso! Clique aqui e saiba mais!
Como escolher um escritório de contabilidade em 2024

O novo ano chega com uma série de oportunidades para transformar todas as áreas da nossa vida, inclusive, nossos negócios. Por isso, para empresas que querem dar mais um passo em crescimento em 2024 uma das mudanças previstas pode ser escolher um escritório de contabilidade. Em suma, escolher o escritório de contabilidade certo é uma decisão crucial, estratégica, que pode impactar diretamente o sucesso e crescimento da empresa. Além disso, com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil saber por onde começar. Mas não se preocupe, estamos aqui para ajudar! A seguir, vamos explorar os principais fatores que você deve considerar ao escolher um escritório de contabilidade em 2024. Conhecendo o mercado Como mencionamos anteriormente, são diversas as opções de escritórios espalhadas por todo país. Por isso, num mar de oportunidades, a escolha por um serviço eficiente pode ser complexa. Mesmo assim, uma pesquisa prévia para analisar as opções disponíveis pode otimizar tempo e dinheiro na busca pelo escritório. Durante a busca, considere: Local do escritório; quanto custa; recomendações e avaliações do serviço; tipo de contabilidade exercida; modelo de atendimento; quais as especializações do escritório. Dessa forma, é possível identificar quais as opções mais combinam com sua empresa através desses filtros, que se adequam de acordo com a sua necessidade. Além disso, antes de começar sua busca, é importante entender o mercado de serviços contábeis e as diferentes opções disponíveis. Pesquise online, peça recomendações de colegas de negócios e faça uma lista dos escritórios de contabilidade que parecem mais promissores. Entenda suas necessidades Cada empresa é única. Portanto, é essencial encontrar um escritório de contabilidade que atenda às suas necessidades específicas. E isso inclui desde o seu regime tributário e quantidade de funcionários, até o seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Inclua todos esses fatores no planejamento para busca do seu escritório. Além disso, em entrevistas ou reuniões negociais para conferir a proposta dessa contabilidade, destaque suas maiores necessidades. Considere o tamanho da sua empresa, o setor em que você opera, suas metas financeiras e qualquer exigência regulatória que você precise cumprir. Experiência, credibilidade e custo-benefício Expertise em um assunto é fundamental na hora de escolher qualquer serviço. Por isso, busque por um escritório de contabilidade com uma sólida experiência e reputação no mercado. Verifique se eles têm experiência trabalhando com empresas do seu setor e se possuem as certificações e credenciais necessárias para garantir um serviço de qualidade. Além disso, por mais que o preço não deva ser o único fator determinante, é importante encontrar um escritório de contabilidade que ofereça um bom custo-benefício para o seu negócio. Compare os preços e os serviços oferecidos por diferentes escritórios e escolha aquele que melhor se alinha com o seu orçamento e suas necessidades. A importância da contabilidade para as empresas Se você chegou até aqui, sabe como seguir o passo a passo para escolher um bom serviço. Contudo, é importante destacar a importância da contabilidade em momentos estratégicos, como o começo do ano. Uma contabilidade eficiente vai muito além da regularização do seu negócio. Em suma, ela promove um apoio completo na tomada de decisões importantes para o negócio visando no seu crescimento e lucro! Ao seguir essas etapas e considerar cuidadosamente suas opções, você estará melhor preparado para escolher o escritório de contabilidade certo para o seu negócio em 2024. Lembre-se de que a escolha certa pode fazer toda a diferença no sucesso e na saúde financeira da sua empresa. Por isso, não tenha pressa e faça uma escolha informada que atenda às suas necessidades e objetivos comerciais. Há mais de 50 anos, a Gomide Contabilidade trabalha para otimizar a rotina de empresas do DF. Com uma carteira de clientes satisfeitos a cada ano, em 2024 buscamos avançar ainda mais, trazendo conforto, segurança e bons resultados para nossos parceiros. Acesse nosso site e fale com nosso time agora mesmo!
3 dicas simples de gestão de equipes

Conheça os fundamentos de gestão de equipes em três passos. Entre os maiores desafios de grandes e pequenas empresas, com certeza a gestão de equipes está entre eles. Os colaboradores de um negócio são o coração de uma estrutura organizacional. São eles que alimentam a cadeia produtiva e movimentam os sistemas da empresa de forma que a entrega final seja sempre satisfatória e cumpra com os propósitos individuais da equipe e também da empresa. Contudo, a gestão de equipes, principalmente em empresas maiores, pode ser um desafio pois uma grande equipe significa um time plural e diverso. E com grandes times temos grandes responsabilidades. É natural que, nesses casos, o caminho a se trilhar seja complexo e necessite de bastante atenção do gestor para lidar com a pluralidade da equipe. Por isso, entender o que significa a gestão de pessoas e como aprimorá-la é uma prioridade nos negócios. A seguir, vamos indicar 3 dicas de gestão de equipes para grandes empresas. 1 – Conheça sua estrutura Em uma cultura empresarial, os processos de grandes empresas geralmente estão bem estruturados. Temos o setor financeiro, o setor de vendas, o setor de comunicação, o fiscal e contábil. Contudo, nem sempre a gestão se atenta para como esses processos funcionam e quem são os profissionais responsáveis por cada etapa. É claro que não estamos dizendo para conhecer interpessoalmente cada colaborador, mas entender o fluxo de produção da empresa, saber quantos profissionais trabalham de forma ativa com os sistemas, quais são as habilidades necessárias para exercer aquela função e quais são os talentos que podem ser desenvolvidos. 2 – Tenha uma equipe de RH A equipe de Recursos Humanos é fundamental para auxiliar nos assuntos estruturais e burocráticos que envolvem gerir um time grande. Além de ser o suporte de recrutamento, treinamento, alinhamento e até mesmo demissão, os profissionais de RH são responsáveis, entre muitas coisas, por garantir que o desenvolvimento profissional de cada colaborador seja desenvolvido de forma eficaz. Contratar uma equipe de RH pode trazer mais conforto para a equipe e para a gestão que busca bem-estar, e simultaneamente a qualidade dos processos organizacionais. 3 – Conheça seus talentos Cada profissional dentro de uma empresa está apto para aprender e se desenvolver. No processo de recrutamento, a liderança junto ao RH já consegue observar as oportunidades de talentos da empresa a fim de entender quando e com quais ferramentas pode-se aprimorar o crescimento na empresa. É por isso que muitos negócios possuem sistema de carreiras e lideranças, para que além de promover os profissionais, eles sejam desafiados a cumprir um propósito de crescimento. Além disso, é importante lembrar a gestão: a entrega do colaborador é mútua e ele deve se desenvolver e crescer na mesma proporção que agrega seus serviços à empresa. Veja: Motivação no trabalho: 89% das empresas reconhecem que bons resultados estão ligados à felicidade dos colaboradores, diz pesquisa Os parceiros do negócio Por fim, o time da empresa são os maiores colaboradores dos resultados. Eles são os parceiros que se unem em um propósito comum para ajudar a empresa a crescer. Por isso, além de estruturar sua equipe, a gestão precisa se atentar em utilizá-la constantemente e se atentar em ter uma boa estratégia de gestão de pessoas. Além desses parceiros óbvios, a garantia do bem-estar da empresa também é conhecer os parceiros que vêm de fora. Terceirizar o serviço da sua contabilidade pode ajudar a trazer mais conforto para sua equipe e economia para a empresa. Dessa forma, a contabilidade cuida de toda burocracia, inclusive as folhas de pagamento dos funcionários. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos combina o melhor da tecnologia com assistência de Atacados Distribuidores do Distrito Federal. Se quiser conhecer nossos serviços, clique aqui e fale com um especialista agora mesmo!
Como escolher um bom escritório de contabilidade

Entre todas as escolhas para fazer durante a trajetória empresarial, a escolha do escritório de contabilidade que vai te ajudar a crescer é uma das mais importantes. O problema é que com a diversidade de opções disponíveis no mercado o empreendedor acaba se deparando com um grande dilema: como escolher um bom escritório de contabilidade? Mas calma, se você é dono de empresa e está procurando um escritório de contabilidade para otimizar seus resultados, veio ao lugar certo. A seguir, vamos te explicar passo a passo como escolher um bom escritório de contabilidade. A importância da contabilidade para a empresa Atualmente, o mercado empresarial é altamente competitivo. Por isso, ter um diferencial que valoriza a empresa e simultaneamente entregar resultados relevantes para o negócio são essenciais para aumentar a sobrevivência no mercado. Dessa forma, a escolha de uma boa contabilidade é justamente o diferencial que agrega valor a um negócio graças a combinação de expertise, suporte especializado e confiabilidade que somente um bom serviço agrega à empresa. A contabilidade é o campo de estudos e especialização que garante que além de regular a sua empresa esteja pagando o menor imposto possível e tendo a maior economia das finanças graças ao conhecimento desses profissionais. Uma contabilidade eficiente se apoia em x principais pilares para suporte do empreendedor: Atendimento humanizado; Atualização das leis tributárias; Atualização de ferramentas tecnológicas; Preço justos; Assessoria para tomada de decisões E controle e fiscalização assertiva. Bom, e se esses são os pilares que compõem uma boa contabilidade, como escolher um escritório que atende esses critérios? Segue passo a passo 1 – Pesquisa Resumidamente, é impossível tomar qualquer decisão sem o estudo minucioso de cada detalhe relevante para as escolhas. Quando falamos da escolha da contabilidade da sua empresa, é importante considerar o estudo dos escritórios disponíveis na sua região, qual segmento que eles atendem, comparação da concorrência, qual o nível de expertise do escritório e, claro, o preço. E falando em preço… 2 – Preço x Valor Agora, uma coisa que devemos deixar bem definida aqui é que preço é muito diferente de valor. O preço de um serviço não necessariamente se encaixa com o valor dele, um critério depende do outro. Preço é o valor em dinheiro que se paga pela prestação daquele serviço e o valor é o quanto ele é valorizado além do financeiro. Por isso, na hora de escolher seu escritório de contabilidade priorize o equilíbrio entre esses dois fatores. 3 – Confiabilidade O que as pessoas dizem sobre esse escritório e como ele se posiciona no mercado? É possível encontrá-lo com facilidade? Existem empresas com o patamar que você deseja alcançar que já passaram ou são atendidos por esse escritório? Em suma, todos esses fatores agregam confiabilidade no escritório buscado, fazendo com que os riscos da escolha sejam melhores graças à confiança no trabalho desse serviço. É importante ressaltar que nem todo escritório de contabilidade serve para todo tipo de empresa. Um atendimento para esse tipo de serviço deve ser acima de tudo personalizado de acordo com o tamanho da sua empresa e o tipo de serviço oferecido. Conclusão Por fim, agora que você já sabe como escolher um bom escritório de contabilidade está na hora de colocar a mão na massa. Inicie suas pesquisas, compare preços e busque referências confiáveis. Contudo, se quiser adiantar algumas etapas e começar suas pesquisas com pé direito, conheça a Gomide Contabilidade. Há mais de 50 anos combinamos tradição e tecnologia para atender umas das maiores empresas da região do Distrito Federal. Se quiser fazer parte dessas empresas, acesse o site e converse com um dos nossos especialistas agora mesmo! Autoridade, confiabilidade e expertise são apenas algumas características de um dos escritórios mais renomados de Brasília. E o que os nossos parceiros dizem sobre isso? Bom, você pode descobrir a série Empreendedores de Sucesso no YouTube. Acesse: youtube.com/@gomidecontabilidade
Conheça os tipos de empresa mais comuns no DF

Quais são os tipos de empresa mais comuns no DF? Empreender em qualquer lugar do mundo não é uma tarefa simples, muito menos fácil. Aqui no Brasil, além de enfrentar todos os obstáculos de uma jornada empreendedora, aqueles que querem abrir o próprio negócio precisam lidar com um dos sistemas tributários mais complexos do mundo. Contudo, empreender pode ser um desafio recompensador para aqueles que persistem. Por exemplo, aqui no Distrito Federal, empreender pode ser extremamente vantajoso. Por isso, se o seu objetivo é abrir uma empresa ou conhecer os modelos de negócio em alta, hoje vamos falar sobre os tipos de empresa mais comuns na capital federal. Acompanhe a seguir! Por que abrir empresa no DF? Primeiramente, é interessante observar o DF para o setor de negócios como uma região em ascensão. Existe um potencial econômico e cultural no DF que faz com que a capital seja um local propenso para um desenvolvimento empreendedor. Atualmente, o DF está entre as 10 melhores cidades para empreender no país. Além disso, o DF possui a maior renda por pessoa do Brasil, o que demonstra um poder aquisitivo alto para os moradores da região. Sendo assim, abrir um negócio em Brasília é uma estratégia interessante. Porém, uma consideração deve ser feita antes de embarcar nessa jornada: para saber se sua empresa pode se desenvolver bem na região é preciso saber quais são os tipo de negócio mais comuns no DF. Tipos de empresas comuns no DF Entre todas as opções disponíveis no mercado, as que têm demonstrado maior desenvolvimento no DF são: Varejistas; Empresas de alimentos; Atacadistas; Prestação de Serviços; E-commerces Empresas de Tecnologia Em suma, todos esses negócios são empresas em ascensão. Por causa do potencial de crescimento do setor, a expectativa é que daqui um tempo o DF se torne ainda mais relevante no desenvolvimento empreendedor do país. Como abrir uma empresa no DF? Por fim, se já está decidido que seu negócio deve estar localizado no DF, você provavelmente deve estar se perguntando quais são os próximos passos. Resumidamente, agora tudo que você precisa para abrir uma empresa no DF é planejamento. Portanto siga esses passos: Elabore um plano de negócios Escolha um bom local do DF Busque ajuda de um especialista em contabilidade Conclusão Agora que você já sabe todos os passos para abrir um negócio em Brasília, é só escolher os parceiros certos. A Gomide Contabilidade conhece os negócios do DF como ninguém. Acumulamos mais de 50 anos de tradição e atendemos umas das maiores empresas da região. Se quiser conhecer nossos serviços e fazer parte do desenvolvimento do DF, clique aqui e fale com um dos nossos especialistas.
Conheça o mercado atacadista

Entre todos os modelos de negócios disponíveis no Brasil, um deles se destaca pelo tamanho. Estamos falando do comércio atacadista distribuidor, que representa uma grande parcela no mercado consumidor do nosso país. Para ter uma noção quantitativa, em 2012 uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), o setor teve um crescimento de 7,1%, resultando em uma participação de 51,3% no mercado mercantil nacional. Esse é apenas um indicador do tamanho do setor de atacados e sua influência na economia do país. O comércio atacadista se destaca entre as regiões do país, no centro-oeste, principalmente no Distrito Federal, graças ao uso de benefícios fiscais disponíveis para incentivo do comércio atacadista no DF. Contudo, para conhecer o mercado atacadista com mais profundidade, a Gomide Contabilidade, especialista no setor a mais de 50 anos, preparou um artigo completo para destrinchar as características de empresas de atacado. Acompanhe a seguir! O que é um comércio atacadista Em suma, um comércio atacadista é o intermediário na distribuição de produtos para varejistas. Geralmente, atacadistas compram produtos em grande escala diretamente de fornecedores para vender matéria prima dos produtos de outras empresas. Por exemplo, um atacadista de alimentos pode ser o fornecedor da matéria prima de uma hamburgueria, que compra em atacado os ingredientes dos produtos para pagar um menor preço. Em resumo, o atacadista não faz parte da produção de determinado produto e sim da sua distribuição. Há um tempo atrás falamos um pouco sobre as características de uma empresa atacadista, confira aqui. Existem diversos tipos de atacadistas, desde o atacadista de alimentos, o mais comum, até os modelos que distribuem apenas um tipo de produto diretamente para outras empresas. Atacadista e distribuidor são a mesma coisa? Uma confusão muito comum sobre o mercado atacadista é se a mesma coisa que uma distribuidora e a resposta breve é que não, são duas coisas diferentes. Enquanto o atacadista fornece produtos para as empresas, as distribuidoras são as responsáveis pela logística de distribuição das fábricas para os atacadistas. Quais são os modelos de atacadistas? Existem cinco principais modelos de comércio atacadista no nosso país: 1 – Atacadistas de alimentos São empresas que vendem alimentos em grandes quantidades para clientes que possuem negócios no ramo de alimentação, como restaurantes, lanchonetes, padarias e supermercados. Dessa forma, atacadistas podem vender produtos como carnes, frutas, legumes, cereais, entre outros. 2 – Atacadistas de produtos de limpeza Segue a mesma lógica do mercado atacadista de alimentos, mas para clientes que possuem negócios no ramo de limpeza, como empresas de limpeza, hospitais, hotéis e condomínios. Esses atacadistas podem vender produtos como detergentes, desinfetantes, sabões, etc. 3 – Atacadistas de produtos eletrônicos Esse setor em ascensão vende eletrônicos para clientes que possuem negócios no ramo de tecnologia, como lojas de eletrônicos, empresas de informática e revendedores. 4 – Atacadistas de produtos de beleza Esses atacados vendem produtos de beleza para negócios de estética, salões de beleza e outros negócios menores que precisem desses produtos, geralmente para atendimento ao cliente. Esse mercado é um bom investimento, visto que o mercado estético está em ascensão atualmente. 5 – Atacadistas de roupas Esses atacados são empresas que vendem roupas em grande quantidade para negócios no ramo de vestuário, como lojas e revendedores. Esses atacadistas podem vender roupas de diversos tipos, ou de um nicho específico como por exemplo moda feminina. Quais os maiores desafios dos atacadistas? Ter uma empresa atacadista pode ser muito vantajoso e lucrativo. Como abordado anteriormente, é um negócio em crescimento e, dependendo da região, pode ser um investimento atrativo. Contudo, alguns desafios são enfrentados nesse setor. O tamanho das empresas de atacado é só mais um dos empecilhos para progredir com o negócio. Entre os obstáculos que desestimulam os donos de atacados temos: Burocracia Altos impostos Alta concorrência Logística Gestão de Infraestrutura Contudo, esses obstáculos podem ser menores com o auxílio de especialistas. Entre muito planejamento e gestão eficiente a sua contabilidade pode ser uma boa parceira durante o crescimento de um atacado distribuidor. Além de promover o pagamento justo dos impostos, a contabilidade pode ser a solução para a busca de estratégias seguras e econômicas no desenvolvimento do seu atacado. Além disso, busque esse auxílio de quem entende do setor. A Gomide Contabilidade é especialista nos benefícios fiscais de atacadistas no DF e na gestão de uma empresa atacadista. Se quiser conhecer nossos serviços, acesse o site ou converse com um contador parceiro!
O que são benefícios fiscais e como aproveitá-los

O Brasil possui uma das cargas tributárias mais densas do mundo. Para lidar com essa complexidade, existem saídas que podem te ajudar a reduzir a margem de impostos do seu negócio. Uma dessas alternativas são os benefícios fiscais. Pensando nisso, preparamos um conteúdo completo para entender o que são os benefícios fiscais. Acompanhe! O que são benefícios fiscais Em resumo, benefícios fiscais ou incentivos fiscais são alternativas disponibilizadas pelo governo que reduzem a margem tributária de determinada categoria. Esses benefícios, como o próprio nome denuncia, podem ser desenvolvidos e aplicados em vários segmentos e, dessa forma, incentivam os empresários a adotar algumas medidas. Esses incentivos estimulam e o desenvolvimento de setores da economia e podem se traduzir em isenções, reduções de alíquotas, créditos fiscais, entre outros. A legislação tributária está em constante atualização, por isso, é extremamente relevante o conhecimento legislativo em uma rotina empresarial. Por isso, além do trabalho habitual de entrega das suas obrigações, é importante verificar se a empresa está pagando impostos justos, excluindo excessos e visando a economia. Esse é um trabalho de uma assessoria contábil, por isso, considere a ajuda de um especialista. Exemplos de benefícios fiscais 1 – Lei do Bem Entre os benefícios fiscais está a possibilidade de deduzir as despesas com investimentos em tecnologia e inovação, graças a Lei do Bem. Essa medida visa estimular as empresas a investirem em pesquisa e desenvolvimento, gerando benefícios tanto para a economia quanto para o próprio estabelecimento. Empresas participantes do regime fiscal Lucro Real podem aderir a esse modelo. 2 – Reinvestimento Outra vantagem é a possibilidade de utilizar o lucro para reinvestimento, sem a necessidade de pagar impostos sobre esse montante para projetos de modernização ou complementação da SUDENE. Essa medida estimula as empresas a crescerem e se expandirem, gerando empregos e aumentando a competitividade da economia. 3 – Lei 5005/2012 A lei 5005/2012 determina a apuração do ICMS sobre empresas atacadistas no Distrito Federal. A lei foi criada para incentivar o setor atacadista e reduzir a carga tributária em regiões da capital federal. A Gomide Contabilidade é especialista nesse benefício e atendemos diversos atacadistas que reduzem a margem tributária do negócio graças a lei. Além disso, existem benefícios específicos para determinados setores, como o setor agrícola e o de infraestrutura. Se quiser conhecer outros benefícios fiscais, acesse aqui. Conclusão Concluindo, muitas empresas sofrem prejuízos por falta de conhecimento na legislação tributária da própria região. Seja em níveis municipais ou estaduais, é válido ressaltar a importância de se atualizar sobre os benefícios disponíveis, evitando assim o pagamento de impostos em excesso. Você, empresário, pode estar pagando impostos a mais por falta de conhecimento. Se quiser reduzir sua margem tributária e utilizar os negócios ao seu dispor, converse com um especialista no setor. Entre em contato com os contadores de excelência da Gomide Contabilidade e mude a trajetória da sua empresa para melhor!
Como abrir um atacado em Brasília

Entre todas as opções presentes no mercado de Brasília, o modelo de negócio atacadista é muito atrativo. Para aqueles que desejam embarcar nessa jornada com uma empresa atacadista, é preciso entender além das suas vantagens, como dar início a esse sonho. Para saber isso, o artigo a seguir vai falar como abrir um atacado em Brasília e como esse modelo pode ser vantajoso para empreendedores. Por que um atacado é diferente dos outros Primeiramente, é necessário entender como e porque o modelo de atacado se difere de comércio. Em suma, um atacado se difere do comércio por vender grandes quantidades ou produtos em grande volume. Uma empresa atacadista pode ser uma vantagem para outros negócios que fazem a comercialização desses produtos e, por isso, tem a necessidade de comprar em grandes quantidades de um fornecedor, que pode ser um atacado. Por exemplo, um atacado de alimentos pode ser o principal fornecedor de uma pequena empresa de alimentos, como um foodtruck. Entenda como funciona o setor atacadista em Brasília Para abrir um atacadista, é preciso entender algumas vantagens do modelo nesta região, ou melhor, uma grande vantagem. Se você conhece Brasília já deve ter percebido a grande quantidade de atacados presentes na região, que por mais que sejam concorrentes sua maioria das vezes, não deixam de ser muito lucrativos. Essa gama de empresas pode ser justificada graças ao incentivo fiscal da Lei 5005/2012, que promove o desenvolvimento das atividades de atacado reduzindo a sua carga tributária. A Gomide Contabilidade é especialista na Lei e entende tudo sobre comércio atacadista. Se quiser saber mais sobre como funcionam os cálculos e os benefícios do incentivo, acesse aqui. Conheça as burocracias Como toda empresa, para abrir um atacado é necessário ter um CNPJ regular com atividades estritamente definidas. Para isso, procure definir o CNAE, o tipo societário e principalmente o Regime Tributário. Entre eles, é possível escolher o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Busque uma região Um dos detalhes mais importantes para se considerar na hora de abrir um atacado é escolher bem a sua região. Além de ser um local estratégico e de fácil acesso, geralmente grandes atacados demandam um terreno maior, que suporta uma estrutura grande. Entenda que tipo de atacado Diferente do que percebemos a maioria das vezes, o atacado de alimentos não é o único modelo que existe. O comércio atacadista pode comportar uma série de produtos como maquiagens, doces, cosméticos, embalagens e, claro, os alimentos. Além disso, nem sempre um atacado vai ser uma rede, se a ideia é começar de algum lugar, não se preocupe em começar pequeno, e uma ótima região para começar com certeza é Brasília. A contabilidade para atacado em Brasília Como mencionamos acima, além de todo conhecimento na legislação e no modelo de comércio atacadista, considere uma parceria com uma contabilidade que entende desse tipo de empreendimento. A Gomide Contabilidade com mais de 50 anos de mercado combinou todo conhecimento e tradição ao melhor da tecnologia. Hoje atendemos os maiores atacados do Centro Oeste, e o próximo pode ser o seu. Não perca tempo, inicie a jornada do seu atacado com nossa ajuda. Fale com um especialista agora mesmo!
Vantagens em adaptar sua empresa ao digital

Desde 2020 as empresas foram forçadas a se adaptar a uma das crises globais mais improváveis da história. A pandemia de Covid-19 trouxe, além da insegurança sanitária, a impossibilidade de conviver em sociedade mesmo que por um período. Entre todos os impactos do distanciamento social, os negócios foram diretamente afetados e as empresas buscaram maneiras rápidas de continuar circulando nesse cenário de incertezas. Essas adaptações partiram principalmente de iniciativas que tinham como maior aliada a tecnologia. A mudança para o digital mesmo que urgente trouxe esperança para a permanência das empresas no mercado e promoveu novos sistemas que são um sucesso até hoje. Chamamos essa adaptação dos negócios aos sistemas tecnológicos de empreendedorismo digital e no artigo a seguir vamos aprofundar mais nesse tema. O que significa ter uma empresa digital? O grande objetivo do empreendedorismo digital é tornar a vida do seu cliente mais prática com ajuda da tecnologia. Isso significa às vezes ter que migrar aquilo que sempre foi tradicional para o virtual. Em algum momento você já deve ter pensado: esse pagamento poderia ser muito mais rápido se fosse virtual ou um agendamento online é muito mais prático e dá muito mais garantia de um bom atendimento. Pode não parecer, mas essas atualizações são maneiras de exercer o empreendedorismo digital e elas podem fazer parte do seu negócio em qualquer contexto. Um sistema não precisa ser inovador para operar bem. O gestor só precisa ser visionário e enxergar valor em ferramentas que não seriam adaptadas ao negócio em outras circunstâncias. O provador virtual ou agendamento online são exemplos de atualizações que além de tendência otimizam o tempo do cliente e aumentam seu alcance sem a necessidade de uma mudança mais radical. Outro exemplo que se tornou tendência nos últimos anos são as e-commerce, lojas virtuais que operam com plataformas digitais de venda e distribuição. Mas pode ser que as adaptações sejam pequenas e comecem com a instalação de novos softwares ou sistemas de automação, por exemplo. Como tornar a empresa mais digital? Existem três grandes maneiras de tornar a empresa mais digital de forma segura. São essas: Planejamento Boa gestão e planejamento prévio podem ser diferenciais na hora de se adaptar ao digital. O receio em sair da maneira antiga de empreender não existe à toa. Pode ser que essas adaptações não sejam bons investimentos e para identificar isso, é preciso um bom planejamento. Estudo Saber e estar atualizado com a tecnologia é essencial nesses casos. O gestor precisa acima de tudo entender esse mercado em constante mudança e estudar esse setor que está em constante atualização. Só com esse estudo e preparação é possível entender até onde seu negócio pode ser digital e dessa forma entender quais as melhores ferramentas a serem utilizadas para cada negócio. Iniciativa Na etapa de pesquisa para implementar novos sistemas, busque entender o que funcionou bem com seus concorrentes diretos e indiretos. Se após a fase de estudos for válida a implementação das novas ferramentas é só tirar a ideia do papel. Empreendedores se arriscam, possuem iniciativa e devem se destacar por isso. Os erros são possibilidades assim como os acertos mas isso não significa que não são bem vindos. Conclusão Pensar em processos digitais não significa desaproximar o consumidor do seu produto e serviço, muito pelo contrário. Essa prática além de desburocratizar tarefas que podem ser desestimulantes para os clientes, torna mais prática a maneira de empreender, principalmente para negócios que lidam com uma diversidade maior de clientes, produtos ou serviços. Essas são apenas algumas das vantagens de trazer a modernidade para dentro do seu negócio, e assim aproximar a empresa da realidade do mundo todo. A Gomide Contabilidade com mais de 50 anos de atuação em Brasília se adaptou ao digital e atende empreendedores com o melhor da tecnologia integrada à rotina contábil. Se quiser saber mais sobre nossa contabilidade digital, acesse nosso site e converse com um dos nossos especialistas!