Regularização fiscal em Goiás: programa Quita Goiás oferece até 70% de desconto em juros e multas

A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) deu início ao programa Quita Goiás, uma oportunidade estratégica para pessoas físicas e jurídicas regularizarem débitos tributários com condições altamente vantajosas. A iniciativa, válida a partir de 20 de outubro, permite a negociação de dívidas de ICMS, ITCMD e IPVA com descontos de até 70% em juros e multas, e parcelamento em até 145 vezes. Essa medida tem como objetivo estimular a adimplência fiscal e fortalecer a arrecadação estadual, ao mesmo tempo em que oferece um fôlego financeiro a empresas e contribuintes impactados pelos últimos anos de instabilidade econômica. O que é o Quita Goiás e quem pode participar O Quita Goiás é um programa de regularização fiscal lançado pelo Governo de Goiás e gerido pela PGE-GO. Ele permite que empresas e pessoas físicas com débitos tributários junto ao Estado possam renegociar suas pendências de forma facilitada. Podem participar: Empresas contribuintes de ICMS (inclusive optantes do Simples Nacional); Pessoas físicas ou jurídicas com débitos de ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação); Proprietários de veículos com dívidas de IPVA. O acesso ao programa é feito online, diretamente pelo Portal da PGE-GO, sem necessidade de deslocamento presencial. Quais são as condições de renegociação A grande vantagem do Quita Goiás está na flexibilidade das condições de pagamento. Abaixo, um resumo das principais modalidades: Tipo de Débito Desconto Máximo sobre Juros e Multas Parcelamento Máximo ICMS até 70% até 145 parcelas ITCMD até 70% até 145 parcelas IPVA até 70% até 60 parcelas Fonte: PGE-GO (Procuradoria-Geral do Estado de Goiás) Além dos descontos, o contribuinte pode escolher o número de parcelas conforme a sua capacidade de pagamento. O valor mínimo da parcela é definido pela PGE-GO, garantindo equilíbrio entre acessibilidade e responsabilidade fiscal. Como fazer a adesão ao programa O processo é 100% digital e simples: Acesse o Portal da PGE-GO (https://www.pge.go.gov.br/); Localize o menu Quita Goiás; Faça o login com seu CPF ou CNPJ; Consulte os débitos e escolha a modalidade de pagamento; Gere o boleto ou contrato de parcelamento. O prazo de adesão é limitado, e a recomendação é que empresas e gestores financeiros planejem a negociação o quanto antes para garantir as melhores condições. Impactos fiscais e estratégicos para empresas Do ponto de vista empresarial, participar do Quita Goiás vai muito além de regularizar pendências. Trata-se de uma decisão estratégica de gestão tributária. Empresas com dívidas ativas frequentemente enfrentam: Restrições de crédito e bloqueios bancários; Impedimentos em licitações e contratações públicas; Risco de inscrição em dívida ativa e protesto judicial; Comprometimento de reputação fiscal. Ao negociar com o Estado, o empresário reestabelece a conformidade fiscal, melhora sua relação com fornecedores e bancos, e fortalece sua imagem institucional perante o mercado. Qual a relevância para empresas do Distrito Federal e entorno Embora o programa seja voltado para o Estado de Goiás, muitas empresas sediadas no Distrito Federal possuem operações comerciais, filiais ou transportes registrados em Goiás. Por isso, o Quita Goiás também impacta diretamente empresas da região metropolitana de Brasília, especialmente nos setores de logística, transporte, agronegócio e construção civil. Se a empresa possui veículos com placas goianas, estabelecimentos ou transações intermunicipais, é fundamental verificar eventuais débitos no sistema da PGE-GO e aproveitar o benefício. Perguntas frequentes 1. Quem pode aderir ao Quita Goiás?Pessoas físicas e jurídicas com débitos de ICMS, ITCMD e IPVA junto ao Estado de Goiás. 2. Qual o desconto máximo?Até 70% sobre juros e multas, conforme o tipo de dívida. 3. Quantas parcelas são permitidas?Até 145 parcelas para ICMS e ITCMD, e até 60 para IPVA. 4. Onde fazer a adesão?Pelo site oficial da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO). 5. Até quando posso aderir?O prazo foi aberto em 20 de outubro e é temporário — consulte o site oficial para verificar a data de encerramento. Considerações finais e ação recomendada O Quita Goiás é uma das medidas mais amplas de recuperação fiscal já lançadas pelo Estado. A adesão imediata pode significar economia significativa, redução de passivos e melhorias no fluxo de caixa para empresas de todos os portes. Para empresários e contadores, este é o momento ideal para: Revisar a situação fiscal da empresa; Analisar passivos tributários com apoio de especialistas; Elaborar um plano de regularização e prevenção para o futuro. A equipe da Gomide Contabilidade, referência em consultoria tributária, está preparada para auxiliar empresas na adesão ao programa, avaliando cenários, simulando parcelamentos e garantindo segurança no processo. 👉 Agende um diagnóstico com nossos especialistas e descubra quanto sua empresa pode economizar. Fontes e referências oficiais Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO): https://www.pge.go.gov.br/ Governo do Estado de Goiás – Notícias Oficiais: https://www.goias.gov.br/ Secretaria da Economia de Goiás: https://www.economia.go.gov.br/ Conselho Federal de Contabilidade (CFC): https://www.cfc.org.br/ Sebrae Goiás: https://www.sebraego.com.br/ Valor Econômico: https://valor.globo.com/
Atualizadas as regras do Simples Nacional: o que muda em 2025 e como se preparar

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), por meio da Resolução nº 183/2025, revisitou e modificou pontos essenciais da Resolução CGSN nº 140/2018 — norma que rege o regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas. Embora o discurso oficial destaque modernização e simplificação, as alterações trazem implicações concretas e urgentes quanto a enquadramento, obrigações acessórias, transparência e penalidades automáticas. Para empresas localizadas em Brasília/DF e entorno, essas mudanças podem representar uma oportunidade para adequações estratégicas antecipadas ou riscos de desenquadramento automático, especialmente para aquelas com faturamento perto dos limites ou com dados fiscais pouco consistentes. O que muda no Simples Nacional a partir de 2025 A Resolução 183/2025 opera em três frentes principais: ampliação do conceito de receita, reforço à integração digital entre os fiscos e elevação das penalidades por inconsistências. Tabelar para visualização clara das mudanças: Tema Situação anterior Alteração principal Observação relevante Conceito de receita bruta Incluía apenas receitas da atividade principal Estende para incluir receitas obtidas por diferentes inscrições no CNPJ e por atuação como contribuinte individual Fecha brechas de fragmentação de faturamento jornalcontabil.com.br Natureza declaratória das obrigações PGDAS‑D, Defis e DASN‑Simei tinham caráter informativo Dados declarados passam a constituir confissão de dívida Omissões ou erros podem gerar exigências automáticas jornalcontabil.com.br Adesão ao Simples Exigência de regularização prévia de pendências Empresa pode optar no momento da abertura do CNPJ e tem 30 dias para ajustar situações impeditivas Reduz gargalos iniciais jornalcontabil.com.br Autonomia municipal Municípios tinham atuação limitada nas obrigações acessórias Podem exigir escrituração fiscal digital (se oferecerem ferramenta gratuita) Exige atenção extra à normatização local jornalcontabil.com.br Penalidades e multas Aplicações de multa conforme regulamentação vigente PGDAS‑D: multa de 2% ao mês (até 20%) a partir de 2026; Defis: 2% ao mês + multa fixa por informação omitida Intensifica necessidade de precisão nas declarações jornalcontabil.com.br Vedações ao regime Limitações já previstas em lei e regulamento Proibição de opção ao Simples para empresas com sócio morando no exterior ou filiais no exterior Impactos práticos para empresários e gestores financeiros 1. Receita bruta ampliada: atenção ao “soma invisível” Com o novo conceito ampliado de receita, empresas com múltiplas atividades, filiais ou que operam com prestação de serviços como contribuinte individual estarão sob novo escrutínio fiscal. O fisco poderá unir os resultados em diferentes CNPJs em um único “bolo tributável”. 2. Obrigações com “confissão de dívida” Ao tornar declarações como PGDAS‑D e Defis como confessórias, eventuais divergências nos dados declarados poderão gerar exigências de ofício sem necessidade de análise complementar, dificultando defesa posterior. 3. Multas robustas reforçam vigilância A partir de 2026, atrasos ou erros no PGDAS‑D ou na Defis serão punidos com taxas de 2% ao mês, limitadas a 20%, além de multas fixas por informações incorretas. Em contextos regionais, empresas do DF e municípios próximos devem estar preparadas quanto a obrigações municipais que agora podem ganhar peso fiscal. 4. Adesão facilitada, porém exigência imediata Podem aderir ao regime na abertura do CNPJ. Contudo, a regularização de pendências deverá ocorrer em até 30 dias. Isso requer que o empreendedor já possua os documentos fiscais e cadastros em ordem desde o primeiro momento. 5. Autonomia tributária municipal ampliada Se o município oferecer sistema gratuito, poderá exigir que optantes do Simples façam escrituração digital local, o que exige atenção às legislações municipais complementares caso você atue em cidades do entorno de Brasília, evite surpresas. Como se preparar estrategicamente até o prazo crítico A Gomide Contabilidade (Brasília/DF) recomenda que empresas iniciem ações preventivas já até o final de 2025, para mitigar riscos e alinhar processos contábeis: Ação estratégica Foco prático Responsável interno Diagnóstico de faturamento e atividades Verificar se a receita está dentro dos limites e se há fragmentações que agora serão somadas Contador / auditor Validação de dados cadastrais Garantir que sócios, endereço, CNAE e inscrições estejam coerentes Administrativo / contábil Atualização de sistema digital Implantar ERP/EFD que absorva layout atualizado do CGSN TI / gestor financeiro Simulações tributárias Comparar custos se sair do Simples (ou ser excluído) Consultoria tributária Monitoramento contínuo Acompanhar mensalmente NF-e, receita acumulada e obrigações Controladoria / departamento financeiro Pergunta estratégica: vale manter o Simples em 2025? Depende do perfil da empresa. Para negócios de baixa complexidade, margens apertadas e operações locais, o regime continua vantajoso. Porém, para empresas com custos dedutíveis elevados, diversificação de receita ou operações interestaduais, migrar para Lucro Presumido ou até Lucro Real pode garantir flexibilidade maior. O caminho exige estratégia e não apenas reação. Recomendação final A atualização trazida pela Resolução 183/2025 reconfigura o Simples Nacional, exigindo uma postura proativa por parte de empresários, contadores e gestores. Transparência, automação, precisão nos dados e análise tributária estratégica deixam de ser diferencial para se tornar condição de sobrevivência no regime. Checklist prático para começar hoje: Revisar receitas e atividades em todos os CNPJs vinculados Adequar sistemas contábeis ao layout obrigatório Validar cadastro cadastral dos sócios e empresa Simular impacto tributário em outros regimes Monitorar mensalmente o acumulado de receita A Gomide Contabilidade, autoridade em contabilidade no DF, oferece diagnóstico especializado sem custo para empresas se adequarem ao novo Simples Nacional. Referências Receita Federal do Brasil. Resolução CGSN nº 183, de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal Sebrae Nacional. Guia do Simples Nacional – Atualizações 2025. IBGE – Estatísticas Regionais de Empresas do DF, 2024. Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Notas Técnicas 2025 – Simples Nacional. Valor Econômico. Empresas do Simples Nacional enfrentam novo modelo de cruzamento automático, 2025
INSS Pró-Labore 2025: O que mudou com o novo salário mínimo?

INSS sobre pró-labore em 2025: o que mudou, como calcular e como se adaptar com segurança O ano de 2025 trouxe uma atualização relevante que afeta diretamente os empresários que recebem pró-labore. Isso porque o valor do salário mínimo aumentou de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00. Ainda que a alíquota de INSS tenha sido mantida em 11%, o valor a ser recolhido cresceu proporcionalmente. Como resultado, os sócios que exercem funções dentro da empresa devem contribuir com quantias mais elevadas. Essa mudança exige atenção redobrada, pois interfere diretamente nos encargos mensais das empresas. Além disso, é fundamental compreender os impactos desse aumento para evitar recolhimentos indevidos e garantir a regularidade fiscal. O que é pró-labore e qual sua importância? O pró-labore é a remuneração mensal destinada aos sócios que atuam na operação ou gestão do negócio. Diferente da distribuição de lucros, o pró-labore é obrigatório e sofre a incidência de tributos. De acordo com a Lei 6.404/76, o valor do pró-labore não pode ser inferior ao salário mínimo. Portanto, sempre que ocorre um reajuste no salário mínimo nacional, o valor dos tributos sobre o pró-labore também aumenta. Além disso, o pró-labore serve como base para benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença-maternidade. Logo, mantê-lo em conformidade com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma medida de proteção para o próprio sócio. Quais impostos incidem sobre o pró-labore? Ao pagar pró-labore, a empresa deve observar dois tributos principais: INSS (11%): aplicado sobre o valor total recebido pelo sócio; IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): calculado com base na tabela progressiva da Receita Federal. Esses tributos precisam ser recolhidos mensalmente. Caso contrário, a empresa pode sofrer penalidades fiscais e ter sua regularidade comprometida. Além disso, erros na apuração ou atrasos podem gerar multas e juros, elevando os custos operacionais. Como o regime tributário interfere no INSS do pró-labore? O tipo de regime tributário escolhido pela empresa influencia diretamente os encargos sobre o pró-labore. Veja como funciona: Simples Nacional Empresas fora do Anexo IV devem reter apenas os 11% de INSS dos sócios; Empresas no Anexo IV devem recolher, além dos 11%, os 20% de encargo patronal. Lucro Presumido A carga tributária é mais elevada; A empresa recolhe 20% de INSS sobre o valor bruto do pró-labore; Além disso, retém os 11% diretamente do sócio. Dessa forma, é essencial avaliar periodicamente se o regime tributário adotado ainda é o mais vantajoso para o seu modelo de negócio. Qual o teto do INSS em 2025? Para 2025, o teto do INSS foi fixado em R$ 8.157,40. Portanto, a contribuição máxima que um sócio pode recolher é de R$ 897,32. Contribuições acima desse valor não resultam em benefícios adicionais e representam desperdício financeiro. Assim, conhecer esse teto é uma forma de garantir eficiência na gestão tributária. Vale lembrar que a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é diferente da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), por isso é essencial contar com o suporte de um contador para evitar erros. Reajuste do pró-labore: comparação com anos anteriores Com base nas alterações do salário mínimo, veja como o valor do INSS foi impactado: 2023: salário mínimo de R$ 1.320,00 → contribuição de R$ 145,20; 2025: salário mínimo de R$ 1.518,00 → contribuição de R$ 166,98. Esse aumento pode parecer pequeno, mas quando aplicado sobre vários sócios ou em empresas com margens apertadas, impacta diretamente no fluxo de caixa. Exemplo prático de cálculo Considere um sócio que recebe pró-labore no valor do teto (R$ 8.157,40). Nesse caso, a contribuição será limitada a R$ 897,32. Mesmo que o valor recebido ultrapasse esse limite, não há aumento na contribuição. Como evitar erros no recolhimento do INSS sobre pró-labore? Manter a empresa em dia com o Fisco exige atenção a uma série de boas práticas. Para isso: Atualize o pró-labore sempre que houver reajuste no salário mínimo; Recolha os tributos dentro dos prazos legais para evitar multas; Utilize a tabela progressiva do IRRF vigente no ano; Consulte um contador regularmente para ajustes e simulações. Além disso, vale lembrar que a declaração do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) é diferente da IRPJ (Pessoa Jurídica), o que torna ainda mais importante o acompanhamento profissional. Por que contar com uma contabilidade especializada? A Gomide Contabilidade possui mais de 50 anos de experiência no atendimento a empresas de diversos portes e segmentos. Nosso time acompanha todas as atualizações legais, como o novo teto do INSS e reajustes do salário mínimo, para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade. Com nosso suporte, você garante: Recolhimentos corretos; Regularidade fiscal sem surpresas; Otimização tributária e estratégica. Quer melhorar sua gestão tributária em 2025? Entre em contato com a Gomide Contabilidade. Vamos ajudar sua empresa a economizar com segurança, organização e estratégia.
Independência financeira para sua empresa: um guia prático para pequenos negócios

Introdução: A independência financeira é um objetivo almejado por muitas empresas, especialmente pequenas e médias, que desejam alcançar estabilidade e crescer de maneira sustentável. Mas o que significa, de fato, ter independência financeira no contexto empresarial? Em resumo, trata-se da capacidade de operar, investir e expandir sem depender excessivamente de empréstimos ou capital de terceiros. Neste artigo, vamos explorar como sua empresa pode alcançar a independência financeira e quais passos você pode adotar para garantir um futuro sólido e próspero. 1. Compreender a Situação Financeira Atual da sua Empresa O primeiro passo rumo à independência financeira é entender claramente a situação financeira atual do seu negócio. Isso inclui uma análise minuciosa do fluxo de caixa, avaliação de ativos e passivos, e a identificação de fontes de receita e despesas. Ter uma contabilidade organizada e bem gerida é fundamental para ter uma visão realista do seu cenário financeiro. A partir desse diagnóstico, você poderá traçar estratégias mais eficazes para melhorar sua saúde financeira. 2. Controle de Custos: Um Pilar Fundamental Para alcançar a independência financeira, é essencial manter um controle rigoroso dos custos operacionais. Avalie regularmente todas as despesas, desde o aluguel e os salários até os pequenos custos administrativos. Identifique áreas onde seja possível reduzir gastos sem comprometer a qualidade do seu produto ou serviço. Além disso, renegocie contratos com fornecedores, busque alternativas mais econômicas e elimine despesas desnecessárias. 3. Diversificação de Receitas: Não Dependa de Uma Única Fonte Empresas financeiramente independentes geralmente possuem múltiplas fontes de receita. A dependência de um único cliente ou tipo de serviço pode ser arriscada, pois qualquer variação pode impactar severamente o caixa da empresa. Explore novas oportunidades de mercado, diversifique sua base de clientes e desenvolva produtos ou serviços complementares. 4. Criação de uma Reserva de Emergência Empresarial Assim como é recomendado para indivíduos, empresas também devem criar uma reserva de emergência. Essa reserva é essencial para lidar com crises inesperadas, como quedas de vendas, emergências operacionais ou imprevistos econômicos. 5. Investimentos Estratégicos e Planejamento de Longo Prazo Alcançar a independência financeira envolve investir de forma inteligente e planejada. Faça um plano de investimentos que contemple as necessidades de curto, médio e longo prazo do seu negócio. 6. Redução de Dívidas: Um Passo Rumo à Liberdade Ter dívidas pode ser um obstáculo significativo para a independência financeira. Portanto, é importante criar um plano de ação para reduzir gradualmente as dívidas existentes. 7. Contabilidade Eficiente: O Aliado Indispensável Manter uma contabilidade eficiente e bem organizada é essencial para alcançar a independência financeira. Um contador experiente pode ajudar a identificar oportunidades de economia, otimizar a gestão de impostos, e fornecer relatórios financeiros detalhados para uma tomada de decisão mais assertiva. Conclusão: Alcançar a independência financeira é um processo contínuo que exige disciplina, planejamento e tomada de decisões estratégicas. Ao implementar as práticas mencionadas acima, sua empresa estará no caminho certo para garantir sua sustentabilidade e crescimento a longo prazo. A Gomide Contabilidade está pronta para ajudar sua empresa a trilhar essa jornada com segurança e eficiência, oferecendo soluções contábeis personalizadas para cada etapa do seu negócio.
O que significa assessoria tributária e quais as vantagens desse serviço

Entre as diversas complexidades de empreender no Brasil, com certeza a densidade com impostos e tributação está no topo da lista. Nosso país tem uma das cargas tributárias mais complicadas do mundo. Atualmente, mesmo com a reforma tributária em andamento, essa dificuldade está longe de ser reduzida. Para apoiar o empreendedor a diminuir esses obstáculos de forma legal, uma equipe especializada de assessoria tributária pode ser a chave para resolução e economia de impostos. A seguir, iremos destrinchar tudo sobre essa solução e como contratar uma assessoria tributária pode trazer benefícios permanentes à sua empresa. Continue a leitura! O que é uma Assessoria Tributária: Primeiramente, vamos entender o que significa esse conceito. Assessoria tributária, nada mais, nada menos, do que a consultoria personalizada de especialistas em tributação para apoiar o empreendedor na tomada de decisão. Geralmente, esse serviço é contratado em momentos cruciais para a empresa, como na decisão sobre um novo formato de regime tributário, ou para entender como reduzir custos com tributação. Além disso, a assessoria tributária serve para garantir que uma empresa esteja em conformidade com todas as obrigações fiscais. Isso inclui desde o correto cálculo e pagamento de impostos até a interpretação das normas tributárias em constante mudança Qual a diferença da assessoria para contabilidade tradicional Em suma, por mais que o serviço de apoio e assessoria na tomada de decisões pareça óbvio, nem toda contabilidade trabalha dessa forma. A assessoria, em alguns casos, é um serviço a parte que agrega valor personalizado às empresas. Por isso, a principal diferença entre esses modelos é justamente uma entrega maior, adaptada ao cliente, às suas necessidades e também ao seu modelo de atuação. Por exemplo, uma empresa atacadista que está em busca de mais lucro pode buscar o apoio de uma empresa de assessoria tributária da sua região para apoiá-la na redução de impostos de acordo com sua categoria. Entre as vantagens desse serviço você encontra: Economia de impostos, graças a busca por redução de custos operacionais e com planejamento estratégico para modelos mais econômicos de atuação; Garantia de conformidade tributária, com uma análise minuciosa da regulamentação de empresa, além de fiscalização de documentos a serem entregues; Evolução estratégica, que direciona a empresa aos melhores caminhos para crescimento, além de planos específicos para alcance dos objetivos do negócio; Atualização constante da legislação tributária, garantindo que a empresa esteja sempre dentro dos conformes e não perca nenhuma mudança. Como saber se você deve investir em assessoria tributária? Por fim, em caso de dúvida, o mais importante é entender quais os objetivos principais da empresa a curto, médio e longo prazo. Dentro desses objetivos, é importante analisar qual tipo de apoio você precisa: para reduzir impostos? Para aumentar os lucros? Se manter atualizado e regular? Contar com apoio especializado? Contratar um serviço de assessoria tributária é um investimento que traz segurança, economia e otimização das operações empresariais. Em um ambiente fiscal complexo e desafiador como o brasileiro, contar com especialistas ao lado da sua empresa é fundamental para garantir que todas as obrigações sejam cumpridas de forma eficiente, minimizando riscos e maximizando resultados.
5 lições da transformação digital na contabilidade para empresas

A transformação digital e seu impacto no setor contábil nos últimos anos. Há cinco anos atrás, a humanidade não fazia ideia do impacto que a tecnologia seria na sociedade. Inclusive, no ramo empresarial, esse impacto gerou novos modelos de negócios e a necessidade de se adaptar à modernização em tempo real em todo mundo. Por isso, todos os setores que acompanharam de perto essa transformação, e a contabilidade, como um serviço fundamental para empresas, também viram a necessidade de acompanhar essas mudanças. Atualmente, a contabilidade atua de forma quase totalmente digitalizada, fornecendo a praticidade de otimização de processos necessária para tornar a vida de contadores e empresas mais ágil. Mas, como? A seguir, vamos entender 5 lições que a transformação digital da contabilidade trouxe para esse setor. Confira a seguir! 1 – Automação de processos: Automação é a palavra do momento. Cada vez mais, processos repetitivos e burocráticos têm sido otimizados com a tecnologia de automação, que permite reduzir esse operacional que, muitas vezes, é desgastante. Na contabilidade, a adoção de tecnologias de automação permite reduzir as atividades manuais, como entrada de dados, cálculos fiscais, gestão de documentos e reconciliação de contas. Dessa forma, os contadores economizam tempo e aumentam a segurança desses processos, mas também passam a ter tempo e recursos para atuar em análises mais estratégicas. 2 – Controle das operações financeiras Além disso, a transformação digital tornou possível que as empresas acessem suas informações financeiras em tempo real. Por isso, através dessas tecnologias é possível entender, acessar e organizar todas as entradas e saídas financeiras das empresa, proporcionando um controle mais preciso da gestão financeira da empresa; Isso significa que os gestores podem tomar decisões mais rápidas e informadas com base em dados atualizados, em vez de depender de relatórios estáticos e desatualizados. 3 – Segurança Em suma, a tecnologia reduz a margem de erro de diversas áreas, principalmente na área contábil. Isso porque a contabilidade lida com uma alta densidade de processos complexos e que exigem maior atenção para evitar erros. Por isso, com a implementação de sistemas de contabilidade digital, as empresas podem garantir uma maior segurança de dados. Isso inclui medidas como criptografia de dados, backups regulares e proteção contra ameaças cibernéticas, garantindo a integridade e confidencialidade das informações financeiras. Além disso, é possível com ajuda da contabilidade evitar pequenos erros que podem resultar em multas ou atrasos da sua contabilidade. 4 – Integração de processos Conexão é uma palavra que define bem o uso da contabilidade nas empresas. Porém, essa conexão vai muito além da conexão tecnológica. A tecnologia no setor contábil permite uma integração de processos em outras áreas, permitindo uma visualização bem definida de todos os processos. Assim, o empreendedor evita que a falta de conhecimento e má gestão sejam problemas no controle empresarial. Por isso, a transformação digital na contabilidade também facilita a colaboração entre diferentes partes interessadas, como contadores, clientes e auditores. Plataformas baseadas na nuvem permitem o compartilhamento fácil e seguro de documentos e informações, promovendo uma comunicação eficiente e transparente. 5 – Regularização Não é de hoje que abordamos aqui a complexidade da contabilidade brasileira. Inclusive, entre essas dificuldades, a regularização tributária é uma das maiores. A legislação muda constantemente, e, por isso, contadores precisam se adaptar a essa legislação constantemente. Sistemas tecnológicos apoiam os contadores a se manterem atualizados. Com a contínua evolução das regulamentações fiscais e contábeis, a tecnologia permite que as empresas se adaptem mais rapidamente a essas mudanças. Sistemas de contabilidade digital podem ser atualizados automaticamente para refletir as alterações na legislação, garantindo conformidade e minimizando riscos. Conclusão Em resumo, a transformação digital na contabilidade oferece uma série de benefícios para as empresas. Ao abraçar essas mudanças, as empresas podem melhorar sua eficiência, tomada de decisões e aumentar sua competitividade no mercado. Além disso, é possível acionar na rotina da empresa o fator de modernidade, muito importante na construção de evidências que possam trazer benefícios para os clientes. Inclusive, mesmo contabilidades tradicionais conseguem equilibrar a experiência e expertise a um novo formato no exercício da profissão. É o caso da Gomide Contabilidade, que há mais de 50 anos trabalha em prol do benefício das empresas em qualquer momento que elas estejam. Faça parte dessa equipe! Clique aqui e saiba mais!
Conheça os regimes tributários das empresas e como escolher o seu

Entre todas as escolhas de uma empresa, com certeza os regimes tributários são umas das mais complexas. Em suma, essa é uma decisão que acompanha a empresa do começo ao fim, desde os primeiros passos dela até seu desenvolvimento e expansão. Contudo, escolher o regime de tributação de uma empresa exige planejamento estratégico para entender os motivos dessa decisão e seus resultados. Os Regimes Tributários são, resumidamente, a determinação de quais são os impostos pagos por uma empresa e quais as alíquotas dessa cobrança. Atualmente, nós possuímos três Regimes Tributários disponíveis para a escolha das empresas no momento de abertura ou a cada início de ano fiscal. A seguir iremos conhecer os três regimes de tributação disponíveis no Brasil e como escolher o modelo ideal para sua empresa de acordo com o desenvolvimento do seu negócio. Os regimes tributários Simples Nacional Primeiramente temos o Simples Nacional como o primeiro regime de tributação para as empresas. Como o próprio nome denuncia, este é um modelo simplificado de recolhimento tributário. O Simples Nacional é indicado para pequenas empresas em ascensão, mas não necessariamente significa que é o ideal para todas elas. Além disso, na falta da escolha de um regime tributário para uma empresa no momento do seu nascimento ela automaticamente se encaixa no regime. Mas atenção: o Simples Nacional possui um teto de faturamento de R$ 4,8 milhões. Portanto, fique atento a esta limitação para evitar multas ou irregularidades. Lucro Presumido O Lucro Presumido é um regime de recolhimento de impostos que, através do faturamento previsto e o modelo de atividade empresarial faz uma presunção de lucro e recolhe impostos sobre ele. Daí o nome Lucro Presumido. Além disso, assim como no Simples Nacional, este regime também possui um teto de faturamento de R$ 78 milhões. Por fim, podemos afirmar que o Lucro Presumido faz um recolhimento de basicamente cinco impostos individualmente: PIS, COFINS, CSLL, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). Lucro Real Assim como no Lucro Presumido, o Lucro Real também faz o recolhimento de impostos com base no faturamento e lucro. Nesse caso, a diferença é que o Lucro Real faz esse recolhimento a partir do lucro líquido que a empresa obteve no último mês. Por isso o nome Lucro Real. Considerado o mais complexo dos regimes tributários, ele possui algumas limitações e obrigatoriedades. Por exemplo, algumas atividades empresariais devem se encaixar no Lucro Real. É o caso das instituições financeiras. Qual o regime tributário ideal? Como falamos anteriormente, a escolha do regime tributário ideal deve ser baseada em estratégia e planejamento. Isso significa que, não necessariamente o mais simples dos regimes tributários é o mais econômico para sua empresa. Contudo, para entender de fato como escolher seu regime, é necessário que você e sua equipe contábil idealizem um planejamento tributário que é o responsável por, de tempos em tempo, buscar mais lucros e economia de impostos através de estratégias legais. Uma delas, claro, é a troca de regime. Por fim, a contabilidade especializada na troca de regime tributário pode ser a chave da economia da sua empresa. Há mais de 50 anos a Gomide Contabilidade trabalha para promover lucro e crescimento para as empresas através de estratégias assertivas. Para dar um passo a mais no desenvolvimento do seu negócio, busque especialistas dispostos a te ajudar com aquilo que mais importa: o seu lucro. Se quiser fazer parte desse time e conhecer nossos serviços, clique aqui e fale com um de nossos especialistas agora mesmo.
Entenda a reforma tributária em 3 passos e como ela afeta a contabilidade da sua empresa

O ano de 2024 se inicia com grandes expectativas para mudanças consideráveis envolvendo o sistema tributário brasileiro. A reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados em 2023, quer simplificar o sistema tributário brasileiro, atualmente considerado um dos mais complexos do mundo. Contudo, seja empresário ou profissional da contabilidade, todo mundo quer entender quais os impactos da reforma tributária para as empresas. Por isso, fique tranquilo: no artigo a seguir, a Gomide Contabilidade te explica a reforma em três passos e como ela afeta a contabilidade da sua empresa. Confira a seguir. O que é a reforma tributária? Resumidamente, a reforma tributária é uma gama de medidas que busca modificar o sistema tributário do Brasil tornando-o mais simples através da reconfiguração da lei. De forma simplista, a reforma que deve perdurar pelos próximos 10 anos até ser totalmente implementada, tem como principal objetivo reduzir a burocracia por trás da compreensão e pagamento de impostos por empresas. Em suma, a principal justificativa da proposta se apoia em pesquisas que demonstram a dificuldade para empresas lidarem com toda complexidade desses impostos. Algumas características da reforma tributária aprovada pela Câmara: Não possui a pretensão de reduzir a carga tributária; Unifica cinco dos principais impostos pagos pelas empresas; Implica a criação de um novo tributo unificado; Cria uma nova tributação para desestimular consumos prejudiciais à população. Entenda a reforma em três pilares Imposto sobre Bens e Serviços Em suma, a principal mudança da reforma tributária é a substituição do PIS, COFINS, ISS, ICMS e IPI pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O IBS terá caráter nacional, com alíquota formada pela soma das alíquotas federal, estaduais e municipais. Além disso, o imposto é não cumulativo e será cobrado em todas as etapas de produção e distribuição do produto e uma ferramenta para facilitar a devolução de créditos acumulados pelos exportadores. Por fim, a tributação irá incidir em todo tipo de importação. Imposto Seletivo Federal Além disso, a criação do Imposto Seletivo Federal é uma alternativa criada para desestimular atividades prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. O imposto incidirá sobre bens como bebidas alcoólicas ou cigarros. Em quanto tempo a reforma acontece Por mais que esteja sendo debatida há mais de 30 anos, a reforma é gradativa devido às fases de transição. A transição tributária ocorrerá em duas fases distintas. Inicialmente, está previsto um período de teste com duração de dois anos, durante o qual haverá uma redução da Cofins (sem impacto para estados e municípios) e do IBS em 1%. Posteriormente, a cada ano, as alíquotas serão gradualmente reduzidas em 1/8, culminando na sua extinção, enquanto a do IBS será aumentada para compensar a arrecadação anterior. Outros impactos da reforma Por fim, além desses principais tópicos que a reforma propõe transformar na legislação tributária, a proposta não é prioridade na agenda do Estado à toa. A reforma gera um alto impacto na maneira de compreender e pagar impostos para as empresas, mas também na cesta básica do brasileiro além de diversos outros setores. A reforma propõe o fim da guerra fiscal, segurança e transparência no pagamento de impostos e melhorias no desenvolvimento econômico do país de forma geral. Com a movimentação dessas mudanças, os setores tendem a sentir a necessidade de se adaptarem conforme às transformações com ajuda especializada dos reflexos dessa reforma. Por isso, busque suporte de profissionais que entendam as dores do seu negócio nesse momento onde a legislação se transforma. A reforma tributária ainda precisa ser aprovada no Senado, mas até lá você pode buscar conhecimento e expertise de pessoas que entendam o que você precisa. A Gomide Contabilidade trabalha há mais de 50 anos garantindo o suporte das empresas em um mercado altamente competitivo e cheio de mudanças. Se quiser fazer parte desse time de sucesso clique aqui e converse com um dos nossos especialistas agora mesmo.
Planejamento orçamentário para atacadistas em 2024

Que 2023 foi um ano marcado por transformações e mudanças, isso a gente já sabe. Contudo, para o setor atacadista algumas coisas nunca mudam. Mercado acirrado de competitividade, densa carga tributária e desafios de logística estão sempre acompanhando os atacados distribuidores no Brasil. Por isso, um grande atacado precisa investir em estratégias para se organizar no setor que demanda maior gerenciamento: o setor financeiro. Para isso, o planejamento orçamentário vai ser o guia para começar o ano de 2024 com sua empresa organizada. Confira a seguir, os preparativos para o ano que vem e como o plano de orçamento pode te ajudar a estruturar sua empresa atacadista. Mudanças e tendências para 2024 Em suma, duas áreas se conectam ao empreendedorismo num geral em 2024: tecnologia e impacto social. No campo da inovação, todas as áreas se conectam com os termos de digitalização que surgem no mercado. Inteligência Artificial, automação ou Internet das Coisas são alguns nomes que podem chamar ainda mais atenção no ano que vem e, por isso, empresas devem estar atentas às mudanças nas formas de fazer negócios. Por outro lado, cada vez mais as empresas devem se preocupar com o impacto que causam na sociedade, atentos a questões de sustentabilidade e governança corporativa. Dessa forma, para além das mudanças que enxergamos esse ano, fique atento ao surgimento de novas propostas que impactam os setores e ao comportamento do consumidor, principalmente. A seguir, acompanhe o passo a passo do planejamento orçamentário para atacadistas em 2024. Metas e visão estratégica Primeiramente, estruture uma meta realista, que se adeque a visão estratégica da empresa e considere todas as mudanças que previstas ou inesperadas para o próximo ano. Entre essas mudanças, coloque na lista os grandes “e se” para o seu atacado: e se a empresa crescer? E se a empresa passar por dificuldades financeiras? E se o mercado mudar drasticamente? Para todos os cenários, é importante ter um plano a fim de evitar que desconhecimento e desorganização custem a segurança do seu negócio. Além disso, na busca por metas, estabeleça objetivos mensuráveis e alcançáveis, com base em estudo profundo dos resultados obtidos ao longo do ano. Estratégias de redução de custos Economia é uma expectativa para os empreendedores em qualquer área, e para os atacadistas não seria diferente. Por isso, no planejamento para o ano que vem, se certifique de incluir uma boa estratégia de redução de custos sem comprometer a qualidade dos serviços e produtos oferecidos. Dessa forma, identifique as áreas de oportunidades para redução de custos, desde que eles não prejudiquem a otimização dos processos internos. Para os atacadistas, as opções de economia incluem gestão eficiente de capital de giro, melhor administração de caixa e estoque e, por fim, uso de estratégias legais de redução de impostos. Confira os Benefícios Fiscais para atacadistas Investimentos e crescimento Além disso, toda avaliação dos cenários de atualização e mudanças abre portas para oportunidades de expansão para sua empresa. Se seu grande objetivo em 2024 é tornar sua empresa atacadista ainda maior, observe a movimentação atual do mercado e quais as tendências de mudanças que podem gerar diversificação no seu portfólio de clientes. Além disso, identifique no seu plano orçamentário o quanto é possível investir para impulsionar o crescimento da sua empresa. Inclusive, planejamento para investir é uma estratégia prudente e necessária para evitar desperdícios e prejuízos na sua empresa. Contudo, todo investimento gera riscos e precisa de muito estudo para iniciar uma implementação responsável. Para todo caso, se organize previamente. Tecnologia como solução Por fim, para organizar o planejamento financeiro do próximo ano, as ferramentas de gestão financeira e a tecnologia podem ser seus maiores aliados. Busque entender como os sistemas podem ser utilizados para ajudar na etapa de organização dos processos e como poderão ser eficientes na hora de tirar todas as ideias do papel. Além disso, as ferramentas de IA podem ser interessantes para buscar ideias de metodologia, como fazer os cálculos e organizar a documentação para otimizar esse processo agora na reta final. Conclusão Por fim, a organização financeira da sua empresa pode ser otimizada com apoio de uma equipe especializada de contabilidade, que trabalha para garantir a segurança e permanência da sua empresa em um cenário de constante mudança. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos opera se especializou nos benefícios fiscais do DF para atacadistas e atende os maiores da região. Procurando uma parceria estratégica para aprimorar seu planejamento financeiro em 2024? Conte com a expertise da Gomide Contabilidade para garantir uma gestão contábil precisa e eficiente. Conheça nossos serviços contábeis especializados para atacadistas e inicie um 2024 de sucesso financeiro. Clique aqui e fale com especialista agora mesmo!
4 dicas de gestão para empresas

Empresas grandes e pequenas enfrentam desafios ao longo de toda trajetória empresarial. Esses desafios, que muitas vezes são necessários, colocam à prova a resiliência e a determinação do empresário para manter o negócio ativo no mercado. Contudo, o impacto negativo desses desafios podem ser reduzidos com um uso eficiente de estratégias de gestão empresarial. Pensando nisso, a Gomide Contabilidade preparou um artigo com 4 dicas preciosas de gestão para empresas. Acompanhe a seguir. O que é gestão? Em suma, as palavras chave que podem melhor definir gestão são organização e administração. Gestão significa o ato de gerir ou gerenciar pessoas, processos, empresas, projetos e/ou qualquer outra atividade que exige uma gerência. Saiba mais sobre gestão aqui: Como a gestão pode ser aplicada nas empresas? Os conceitos de gestão podem ser implementados nas empresas de diversas formas, como por exemplo a partir da determinação de um gestor, que controla e direciona os processos empresariais em determinado setor, ou através de um sistema tecnológico que automatiza a organização de algumas áreas da empresa. Nesses casos, é muito comum ter um gestor financeiro, gestor fiscal, gestor de tarefas ou de tempo, que pode ser encontrado facilmente nas plataformas de busca. Contudo, a gestão empresarial em qualquer modelo exige uma nova cultura para que qualquer atualização ou mudança na metodologia da empresa seja implementada de forma efetiva. Por isso, se estiver planejando otimizar processos através da gestão empresarial, confira essas dicas: 4 dicas de gestão para as empresas: 1 – Entenda os processos da sua empresa Acima de qualquer coisa, você precisa conhecer seu negócio. Isso significa entender em cada processo ou metodologia e também como a empresa se desenvolve e entrega seus serviços aos clientes. Conheça os pontos fortes e pontos fracos e registre esse estudo. A partir disso, é possível analisar como a empresa pode melhorar e quais são os processos que se desenvolvem de forma efetiva. 2 – Conheça seus colaboradores Além disso, assim como no exemplo acima, o empresário precisa entender da como as pessoas que trabalham nesses processos desenvolvem suas atividades. Isso significa que, dentro das entregas profissionais é interessante entender como é a dinâmica da equipe, em quanto tempo as atividades são realizadas, qual maior déficit que os colaboradores sentem e, por fim, quais são as suas necessidades. Uma gestão eficiente exige, entre muitos fatores, o bem-estar da equipe. 3 – Utilize ferramentas de gestão Como mencionamos anteriormente, a gestão pode ter vários significados: gestão de processos, de tempo, de pessoas etc. Por isso, nem sempre todo esse gerenciamento pode ser feito com uma única metodologia. Para isso, as ferramentas de gestão disponíveis no mercado são muito bem-vindas e podem ser utilizadas livremente desde que atendam as necessidades da empresa. Um gestor financeiro, gestor de processos, de documentos e de tarefas são os modelos mais comuns, e para cada um deles existe uma empresa que pode se beneficiar da melhor forma possível. 4 – Busque parcerias de sucesso Não dá pra carregar toda responsabilidade de administrar toda uma empresa sem contar com ajuda de parceiros confiáveis. Além de conhecer todos os processos da empresa, é importante conhecer também quem são os parceiros que ajudam no desenvolvimento do negócio. Isso significa ter ajuda da sua equipe jurídica, sua equipe sanitária ou equipe contábil. Cada um desses sendo um pilar importante para manter a empresa organizada e segura. E falando em equipe contábil… A sua contabilidade é um dos pilares mais importantes para gestão fiscal e contábil da empresa, trabalhando ativamente para que, acima de tudo, ela opere de forma regular. Para encontrar esses parceiros, busque o serviço de uma contabilidade experiente e que atenda seu nicho da melhor maneira possível. A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de experiência atendendo grandes empresas da região do DF. Não perca tempo! Converse com um dos nossos especialistas agora mesmo.