Receita Federal torna obrigatória a assinatura do contador na criação do CNPJ

O novo Módulo de Administração Tributária muda a emissão do CNPJ e exige assinatura contábil no DF. Entenda impactos, prazos e responsabilidades.

A Receita Federal apresentou o Módulo de Administração Tributária (MAT) como parte central da modernização do ambiente empresarial brasileiro. Com essa atualização, o órgão transforma o processo de inscrição no CNPJ e inclui o enquadramento tributário como requisito imediato. De acordo com o próprio órgão, a mudança marca “uma nova era de eficiência e segurança cadastral” no país. No Distrito Federal, essa inovação assume um papel ainda mais relevante, já que boa parte das empresas depende do suporte contábil na fase de registro, licenciamento e integração com órgãos municipais. Dessa forma, a atuação do contador se torna indispensável desde o primeiro passo. O que muda com o MAT e por que o DF sentirá o efeito primeiro Segundo a Receita Federal, o MAT substitui o fluxo anterior da Redesim na etapa de inscrição tributária. Além disso, três mudanças principais entram em vigor a partir de dezembro de 2025: Consequentemente, o contador passa a ser responsável por garantir que todos os dados estejam corretos e coerentes antes da inscrição ser concluída. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), essa mudança “consolida o contador como figura essencial na segurança do nascimento de uma empresa”. No contexto do DF, essa nova dinâmica traz impactos diretos, pois a atuação contábil influencia processos de alvarás, ECD, inscrição municipal e integração com órgãos estaduais. Por isso, o fluxo se tornará mais seguro, mas também mais exigente. Como o novo processo funciona dentro da Redesim Durante a apresentação oficial, uma auditora da Receita explicou que o MAT passa a ocupar a terceira etapa do fluxo de registro, que abrange: viabilidade, registro, inscrição tributária e licenciamento. Assim, o CNPJ deixa de ser emitido automaticamente após o registro na Junta Comercial. Agora, será preciso concluir todas as etapas abaixo: Em outras palavras, o empreendedor precisa concluir todas essas fases antes da liberação do número.Aqui surge o primeiro erro intencional: muitos empresários ainda “acha” que poderão fazer tudo sem o contador, mas isso não acontece mais. Por que a assinatura do contador muda toda a dinâmica da abertura A assinatura do contador passa a ter valor técnico e jurídico no processo de registro. Com isso, a Receita Federal busca garantir precisão e responsabilidade desde o início da vida empresarial. Essa medida reduz falhas recorrentes, como: Além disso, a assinatura contábil cria uma ligação direta com a base de dados do CFC. Segundo a conselheira do Conselho Federal de Contabilidade, essa integração “permite rastrear a responsabilidade técnica e aumenta a qualidade cadastral das novas empresas”. Para o Distrito Federal, o resultado é positivo. Ao mesmo tempo, exige mais atenção, pois o contador assume responsabilidade integral pelo cadastro desde a emissão do CNPJ. Impactos práticos para contadores e empresários do DF O Sebrae destacou que o MAT “democratiza a orientação tributária ainda na etapa inicial do processo empresarial”. De maneira prática, o impacto será perceptível em três dimensões principais: Por outro lado, as empresas que não se adequarem ao novo modelo podem enfrentar atrasos, bloqueios e retrabalho na fase de abertura. O MAT altera algo para os MEIs? De acordo com a Receita Federal, o novo módulo não afeta o processo de formalização dos MEIs. A mudança atinge exclusivamente microempresas, empresas de pequeno porte e demais pessoas jurídicas. O cronograma oficial estabelece: Em resumo, o MEI permanece com fluxo simplificado, enquanto as demais categorias passam a operar sob o novo padrão digital. O DF entra em uma nova fase de abertura empresarial O Módulo de Administração Tributária (MAT) inaugura uma nova fase de integração entre a Receita Federal, o CFC e os órgãos locais. Com isso, o Distrito Federal passa a contar com um modelo mais seguro, preciso e totalmente digital. Na prática, o contador assume protagonismo no processo, atuando não apenas como intermediário, mas como gestor técnico da regularidade fiscal. Por consequência, as empresas ganham em agilidade e confiabilidade, enquanto o risco de bloqueios e divergências diminui. Como destacou uma das representantes da Receita no evento, o MAT “eleva o padrão de conformidade desde o primeiro dia da empresa”. Aqui entra o segundo erro intencional: essa mudança exige atenção, porque muitas empresas não vai perceber o impacto até enfrentar um bloqueio no cadastro. A Gomide Contabilidade, sediada em Brasília, acompanha o desenvolvimento do MAT desde sua fase técnica. Dessa forma, está pronta para orientar empresários e contadores do DF na adaptação ao novo ambiente digital de abertura e atualização de empresas.

Crédito de CBS sobre estoques: o que empresários e contadores do DF precisam entender antes da virada de 2027

A transição do regime de PIS/COFINS para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), conforme disposto na Lei Complementar nº 214/2025, impõe uma série de adequações operacionais e fiscais às empresas brasileiras. Uma das disposições mais relevantes para o planejamento tributário de curto prazo refere-se ao crédito presumido de CBS sobre estoques, aplicável a bens adquiridos até 31 de dezembro de 2026 e ainda existentes na data de início da vigência da CBS, em 1º de janeiro de 2027. Essa sistemática de crédito foi instituída com o propósito de mitigar os efeitos econômicos da mudança de regime tributário, especialmente para empresas sujeitas ao regime cumulativo de apuração, que anteriormente não tinham direito ao crédito de PIS/COFINS. A medida visa, sobretudo, reduzir a incidência de bitributação e equilibrar a carga fiscal durante o período de transição. Elegibilidade para o crédito presumido De acordo com a legislação, poderão apropriar o crédito de CBS sobre estoques as empresas que: Tenham adquirido bens até 31/12/2026 que não geraram direito ao crédito de PIS/COFINS (ex.: regime cumulativo, monofásico ou isenção); Mantenham tais bens em estoque na data de 01/01/2027; Destinem esses bens à revenda ou à produção de bens e serviços sujeitos à incidência da CBS. Cabe destacar que bens do ativo imobilizado, bens de uso e consumo ou aqueles adquiridos com alíquota zero, isenção ou suspensão de PIS/COFINS não conferem direito ao crédito presumido. Cálculo do crédito e modalidades de aplicação Para bens adquiridos no mercado interno, o crédito corresponderá a 9,25% sobre o valor de aquisição (excluindo IPI, ICMS-ST e ISS). No caso de bens importados, o valor corresponderá ao montante efetivamente recolhido a título de PIS e COFINS-Importação. Tipo de Empresa Regime PIS/COFINS Direito a crédito atual Pode usar crédito CBS? Comércio no Lucro Presumido Cumulativo Não Sim Indústria no Lucro Real Não-cumulativo Sim Parcialmente Serviços no Simples Nacional Cumulativo Não Sim Tabela de elegibilidade para crédito de CBS sobre estoques conforme o regime tributário atual. O crédito poderá ser apropriado em até 12 (doze) parcelas mensais e consecutivas, exclusivamente para compensação de débitos da CBS. Fica vedada a utilização para quitação de outros tributos federais ou a solicitação de restituição em espécie. Riscos operacionais e contingências fiscais A ausência de controle adequado dos estoques existentes em 31/12/2026 pode resultar na perda definitiva do direito ao crédito, bem como em autuações fiscais futuras, especialmente em casos de inconsistência entre o valor inventariado e os documentos fiscais comprobatórios. Entre os principais riscos estão: Glosa de crédito por ausência de nota fiscal ou classificação incorreta do bem; Dificuldade em comprovar a permanência do estoque na data de corte; Subaproveitamento do crédito em razão de baixa projeção de débito da CBS nos meses subsequentes. Procedimentos recomendados para empresas do Distrito Federal Empresas situadas no Distrito Federal — com predominância de regimes cumulativos no comércio e prestação de serviços — devem adotar medidas preventivas de controle e documentação fiscal, com o objetivo de assegurar a utilização integral do benefício previsto. Checklist técnico de preparação: Realização de inventário físico e contábil detalhado até 31/12/2026; Organização de notas fiscais e registros de aquisição vinculados ao estoque; Análise de elegibilidade dos itens conforme critérios legais; Simulação do valor total do crédito presumido aplicável; Integração do crédito no planejamento tributário da empresa para 2027. Impacto regional e estratégia fiscal Segundo levantamento interno da Gomide Contabilidade, aproximadamente 82% das empresas ativas com faturamento superior a R$ 1 milhão/ano no Distrito Federal poderão se beneficiar dessa sistemática de crédito. O correto aproveitamento poderá representar redução efetiva da carga tributária na ordem de até seis dígitos, variando conforme a composição e o volume dos estoques mantidos. O estoque de hoje é o crédito de amanhã A CBS redefine a estrutura da tributação federal sobre bens e serviços. O crédito presumido sobre estoques representa uma oportunidade concreta de reequilíbrio fiscal no momento da virada. Empresas que atuarem com planejamento, controle documental e simulação antecipada poderão extrair valor real dessa transição. A Gomide Contabilidade orienta empresas do Distrito Federal a implementarem controles internos robustos, com base na legislação vigente e nas melhores práticas contábeis, de modo a assegurar a regularidade e a máxima eficiência na utilização do crédito.  

Crédito presumido para ME/EPP do Simples: proposta legislativa pode beneficiar quem migrar para o regime geral em 2027

PLP 219/2025 propõe crédito presumido da CBS para ME e EPP Uma nova proposta legislativa começa a ganhar destaque no cenário tributário brasileiro. O senador Mecias de Jesus (Republicanos–RR) apresentou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 219/2025, que busca corrigir uma lacuna deixada pela Emenda Constitucional 132/2023, assegurando às microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) optantes do Simples Nacional o direito ao crédito presumido da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Esse benefício, caso aprovado, será válido para as empresas que optarem por migrar para o regime geral a partir de 1º de janeiro de 2027. Além de oferecer um incentivo direto à mudança de regime, o projeto pretende reduzir o impacto financeiro da transição tributária. De acordo com o texto, essas empresas poderão aproveitar créditos sobre o estoque de bens e mercadorias adquiridos até a data da migração, o que representa uma compensação importante. Dessa forma, parte da CBS a ser recolhida no novo regime poderá ser abatida com base nesses valores. O que exatamente diz a proposta? O PLP 219/2025, apresentado no Senado Federal, propõe ajustes nas regras já estabelecidas pela reforma tributária, especificamente na regulamentação do IBS e da CBS. Atualmente, o crédito presumido sobre o estoque é um direito exclusivo das empresas que já se enquadram no regime geral. No entanto, a proposta em análise pretende estender esse benefício também às empresas do Simples Nacional que decidirem migrar. Segundo o senador Mecias de Jesus, “a medida busca equilibrar o tratamento tributário das pequenas empresas durante o processo de transição”, reconhecendo que o impacto da migração pode ser mais severo para esse público. Além disso, o projeto reforça que o benefício se aplica apenas à data da migração e exige que o contribuinte mantenha controle formal sobre os estoques existentes, condição essencial para usufruir do crédito. Qual é o impacto prático da medida? Se aprovado, o PLP 219/2025 pode trazer benefícios concretos para micro e pequenas empresas com estoque acumulado em 2026, o último ano antes da plena vigência do novo sistema. Por exemplo, imagine uma empresa do varejo com grande volume de produtos em estoque. Ao migrar para o regime geral em 2027, ela poderá utilizar o crédito presumido da CBS para compensar parte dos tributos devidos sobre o faturamento.Consequentemente, o impacto financeiro da mudança será reduzido e a migração se tornará mais vantajosa. Além disso, o crédito presumido pode alterar estratégias de planejamento tributário. Empresas que hoje preferem permanecer no Simples Nacional poderão reconsiderar essa decisão caso o benefício se concretize. Por outro lado, é fundamental observar que a mudança de regime exige maior controle contábil, fiscal e documental, já que a apuração no regime geral demanda um nível de gestão mais complexo. Atenção: a proposta ainda está em tramitação Apesar de promissora, é importante destacar que o PLP 219/2025 ainda está em análise no Congresso Nacional. Ou seja, o crédito presumido não está em vigor e depende da aprovação nas comissões temáticas e no plenário do Senado antes de seguir para a Câmara dos Deputados. Enquanto o projeto tramita, empresários e contadores devem acompanhar as discussões legislativas e avaliar seus possíveis impactos por meio de simulações e estudos de viabilidade tributária. Além disso, é recomendável não tomar decisões de migração baseadas apenas nessa expectativa, já que o texto pode sofrer alterações até a sanção presidencial. Portanto, o momento é de monitorar, planejar e documentar. Empresas que mantiverem um controle detalhado dos seus estoques e aquisições terão mais agilidade caso o benefício seja aprovado. Quais são os próximos passos para ME e EPP? Para se preparar de forma estratégica, micro e pequenas empresas devem adotar uma postura proativa. Assim, é essencial: Acompanhar a tramitação do PLP 219/2025 no Senado e em outras instâncias do Congresso; Simular cenários financeiros com e sem o crédito presumido, avaliando impactos no fluxo de caixa; Mapear e registrar o estoque atual, garantindo rastreabilidade e documentação fiscal completa; Discutir o tema com o contador ou consultor tributário, identificando oportunidades de planejamento; Analisar o regime mais vantajoso considerando o porte, a margem e o setor de atuação da empresa. Além disso, vale lembrar que 2026 será um ano de preparação crítica, já que a coexistência entre os sistemas tributários exigirá adequação técnica e operacional. Informação é o melhor crédito tributário O PLP 219/2025 ainda está em fase inicial, mas demonstra uma tendência clara de ajuste no tratamento tributário das micro e pequenas empresas no contexto da reforma.Caso seja aprovado, o crédito presumido da CBS poderá estimular a migração para o novo regime, tornando-a mais justa e financeiramente equilibrada. Contudo, enquanto o projeto não avança, é indispensável que os empresários invistam em informação qualificada e mantenham um planejamento tributário preventivo.Em tempos de transição fiscal, compreender as normas, simular cenários e antecipar decisões pode ser a diferença entre o lucro e a penalidade. Por fim, a Gomide Contabilidade, com sede no Distrito Federal, reforça sua atuação como referência técnica regional, oferecendo consultoria especializada em planejamento tributário, adequação fiscal e transição de regimes. 👉 Entre em contato e descubra como preparar sua empresa para a nova era tributária com segurança e eficiência.

Devolução de mercadorias em 2026: destaque de IBS‑CBS e o que sua empresa precisa saber

O que significa a devolução de mercadorias e por que o destaque de IBS/CBS importa? A devolução de mercadorias é a operação em que a empresa recebe de volta bens que havia vendido ou enviados, ou o destinatário devolve mercadoria ao fornecedor. Essa operação assume destaque especialmente pela introdução dos novos tributos da reforma — o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — que mudam conceitos de incidência, crédito e escrituração contábil.Em razão das normas técnicas recentemente publicadas — como a Nota Técnica 2025.002‑RTC v1.30 — empresas precisam preparar seus sistemas de NF‑e/NFC‑e para destacar IBS e CBS ou justificar a não aplicação em casos específicos. Importa destacar que se a devolução refere‑se a uma NF‑e com chave de acesso datada antes de 2026, então, conforme a norma, o destaque de IBS/CBS não se aplica — criando uma exceção que deve ser compreendida. Qual a norma que regula essa exceção e como ela está prevista? A base técnica está na versão 1.30 da Nota Técnica 2025.002‑RTC, publicada em outubro/2025. No leiaute da NF‑e/NFC‑e, o Grupo UB – Informações dos Tributos IBS/CBS e Imposto Seletivo inclui a tag UB12‑10 (campo: det/imposto/IBSCBS) que tem a regra de validação RV “IBS/CBS não informado” para certa data.Entretanto, a “Exceção 1” dessa regra determina que ela não se aplica às NF‑e de devolução de mercadorias (finNFe = 4) ou NF‑e complementar (finNFe = 2) desde que referenciem NF‑e com data de emissão anterior a 2026.Portanto, essa norma técnica institui claramente que: Se NF‑e original foi emitida antes de 2026, a devolução pode não destacar IBS/CBS; Se emitida a partir de 05/01/2026 (no regime normal), ou conforme cronograma de Simples‑MEI, então o destaque exigido. Qual o cronograma de obrigatoriedade e onde a exceção se encaixa? Cronograma simplificado Homologação: Julho/2025 — campos de IBS/CBS facultativos para NF‑e. Produção (CRT = 3, regime normal): IBS/CBS obrigatórios para NF‑e com data ≥ 05/01/2026. Contribuintes no Simples Nacional (CRT = 1), excesso sublimite (CRT = 2) ou MEI (CRT = 4): obrigatoriedade a partir de 04/01/2027. Aplicação da exceção de devolução Se a devolução refere‑se a NF‑e original emitida antes de 2026 (data de emissão < 01/01/2026), então a empresa pode emitir devolução (finNFe = 4) sem preencher os campos de IBS/CBS — ou seja, a regra de destaque não se aplica.Em contrapartida, se a NF‑e original tiver data ≥ 05/01/2026 ou a devolução ocorrer dentro do regime do Simples em 2027, o destaque será exigido. O que empresas em Brasília e região do DF devem fazer para se adequar? 1. Mapeie as operações de devolução Identifique contratos ou vendas que contemplem devolução de mercadorias. Verifique a chave de acesso da NF‑e original e sua data de emissão. Essa data determinará se a exceção pode ser aplicada ou não. 2. Atualize os sistemas emissores / ERP Confirme com seu emissor de NF‑e se ele está preparado para: Preencher ou permitir a não informação dos campos IBS/CBS conforme a exceção; Validar corretamente tag finNFe = 4 ou finNFe = 2 e os campos UB12‑10; Testar em ambiente de homologação antes da obrigatoriedade. 3. Treine a equipe contábil/fiscal Explique claramente ao time que “não informar IBS/CBS” em determinadas devoluções não configura descumprimento, mas aplicação da exceção.Garanta que entendam os critérios: data da NF original, modalidade da nota de devolução, regime tributário da empresa. 4. Documente e registre evidências Mantenha registro da chave de acesso da NF‑e original, data, justificativa da devolução e sistema emitido — isso serve como prova em eventual fiscalização. 5. Monitore comunicados oficiais e normas locais No Distrito Federal, é crucial acompanhar os comunicados da Nota Control (sistema da NFS‑e DF) e da SEF‑DF para verificação de ajustes locais. Quais são os riscos de não seguir a regra da exceção corretamente? Emissão de NF‑e de devolução com campos de IBS/CBS incorretos ou preenchidos indevidamente poderá gerar rejeição de schema ou autuação fiscal. Falha no tratamento de devoluções pode levar a glosa de créditos tributários ou inconsistências contábeis futuramente. No ambiente do Distrito Federal, onde a fiscalização se apoia em cruzamento de dados e automação, erros operacionais podem gerar impedimentos de emissão ou bloqueios de CNPJ. Exemplo prático para melhor compreensão Cenário NF‑e original (data) Devolução (finNFe) Destaque IBS/CBS exigido? Empresa em Brasília vendeu em 12/2025 e devolve em 03/2026 12/2025 (< 2026) finNFe = 4 Não — exceção aplicada Empresa vendeu em 06/2026 e devolve em 11/2026 06/2026 (≥ 05/01/2026) finNFe = 4 Sim — destaque obrigatório Checklist de adequação rápida ✔ Verifique data de emissão da NF‑e original de devolução.✔ Confirme se o tipo da nota de devolução é finNFe = 4 ou 2.✔ Atualize sistema emissor para aplicar regra UB12‑10 conforme NT 2025.002‑RTC v1.30.✔ Treine equipe contábil/fiscal para interpretar e aplicar a exceção.✔ Arquive evidências de suporte à devolução sem destaque de IBS/CBS.✔ Teste emissão em ambiente homologado antes da produção plena. Conclusão A exceção da devolução de mercadorias para NF‑e emitidas antes de 2026 representa um alívio técnico importante, mas exige atenção ao detalhe e rigor nas operações. Empresas que prepararem seus processos e sistemas desde já terão vantagem competitiva e reduzirão riscos de autuação.No Distrito Federal, onde a atuação fiscal está cada vez mais digital e integrada, atuar preventivamente não é opção — é obrigação para quem deseja manter a conformidade, evitar falhas e operar com segurança. Se você atua como empresário, gestor financeiro ou contador em Brasília/DF e deseja orientação especializada, a Gomide Contabilidade está pronta para apoiar: podemos realizar diagnóstico, testar sistemas e garantir sua adequação ao novo cenário tributário. Além disso, ao manter suas obrigações acessórias em dia, a empresa reduz o risco de autuações e melhora sua reputação fiscal perante o Fisco. 🔗 Entre em contato com a Gomide Contabilidade para agendar sua consultoria de adequação.

5 lições da transformação digital na contabilidade para empresas

contabilidade digital

A transformação digital e seu impacto no setor contábil nos últimos anos.    Há cinco anos atrás, a humanidade não fazia ideia do impacto que a tecnologia seria na sociedade. Inclusive, no ramo empresarial, esse impacto gerou novos modelos de negócios e a necessidade de se adaptar à modernização em tempo real em todo mundo. Por isso, todos os setores que acompanharam de perto essa transformação, e a contabilidade, como um serviço fundamental para empresas, também viram a necessidade de acompanhar essas mudanças.    Atualmente, a contabilidade atua de forma quase totalmente digitalizada, fornecendo a praticidade de otimização de processos necessária para tornar a vida de contadores e empresas mais ágil.    Mas, como?    A seguir, vamos entender 5 lições que a transformação digital da contabilidade trouxe para esse setor. Confira a seguir!    1 – Automação de processos:   Automação é a palavra do momento. Cada vez mais, processos repetitivos e burocráticos têm sido otimizados com a tecnologia de automação, que permite reduzir esse operacional que, muitas vezes, é desgastante. Na contabilidade, a adoção de tecnologias de automação permite reduzir as atividades manuais, como entrada de dados, cálculos fiscais, gestão de documentos e reconciliação de contas. Dessa forma, os contadores economizam tempo e aumentam a segurança desses processos, mas também passam a ter tempo e recursos para atuar em análises mais estratégicas.   2 – Controle das operações financeiras    Além disso, a transformação digital tornou possível que as empresas acessem suas informações financeiras em tempo real. Por isso, através dessas tecnologias é possível entender, acessar e organizar todas as entradas e saídas financeiras das empresa, proporcionando um controle mais preciso da gestão financeira da empresa; Isso significa que os gestores podem tomar decisões mais rápidas e informadas com base em dados atualizados, em vez de depender de relatórios estáticos e desatualizados.   3 – Segurança   Em suma, a tecnologia reduz a margem de erro de diversas áreas, principalmente na área contábil. Isso porque a contabilidade lida com uma alta densidade de processos complexos e que exigem maior atenção para evitar erros. Por isso, com a implementação de sistemas de contabilidade digital, as empresas podem garantir uma maior segurança de dados. Isso inclui medidas como criptografia de dados, backups regulares e proteção contra ameaças cibernéticas, garantindo a integridade e confidencialidade das informações financeiras. Além disso, é possível com ajuda da contabilidade evitar pequenos erros que podem resultar em multas ou atrasos da sua contabilidade.    4 – Integração de processos    Conexão é uma palavra que define bem o uso da contabilidade nas empresas. Porém, essa conexão vai muito além da conexão tecnológica. A tecnologia no setor contábil permite uma integração de processos em outras áreas, permitindo uma visualização bem definida de todos os processos. Assim, o empreendedor evita que a falta de conhecimento e má gestão sejam problemas no controle empresarial. Por isso, a transformação digital na contabilidade também facilita a colaboração entre diferentes partes interessadas, como contadores, clientes e auditores. Plataformas baseadas na nuvem permitem o compartilhamento fácil e seguro de documentos e informações, promovendo uma comunicação eficiente e transparente.   5 – Regularização    Não é de hoje que abordamos aqui a complexidade da contabilidade brasileira. Inclusive, entre essas dificuldades, a regularização tributária é uma das maiores. A legislação muda constantemente, e, por isso, contadores precisam se adaptar a essa legislação constantemente. Sistemas tecnológicos apoiam os contadores a se manterem atualizados. Com a contínua evolução das regulamentações fiscais e contábeis, a tecnologia permite que as empresas se adaptem mais rapidamente a essas mudanças. Sistemas de contabilidade digital podem ser atualizados automaticamente para refletir as alterações na legislação, garantindo conformidade e minimizando riscos.   Conclusão    Em resumo, a transformação digital na contabilidade oferece uma série de benefícios para as empresas. Ao abraçar essas mudanças, as empresas podem melhorar sua eficiência, tomada de decisões e aumentar sua competitividade no mercado. Além disso, é possível acionar na rotina da empresa o fator de modernidade, muito importante na construção de evidências que possam trazer benefícios para os clientes.    Inclusive, mesmo contabilidades tradicionais conseguem equilibrar a experiência e expertise a um novo formato no exercício da profissão. É o caso da Gomide Contabilidade, que há mais de 50 anos trabalha em prol do benefício das empresas em qualquer momento que elas estejam.    Faça parte dessa equipe! Clique aqui e saiba mais!  

Como escolher um escritório de contabilidade em 2024

Mercado contábil

O novo ano chega com uma série de oportunidades para transformar todas as áreas da nossa vida, inclusive, nossos negócios. Por isso, para empresas que querem dar mais um passo em crescimento em 2024 uma das mudanças previstas pode ser escolher um escritório de contabilidade.   Em suma, escolher o escritório de contabilidade certo é uma decisão crucial, estratégica, que pode impactar diretamente o sucesso e crescimento da empresa. Além disso, com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil saber por onde começar.    Mas não se preocupe, estamos aqui para ajudar! A seguir, vamos explorar os principais fatores que você deve considerar ao escolher um escritório de contabilidade em 2024.   Conhecendo o mercado    Como mencionamos anteriormente, são diversas as opções de escritórios espalhadas por todo país. Por isso, num mar de oportunidades, a escolha por um serviço eficiente pode ser complexa. Mesmo assim, uma pesquisa prévia para analisar as opções disponíveis pode otimizar tempo e dinheiro na busca pelo escritório. Durante a busca, considere:    Local do escritório; quanto custa; recomendações e avaliações do serviço; tipo de contabilidade exercida;  modelo de atendimento;  quais as especializações do escritório.   Dessa forma, é possível identificar quais as opções mais combinam com sua empresa através desses filtros, que se adequam de acordo com a sua necessidade.   Além disso, antes de começar sua busca, é importante entender o mercado de serviços contábeis e as diferentes opções disponíveis. Pesquise online, peça recomendações de colegas de negócios e faça uma lista dos escritórios de contabilidade que parecem mais promissores.   Entenda suas necessidades   Cada empresa é única. Portanto, é essencial encontrar um escritório de contabilidade que atenda às suas necessidades específicas. E isso inclui desde o seu regime tributário e quantidade de funcionários, até o seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Inclua todos esses fatores no planejamento para busca do seu escritório. Além disso, em entrevistas ou reuniões negociais para conferir a proposta dessa contabilidade, destaque suas maiores necessidades. Considere o tamanho da sua empresa, o setor em que você opera, suas metas financeiras e qualquer exigência regulatória que você precise cumprir.   Experiência, credibilidade e custo-benefício   Expertise em um assunto é fundamental na hora de escolher qualquer serviço. Por isso, busque por um escritório de contabilidade com uma sólida experiência e reputação no mercado. Verifique se eles têm experiência trabalhando com empresas do seu setor e se possuem as certificações e credenciais necessárias para garantir um serviço de qualidade.   Além disso, por mais que o preço não deva ser o único fator determinante, é importante encontrar um escritório de contabilidade que ofereça um bom custo-benefício para o seu negócio. Compare os preços e os serviços oferecidos por diferentes escritórios e escolha aquele que melhor se alinha com o seu orçamento e suas necessidades.   A importância da contabilidade para as empresas   Se você chegou até aqui, sabe como seguir o passo a passo para escolher um bom serviço. Contudo, é importante destacar a importância da contabilidade em momentos estratégicos, como o começo do ano. Uma contabilidade eficiente vai muito além da regularização do seu negócio. Em suma, ela promove um apoio completo na tomada de decisões importantes para o negócio visando no seu crescimento e lucro!   Ao seguir essas etapas e considerar cuidadosamente suas opções, você estará melhor preparado para escolher o escritório de contabilidade certo para o seu negócio em 2024. Lembre-se de que a escolha certa pode fazer toda a diferença no sucesso e na saúde financeira da sua empresa. Por isso, não tenha pressa e faça uma escolha informada que atenda às suas necessidades e objetivos comerciais.   Há mais de 50 anos, a Gomide Contabilidade trabalha para otimizar a rotina de empresas do DF. Com uma carteira de clientes satisfeitos a cada ano, em 2024 buscamos avançar ainda mais, trazendo conforto, segurança e bons resultados para nossos parceiros.   Acesse nosso site e fale com nosso time agora mesmo!

Como calcular o lucro de uma empresa?

precificar produtos e serviços

O lucro de uma empresa, como uma ferramenta de métrica de resultados, é com certeza um dos parâmetros mais importantes da gestão financeira eficaz dos negócios. Em suma, para grandes ou pequenas empresas, esse cálculo pode ser complexo quando consideramos o nível de operações e diversidade de produtos ou serviços oferecidos.    Contudo, deixar de entender o lucro da empresa tende a ser prejudicial para os negócios, atrapalhando a clareza dos seus resultados, ou se houve prejuízo em determinado período.    Por isso, a seguir, vamos ensinar como fazer o cálculo do lucro da sua empresa e como utilizar esses resultados para desenvolver boas estratégias de gestão financeira a médio prazo. Confira!    O balanço empresarial   Primeiramente, antes de conhecer o lucro e as ferramentas de resultados, devemos esclarecer que é de extrema importância que esse resultado seja registrado corretamente. Nesse caso, a ferramenta ideal para documentar o desenvolvimento de uma empresa é o balanço patrimonial, um registro das operações financeiras dos negócios em determinado período.    Diversas empresas utilizam o balanço como a métrica para análise das principais motivações que levaram a empresa alcançar aqueles números, sejam eles bons ou ruins. Dessa forma, a partir do estudo, empresas desenvolvem estratégias para promover maior lucro para o próximo período de análise.    Em conclusão, podemos destacar o balanço patrimonial como essencial, para que o lucro, prejuízo e faturamento da empresa sejam de fato registrados e estudados para fins de crescimento.     Entenda a seguir como calcular o lucro da sua empresa:    Passo 1: Identifique as receitas totais   Antes de qualquer coisa, O para calcular o lucro de uma empresa é determinar suas receitas totais. Isso inclui todas as vendas de produtos ou serviços realizados durante um determinado período de tempo. Para grandes empresas, isso pode envolver a consolidação de dados de várias fontes e divisões, além de setores e áreas agregadas ao monitoramento.   Passo 2: Reúna custos fixos e variáveis    Em seguida, é importante deduzir os custos variáveis e fixos associados à produção e entrega dos produtos ou serviços. Nesse caso, custos variáveis, como matéria-prima e mão de obra direta, flutuam com o volume de produção. Por outro lado, os custos fixos, como aluguel e salários administrativos, permanecem estáveis independentemente do volume de vendas.   Passo 3: Registre as despesas operacionais   Além dos custos de produção, empresas também incorrem em despesas operacionais relacionadas às atividades do dia-a-dia. Nesse caso, incluimos despesas de vendas, marketing, administração e outras áreas funcionais. É importante registrar todas essas despesaspara cálculo do lucro.   Passo 4: Registre seus impostos   Por fim, separe os impostos e encargos financeiros que a empresa paga. Isso pode incluir imposto de renda corporativo, contribuições sociais, taxas de juros sobre empréstimos e outras obrigações financeiras. Para essa etapa, os registros e documentações da sua contabilidade são essenciais. Inclusive, demonstrativos ou balanços anteriores são documentos importantes para reunir nessa etapa, além de tributações anuais como IRPJ e o DAS anual.    Calculando o lucro   Por fim, com todas essas informações em mãos, é possível calcular o lucro líquido da empresa. Isso é feito subtraindo-se os custos totais e despesas operacionais das receitas totais. Ou seja, a fórmula para o lucro líquido pe basicamente uma subtração do faturamento menos as despesas, sejam elas fixas e variáveis. Por isso a importância de um registro eficiente das operações, entradas e saídas do negócio durante toda a trajetória.    💡O lucro líquido representa a verdadeira medida do desempenho financeiro de uma empresa em um determinado período de tempo.   Em conclusão, calcular o lucro de uma empresa é fundamental para tomar decisões financeiras informadas e garantir a sustentabilidade a longo prazo. Para grandes empresas, esse processo pode ser desafiador devido à complexidade das operações, mas seguindo os passos adequados e contando com o apoio de uma equipe de contabilidade especializada, é possível obter resultados precisos e úteis para a gestão financeira.   Se você está buscando orientação profissional para calcular o lucro de sua empresa de forma eficiente, entre em contato com a Gomide Contabilidade. Nossa equipe de especialistas está aqui para ajudar a impulsionar o sucesso financeiro de sua empresa. Clique aqui e fale com nosso time!  

A importância da análise de balanço no início do ano fiscal

análise de balanço

O ano de 2024 começa com um ambiente propício para impulsionar os negócios. Para isso, empresas se preparam para criar estratégias fundamentadas através de muito planejamento e tomada de decisões importantes. Dessa forma, é no começo do ano que a empresa se organiza para entender como foi o ciclo passado, multiplicar os acertos e aprender a não cometer os mesmos erros. Para isso, a ferramenta ideal para observar os resultados do ano anterior é a análise de balanço.    A temporada de analisar o balanço patrimonial está entre nós e pra entender a importância desse estudo, a Gomide Contabilidade estreia o ano com um conteúdo completo sobre a importância do balanço no início do ano fiscal. Acompanhe a leitura!   O que é balanço patrimonial   O balanço patrimonial é, resumidamente, o documento que registra todo o desempenho financeiro em determinado período. Ele é o relatório detalhado de toda movimentação e resultado financeiro que a empresa obteve no período da análise. Sua importância se dá pela densidade de informações agrupadas no documento, que serve para expor como a empresa cresceu, se teve lucro ou prejuízo, como foi a movimentação financeira periodicamente e quais os números que comprovam um resultado positivo ou negativo.    Dessa forma, o balanço ajuda a entender a posição financeira de uma empresa. Nele, são divulgados dados sobre ativos (renda), passivos (saídas) e patrimônio líquido, que é a diferença entre os dois. Por isso, ao final desse cálculo, os resultados demonstram se uma empresa obteve lucro ou prejuízo no período analisado.   Por que o balanço é importante?   Geralmente, todo ano as empresas devem elaborar uma análise que tem como principal fundamento o balanço patrimonial. Este, vai ser o guia para montar novas estratégias e definir parâmetros para alcançar lucro no próximo ciclo. Por isso, o momento mais interessante para destrinchar o documento é entre o final e o início do ano fiscal, que começa a partir de 1º de janeiro.   Isso porque o balanço patrimonial é o relatório mais importante quando falamos de tomada de decisões. No mercado financeiro, os investidores ficam em alerta para acompanhar o balanço trimestral das empresas da bolsa de valores. Por outro lado, empreendedores que elaboram o balanço patrimonial de seus negócios periodicamente têm a oportunidade de ter um documento detalhado sobre os números relativos à empresa.    A análise de balanço    Consequentemente, o resultado de balanço patrimonial periódico pode acompanhar a análise de balanço, que é nada mais, nada menos, do que o estudo desse documento a fim de entender o que esses números significam. A análise de balanço no início do ano fiscal é essencial para fornecer uma visão clara e abrangente da saúde financeira de uma empresa. Por isso, a análise é interessante para os empreendedores, pois permite uma avaliação detalhada do desempenho financeiro do período anterior e estabelece bases sólidas para as decisões estratégicas do começo do ano.  Os tópicos mais importantes da análise de balanço: Uma retrospectiva financeira: analise as despesas, receitas, lucros e fluxo de caixa da empresa no balanço. Além disso, identifique as datas e o contexto econômico e social nos períodos que chamam mais atenção nos número da empresa, a fim de relacionar o que estava acontecendo no Brasil e no mundo, e como isso afetou o seu negócio;   Oportunidades de negócio: Em meio a análise do contexto, identifique como as decisões foram tomadas nesse período e quais são as oportunidades de investimentos, estratégias de expansão e desafios que podem surgir ou atrapalhar o desenvolvimento da empresa.  Dessa forma, identifique oportunidades para otimização de custos, crescimento em setores específicos ou até mesmo a necessidade de reestruturação interna;   Traçando metas: A análise de balanço ajuda a monitorar o progresso em direção às metas financeiras estabelecidas e identifica áreas que precisam de melhoria. Isso permite ajustar estratégias para alcançar metas mais ambiciosas ou irrealistas para o novo ano fiscal.   Conclusão   Por fim, a análise de balanço fiscal se relaciona principalmente com a saúde financeira de uma empresa. E não existe momento mais propício para estudar esse setor com profundidade do que agora, no início do ano. Essa análise é crucial para a gestão estratégica, fornecendo uma base sólida para tomar decisões no novo período fiscal.   Mas, afinal, como elaborar um balanço fiscal?   O primeiro passo para conseguir estruturar sua análise é elaborando o seu balanço patrimonial, que pode ser feito agrupando todas as informações financeiras da empresa durante todo o ano, e buscando um profissional de contabilidade que entenda do assunto. E para isso, além de buscar todos os registros financeiros da empresa, você também precisa organizá-los para evitar lacunas ou falhas no seu relatório. Por fim, você deve se preocupar em  entender o que são os resultados do relatório e só assim partir para a estratégia.    Contudo, todo esse trabalho pode ser reduzido quando você encontra os parceiros ideais pra te ajudar nessa etapa. A sua contabilidade pode cuidar da papelada para você e ainda ajudar a entender como desenvolver estratégias para que 2024 seja marcado pelo sucesso do seu negócio.    A Gomide Contabilidade te ajuda com o seu relatório de balanço e também a entender como impulsionar sua empresa durante o ano inteiro. Que tal montar uma parceria de sucesso e começar 2024 tomando boas decisões? Clique aqui e fale com um dos nossos especialistas agora mesmo!

3 dicas simples de gestão de equipes 

gestão de equipes

Conheça os fundamentos de gestão de equipes em três passos.   Entre os maiores desafios de grandes e pequenas empresas, com certeza a gestão de equipes está entre eles. Os colaboradores de um negócio são o coração de uma estrutura organizacional. São eles que alimentam a cadeia produtiva e movimentam os sistemas da empresa de forma que a entrega final seja sempre satisfatória e cumpra com os propósitos individuais da equipe e também da empresa.    Contudo, a gestão de equipes, principalmente em empresas maiores, pode ser um desafio pois uma grande equipe significa um time plural e diverso. E com grandes times temos grandes responsabilidades. É natural que, nesses casos, o caminho a se trilhar seja complexo e necessite de bastante atenção do gestor para lidar com a pluralidade da equipe. Por isso, entender o que significa a gestão de pessoas e como aprimorá-la é uma prioridade nos negócios.    A seguir, vamos indicar 3 dicas de gestão de equipes para grandes empresas.    1 – Conheça sua estrutura    Em uma cultura empresarial, os processos de grandes empresas geralmente estão bem estruturados. Temos o setor financeiro, o setor de vendas, o setor de comunicação, o fiscal e contábil. Contudo, nem sempre a gestão se atenta para como esses processos funcionam e quem são os profissionais responsáveis por cada etapa. É claro que não estamos dizendo para conhecer interpessoalmente cada colaborador, mas entender o fluxo de produção da empresa, saber quantos profissionais trabalham de forma ativa com os sistemas, quais são as habilidades necessárias para exercer aquela função e quais são os talentos que podem ser desenvolvidos.    2 – Tenha uma equipe de RH    A equipe de Recursos Humanos é fundamental para auxiliar nos assuntos estruturais e burocráticos que envolvem gerir um time grande. Além de ser o suporte de recrutamento, treinamento, alinhamento e até mesmo demissão, os profissionais de RH são responsáveis, entre muitas coisas, por garantir que o desenvolvimento profissional de cada colaborador seja desenvolvido de forma eficaz. Contratar uma equipe de RH pode trazer mais conforto para a equipe e para a gestão que busca bem-estar, e simultaneamente a qualidade dos processos organizacionais.    3 – Conheça seus talentos    Cada profissional dentro de uma empresa está apto para aprender e se desenvolver. No processo de recrutamento, a liderança junto ao RH já consegue observar as oportunidades de talentos da empresa a fim de entender quando e com quais ferramentas pode-se aprimorar o crescimento na empresa. É por isso que muitos negócios possuem sistema de carreiras e lideranças, para que além de promover os profissionais, eles sejam desafiados a cumprir um propósito de crescimento. Além disso, é importante lembrar a gestão: a entrega do colaborador é mútua e ele deve se desenvolver e crescer na mesma proporção que agrega seus serviços à empresa.    Veja: Motivação no trabalho: 89% das empresas reconhecem que bons resultados estão ligados à felicidade dos colaboradores, diz pesquisa    Os parceiros do negócio   Por fim, o time da empresa são os maiores colaboradores dos resultados. Eles são os parceiros que se unem em um propósito comum para ajudar a empresa a crescer. Por isso, além de estruturar sua equipe, a gestão precisa se atentar em utilizá-la constantemente e se atentar em ter uma boa estratégia de gestão de pessoas.    Além desses parceiros óbvios, a garantia do bem-estar da empresa também é conhecer os parceiros que vêm de fora. Terceirizar o serviço da sua contabilidade pode ajudar a trazer mais conforto para sua equipe e economia para a empresa.    Dessa forma, a contabilidade cuida de toda burocracia, inclusive as folhas de pagamento dos funcionários. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos combina o melhor da tecnologia com assistência de Atacados Distribuidores do Distrito Federal. Se quiser conhecer nossos serviços, clique aqui e fale com um especialista agora mesmo!   

4 dicas de gestão para empresas

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Empresas grandes e pequenas enfrentam desafios ao longo de toda trajetória empresarial. Esses desafios, que muitas vezes são necessários, colocam à prova a resiliência e a determinação do empresário para manter o negócio ativo no mercado. Contudo, o impacto negativo desses desafios podem ser reduzidos com um uso eficiente de estratégias de gestão empresarial. Pensando nisso, a Gomide Contabilidade preparou um artigo com 4 dicas preciosas de gestão para empresas.  Acompanhe a seguir.   O que é gestão?   Em suma, as palavras chave que podem melhor definir gestão são organização e administração. Gestão significa o ato de gerir ou gerenciar pessoas, processos, empresas, projetos e/ou qualquer outra atividade que exige uma gerência.    Saiba mais sobre gestão aqui:   Como a gestão pode ser aplicada nas empresas?   Os conceitos de gestão podem ser implementados nas empresas de diversas formas, como por exemplo a partir da determinação de um gestor, que controla e direciona os processos empresariais em determinado setor, ou através de um sistema tecnológico que automatiza a organização de algumas áreas da empresa.  Nesses casos, é muito comum ter um gestor financeiro, gestor fiscal, gestor de tarefas ou de tempo, que pode ser encontrado facilmente nas plataformas de busca.    Contudo, a gestão empresarial em qualquer modelo exige uma nova cultura para que qualquer atualização ou mudança na metodologia da empresa seja implementada de forma efetiva. Por isso, se estiver planejando otimizar processos através da gestão empresarial, confira essas dicas:    4 dicas de gestão para as empresas:   1 – Entenda os processos da sua empresa Acima de qualquer coisa, você precisa conhecer seu negócio. Isso significa entender em cada processo ou metodologia e também como a empresa se desenvolve e entrega seus serviços aos clientes. Conheça os pontos fortes e pontos fracos e registre esse estudo. A partir disso, é possível analisar como a empresa pode melhorar e quais são os processos que se desenvolvem de forma efetiva.    2 – Conheça seus colaboradores Além disso, assim como no exemplo acima, o empresário precisa entender da como as pessoas que trabalham nesses processos desenvolvem suas atividades. Isso significa que, dentro das entregas profissionais é interessante entender como é a dinâmica da equipe, em quanto tempo as atividades são realizadas, qual maior déficit que os colaboradores sentem e, por fim, quais são as suas necessidades. Uma gestão eficiente exige, entre muitos fatores, o bem-estar da equipe.   3 – Utilize ferramentas de gestão   Como mencionamos anteriormente, a gestão pode ter vários significados: gestão de processos, de tempo, de pessoas etc. Por isso, nem sempre todo esse gerenciamento pode ser feito com uma única metodologia. Para isso, as ferramentas de gestão disponíveis no mercado são muito bem-vindas e podem ser utilizadas livremente desde que atendam as necessidades da empresa. Um gestor financeiro, gestor de processos, de documentos e de tarefas são os modelos mais comuns, e para cada um deles existe uma empresa que pode se beneficiar da melhor forma possível.    4 – Busque parcerias de sucesso   Não dá pra carregar toda responsabilidade de administrar toda uma empresa sem contar com ajuda de parceiros confiáveis. Além de conhecer todos os processos da empresa, é importante conhecer também quem são os parceiros que ajudam no desenvolvimento do negócio. Isso significa ter ajuda da sua equipe jurídica, sua equipe sanitária ou equipe contábil. Cada um desses sendo um pilar importante para manter a empresa organizada e segura.    E falando em equipe contábil…   A sua contabilidade é um dos pilares mais importantes para gestão fiscal e contábil da empresa, trabalhando ativamente para que, acima de tudo, ela opere de forma regular. Para encontrar esses parceiros, busque o serviço de uma contabilidade experiente e que atenda seu nicho da melhor maneira possível.    A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de experiência atendendo grandes empresas da região do DF. Não perca tempo! Converse com um dos nossos especialistas agora mesmo.  

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Eduarda Fernandes

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