Atualização dos valores de imóveis no IR: o que muda com a nova lei sancionada em 2025

Atualização de valor de imóvel no IR: o que muda com a nova lei sancionada em 2025

O que é a lei recém‑sancionada e por que ela interessa agora? A Lei 15.265/2025 entrou em vigor após a sanção presidencial, criando o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (REARP). Com isso, imóveis e veículos declarados no Imposto de Renda poderão ter seus valores atualizados conforme o mercado. Até então, não havia base legal para essa correção. Portanto, a novidade representa uma atualização significativa da base patrimonial declarada — algo que pode gerar oportunidades relevantes, sobretudo para empresas e empresários localizados no Distrito Federal e regiões próximas. Como observou um consultor da Gomide Contabilidade, “a atualização patrimonial agora está respaldada — e quem agir com estratégia terá uma vantagem contábil e fiscal”. Quem ganha com essa atualização de valor patrimonial? Pessoas físicas Para pessoas físicas, a lei prevê alíquota de 4% sobre a diferença entre valor histórico declarado e valor de mercado. Isso substitui o Imposto sobre Ganho de Capital, cuja alíquota varia de 15% a 22,5%. Logo, quem optar pela atualização poderá economizar de forma expressiva — especialmente em imóveis adquiridos há muitos anos. Pessoas jurídicas Empresas, por sua vez, contam com alíquota reduzida: 4,8% de IRPJ + 3,2% de CSLL sobre a diferença. Para quem possui imóveis em seu ativo ou usa bens imóveis na estrutura societária, essa mudança pode representar uma significativa reavaliação contábil com menor custo tributário. Além disso, muitos negócios têm hoje imóveis subavaliados nos registros contábeis. Assim, a atualização permite alinhar patrimônio contábil, facilitar planejamentos societários, melhorar garantias em financiamentos ou revisões societárias. Que outros efeitos o REARP provoca além da atualização? A lei também contempla a regularização de bens lícitos não declarados — como imóveis, veículos e até ativos digitais. Com isso, contribuintes que mantêm patrimônio “esquecido” ganham uma chance de regularização com alíquota reduzida. Ademais, a medida promove maior transparência patrimonial, o que facilita auditorias, concessões de crédito, e negociações de salto societário. Em outros termos: patrimônio declarado passa a refletir patrimônio real — eliminando distorções históricas. Quem acompanha o mercado fiscal sabe que essa correção era uma demanda antiga. Por isso mesmo, muitos bancos, investidores e instituições exigem comprovação patrimonial atualizada. O REARP torna isso possível legalmente. Quando faz sentido revisar o valor do imóvel ou veículo? Antes de decidir, convém observar alguns critérios práticos: Imóveis ou veículos adquiridos há mais de 10 a 15 anos, cujo valor de mercado evoluiu muito acima do valor histórico declarado. Bens usados como garantia de crédito, capital social ou participação societária. Planos de venda ou transferência dos bens em curto ou médio prazo. Necessidade de regularização patrimonial para comprovantes de patrimônio ou estruturação de holdings. Para esses casos, a atualização tende a trazer mais benefícios do que riscos. Em contrapartida, se o imóvel estiver recente ou o valor de mercado atual for similar ao declarado, o custo-benefício deve ser bem analisado. Quais os riscos de não atualizar o valor quando a lei permite? Mesmo sendo opcional, optar por não atualizar pode expor o contribuinte a algumas consequências indiretas. Entre elas: Ganho de capital elevado em caso de venda futura, com imposto mais alto. Distorção patrimonial, o que dificulta acesso a crédito ou torna garantias menos confiáveis. Inconsistências em auditorias fiscais ou societárias — especialmente relevante para empresas com controle externo ou planos de governança. Problemas em reorganizações societárias, sucessões ou incorporações, com valores patrimoniais que não refletem a realidade do mercado. Dessa forma, a falha em atualizar hoje pode significar um custo muito maior amanhã. Etapas recomendadas para adotar o REARP com segurança Mapear todos os imóveis e veículos registrados no IR (PF ou PJ). Fazer avaliação de mercado com laudo técnico ou corretor especializado. Simular o impacto do imposto especial (4% para PF; 4,8% + 3,2% para PJ). Comparar o custo da atualização com o benefício esperado — ganho de capital reduzido, melhoria patrimonial, acesso a crédito, benefícios fiscais. Documentar a atualização com notas, laudos ou relatórios contábeis. Revisar a contabilidade e os balanços patrimoniais para refletir o valor atualizado. Se for empresa, revisar estrutura societária, capital social, garantias e contratos que usem imóvel como base. Essa abordagem técnica e planejada garante segurança jurídica, evita surpresas e converte patrimônio subavaliado em valor real. Conclusão A sanção da Lei 15.265/2025 e a criação do REARP representam uma mudança estrutural no tratamento patrimonial no Brasil. Para empresários, gestores financeiros e contadores — especialmente em Brasília e região — essa é uma oportunidade concreta de alinhar o patrimônio declarado com o real, otimizar impostos e fortalecer credibilidade contábil. Por isso, quem agir agora com estratégia terá vantagem competitiva. A Gomide Contabilidade está preparada para orientar cada etapa desse processo: da avaliação patrimonial até a atualização contábil e planejamento tributário.

Receita Federal prorroga prazo de adesão à transação tributária: o que empresas do DF precisam saber

Receita Federal amplia o prazo para adesão à transação tributária. Veja quem pode participar e quais condições valem.

Em decisão publicada no Diário Oficial da União, a Receita Federal prorrogou o prazo para adesão à transação tributária, ampliando a oportunidade para empresas regularizarem seus débitos com condições facilitadas. A medida, que abrange débitos inscritos e não inscritos em dívida ativa, representa uma janela estratégica para o setor produtivo do Distrito Federal reequilibrar suas obrigações fiscais antes das novas exigências trazidas pela Reforma Tributária. Neste artigo, reunimos os pontos-chave para orientar decisores empresariais e contadores na análise técnica da prorrogação, com foco em planejamento tributário, compliance e segurança financeira. A oportunidade, embora ampliada, exige decisão rápida e embasada. O que é a transação tributária e por que ela importa? A transação tributária é um instrumento de regularização fiscal que permite negociar débitos com condições especiais de desconto, parcelamento e utilização de prejuízos fiscais. Instituída pela Lei nº 13.988/2020 e posteriormente aprimorada, a modalidade busca viabilizar a recuperação de créditos sem comprometer a continuidade da atividade econômica. No atual cenário de transição tributária, a adesão permite que empresas com passivos relevantes iniciem o novo ciclo fiscal sem pendências impeditivas. Quais são as condições da nova prorrogação? De acordo com a Portaria Conjunta PGFN/RFB, o novo prazo se estende até [30/12/2025]*. Entre as condições destacadas estão: Redução de até 65% do valor total da dívida. Possibilidade de pagamento em até 145 parcelas mensais. Utilização de prejuízos fiscais e base de cálculo negativa da CSLL para amortização. Órgão Modalidade Para quem Principais benefícios Prazo de adesão Receita Federal Transação contencioso de pequeno valor (Edital 4/2025) PF, MEI, ME, EPP com processo até 60 salários-mínimos Desconto moderado em juros e multas; além disso, parcelamento em até 55 meses, com parcelas mínimas baixas. Até 30/12/2025, via e-CAC. Receita Federal Transação contencioso geral até R$ 50 milhões (Edital 5/2025) PF e PJ com débitos em discussão administrativa até R$ 50 milhões Possíveis descontos relevantes em juros e multas; além disso, parcelamento longo (até cerca de 120–135 meses) e, em certos casos, uso de prejuízo fiscal/BCN. Até 30/12/2025, via e-CAC. PGFN Transação de pequeno valor (dívida ativa) PF, MEI, ME, EPP com inscrição em dívida ativa até 60 salários-mínimos Entrada baixa; em seguida, descontos escalonados conforme o número de parcelas; por fim, parcelamento em até 55 meses. Até 30/01/2026, via REGULARIZE. PGFN Transação por capacidade de pagamento (geral) PF e PJ com débitos em dívida ativa até cerca de R$ 45 milhões Descontos ajustados à capacidade de pagamento; além disso, possibilidade de até ~133 parcelas para alguns públicos. Até 30/01/2026, via REGULARIZE. PGFN Transação de difícil recuperação/irrecuperáveis Devedores com dívidas antigas ou de alto risco na dívida ativa Descontos mais agressivos dentro do limite legal; por outro lado, exige manter o acordo em dia para não perder os benefícios. Até 30/01/2026, via REGULARIZE. Modalidades de transação tributária e seus respectivos benefícios fiscais Quais débitos podem ser incluídos na transação? A transação abrange débitos administrados pela Receita Federal, inscritos ou não em dívida ativa, incluindo: Contribuições previdenciárias IRPJ, CSLL, PIS e Cofins Multas de ofício Excluem-se: Débitos do Simples Nacional Débitos com garantia judicial ou suspensão por decisão Quem pode aderir? Pessoas jurídicas, inclusive as optantes pelo Lucro Real ou Presumido, com passivos em discussão ou confessados. No DF, empresas com contencioso ativo devem avaliar com urgência a viabilidade da adesão. Como avaliar se vale a pena aderir? Embora a transação ofereça descontos relevantes, a decisão deve ser sustentada por projeções financeiras e avaliação dos efeitos da nova estrutura tributária. Empresas que possuem créditos fiscais, por exemplo, devem calcular a eficiência do uso versus a manutenção para compensações futuras. Passo a passo para adesão Identifique todos os débitos no portal e-CAC. Realize simulações no sistema da PGFN. Avalie com seu contador a melhor modalidade. Formalize a adesão dentro do prazo estendido. Documente o plano de pagamento aprovado. Prazo e riscos de não adesão Empresas que não aproveitarem o prazo correm o risco de execuções fiscais imediatas, bloqueios de bens e perda de regularidade no CNPJ. Além disso, a reforma tributária tende a reduzir espaços para negociações futuras. Conclusão e orientação A prorrogação representa uma nova chance para ajustar pendências antes do novo sistema tributário. Em Brasília e região, empresas com planejamento contábil robusto ganham tempo e segurança para entrar em 2026 com posicionamento fiscal mais sólido. ✅ Checklist de adesão à transação tributária com foco estratégico Antes de qualquer decisão, acesse o portal e-CAC e levante todos os débitos fiscais em aberto. Esse mapeamento inicial evita surpresas e embasa as próximas etapas. Em seguida, realize simulações no sistema da PGFN. Com isso, será possível comparar as modalidades disponíveis, seus descontos e os prazos de pagamento. Logo depois, valide com seu contador a melhor opção. Apesar da prorrogação, o tempo é curto, e a escolha precisa considerar o fluxo de caixa, a estrutura societária e a perspectiva de reforma tributária. Na sequência, reúna os documentos necessários. Isso inclui CNPJ, certidões, contrato social e eventuais decisões judiciais que interfiram na situação fiscal. Enquanto isso, organize a formalização da adesão via sistema eletrônico. O protocolo deve ocorrer dentro do novo prazo e precisa ser acompanhado de perto para evitar falhas técnicas. Por fim, monte um plano de monitoramento do cumprimento. Embora o parcelamento facilite o início, a inadimplência pode causar cancelamento automático da transação. Dica extra: Ao alinhar a decisão com o planejamento da Reforma Tributária de 2026, sua empresa ganha previsibilidade e autoridade fiscal perante clientes, bancos e fornecedores.

Regularização fiscal em Goiás: programa Quita Goiás oferece até 70% de desconto em juros e multas

Negocie dívidas tributárias pelo Quita Goiás com até 70% de desconto e 145 parcelas. Saiba como sua empresa pode aproveitar essa oportunidade.

A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) deu início ao programa Quita Goiás, uma oportunidade estratégica para pessoas físicas e jurídicas regularizarem débitos tributários com condições altamente vantajosas. A iniciativa, válida a partir de 20 de outubro, permite a negociação de dívidas de ICMS, ITCMD e IPVA com descontos de até 70% em juros e multas, e parcelamento em até 145 vezes. Essa medida tem como objetivo estimular a adimplência fiscal e fortalecer a arrecadação estadual, ao mesmo tempo em que oferece um fôlego financeiro a empresas e contribuintes impactados pelos últimos anos de instabilidade econômica. O que é o Quita Goiás e quem pode participar O Quita Goiás é um programa de regularização fiscal lançado pelo Governo de Goiás e gerido pela PGE-GO. Ele permite que empresas e pessoas físicas com débitos tributários junto ao Estado possam renegociar suas pendências de forma facilitada. Podem participar: Empresas contribuintes de ICMS (inclusive optantes do Simples Nacional); Pessoas físicas ou jurídicas com débitos de ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação); Proprietários de veículos com dívidas de IPVA. O acesso ao programa é feito online, diretamente pelo Portal da PGE-GO, sem necessidade de deslocamento presencial. Quais são as condições de renegociação A grande vantagem do Quita Goiás está na flexibilidade das condições de pagamento. Abaixo, um resumo das principais modalidades: Tipo de Débito Desconto Máximo sobre Juros e Multas Parcelamento Máximo ICMS até 70% até 145 parcelas ITCMD até 70% até 145 parcelas IPVA até 70% até 60 parcelas Fonte: PGE-GO (Procuradoria-Geral do Estado de Goiás) Além dos descontos, o contribuinte pode escolher o número de parcelas conforme a sua capacidade de pagamento. O valor mínimo da parcela é definido pela PGE-GO, garantindo equilíbrio entre acessibilidade e responsabilidade fiscal. Como fazer a adesão ao programa O processo é 100% digital e simples: Acesse o Portal da PGE-GO (https://www.pge.go.gov.br/); Localize o menu Quita Goiás; Faça o login com seu CPF ou CNPJ; Consulte os débitos e escolha a modalidade de pagamento; Gere o boleto ou contrato de parcelamento. O prazo de adesão é limitado, e a recomendação é que empresas e gestores financeiros planejem a negociação o quanto antes para garantir as melhores condições. Impactos fiscais e estratégicos para empresas Do ponto de vista empresarial, participar do Quita Goiás vai muito além de regularizar pendências. Trata-se de uma decisão estratégica de gestão tributária. Empresas com dívidas ativas frequentemente enfrentam: Restrições de crédito e bloqueios bancários; Impedimentos em licitações e contratações públicas; Risco de inscrição em dívida ativa e protesto judicial; Comprometimento de reputação fiscal. Ao negociar com o Estado, o empresário reestabelece a conformidade fiscal, melhora sua relação com fornecedores e bancos, e fortalece sua imagem institucional perante o mercado. Qual a relevância para empresas do Distrito Federal e entorno Embora o programa seja voltado para o Estado de Goiás, muitas empresas sediadas no Distrito Federal possuem operações comerciais, filiais ou transportes registrados em Goiás. Por isso, o Quita Goiás também impacta diretamente empresas da região metropolitana de Brasília, especialmente nos setores de logística, transporte, agronegócio e construção civil. Se a empresa possui veículos com placas goianas, estabelecimentos ou transações intermunicipais, é fundamental verificar eventuais débitos no sistema da PGE-GO e aproveitar o benefício. Perguntas frequentes 1. Quem pode aderir ao Quita Goiás?Pessoas físicas e jurídicas com débitos de ICMS, ITCMD e IPVA junto ao Estado de Goiás. 2. Qual o desconto máximo?Até 70% sobre juros e multas, conforme o tipo de dívida. 3. Quantas parcelas são permitidas?Até 145 parcelas para ICMS e ITCMD, e até 60 para IPVA. 4. Onde fazer a adesão?Pelo site oficial da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO). 5. Até quando posso aderir?O prazo foi aberto em 20 de outubro e é temporário — consulte o site oficial para verificar a data de encerramento. Considerações finais e ação recomendada O Quita Goiás é uma das medidas mais amplas de recuperação fiscal já lançadas pelo Estado. A adesão imediata pode significar economia significativa, redução de passivos e melhorias no fluxo de caixa para empresas de todos os portes. Para empresários e contadores, este é o momento ideal para: Revisar a situação fiscal da empresa; Analisar passivos tributários com apoio de especialistas; Elaborar um plano de regularização e prevenção para o futuro. A equipe da Gomide Contabilidade, referência em consultoria tributária, está preparada para auxiliar empresas na adesão ao programa, avaliando cenários, simulando parcelamentos e garantindo segurança no processo. 👉 Agende um diagnóstico com nossos especialistas e descubra quanto sua empresa pode economizar. Fontes e referências oficiais Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO): https://www.pge.go.gov.br/ Governo do Estado de Goiás – Notícias Oficiais: https://www.goias.gov.br/ Secretaria da Economia de Goiás: https://www.economia.go.gov.br/ Conselho Federal de Contabilidade (CFC): https://www.cfc.org.br/ Sebrae Goiás: https://www.sebraego.com.br/ Valor Econômico: https://valor.globo.com/

Saiba quais são as três parcerias mais importantes de uma empresa

Regime Tributário

Uma das maiores verdades do mercado empreendedor é que não é possível um negócio operar sozinho. Por mais independente que seja uma empresa, grande ou pequena, existem parceiros que são essenciais para o desenvolvimento pleno do negócio. A seguir, vamos indicar as três parcerias mais importantes de uma empresa. Acompanhe!    A importância dos parceiros   O sonho de abrir o próprio negócio pode ser tão desafiador quanto animador. Contudo, por mais que existam as dificuldades elas não devem ser enfrentadas sozinho. O empreendedor pode se apoiar em seus parceiros desde os primeiros passos do negócio até as decisões mais difíceis da jornada. Esses parceiros podem variar entre os colaboradores, sócios, plataformas tecnológicas ou até mesmo serviços terceirizados. Entre as vantagens de buscar apoio nas parcerias temos:    Economia de recursos; Ampliação de experiência; Networking de contatos; Apoio operacional; Validação e credibilidade para a empresa.   Mas, afinal, quais parcerias são essas? Separamos as três parcerias mais importantes para se considerar na gestão de um negócio. Confira!    1 – Parceiros jurídicos     Não é novidade alguma que ao abrir um negócio nos deparamos com uma série de burocracias, inclusive jurídicas. Nesses casos, o apoio de um serviço que ajuda a gerir a empresa dentro das conformidades legais e obrigatórias da justiça brasileira é essencial. Os parceiros jurídicos podem atender através de consultoria, como um serviço terceirizado por contrato ou por uma equipe integrada ao time. Por fim, o apoio de advogados em qualquer escala pode dar a segurança que o empreendedor tanto precisa para crescer e se desenvolver no mercado.    E falando em segurança…   Parceiros contábeis    Outra parceria indispensável para o desenvolvimento de uma empresa são os contadores, aliados da empresa desde os seus primeiros dias. Ainda que seja um serviço necessário devido às regularidades fiscais obrigatórias do nosso país, a contabilidade exerce um papel que vai muito além de uma obrigação. Em suma, o contador dá um apoio especializado no controle de saúde e gestão financeira. Além disso, é o grande serviço responsável para garantir que a empresa esteja sempre regularizada.    A parceria com os clientes    Além disso, um nível de parceria que deve ser sempre fortalecido é com os clientes da empresa. Os clientes são apoio e métrica de resultados de uma empresa, desde os potenciais até os frequentes. Geralmente, uma empresa de sucesso mantém uma base sólida de comunicação com os clientes. Além disso, essas empresas trabalham para garantir que a satisfação do cliente seja priorizada  para que sempre, em qualquer escala, esses clientes se sintam bem acolhidos pela empresa. Por isso, é importante cuidar da saúde da comunicação e parceria com os clientes, pois eles são os maiores responsáveis para que uma empresa seja bem sucedida.   Escolhendo os parceiros certos   Por fim, a etapa mais importante: a seleção dos seus parceiros. Para isso, é muito importante considerar todas as variáveis do time que vai apoiar sua empresa a curto, médio ou longo prazo. Considere estudar custo-benefício, modelos de atuação, especialidade desses parceiros, experiências prévias e muitos outros detalhes que vão te fazer selecionar os componentes ideais.    Para alguns casos, é importante fazer uma pesquisa prévia, como no caso da equipe jurídica. Mas, se a escolha for para sua contabilidade, você está no lugar certo. A Gomide Contabilidade acumula mais de 50 anos de expertise na parceria com grandes empresas da região. Que tal fazer parte desse time? Clique aqui e fale com nossos especialistas agora mesmo.   

Planejamento orçamentário para atacadistas em 2024

planejamento orçamentário

Que 2023 foi um ano marcado por transformações e mudanças, isso a gente já sabe. Contudo, para o setor atacadista algumas coisas nunca mudam. Mercado acirrado de competitividade, densa carga tributária e desafios de logística estão sempre acompanhando os atacados distribuidores no Brasil. Por isso, um grande atacado precisa investir em estratégias para se organizar no setor que demanda maior gerenciamento: o setor financeiro. Para isso, o planejamento orçamentário vai ser o guia para começar o ano de 2024 com sua empresa organizada.    Confira a seguir, os preparativos para o ano que vem e como o plano de orçamento pode te ajudar a estruturar sua empresa atacadista.     Mudanças e tendências para 2024    Em suma, duas áreas se conectam ao empreendedorismo num geral em 2024: tecnologia e impacto social. No campo da inovação, todas as áreas se conectam com os termos de digitalização que surgem no mercado. Inteligência Artificial, automação ou Internet das Coisas são alguns nomes que podem chamar ainda mais atenção no ano que vem e, por isso, empresas devem estar atentas às mudanças nas formas de fazer negócios. Por outro lado, cada vez mais as empresas devem se preocupar com o impacto que causam na sociedade, atentos a questões de sustentabilidade e governança corporativa.    Dessa forma, para além das mudanças que enxergamos esse ano, fique atento ao surgimento de novas propostas que impactam os setores e ao comportamento do consumidor, principalmente.     A seguir, acompanhe o passo a passo do planejamento orçamentário para atacadistas em 2024.     Metas e visão estratégica  Primeiramente, estruture uma meta realista, que se adeque a visão estratégica da empresa e considere todas as mudanças que previstas ou inesperadas para o próximo ano. Entre essas mudanças, coloque na lista os grandes “e se” para o seu atacado: e se a empresa crescer? E se a empresa passar por dificuldades financeiras? E se o mercado mudar drasticamente? Para todos os cenários, é importante ter um plano a fim de evitar que desconhecimento e desorganização custem a segurança do seu negócio. Além disso, na busca por metas, estabeleça objetivos mensuráveis e alcançáveis, com base em estudo profundo dos resultados obtidos ao longo do ano.     Estratégias de redução de custos  Economia é uma expectativa para os empreendedores em qualquer área, e para os atacadistas não seria diferente. Por isso, no planejamento para o ano que vem, se certifique de incluir uma boa estratégia de redução de custos sem comprometer a qualidade dos serviços e produtos oferecidos. Dessa forma, identifique as áreas de oportunidades para redução de custos, desde que eles não prejudiquem a otimização dos processos internos. Para os atacadistas, as opções de economia incluem gestão eficiente de capital de giro, melhor administração de caixa e estoque e, por fim, uso de estratégias legais de redução de impostos.     Confira os Benefícios Fiscais para atacadistas    Investimentos e crescimento     Além disso, toda avaliação dos cenários de atualização e mudanças abre portas para oportunidades de expansão para sua empresa. Se seu grande objetivo em 2024 é tornar sua empresa atacadista ainda maior, observe a movimentação atual do mercado e quais as tendências de mudanças que podem gerar diversificação no seu portfólio de clientes. Além disso, identifique no seu plano orçamentário o quanto é possível investir para impulsionar o crescimento da sua empresa. Inclusive, planejamento para investir é uma estratégia prudente e necessária para evitar desperdícios e prejuízos na sua empresa. Contudo, todo investimento gera riscos e precisa de muito estudo para iniciar uma implementação responsável. Para todo caso, se organize previamente.     Tecnologia como solução    Por fim, para organizar o planejamento financeiro do próximo ano, as ferramentas de gestão financeira e a tecnologia podem ser seus maiores aliados. Busque entender como os sistemas podem ser utilizados para ajudar na etapa de organização dos processos e como poderão ser eficientes na hora de tirar todas as ideias do papel. Além disso, as ferramentas de IA podem ser interessantes para buscar ideias de metodologia, como fazer os cálculos e organizar a documentação para otimizar esse processo agora na reta final.     Conclusão    Por fim, a organização financeira da sua empresa pode ser otimizada com apoio de uma equipe especializada de contabilidade, que trabalha para garantir a segurança e permanência da sua empresa em um cenário de constante mudança. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos opera se especializou nos benefícios fiscais do DF para atacadistas e atende os maiores da região. Procurando uma parceria estratégica para aprimorar seu planejamento financeiro em 2024?  Conte com a expertise da Gomide Contabilidade para garantir uma gestão contábil precisa e eficiente. Conheça nossos serviços contábeis especializados para atacadistas e inicie um 2024 de sucesso financeiro. Clique aqui e fale com especialista agora mesmo!       

Conheça os tipos de empresa mais comuns no DF

tipos de empresa mais comuns no DF

Quais são os tipos de empresa mais comuns no DF?   Empreender em qualquer lugar do mundo não é uma tarefa simples, muito menos fácil. Aqui no Brasil, além de enfrentar todos os obstáculos de uma jornada empreendedora, aqueles que querem abrir o próprio negócio precisam lidar com um dos sistemas tributários mais complexos do mundo.    Contudo, empreender pode ser um desafio recompensador para aqueles que persistem. Por exemplo, aqui no Distrito Federal, empreender pode ser extremamente vantajoso. Por isso, se o seu objetivo é abrir uma empresa ou conhecer os modelos de negócio em alta, hoje vamos falar sobre os tipos de empresa mais comuns na capital federal. Acompanhe a seguir!    Por que abrir empresa no DF?   Primeiramente, é interessante observar o DF para o setor de negócios como uma região em ascensão. Existe um potencial econômico e cultural no DF que faz com que a capital seja um local propenso para um desenvolvimento empreendedor. Atualmente, o DF está entre as 10 melhores cidades para empreender no país. Além disso, o DF possui a maior renda por pessoa do Brasil, o que demonstra um poder aquisitivo alto para os moradores da região.    Sendo assim, abrir um negócio em Brasília é uma estratégia interessante. Porém, uma consideração deve ser feita antes de embarcar nessa jornada: para saber se sua empresa pode se desenvolver bem na região é preciso saber quais são os tipo de negócio mais comuns no DF.    Tipos de empresas comuns no DF   Entre todas as opções disponíveis no mercado, as que têm demonstrado maior desenvolvimento no DF são:   Varejistas; Empresas de alimentos;  Atacadistas;  Prestação de Serviços;  E-commerces  Empresas de Tecnologia    Em suma, todos esses negócios são empresas em ascensão. Por causa do potencial de crescimento do setor, a expectativa é que daqui um tempo o DF se torne ainda mais relevante no desenvolvimento empreendedor do país.    Como abrir uma empresa no DF?   Por fim, se já está decidido que seu negócio deve estar localizado no DF, você provavelmente deve estar se perguntando quais são os próximos passos. Resumidamente, agora tudo que você precisa para abrir uma empresa no DF é planejamento. Portanto siga esses passos:   Elabore um plano de negócios  Escolha um bom local do DF  Busque ajuda de um especialista em contabilidade   Conclusão    Agora que você já sabe todos os passos para abrir um negócio em Brasília, é só escolher os parceiros certos. A Gomide Contabilidade conhece os negócios do DF como ninguém. Acumulamos mais de 50 anos de tradição e atendemos umas das maiores empresas da região. Se quiser conhecer nossos serviços e fazer parte do desenvolvimento do DF, clique aqui e fale com um dos nossos especialistas. 

Por que atacados pagam menos impostos no DF?

atacados pagam menos impostos

É verdade que atacados pagam menos impostos no DF? Há algumas semanas, falamos sobre o crescimento no setor atacadista do Distrito Federal. Contudo, entre os destaques do setor surge uma dúvida: por que o DF tem se destacado tanto entre os atacadistas do país?   Existem algumas justificativas para esse crescimento, mas a principal delas está atrelada principalmente ao sucesso dos incentivos fiscais disponíveis na região.    Mas afinal, o que é um incentivo fiscal?   Basicamente, incentivo fiscal é um método de redução ou isenção de determinados impostos com o objetivo de incentivar a atividade empresarial naquela região. Além disso, o incentivo fiscal pode ser uma ferramenta para beneficiar determinada área do desenvolvimento da sociedade, como por exemplo a cultura e a sustentabilidade.    Aqui no DF, o setor atacadista conta com um benefício fiscal específico voltado para o setor, a Lei 5005/2012, que é aplicado ao tributo do ICMS para atacadistas e resulta na redução dos cálculos.   A Lei 5005/2012 é a prova de que o incentivo da atividade atacadista no DF tem funcionado. Dessa forma, os atacadistas escolhem a capital para dar início aos seus negócios, como são incentivados a crescer e permanecer na região.    Atacadistas do DF pagam menos impostos?   Resumidamente, a resposta para essa pergunta é SIM! Atacadistas no Distrito Federal pagam menos tributos graças ao benefício fiscal da Lei 5005/2012. Não é à toa que o crescimento do setor no ano de 2022 foi de 18% em comparação ao ano anterior. Além disso, o DF é responsável pela maior parcela de atacados de toda região do centro-oeste e representantes potentes no âmbito nacional.   Se quiser conhecer mais sobre o benefício fiscal da Lei 5005/2012 para atacadistas do DF, acesse aqui.    Devo investir nos atacadistas do DF?   Em suma, a resposta dessa pergunta varia de acordo com os resultados desejados. O Distrito Federal além de ser a região com maior PIB e renda per capita do país, é uma região atrativa para o mercado atacadista distribuidor.    Um dos maiores atacados do país está localizado no DF. Entre os maiores atacadistas de Brasília, a maioria deles possuem algo em comum: usufruem do benefício fiscal da Lei 5005/2012 e estão debaixo dos cuidados da mesma contabilidade.    Setor fiscal e tributário de atacadistas do DF   Por fim, existem alguns parâmetros do setor tributário de atacadistas que merecem muita atenção e cuidado. Por isso, por ser um modelo de empresa grande em processos, burocracias e tamanho, é necessário muito cuidado para garantir a regularidade desses negócios.  Para isso, busque ajuda de especialistas no setor tributário do no DF. A Gomide Contabilidade orgulhosamente atende os 70% dos maiores atacadistas do Distrito Federal. Quer fazer parte dessa estatística? Acesse nosso site e conheça nossos serviços.

DF se destaca entre os atacadistas do país

atacadistas

Ranking ABAD/NielsenIQ: Oportunidade estratégica no setor atacadista do Distrito Federal Quando analisamos o setor atacadista no Distrito Federal, é inevitável notar que o cenário atual é extremamente promissor. De acordo com o relatório oficial divulgado pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), em parceria com a NielsenIQ, o segmento registrou um crescimento impressionante de 18% no ano de 2022. Em outras palavras, o ambiente de negócios local não apenas se fortaleceu, como também revelou-se altamente receptivo para novos investimentos. Panorama regional: desempenho expressivo e liderança consolidada Conforme apontam os dados, o setor atacadista e distribuidor do DF alcançou um faturamento total de R$ 11,34 bilhões em 2022. Isso significa que, proporcionalmente, o DF concentrou quase 50% do faturamento obtido por todas as empresas atacadistas do Centro-Oeste que participaram do ranking da ABAD. Portanto, não restam dúvidas de que o Distrito Federal exerce protagonismo econômico na região. Além disso, é importante destacar que 55 empresas do DF participaram do levantamento nacional. Esse número, por si só, já evidencia o grau de representatividade do estado no contexto do atacado brasileiro. Ademais, o Grupo Dia a Dia, com R$ 4,48 bilhões em faturamento, foi não apenas o líder do ranking local, como também a única empresa do DF entre os cinco maiores atacadistas do Brasil. Top 10 atacadistas do DF segundo faturamento Para compreender melhor quem são os protagonistas locais, confira a lista das dez empresas com maior faturamento em 2022: Grupo Dia a Dia NJF Indústria e Comércio Condor Atacadista Disdal Distribuidora Objetiva Atacadista Ateliê Pisos e Revestimentos Fokus DF Brassol Distribuidora PMH Vitral A partir dessa lista, é possível perceber a diversidade de atuação e a maturidade de mercado das empresas que integram o cenário atacadista do DF. Comparativo regional: como o DF se posiciona frente ao Centro-Oeste Além do desempenho isolado, o DF também se destaca no ranking regional. Veja o Top 10 de atacadistas do Centro-Oeste e repare na frequência com que empresas do DF aparecem: Grupo Dia a Dia (DF) JC Distrib./Costa Atacadão (GO) DEC Real Distribuidora (GO) NJF Indústria e Comércio (DF) Goiás Atacado (GO) Condor Atacadista (DF) Disdal Distribuidora (DF) Fokus GO (GO) Multicanal Atacado (GO) Objetiva Atacadista (DF) Ou seja, com cinco empresas entre as dez maiores do Centro-Oeste, o Distrito Federal se mostra altamente competitivo e consolidado no setor. O papel da contabilidade estratégica nesse contexto Contudo, os números expressivos não se explicam apenas por fatores mercadológicos. Há um componente técnico essencial por trás do sucesso de grande parte dessas empresas: a contabilidade especializada. Segundo os dados levantados, cerca de 70% das empresas listadas no Top 10 do DF são atendidas por uma única assessoria contábil. Isso, evidentemente, não é coincidência. Na verdade, trata-se de uma evidência clara de que a estruturação fiscal, se bem conduzida, pode ser o diferencial competitivo necessário para o crescimento sustentável. A Gomide Contabilidade, com mais de 50 anos de atuação no Distrito Federal, é a responsável por essa transformação silenciosa, porém decisiva. Além disso, a expertise da Gomide na aplicação da Lei Complementar nº 5.005/2012 — que concede incentivos fiscais específicos para atacadistas locais — tem garantido vantagens fiscais significativas, maior margem de lucro e segurança jurídica aos seus clientes. Entre as empresas atendidas estão: Grupo Dia a Dia NJF Indústria e Comércio Condor Atacadista Ateliê Pisos e Revestimentos Fokus Brassol Distribuidora PMH Portanto, é possível afirmar que a contabilidade certa não apenas reduz riscos, como também potencializa resultados de forma escalável. Oportunidades para quem deseja investir no setor atacadista do DF Se você é empresário ou pretende empreender no setor atacadista do DF, o momento atual oferece um conjunto de vantagens raramente visto. Primeiramente, há um ambiente de crescimento contínuo, sustentado por dados concretos e performance validada. Em segundo lugar, a região oferece incentivos fiscais sólidos, capazes de reduzir encargos e aumentar a margem de lucro. Além disso, há um ecossistema empresarial maduro, com fornecedores, infraestrutura logística e suporte contábil altamente qualificado. Nesse sentido, é fundamental contar com parceiros que dominem as especificidades legais e saibam como transformar obrigações fiscais em ferramentas de crescimento. Conclusão: transformar estratégia tributária em vantagem competitiva Diante de tudo isso, a leitura é clara: o mercado atacadista do Distrito Federal está em franca expansão, com base sólida e perspectiva otimista para os próximos anos. Desse modo, empresas que desejam se destacar precisam agir agora, aproveitando o ciclo favorável, os incentivos disponíveis e o suporte técnico especializado. A Gomide Contabilidade está pronta para ajudar sua empresa a escalar com segurança, inteligência e legalidade. Entre em contato, descubra nossos serviços e dê o primeiro passo rumo ao topo do ranking. Afinal, o sucesso fiscal também é construído com planejamento, estratégia e decisão.

Quais os principais impostos do setor atacadista

impostos do setor atacadista

Conheça os principais impostos do setor atacadista no Brasil   O comércio atacadista enfrenta uma série de dificuldades de atuação no Brasil. As empresas de atacado precisam lidar com uma margem muito reduzida de atuação e limitações tributárias que, muitas vezes, impedem seu desenvolvimento pleno. Mesmo assim, o setor é um dos mais influentes na economia do país e cresce a cada ano em números impressionantes.    Contudo, as bases para esse desenvolvimento de sucesso estão com certeza na persistência dos donos de empresa e no conhecimento forte das leis e benefícios tributários em cada região.    Para um bom planejamento tributário para atacados conhecer a tributação dos é essencial. Dessa forma, é possível entender o que são os impostos do setor para poder trazer economia para o negócio.    Principais impostos dos atacadistas    PIS e COFINS  Em resumo, são impostos atrelados a seguridade social, ou seja, gastos relacionados à Previdência Social.    ICMS É um valor arrecadado para manutenção dos municípios e estados. Em outras palavras, é o imposto de arrecadação para cuidar de segurança e saúde de determinada região. CSLL  Possui a mesma lógica de contrubuição do PIS e COFINS, a diferença é que a contribuição varia de acordo com o regime de tributação do atacados.   IRPJ Esse imposto nacional e aplicado a todas as Pessoas Jurídicas do país. É de caracter obrigatório e visa promover o desenvolvimento das mais diversas áreas de bem-estar da populaçõ brasileira.    A importancia do planejamento tributário    Como dito acima, os atacados enfrentam diversas dificuldades para atuar no setor, e a tributação é com certeza uma delas. Contudo, existe uma maneira legal de reduzir esses impostos graças a um planejamento tributário.    Em suma, para realizar um planejamento tributário é muito simples: basta buscar consultoria de uma contabilidade especializada no seu setor. O contador especialista possui um conhecimento profundo na legislação tributária para analisar quais os benefícios fiscais disponíveis para o setor e como aplicar estratégias de elisão fiscal no atacado.    Por exemplo, a Gomide Contabilidade é uma contabilidade com mais de 50 anos de atuação no mercado atacadista distribuidor do DF. Nossos contadores são especialistas no benefício fiscal da Lei 5005/2012, que diminui os impostos de atacados da região.    Atualmente, atendemos 70% dos top 10 atacados da região, graças ao cuidado e comprometimento desses profissionais e diminuir a quantidade de impostos dessas grandes empresas.    Não fique de fora dessas estatísticas. Entre para o ranking de um dos melhores atacados do Distrito Federal também. Se quiser conhecer mais sobre nossas soluções, acesse o site e converse com um especialista agora mesmo!

Setor atacadista conquista importante vitória na CLDF

Setor atacadista conquista importante vitória na CLDF

O Governo do Distrito Federal tem buscado medidas para diminuir os impactos da pandemia de covid-19 no comércio brasiliense e Setor Atacadista. Mais recentemente, com a aprovação do Projeto de Lei nº 1.634/2020, alterando a Lei nº 5.005/2012, que instituiu as condições e os procedimentos de apuração do ICMS aos contribuintes industriais, atacadistas ou distribuidores, o setor de bebidas alcoólicas terá a alíquota de 15% mantida. Havia uma previsão de que o imposto no  Setor Atacadista seria majorado, a partir do primeiro dia do ano que vem em 2% (passando para 17%) e, no ano seguinte, de mais 2% (chegando a 19%), por força de lei aprovada em 2019. A matéria, encaminhado pelo Poder Executivo, recebeu votos favoráveis de 17 parlamentares, enquanto Leandro Grass (rede) e Jorge Vianna (Podemos) se abstiveram.   Na justificativa que acompanhou a proposta, oo de distribuição de bebidas alcoólicas, advindos da pandemia da Covid-19, numa tentativa de ajudar o restabelecimento do setor econômico e para evitar queda de arrecadação”. Sobre o aspecto orçamentário-financeiro, o governo explicou que já foram tomadas as providências para a inclusão da renúncia na Lei Orçamentária de 2021. Trata-se de uma importante decisão para o setor atacadista e de bebidas alcoólicas, acompanhada de perto pela Gomide Contabilidade. Na simulação abaixo, é possível constatar o impacto que as empresas teriam caso não houvesse a manutenção da alíquota:   2019 = carga tributária no atacado de 2,77% | 2020 = carga tributária no atacado de 5,77% | 2021 = carga tributária no atacado de 7,77% Por esta razão, é sempre importante ter um escritório de contabilidade confiável e atento às constantes mudanças de legislação. Afinal, certamente, você não quer que a sua empresa pague impostos além dos devidos, não é mesmo? Quer conhecer mais sobre os atendimentos, funções e serviços prestados por um escritório de contabilidade? Entre em contato com a Gomide Contabilidade!

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Eduarda Fernandes

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