Sua empresa está pronta para o fim da DIRF em 2026? O Informe vai mostrar

Fim da DIRF em 2026 exige adaptação fiscal. Entenda o impacto no Informe de Rendimentos e como empresas do DF devem agir agora.

A extinção da DIRF em 2026 não representa apenas uma mudança de obrigação acessória. Na prática, ela altera a lógica de controle da Receita Federal. Enquanto antes a consolidação acontecia em um único momento, agora o acompanhamento passa a ser contínuo. Por isso, embora muitas empresas ainda tratem esse tema como algo distante, o impacto já começou. Afinal, os dados que antes eram organizados no fechamento anual agora precisam estar corretos ao longo de toda a operação. Além disso, no Distrito Federal, onde muitas empresas operam com estruturas mais enxutas, essa mudança tende a gerar um efeito ainda mais sensível. Ou seja, o risco não está apenas na obrigação que deixa de existir, mas no modelo que entra no lugar. O que muda com o fim da DIRF em 2026? De forma objetiva, a DIRF deixa de existir como obrigação centralizadora. Em contrapartida, as informações passam a ser distribuídas entre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb. Isso significa que, ao invés de declarar uma vez por ano, a empresa passa a alimentar sistemas diferentes de forma recorrente. Consequentemente, o nível de controle aumenta, assim como a exposição a inconsistências. Segundo especialistas da área fiscal, esse novo modelo reduz a margem para ajustes tardios. Portanto, erros que antes poderiam ser corrigidos no fechamento anual passam a ser identificados no fluxo operacional. O Informe de Rendimentos vai acabar junto com a DIRF? Não. O Informe de Rendimentos continua obrigatório. No entanto, a forma como ele é construído muda completamente. Antes, muitas empresas utilizavam a DIRF como base de conferência. Agora, porém, o informe passa a depender diretamente da qualidade dos dados enviados ao longo do ano. Em outras palavras, o Informe deixa de ser um documento de fechamento e passa a ser um reflexo da operação. Por isso, qualquer inconsistência na origem tende a se refletir no resultado final. Na prática, isso significa que empresas que não revisarem seus processos podem gerar informes incorretos sem perceber. Como a Receita Federal vai controlar essas informações sem a DIRF? A Receita não perde controle. Pelo contrário, ela amplia sua capacidade de análise. Atualmente, os dados são capturados por diferentes obrigações. Em seguida, esses dados são cruzados automaticamente. Por fim, inconsistências são identificadas com base em padrões e divergências. Esse processo envolve principalmente: Como explicou um analista da área tributária, o modelo atual permite que a Receita identifique erros sem depender de declarações anuais. Dessa forma, o controle deixa de ser reativo e passa a ser preventivo. Onde as empresas mais erram nessa transição? Mesmo com a mudança sendo amplamente discutida, o padrão de erro tende a se repetir. Primeiro, muitas empresas continuam tratando obrigações de forma isolada. Depois, deixam de integrar informações entre setores. Como resultado, surgem divergências que não são percebidas no dia a dia. Esses erros aparecem, principalmente, em pontos como: Área Tipo de falha Folha retenções inconsistentes Fiscal divergência entre notas e tributos Financeiro pagamentos sem vínculo fiscal Obrigações envio incompleto ou fora de prazo Além disso, quando não há conferência contínua, pequenos erros se acumulam. Consequentemente, o problema deixa de ser pontual e passa a ser estrutural. O que empresas do Distrito Federal precisam observar? No DF, a realidade operacional exige atenção redobrada. Muitas empresas trabalham com equipes reduzidas. Por isso, a centralização de processos é comum. No entanto, com o novo modelo, essa prática pode aumentar o risco. Por outro lado, empresas que estruturam melhor seus processos conseguem transformar essa mudança em vantagem competitiva. Entre os pontos críticos, destacam-se: Um ponto importante que muitas vezes passa despercebido é que o erro não surge no envio. Ele surge no cruzamento. Como estruturar o Informe de Rendimentos nesse novo cenário? A lógica precisa mudar. Em vez de consolidar informações no final, a empresa precisa garantir que os dados estejam corretos desde a origem. Em seguida, esses dados devem ser validados continuamente. Só então o informe será confiável. Um fluxo mais adequado envolve: Origem dos dados → validação contínua → integração sistêmica → geração do informe Segundo profissionais da área, empresas que adotam esse modelo reduzem significativamente o risco de inconsistência. O fim da DIRF aumenta o risco fiscal? Depende da forma como a empresa reage. Se houver estrutura, o risco tende a diminuir. Por outro lado, se a gestão continuar reativa, o risco aumenta. Na prática, empresas que não acompanham sua operação fiscal ao longo do tempo acabam descobrindo problemas tarde demais. E, nesse novo cenário, não existe mais espaço para esse tipo de atraso. Esse é o ponto que, na experiência de quem acompanha essas transições, mais impacta o resultado. Como se preparar de forma prática para o fim da DIRF? A preparação não começa em 2026. Ela já deveria estar acontecendo. Primeiramente, é necessário revisar processos. Em seguida, validar a qualidade dos dados. Depois disso, integrar sistemas. Por fim, estruturar uma rotina de conferência contínua. Indicação de imagem: tabela comparativa entre modelo com DIRF e modelo atualAlt-text sugerido: “Comparação entre modelo DIRF e novo modelo fiscal contínuo” Empresas que ignoram essa sequência tendem a tratar o problema apenas quando ele já está evidente. O Informe continua, mas o erro muda de lugar O fim da DIRF não elimina a obrigação. Ele elimina a possibilidade de concentrar erros no final. Agora, o erro acontece ao longo do processo. E, justamente por isso, ele se torna mais difícil de identificar se não houver controle. Empresas que ainda operam no modelo antigo podem continuar cumprindo obrigações. No entanto, isso não garante que os dados estejam corretos. E esse é o ponto que mais gera problema. Checklist estratégico Sua empresa valida os dados antes do envio?Existe integração entre os sistemas utilizados?O Informe de Rendimentos depende de ajustes manuais?Há acompanhamento contínuo da situação fiscal? Se essas respostas não estão claras, o risco já está presente. Se você quer entender como o fim da DIRF impacta sua operação e como estruturar o Informe de Rendimentos com segurança, a Gomide Contabilidade pode analisar sua estrutura atual e identificar onde estão os riscos que ainda não apareceram.

Exclusão do Simples Nacional já está em movimento. O problema é que muita empresa ainda não percebeu

Receita notificou empresas do Simples. Entenda como evitar a exclusão no DF.

Exclusão do Simples Nacional já começou? Sim, a exclusão do Simples Nacional já começou e, por isso, muitas empresas precisam agir rápido. A Receita Federal notificou mais de 1,1 milhão de CNPJs com débitos, que somam cerca de R$ 12,9 bilhões. Além disso, o prazo para regularização é de até 90 dias após a ciência da notificação. Quando a empresa não resolve a pendência dentro desse período, ela sai do regime a partir de 1º de janeiro de 2027. Portanto, o risco não está no futuro distante. Ele já faz parte da operação atual. No Distrito Federal, onde o Simples sustenta grande parte das pequenas empresas, esse cenário exige ainda mais atenção. Dessa forma, ignorar a notificação pode gerar impactos imediatos. O que significa a exclusão do Simples Nacional na prática? A exclusão do Simples Nacional muda completamente a estrutura tributária da empresa. Assim que a empresa sai do regime, ela passa a operar em modelos como Lucro Presumido ou Lucro Real. Como resultado, três efeitos aparecem rapidamente: Impacto Consequência prática Aumento da carga tributária Redução da margem Mais complexidade operacional Maior risco de erro Mais obrigações fiscais Exigência de controle técnico Além disso, a empresa precisa adaptar processos internos. Caso contrário, ela perde previsibilidade financeira e aumenta a exposição fiscal. Segundo especialistas, o problema não é apenas pagar mais imposto. O problema é não estar preparado para operar em um cenário mais exigente. Quem está sendo notificado pela Receita Federal? A Receita Federal notifica empresas com débitos no Simples Nacional. Normalmente, essas pendências não surgem de uma única falha. Pelo contrário, elas se acumulam ao longo do tempo. As principais origens incluem: Tipo de pendência Origem comum DAS em atraso Falta de pagamento Diferença de apuração Erro de cálculo Multas Obrigações acessórias Dívida ativa Débitos inscritos Além disso, muitas empresas não percebem essas pendências. Isso acontece porque não existe acompanhamento frequente. Como consequência, o problema cresce sem ser percebido. Onde consultar a notificação do Simples Nacional? A empresa deve consultar a notificação diretamente nos canais oficiais. Dessa forma, ela acessa informações completas e atualizadas. Os principais canais são: Esses sistemas mostram os débitos e permitem iniciar a regularização. Portanto, acessar essas plataformas deve ser o primeiro passo. Indicação de imagem: tela do DTE-SN com notificação destacadaAlt-text: consulta exclusão simples nacional receita federal Por que a exclusão do Simples Nacional pega empresas de surpresa? A exclusão do Simples Nacional surpreende porque o problema cresce aos poucos. Primeiro, ocorre um atraso. Depois, surgem inconsistências. Em seguida, os débitos se acumulam. Além disso, a Receita Federal cruza dados automaticamente. Por isso, erros que antes passavam despercebidos agora aparecem com rapidez. Segundo analistas fiscais, o risco não está no erro isolado. O risco está na ausência de controle contínuo. Portanto, empresas que não acompanham sua situação acabam reagindo tarde. O que fazer após receber a notificação? Assim que a empresa recebe a notificação, ela precisa agir com método. O prazo de 90 dias exige organização e rapidez. O processo segue uma sequência lógica: Consulta → Identificação → Validação → Regularização → Monitoramento Durante esse processo, a empresa pode: Além disso, a empresa deve acompanhar o status após a regularização. Caso contrário, ela pode manter pendências ativas sem perceber. Indicação de imagem: fluxograma do processo de regularizaçãoAlt-text: etapas regularização simples nacional Qual o impacto para empresas do DF? Empresas do Distrito Federal dependem do Simples Nacional para manter competitividade. Por isso, a exclusão gera impacto imediato. Entre os principais efeitos, destacam-se: Além disso, empresas sem estrutura fiscal sólida enfrentam mais dificuldades. Como resultado, muitas não conseguem absorver o impacto rapidamente. Como evitar a exclusão do Simples Nacional? Evitar a exclusão do Simples Nacional exige ação contínua. Não basta resolver o problema atual. A empresa precisa mudar o modelo de controle. Empresas mais organizadas adotam práticas como: Além disso, essas empresas antecipam problemas. Dessa forma, evitam surpresas e mantêm estabilidade. Exclusão do Simples Nacional é problema financeiro ou de gestão? A exclusão do Simples Nacional parece financeira, mas nasce na gestão. O financeiro sofre o impacto, porém o problema começa no controle. Empresas que acompanham sua situação fiscal evitam surpresas. Por outro lado, empresas que apenas cumprem o básico reagem tarde. Além disso, existe um ponto importante: o custo do erro fiscal aparece depois. Quando isso acontece, a empresa já perdeu margem de ajuste. O risco da exclusão do Simples Nacional já está presente A notificação da Receita Federal apenas revela um problema que já existia. Portanto, esperar para agir aumenta o risco. Antes de qualquer decisão, a empresa deve responder: Se essas respostas não estão claras, o risco já existe. Se você precisa entender sua situação e evitar a exclusão do Simples Nacional, a Gomide Contabilidade pode analisar seu cenário fiscal e orientar a regularização com segurança.

Fim da isenção de PIS e Cofins: o que muda a partir de abril e como empresas devem se preparar

Fim da isenção de PIS e Cofins já impacta empresas. Entenda como evitar erros fiscais e proteger sua margem.

O que muda com o fim da isenção de PIS e Cofins A partir de 1º de abril, empresas que operavam com alíquota zero de PIS e Cofins passam a enfrentar uma nova realidade tributária. Em outras palavras, aquilo que antes não gerava custo passa, ainda que parcialmente, a impactar o resultado. Além disso, a nova regra estabelece a cobrança de 10% da alíquota padrão, tanto no regime cumulativo quanto no não cumulativo. Portanto, mesmo que o percentual pareça reduzido, o efeito prático é relevante. Por consequência, empresas precisam rever rapidamente suas estruturas. Caso contrário, o impacto tende a aparecer diretamente na margem. Como funciona a nova regra de PIS e Cofins na prática Para entender melhor, é importante traduzir a regra em números. Regime Alíquota padrão Nova incidência Cumulativo 3,65% 0,365% Não cumulativo 9,25% 0,925% Embora os percentuais sejam menores, o ponto central está na mudança estrutural. Antes, não existia incidência. Agora, existe. Ou seja, a empresa deixa de operar com custo zero e passa a incorporar tributação na operação. Consequentemente, isso altera a lógica financeira do negócio. Por que essa mudança afeta diretamente a margem das empresas Em primeiro lugar, muitas empresas construíram seus preços considerando isenção total. No entanto, com a nova incidência, essa base deixa de existir. Além disso, mesmo pequenas variações percentuais, quando aplicadas em escala, geram impacto relevante ao longo do tempo. Por isso, os efeitos aparecem em cadeia: Comentário técnico: na prática, empresas não perdem margem de uma vez. Elas vão perdendo aos poucos, operação após operação, até perceber que o resultado não fecha. Onde está o maior risco para empresas neste cenário Apesar da mudança tributária, o maior risco não está no valor do imposto. Na verdade, ele está na falta de adaptação. Isso porque empresas que não ajustarem seus sistemas podem: Além disso, a Receita Federal utiliza cruzamento eletrônico de dados por meio da Malha Fiscal Digital. Dessa forma, inconsistências tendem a ser identificadas com mais rapidez. Fonte oficial:https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/revisao-de-declaracao-malha/malha-fiscal-digital Portanto, o problema não aparece imediatamente. Pelo contrário, ele se forma ao longo do tempo. Como o fim da isenção impacta importações e fornecedores Por outro lado, empresas que atuam com importação enfrentam um efeito adicional. Isso acontece porque produtos que antes entravam sem essa carga passam a ter incidência tributária. Como resultado: Além disso, fornecedores também passam a operar com nova estrutura de custo. Consequentemente, parte desse impacto tende a ser repassado ao longo da cadeia. Assim, mesmo empresas que não estavam diretamente na isenção podem sentir os efeitos. Como ajustar ERP e processos fiscais de forma segura Diante desse cenário, a adaptação precisa ser imediata. No entanto, não se trata apenas de alterar uma alíquota. É necessário revisar toda a lógica fiscal do sistema. Área Ajuste necessário Risco se não ajustar ERP Atualização de regras fiscais Apuração incorreta Faturamento Revisão de emissão Divergência de nota Fiscal Ajuste de cálculo Inconsistência no SPED Contábil Integração correta Resultado distorcido Além disso, é recomendável validar o processo ponta a ponta. Caso contrário, o erro pode continuar acontecendo mesmo após ajustes parciais. O que essa mudança indica sobre o cenário tributário Essa alteração não ocorre de forma isolada. Pelo contrário, ela faz parte de um movimento maior. Com a evolução do sistema tributário, há uma tendência clara de: Além disso, esse movimento está alinhado com a Reforma Tributária, que reforça princípios como não cumulatividade e rastreabilidade. Fonte:https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc132.htm Portanto, empresas que não ajustarem seus processos tendem a operar com mais risco. Perguntas frequentes sobre o fim da isenção de PIS e Cofins O impacto é relevante mesmo sendo uma alíquota baixa Sim. Porque o impacto vem da mudança de base, e não apenas do percentual. Preciso ajustar o ERP imediatamente Sim. Quanto mais cedo ocorrer o ajuste, menor o risco de inconsistência acumulada. Empresas menores também são afetadas Sim. Inclusive, muitas vezes o impacto é maior, já que margens costumam ser mais apertadas. Não é sobre imposto maior, é sobre estrutura diferente O fim da isenção de PIS e Cofins representa uma mudança estrutural na operação das empresas. Agora, existe um custo onde antes não existia. Além disso, esse custo impacta diretamente a margem e a previsibilidade financeira. Por outro lado, o maior risco está na falta de adaptação. Empresas que não ajustarem seus sistemas podem errar sem perceber. E, quando percebem, o problema já aconteceu. Checklist estratégico para empresas em Brasília e DF Se alguma dessas respostas não estiver clara, o risco já existe, mesmo que ainda não tenha aparecido. A Gomide Contabilidade atua com consultoria tributária em Brasília e no Distrito Federal, ajudando empresas a se adaptarem a mudanças fiscais com segurança e previsibilidade. Se sua empresa ainda não revisou esse impacto, este é o momento de agir antes que ele apareça no resultado.

FGTS: governo inicia em março pente-fino contra devedores e aumenta risco para empresas

Pente-fino FGTS devedores inicia em março. Veja riscos, multas e como proteger sua empresa no DF.

O pente-fino FGTS devedores inicia em março e altera o nível de exposição das empresas brasileiras. Embora o recolhimento do FGTS sempre tenha sido obrigatório, o que muda agora é a intensidade da fiscalização digital. Além disso, a integração entre eSocial, bases da Receita Federal e dados da Caixa Econômica Federal tornou o cruzamento mais rápido. Portanto, inconsistências que antes demoravam meses para aparecer agora são identificadas quase em tempo real. Para empresários, gestores financeiros e contadores em Brasília e no Distrito Federal, o impacto pode ser imediato, especialmente quando a empresa depende de regularidade para contratos e certidões. O que significa o pente-fino FGTS devedores na prática? Em termos práticos, o pente-fino contra devedores de FGTS representa fiscalização direcionada a empresas com: Atualmente, os sistemas conseguem comparar automaticamente a remuneração declarada com o valor efetivamente recolhido. Consequentemente, divergências repetidas geram alerta. Ou seja, a fiscalização deixou de ser reativa e passou a ser preventiva e automatizada. Como o governo identifica empresas com débito de FGTS? Primeiramente, o sistema cruza dados da folha enviada via eSocial com os recolhimentos realizados. Em seguida, verifica histórico de parcelamentos e compensações. Se houver diferença entre base de cálculo e pagamento, o contribuinte pode ser notificado. Além disso, débitos persistentes podem resultar em inscrição em dívida ativa. Segundo a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, o recolhimento mensal é obrigatório para empregados regidos pela CLT. Fonte oficial:https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts Quais são os principais riscos do pente-fino FGTS devedores? Embora muitos empresários associem o FGTS apenas a multa, o impacto vai além. Primeiro, há incidência de encargos e atualização monetária.Depois, pode ocorrer inscrição em dívida ativa.Além disso, a empresa pode perder a Certidão de Regularidade do FGTS (CRF). No Distrito Federal, esse ponto é sensível, pois empresas que atuam com contratos públicos ou grandes cadeias corporativas dependem de certidões válidas. Comentário técnico da Gomide Contabilidade: o risco raramente nasce de omissão intencional. Na maioria dos casos, ele surge de diferenças pequenas na folha que se repetem e acumulam passivo. O pente-fino FGTS atinge apenas grandes empresas? Não. Pelo contrário, o cruzamento digital democratizou a fiscalização. Micro e pequenas empresas também estão expostas, inclusive optantes pelo Simples Nacional. Vale lembrar que o FGTS não está incluído no DAS, o que significa que o recolhimento deve ser feito separadamente. Fonte Receita Federal:https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/simples-nacional Portanto, o porte da empresa não reduz o risco de identificação. Como o pente-fino FGTS impacta o caixa? O impacto financeiro pode ocorrer de três maneiras. Primeiramente, multas e juros elevam o passivo acumulado.Em seguida, a necessidade de regularização pode exigir pagamento concentrado.Além disso, a perda da CRF pode bloquear contratos e receitas futuras. Consequentemente, o problema deixa de ser trabalhista e passa a ser financeiro. Empresas do DF que dependem de contratos recorrentes podem sentir o efeito rapidamente. Como saber se sua empresa está em risco? Alguns sinais indicam exposição: Se duas dessas situações estiver presente, o risco já existe. Como se preparar para o pente-fino FGTS devedores? A prevenção exige organização. Em primeiro lugar, revise a base de cálculo da folha.Depois disso, valide eventos do eSocial que impactam o FGTS.Além disso, concilie valores declarados e efetivamente pagos.Por fim, monitore parcelamentos ativos. Empresas mais estruturadas implementam auditoria interna periódica da folha e controle automatizado de conferência. O que fazer se houver débito identificado? Caso seja identificado débito de FGTS, o caminho envolve: A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional disponibiliza regras para negociação de débitos inscritos. Fonte PGFN:https://www.gov.br/pgfn/pt-br Portanto, agir cedo reduz custo e evita bloqueios futuros. O pente-fino FGTS muda a gestão trabalhista em 2026? Sim, porque a fiscalização se tornou integrada. Hoje, folha, eSocial, FGTS e Receita conversam entre si. Dessa forma, inconsistências isoladas passam a ter repercussão sistêmica. Empresas que tratam FGTS como obrigação mecânica tendem a reagir sob pressão. Em contrapartida, empresas que adotam controle preventivo preservam caixa e previsibilidade. Algumas empresas ainda acredita que fiscalização depende de denúncia, porém o cruzamento eletrônico alterou essa realidade. Pente-fino FGTS devedores exige resposta imediata O pente-fino FGTS devedores iniciado em março aumenta a exposição das empresas brasileiras. Além disso, intensifica o uso de cruzamento digital para identificar divergências. No Distrito Federal, onde regularidade é pré-requisito para contratos e operações estratégicas, ignorar o tema pode gerar impacto direto no caixa. Portanto, revisar recolhimentos, validar bases e estruturar controle permanente deixou de ser opção. Tornou-se necessidade. Se sua empresa ainda não revisou o FGTS, o momento é agora. Checklist estratégico Se duas respostas ficaram indefinida, a empresa pode estar exposta.

Auxílio emergencial: veja como conferir se você tem que devolver dinheiro ao governo

Governo notifica empresários e MEIs sobre devolução do auxílio emergencial. Veja como consultar, pagar e evitar problemas fiscais. Prazo é de 60 dias.

Por que o governo está cobrando a devolução do auxílio emergencial? Com base em cruzamentos de dados da Receita Federal e do Ministério da Cidadania, o governo identificou milhares de beneficiários que receberam o auxílio emergencial indevidamente. Entre eles, estão empresários, MEIs e gestores com rendimentos tributáveis acima do permitido para acesso ao benefício durante a pandemia. A medida busca recuperar valores pagos em duplicidade, com base em dados inconsistentes ou apurações retroativas de rendimentos declarados. Empresas e profissionais do Distrito Federal estão entre os mais notificados devido à alta concentração de MEIs na região. Como saber se preciso devolver o auxílio emergencial? Consulta direta pelo site do Governo Para verificar se você precisa devolver o valor recebido, acesse: https://gov.br/devolucaoauxilio Lá, é possível consultar a situação com CPF e data de nascimento. Caso haja valor a devolver, o sistema emite um boleto (GRU) com prazo máximo de 60 dias para pagamento.  Erros mais comuns que geram cobranças indevidas Cadastro com informações desatualizadas no Dataprev Rendimento declarado após o recebimento do auxílio Confusão entre titularidade do CNPJ e rendimentos da pessoa física O que acontece se eu não devolver o valor no prazo? A não devolução pode resultar em: Inscrição automática na Dívida Ativa da União (PGFN) Protesto em cartório e bloqueio de bens Impedimento de financiamentos, créditos e licitações Restrição no CPF do gestor (caso de MEIs ou autônomos) Empresas do DF: como a devolução afeta o CNPJ e a regularidade fiscal? No caso de empresas ativas, a devolução pode afetar a obtenção de certidões negativas e o acesso a linhas de crédito em bancos públicos. Muitas licitações em Brasília já exigem regularidade com a União mesmo para MEIs e microempresas. Contadores que atuam com planejamento fiscal devem alertar seus clientes sobre o impacto indireto no CNPJ, mesmo que a notificação esteja no CPF do sócio.  Como regularizar a situação? Acesse o site https://gov.br/devolucaoauxilio Gere a GRU (boleto) para pagamento Efetue o pagamento via bancos autorizados Guarde o comprovante e monitore sua regularidade no e-CAC E se eu discordar da cobrança? Caso identifique inconsistências, o ideal é registrar recurso administrativo com base documental: declaração do IRPF, extratos bancários, notas fiscais e comprovantes de que o rendimento não existia à época do recebimento. Contadores da Gomide relatam que muitos casos de cobrança indevida surgem de desencontros de informação entre declarações e bases federais. A atuação técnica pode evitar que a empresa ou o profissional entre na PGFN injustamente. Conclusão: não ignore a notificação do governo Consulte sua situação no portal oficial Avalie com seu contador se a devolução é realmente devida Evite deixar vencer o prazo de 60 dias Em caso de erro, registre recurso com documentação contábil Se você é MEI, autônomo ou gestor de empresa no Distrito Federal, solicite agora uma análise da sua notificação com a equipe da Gomide Contabilidade. Evite complicações fiscais e proteja sua regularidade. Referências: Receita Federal do Brasil: https://www.gov.br/receitafederal Portal Gov.br Auxílio Emergencial: https://www.gov.br/pt-br/servicos/devolucao-auxilio-emergencial PGFN – Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional: https://www.gov.br/pgfn/pt-br Valor Econômico, 2024: https://valor.globo.com/

Calendário de Vencimentos Fiscais e Tributários – Outubro/2025

Descubra os principais prazos fiscais e obrigações de outubro/2025 para empresas do DF. Checklist prático e visão estratégica.

Brasília – Distrito Federal | Atualizado para empresas do Centro-Oeste Por que este calendário é mais do que uma agenda fiscal? Outubro costuma ser um mês silencioso nos negócios, mas estratégico para evitar acúmulos em novembro e dezembro. Empresas que monitoram seus vencimentos com precisão em outubro ganham margem para manobras contábeis, correções de rota e projeções tributárias antes do fechamento fiscal do ano. Um descuido aqui pode comprometer o caixa lá na frente. Segundo especialistas da Gomide Contabilidade, o ideal não é apenas “lembrar dos prazos”, mas compreender o peso de cada obrigação e usá-la como ponto de controle. Quais os principais tributos e obrigações com vencimento em outubro de 2025? Data Tributo/Obrigação Competência Tipo 09/10 ICMS ST Empresa Substituta SET/2025 Estadual 15/10 DIFAL SET/2025 Estadual 20/10 DAS MEI SET/2025 Federal 20/10 DAS SIMPLES SET/2025 Federal 20/10 ICMS DF SET/2025 Estadual 20/10 ICMS GO SET/2025 Estadual 20/10 ISS Brasília SET/2025 Municipal 20/10 ISS Uniprofissional SET/2025 Municipal 24/10 COFINS / PIS SET/2025 Federal 24/10 IPI SET/2025 Federal 31/10 IRPJ / CSLL SET/2025 Federal Quais os impactos de perder um vencimento fiscal em outubro? Embora outubro não traga obrigações extraordinárias, é um mês onde a inércia se paga caro. Multas automáticas por atraso de DAS, ICMS ou obrigações acessórias têm valor fixo e acumulativo. Além disso, empresas do Simples Nacional que atrasam sucessivamente podem ser excluídas do regime para o ano seguinte, com impactos graves no planejamento tributário. Opinião Técnica – Especialista Gomide Contabilidade: “Nosso escritório observa que outubro, por ser um mês sem grandes pressões, se torna uma armadilha para quem relaxa o controle. É aqui que a gente vê clientes perdendo prazo por confiança excessiva no automático. Planejamento tributário exige vigilância contínua, mesmo nos meses mais ‘tranquilos’.” Como usar este calendário como ferramenta estratégica? Integre os vencimentos com o fluxo de caixa — se possível, antecipe obrigações com desconto de multa ou aproveitamento de crédito. Concilie as guias com os relatórios contábeis do mês anterior, evitando duplicidades ou omissões de pagamentos. Alinhe o setor contábil ao financeiro, principalmente entre os dias 15 e 24 de outubro, onde os maiores riscos de inconsistência acontecem. Empresas do Distrito Federal: atenção redobrada No DF, a SEF/DF reforçou em setembro a atuação fiscalizatória por cruzamento entre EFD Contribuições, DCTFWeb e PGDAS-D. Para empresas que utilizam o Regime Especial ou recebem benefícios fiscais, a consistência entre as obrigações acessórias será o primeiro ponto de autuação em novembro. Por isso, outubro é a última janela segura para ajustes retroativos sem multa grave. Checklist Estratégico – Outubro/2025 ✔ Validar cronograma interno de vencimentos com equipe contábil ✔ Revisar parametrizações no sistema de emissão de guias ✔ Confrontar PGDAS-D, ICMS, ISS e DAS com os extratos bancários ✔ Revisar a estrutura de cálculo do IRPJ/CSLL se for regime trimestral ✔ Monitorar datas e confirmar pagamentos via sistema bancário Conclusão Outubro é o mês da antecipação silenciosa. Empresas que mantêm a disciplina fiscal agora garantem tranquilidade estratégica no fechamento do ano e abrem margem para ajustes finos no planejamento tributário de 2026. A Gomide Contabilidade acompanha de perto cada obrigação, não apenas para cumprir, mas para orientar decisões. Se você ainda não possui um cronograma validado e acompanhado por especialista, este é o momento.  Quer apoio para organizar seu calendário fiscal de forma estratégica? A equipe da Gomide oferece um diagnóstico para empresas do DF com foco em planejamento e prevenção de passivos. Referências Técnicas Receita Federal: https://www.gov.br/receitafederal SEF/DF – Secretaria de Economia do DF: https://www.economia.df.gov.br Portal Simples Nacional: https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/ CFC – Conselho Federal de Contabilidade: https://cfc.org.br

Como interpretar notificações fiscais sem cair em armadilhas

Saiba como interpretar notificações fiscais de forma estratégica, evitar armadilhas legais e proteger sua empresa em Brasília e no DF.

A notificação fiscal não é um aviso: é um chamado. Quando chega, está cobrando uma postura ativa da empresa diante do Fisco. E engana-se quem acredita que toda notificação representa apenas um erro contábil ou pendência simples. Muitas são gatilhos para fiscalizações mais complexas, autuações ou bloqueios. Em áreas de risco fiscal, como Brasília e região, a resposta equivocada ou tardia pode comprometer não apenas o caixa, mas a reputação e a continuidade do negócio. O que caracteriza uma notificação fiscal e por que ela é tão crítica? A notificação é o instrumento pelo qual o Fisco informa ao contribuinte sobre divergências encontradas em sua apuração. Pode estar relacionada a: Inconsistências entre declarações (ex: DCTF x SPED); Diferença entre valores de notas fiscais emitidas e declaradas; Glosa de créditos tributários (ex: PIS e COFINS); Ausência de entrega de obrigação acessória; Cruzamento de dados bancários (movimentação x declaração de receita). O grande ponto não é apenas o motivo, mas a postura da empresa frente a ele. Muitas não possuem estrutura fiscal para identificar o real problema e respondem de forma genérica — ou sequer respondem. E isso, tecnicamente, é um erro fatal.  Quais os riscos de uma interpretação incorreta? 1. Reconhecimento implícito de débito Responder sem fundamentação pode ser interpretado como confissão de débito. Uma simples justificativa mal formulada pode gerar multa agravada. 2. Perda do direito de defesa Ao não apresentar defesa administrativa no prazo correto, a empresa perde o direito de discutir o mérito em instância fiscal. Em alguns casos, perde até a possibilidade de recorrer judicialmente. 3. Comprometimento da imagem perante órgãos Empresas notificadas que não se posicionam adequadamente entram em cadastros de risco da Receita e de Secretarias Estaduais, o que dificulta certidões e participação em licitações.  Como interpretar corretamente uma notificação fiscal? A análise começa pela estrutura da notificação: qual o tipo? Qual o fundamento legal? Qual a origem dos dados utilizados? Em seguida, o ponto-chave: cruzar a informação com os relatórios internos e apurações contábeis. É comum que o erro esteja na própria interpretação do Fisco. Mas, para rebater, é preciso mais que opinião: é preciso construir uma análise técnica, fundamentada e embasada em dados. Aqui, o papel do contador consultivo se torna essencial. Como a contabilidade consultiva reduz riscos em notificações fiscais? Uma contabilidade com postura proativa já antecipa as divergências antes que virem notificações. Isso se dá pelo cruzamento mensal de obrigações, revisões de SPEDs, simulações e auditorias internas preventivas. Além disso: Realiza revisões de bases de cálculo e alíquotas; Monitora as operações com maior exposição fiscal; Identifica oportunidades de compensação de créditos; Garante que as respostas ao Fisco estejam alinhadas juridicamente. O que fazer ao receber uma notificação fiscal? Não entre em pânico: notificações não são autuações. Encaminhe imediatamente ao seu contador. Reúna os relatórios contábeis e fiscais do período apontado. Solicite análise técnica e, se necessário, elaboração de defesa administrativa. Não responda com base em achismos. Todo argumento deve ser respaldado por legislação e evidências. Conclusão: interpretação fiscal é responsabilidade estratégica Interpretar corretamente uma notificação fiscal não é apenas uma questão de conformidade. É uma estratégia de proteção patrimonial, continuidade operacional e gestão de riscos. Empresas que terceirizam essa leitura para “quem sempre fez” estão, na prática, abrindo mão de um pilar crítico de sobrevivência. Na dúvida, consulte uma contabilidade que compreenda o jogo técnico e estratégico por trás das letras frias do documento fiscal. Referências: Receita Federal do Brasil: www.gov.br/receitafederal Conselho Federal de Contabilidade: www.cfc.org.br Lei Complementar nº 123/2006 Manual do SPED Fiscal: www.sped.rfb.gov.br

Aprovada a Reforma Tributária:

Entenda como essa mudança vai impactar a economia do Brasil A Câmara dos Deputados aprovou agora, nesta terça-feira (17/12), a regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024).O texto já passou pelo Senado e agora vai para a sanção do presidente Lula (PT). Esse é mais um avanço para a troca do novo sistema sobre o consumo, seguindo o cronograma definido pela Emenda Constitucional 132, de 2023. O texto, que tramitou por décadas entre debates e revisões, promete revolucionar o sistema fiscal brasileiro, considerado um dos mais complexos do mundo. “Essa é uma reforma histórica, que simplificará o sistema tributário e trará justiça fiscal ao Brasil”, declarou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista coletiva após a aprovação. A proposta representa uma reestruturação ampla, com substituição de tributos e criação de um modelo mais moderno e eficiente. O que muda com a Reforma Tributária? A reforma substitui cinco tributos atuais (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) por dois novos impostos sobre o consumo: Além disso, a reforma prevê: Segundo o relator da proposta no Senado: “a reforma é essencial para simplificar o ambiente de negócios no Brasil, reduzindo a burocracia e ampliando a competitividade”. Eduardo Braga Visão do Governo: Por que a reforma é considerada estratégica? Para o governo federal, a reforma tributária é um pilar central para o crescimento econômico sustentável. Durante um pronunciamento oficial afirmou: “Estamos criando um sistema mais simples, eficiente e transparente. Essa reforma vai impulsionar o crescimento, gerar empregos e trazer mais justiça para o Brasil”. Luiz Inácio Lula da Silva O governo destaca os seguintes benefícios: Impactos Econômicos: o que esperar a curto, médio e longo prazo Curto Prazo Médio Prazo Longo Prazo Como será a implementação? A transição para o novo modelo tributário será gradual, com etapas definidas até 2033: A implementação escalonada visa minimizar impactos econômicos e permitir a adaptação por parte de empresas e governos locais. Conclusão: O futuro do sistema tributário brasileiro A reforma tributária aprovada é um marco na história fiscal do Brasil. Apesar dos desafios iniciais, sua promessa de simplificação e eficiência traz esperança para um sistema mais moderno e justo. Para empresários, compreender e adaptar-se ao novo modelo será crucial para prosperar em um mercado mais dinâmico e competitivo. Já para a economia como um todo, a reforma representa uma oportunidade de crescimento sustentável e inclusão fiscal. Com a sanção presidencial à vista, o Brasil se prepara para dar um passo importante rumo a um sistema tributário mais transparente e alinhado às melhores práticas globais.

Como corrigir erros no Imposto de Renda 2022

imposto de renda 2022

Como corrigir erros no Imposto de Renda 2022 A declaração de Imposto de Renda Pessoa Física teve seu prazo adiado até o final de maio e trouxe grande alívio para os brasileiros que precisavam de mais alguns dias para produzir o documento.  Entretanto, para aqueles que já enviaram a declaração existem vantagens na prorrogação do prazo. Agora é a hora de conferir possíveis erros na declaração e retificar o quanto antes para evitar cair na malha fina. O processo de retificação das informações incorretas do Imposto de Renda é mais simples do que parece e pode ser feito na mesma plataforma que foi produzido o documento inicialmente. Nesse artigo você vai entender como produzir a declaração de retificação do IRPF e como evitar possíveis erros no seu documento. Acompanhe a seguir! Prazos A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física em 2022 vai até as 23:59 do dia 31/05. Até lá, todos os contribuintes podem prosseguir com a entrega, pagamento e correção do documento.  Se você ainda não produziu o Imposto de Renda agora é o momento ideal para considerar agilizar a produção com a ajuda de uma contabilidade. Organize toda documentação e envie ao seu contador para auxiliar nesse processo. Como corrigir os erros na declaração Para contribuintes que foram notificados de possíveis erros na declaração ou precisam realizar alguma correção no documento é possível anexar uma declaração de retificação.  A retificação está disponível para declarantes que já enviaram o IRPF. Caso precise excluir, atualizar ou corrigir qualquer detalhe anteriormente declarado é nessa declaração que você deve recorrer. No programa disponibilizado pela Receita Federal, abra a aba de “Declaração” e selecione a opção “Retificação”. Após selecionar a declaração que deverá ser corrigida, o programa vai gerar uma nova aba da declaração que permite a edição das informações. Após essa etapa, é só entregar o documento novamente.  É importante ressaltar que para garantir a correção mais precisa é necessário buscar um especialista adequado. Por que corrigir o IRPF? Antes da entrega do documento, é importante corrigir os possíveis erros que podem ser penalizados após a data de entrega. Além disso, é de suma importância que o documento seja correto pois se trata dos bens e propriedades de cada cidadão. É a partir do Imposto de Renda que os brasileiros podem comprovar renda e garantir uma série de direitos, resultados dos seus deveres.  Para saber mais sobre a declaração do IRPF esse ano confira: Imposto de Renda 2022 Converse com um contador A produção e a correção do Imposto de Renda podem ser produzidas e entregues por lei através de uma contabilidade. Agora, com o curto prazo, é o momento ideal para buscar ajuda do seu contador. Busque uma contabilidade com experiência no mercado e corrija erros na sua declaração o mais rápido possível.  Não perca tempo! Converse agora mesmo com um dos especialistas da Gomide Contabilidade. Nossa empresa garante melhor serviço e atendimento para a entrega das suas obrigações fiscais.

Documentação e novidades do Imposto de Renda 2018

Documentação e novidades do Imposto de Renda 2018

A entrega da declaração do Imposto de Renda 2018 vai até o dia 30 de abril. Mas, muitos contribuintes ainda não separaram a documentação para fazer a sua declaração. Por isso, vamos ajudar você com informações importantes para fazer a sua declaração corretamente e não cair na malha fina. Na sua declaração é preciso informar dados como rendimentos tributáveis, bens adquiridos e o saldo bancário no fim do ano de 2017. Para isso, você precisa ter em mãos uma série de documentos, como: – Informe de rendimentos de instituições financeiras; – Informe de rendimentos de salários, bem como distribuição de lucros, aposentadoria etc.; – Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis; – Informações e documentos de outras rendas, como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças etc.; – Resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão; – DARFs de carnê-leão. Quanto aos bens e direitos, será necessário ter os documentos que comprovem a compra e venda desses bens e direitos. Além disso no caso de dívidas e ônus, tenha as informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período. Em caso do contribuinte ter renda variável, tenha o controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto e DARFs de renda variável. Outras informações gerais também são necessárias, como: – Nome, CPF, endereço atualizado, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento; – Dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja; – Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física entregue; – Atividade profissional exercida atualmente. Caso você tenha realizado pagamentos e doações no ano anterior, apresente: – Recibos de doações efetuadas; – Recibos de pagamentos ou informe de rendimentos de plano ou seguro saúde; – Despesas médicas e odontológicas em geral; – Comprovantes de despesas com educação; – Comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada; – GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico; comprovantes oficiais de pagamento a candidato político. Algumas mudanças também merecem atenção na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física, como as regras de declaração de dependentes. Neste ano, quem tem dependentes com idade a partir de 8 anos (completados até 31 de dezembro de 2017) deve providenciar seu CPF (Cadastro de Pessoa Física). Além disso, são necessárias informações mais detalhadas sobre os bens, como endereço do imóvel, número de matrícula, dado de compra e IPTU. Esse ano também existe a possibilidade de imprimir o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), sendo possível assim, pagar todas as quotas, inclusive as que estão em atraso. Caso tenha alguma dúvida ou queira contar com uma equipe experiente para realizar a sua Declaração do Imposto de Renda 2018, entre em contato com a gente.

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Eduarda Fernandes

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