Sua empresa está pronta para o fim da DIRF em 2026? O Informe vai mostrar

Fim da DIRF em 2026 exige adaptação fiscal. Entenda o impacto no Informe de Rendimentos e como empresas do DF devem agir agora.

A extinção da DIRF em 2026 não representa apenas uma mudança de obrigação acessória. Na prática, ela altera a lógica de controle da Receita Federal. Enquanto antes a consolidação acontecia em um único momento, agora o acompanhamento passa a ser contínuo. Por isso, embora muitas empresas ainda tratem esse tema como algo distante, o impacto já começou. Afinal, os dados que antes eram organizados no fechamento anual agora precisam estar corretos ao longo de toda a operação. Além disso, no Distrito Federal, onde muitas empresas operam com estruturas mais enxutas, essa mudança tende a gerar um efeito ainda mais sensível. Ou seja, o risco não está apenas na obrigação que deixa de existir, mas no modelo que entra no lugar. O que muda com o fim da DIRF em 2026? De forma objetiva, a DIRF deixa de existir como obrigação centralizadora. Em contrapartida, as informações passam a ser distribuídas entre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb. Isso significa que, ao invés de declarar uma vez por ano, a empresa passa a alimentar sistemas diferentes de forma recorrente. Consequentemente, o nível de controle aumenta, assim como a exposição a inconsistências. Segundo especialistas da área fiscal, esse novo modelo reduz a margem para ajustes tardios. Portanto, erros que antes poderiam ser corrigidos no fechamento anual passam a ser identificados no fluxo operacional. O Informe de Rendimentos vai acabar junto com a DIRF? Não. O Informe de Rendimentos continua obrigatório. No entanto, a forma como ele é construído muda completamente. Antes, muitas empresas utilizavam a DIRF como base de conferência. Agora, porém, o informe passa a depender diretamente da qualidade dos dados enviados ao longo do ano. Em outras palavras, o Informe deixa de ser um documento de fechamento e passa a ser um reflexo da operação. Por isso, qualquer inconsistência na origem tende a se refletir no resultado final. Na prática, isso significa que empresas que não revisarem seus processos podem gerar informes incorretos sem perceber. Como a Receita Federal vai controlar essas informações sem a DIRF? A Receita não perde controle. Pelo contrário, ela amplia sua capacidade de análise. Atualmente, os dados são capturados por diferentes obrigações. Em seguida, esses dados são cruzados automaticamente. Por fim, inconsistências são identificadas com base em padrões e divergências. Esse processo envolve principalmente: Como explicou um analista da área tributária, o modelo atual permite que a Receita identifique erros sem depender de declarações anuais. Dessa forma, o controle deixa de ser reativo e passa a ser preventivo. Onde as empresas mais erram nessa transição? Mesmo com a mudança sendo amplamente discutida, o padrão de erro tende a se repetir. Primeiro, muitas empresas continuam tratando obrigações de forma isolada. Depois, deixam de integrar informações entre setores. Como resultado, surgem divergências que não são percebidas no dia a dia. Esses erros aparecem, principalmente, em pontos como: Área Tipo de falha Folha retenções inconsistentes Fiscal divergência entre notas e tributos Financeiro pagamentos sem vínculo fiscal Obrigações envio incompleto ou fora de prazo Além disso, quando não há conferência contínua, pequenos erros se acumulam. Consequentemente, o problema deixa de ser pontual e passa a ser estrutural. O que empresas do Distrito Federal precisam observar? No DF, a realidade operacional exige atenção redobrada. Muitas empresas trabalham com equipes reduzidas. Por isso, a centralização de processos é comum. No entanto, com o novo modelo, essa prática pode aumentar o risco. Por outro lado, empresas que estruturam melhor seus processos conseguem transformar essa mudança em vantagem competitiva. Entre os pontos críticos, destacam-se: Um ponto importante que muitas vezes passa despercebido é que o erro não surge no envio. Ele surge no cruzamento. Como estruturar o Informe de Rendimentos nesse novo cenário? A lógica precisa mudar. Em vez de consolidar informações no final, a empresa precisa garantir que os dados estejam corretos desde a origem. Em seguida, esses dados devem ser validados continuamente. Só então o informe será confiável. Um fluxo mais adequado envolve: Origem dos dados → validação contínua → integração sistêmica → geração do informe Segundo profissionais da área, empresas que adotam esse modelo reduzem significativamente o risco de inconsistência. O fim da DIRF aumenta o risco fiscal? Depende da forma como a empresa reage. Se houver estrutura, o risco tende a diminuir. Por outro lado, se a gestão continuar reativa, o risco aumenta. Na prática, empresas que não acompanham sua operação fiscal ao longo do tempo acabam descobrindo problemas tarde demais. E, nesse novo cenário, não existe mais espaço para esse tipo de atraso. Esse é o ponto que, na experiência de quem acompanha essas transições, mais impacta o resultado. Como se preparar de forma prática para o fim da DIRF? A preparação não começa em 2026. Ela já deveria estar acontecendo. Primeiramente, é necessário revisar processos. Em seguida, validar a qualidade dos dados. Depois disso, integrar sistemas. Por fim, estruturar uma rotina de conferência contínua. Indicação de imagem: tabela comparativa entre modelo com DIRF e modelo atualAlt-text sugerido: “Comparação entre modelo DIRF e novo modelo fiscal contínuo” Empresas que ignoram essa sequência tendem a tratar o problema apenas quando ele já está evidente. O Informe continua, mas o erro muda de lugar O fim da DIRF não elimina a obrigação. Ele elimina a possibilidade de concentrar erros no final. Agora, o erro acontece ao longo do processo. E, justamente por isso, ele se torna mais difícil de identificar se não houver controle. Empresas que ainda operam no modelo antigo podem continuar cumprindo obrigações. No entanto, isso não garante que os dados estejam corretos. E esse é o ponto que mais gera problema. Checklist estratégico Sua empresa valida os dados antes do envio?Existe integração entre os sistemas utilizados?O Informe de Rendimentos depende de ajustes manuais?Há acompanhamento contínuo da situação fiscal? Se essas respostas não estão claras, o risco já está presente. Se você quer entender como o fim da DIRF impacta sua operação e como estruturar o Informe de Rendimentos com segurança, a Gomide Contabilidade pode analisar sua estrutura atual e identificar onde estão os riscos que ainda não apareceram.

e-BEF: nova obrigação fiscal sobre beneficiários finais exige organização societária em 2026

e-BEF passa a ser obrigatório para empresas com sócio PJ. Entenda quem precisa entregar e como se preparar no DF.

A criação do e-BEF muda um ponto que muitas empresas tratavam como secundário: a clareza sobre quem realmente controla o negócio. Até então, esse tipo de informação ficava restrito ao contrato social. Agora, porém, passa a ser parte ativa do ambiente fiscal. Além disso, a Receita Federal deixou evidente que a estrutura societária não será mais analisada de forma isolada. Pelo contrário, ela será cruzada com dados fiscais, financeiros e cadastrais. Por isso, empresas que nunca revisaram essa estrutura começam a perceber lacunas que antes passavam despercebidas. No Distrito Federal, onde muitas empresas operam com contratos, grupos societários e relações mais complexas, esse movimento tende a ser ainda mais relevante. O que é o e-BEF e por que ele foi criado? O e-BEF é o Formulário Digital de Beneficiários Finais criado pela Receita Federal para identificar quem, de fato, controla ou se beneficia de uma empresa. De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 2.290/2025, que alterou a IN nº 2.119/2022, essa exigência busca aumentar a transparência das estruturas empresariais. Além disso, ela se conecta com padrões internacionais de controle e rastreabilidade. Na prática, isso significa que não basta saber quem são os sócios formais. É necessário identificar quem está no final da cadeia societária. Quem precisa entregar o e-BEF? A obrigatoriedade recai, principalmente, sobre sociedades que possuem pessoa jurídica no Quadro de Sócios e Administradores. Ou seja, sempre que existe uma empresa dentro da estrutura societária, a análise se torna mais profunda. Nesse caso, é preciso identificar o beneficiário final dessa cadeia. Isso inclui situações como: empresas com holdinggrupos empresariais estruturadosparticipações indiretas entre empresas Além disso, mesmo empresas que cresceram ao longo do tempo podem se enquadrar, ainda que não tenham planejado essa estrutura. Qual é o prazo para entrega do e-BEF? O prazo geral é até 31 de dezembro de 2026. No entanto, existe um ponto importante. Sempre que ocorrer uma alteração societária relevante, a empresa terá até 30 dias para atualizar as informações. Portanto, o e-BEF não é uma obrigação pontual. Ele passa a acompanhar a dinâmica da empresa. O que acontece se o e-BEF não for entregue? Caso a empresa deixe de cumprir a obrigação, as consequências vão além da multa. Segundo a Receita Federal, pode ocorrer a suspensão do CNPJ. Como resultado, a empresa perde capacidade operacional. Isso impacta diretamente: movimentações bancáriasacesso a créditooperações financeirasrelacionamento com fornecedores Ou seja, o problema não é apenas fiscal. Ele se torna operacional. Comentário técnico: muitas empresas não percebem que o maior risco não é pagar multa, e sim perder capacidade de operar normalmente. Por que o e-BEF exige mais organização do que parece? À primeira vista, o e-BEF parece apenas um formulário. No entanto, a dificuldade real está na identificação correta do beneficiário final. Em estruturas simples, isso é direto. Por outro lado, em estruturas com múltiplos níveis, a análise exige mais atenção. Além disso, inconsistências entre cadastro, contrato social e declarações fiscais podem gerar divergências. E, quando isso acontece, o problema não aparece em um único ponto. Ele se espalha. Como preparar a empresa para o e-BEF? Antes de tudo, é necessário organizar a base. Primeiro, revisar o quadro societário atual. Em seguida, identificar claramente os beneficiários finais. Depois, padronizar os dados. Por fim, alinhar essas informações com o restante das obrigações fiscais. Sugestão de recurso visual: Diagrama com níveis societários até o beneficiário finalAlt-text: “estrutura societária com identificação de beneficiário final para e-BEF no Brasil” Esse tipo de visual ajuda a transformar um conceito abstrato em algo operacional. O e-BEF faz parte de uma mudança maior? Sim. E esse é um dos pontos mais relevantes. A Receita Federal vem ampliando o cruzamento de dados. Além disso, a tendência é reduzir espaços de inconsistência. Nesse contexto, o e-BEF funciona como uma peça dentro de um sistema maior. Portanto, não se trata apenas de cumprir uma obrigação. Trata-se de manter coerência entre todas as informações da empresa. Empresas do DF precisam se antecipar? Sim, principalmente porque o ambiente regional exige consistência documental constante. Empresas que atuam com contratos, licitações ou grandes clientes precisam manter regularidade. Além disso, estruturas com holdings são comuns na região. Por isso, antecipar a organização reduz risco futuro. Perguntas frequentes sobre o e-BEF Toda empresa precisa entregar?Não. A obrigatoriedade depende da presença de pessoa jurídica na estrutura societária. Preciso atualizar sempre?Sim, sempre que houver alteração relevante. É só um cadastro?Não. É uma exigência de coerência estrutural. Conclusão O e-BEF não é complexo. No entanto, ele exige organização. Empresas que possuem clareza sobre sua estrutura conseguem se adaptar com facilidade. Por outro lado, empresas que nunca revisaram essa base acabam encontrando inconsistências. Além disso, o cenário fiscal atual não permite desalinhamento entre dados. Por isso, antecipar a organização é sempre mais simples do que corrigir depois. Checklist estratégico Sua empresa possui sócio pessoa jurídica?Você sabe quem é o beneficiário final?Os dados estão alinhados entre contrato e fiscal?Existe controle sobre alterações societárias? Se alguma resposta não estiver clara, já existe um ponto de atenção. A Gomide Contabilidade atua em Brasília e no Distrito Federal apoiando empresas na organização societária e adequação ao e-BEF. Se você quer entender se sua empresa precisa entregar e como estruturar isso corretamente, solicite um diagnóstico técnico.

5 Dicas de como usar o dinheiro recuperado de créditos fiscais para impulsionar seu negócio

Recuperar créditos fiscais é como encontrar um tesouro escondido nas finanças da sua empresa. Esse recurso extra pode transformar o futuro do seu negócio, desde que seja utilizado estrategicamente. Se você não sabe por onde começar, confira estas 5 ideias práticas para aplicar o valor recuperado e garantir crescimento e sustentabilidade para sua empresa.  Vamos lá! 1. Invista em tecnologia e automação A automação é um dos pilares da eficiência empresarial moderna. Direcionar o dinheiro recuperado para ferramentas tecnológicas pode reduzir custos operacionais e minimizar erros. Considere investir em sistemas de gestão, como ERPs, plataformas de automação tributária ou soluções específicas para otimizar processos. Esses investimentos podem, por exemplo, melhorar a análise de dados financeiros, agilizar o fluxo de trabalho e aumentar a produtividade. A longo prazo, os benefícios superam em muito os custos iniciais. 2. Expanda sua equipe e capacite seu time O sucesso de qualquer negócio depende das pessoas por trás dele. Usar os créditos fiscais recuperados para contratar novos talentos ou capacitar sua equipe atual pode gerar um impacto direto nos resultados. Ofereça treinamentos, workshops ou certificações que alinhem o time às novas demandas do mercado. Uma equipe bem preparada e motivada é mais criativa, produtiva e capaz de impulsionar a inovação no dia a dia. 3. Reforce o marketing e expanda sua marca Atrair mais clientes é fundamental para o crescimento de qualquer empresa. Por isso, investir em marketing digital, campanhas pagas e estratégias de expansão é uma excelente aplicação para o dinheiro recuperado. Você pode apostar em anúncios no Google, redes sociais ou explorar novos mercados regionais e internacionais. O importante é criar uma presença forte e estratégica que gere mais visibilidade e conversões para o negócio. 4. Lance novos produtos ou serviços A inovação é a alma do crescimento. Use os créditos fiscais recuperados para desenvolver ou aperfeiçoar produtos e serviços que atendam às necessidades dos seus clientes. Isso não apenas diversifica suas fontes de receita, mas também fortalece a competitividade do negócio no mercado. Com os recursos extras, é possível investir em pesquisas de mercado, prototipagem ou melhorias que agreguem valor ao seu portfólio atual. 5. Crie uma reserva de emergência A instabilidade econômica pode pegar qualquer empresa desprevenida. Portanto, usar parte do dinheiro recuperado para montar ou reforçar uma reserva de emergência é uma decisão estratégica. Essa reserva garante que sua empresa esteja preparada para enfrentar imprevistos, como crises financeiras, quedas de receita ou oportunidades inesperadas que exijam investimento rápido. A segurança financeira é essencial para manter a operação tranquila em qualquer cenário. Conclusão: planejamento estratégico faz toda a diferença  A recuperação de créditos fiscais é uma oportunidade de ouro para alavancar o seu negócio. Ao aplicar esse recurso de maneira estratégica, você garante um retorno ainda maior e fortalece a posição da sua empresa no mercado. Na Gomide, estamos prontos para ajudar você a recuperar créditos fiscais e transformar esses valores em oportunidades de crescimento. Fale conosco e veja como podemos fazer a diferença no planejamento tributário da sua empresa!

Refis-DF 2020: Entenda o Programa

Refis-DF 2020: Entenda o Programa

O novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis-DF 2020) foi sancionado pelo governador Ibaneis Rocha nesta segunda-feira (9). Estímulo determinante para a retomada da atividade econômica do Distrito Federal em tempos de pandemia, a medida pode injetar até R$ 500 milhões nos cofres públicos, além de beneficiar mais de 344,4 mil pessoas físicas e jurídicas – 266 mil cidadãos e 78,4 mil empresas. Entenda mais sobre o Refis-DF 2020: O Refis tem como meta o incentivo a regularização de débitos tributários e não tributários de competência do DF. O prazo de adesão encerra em 16 de dezembro. Conte com a experiência da Gomide Contabilidade para fazer este processo.

O que é Recuperação de Créditos Tributários?

O que é Recuperação de Créditos Tributários?

A preocupação com questões fiscais tem crescido muito entre os empresários brasileiros ao longo dos últimos anos e, em decorrência disso, toda a área tributária, em si, tem experimentado uma verdadeira ascensão. O que poucas sabem é que elas podem ter direito a receber um dinheiro que não estavam esperando, se conseguirem a Recuperação de Créditos Tributários. Algumas empresas pagam tributos indevidos, podendo pedir a Recuperação de Crédito Tributário sendo uma das vantagens o prazo para conseguir o dinheiro de volta, que é de até 60 dias. O que é Recuperação de Crédito Tributário? Antigamente os contadores usavam uma tabela do Simples Nacional, conhecida como Redução Z, que são informações retiradas dos cupons fiscais da empresa para analisar o seu faturamento e calcular os seus tributos. O problema acontece quando alguns produtos, que já tinham sido tributados anteriormente, são bitributados e o pagamento de imposto sobre o mesmo produto é realizado duas vezes. Essa situação é muito comum de acontecer em empresas do regime tributário Simples Nacional, porque elas recebem somente uma alíquota para todos os seus tributos. Por isso, não era possível analisar separadamente o PIS e o COFINS, que são os monofásicos. Esses dois tributos devem ser pagos somente uma vez, no momento da compra com o fabricante, não precisando ser calculado novamente. Como resultado, esses produtos eram tributados duas vezes, uma pelo fabricante e outra pelo revendedor. Da mesma forma que acontece no Simples Nacional, esse problema também ocorre com empresas dos outros regimes tributários, do Lucro Presumido e do Lucro Real. Por isso a Recuperação de Crédito Tributário foi criada, tendo como principal objetivo a devolução do dinheiro gasto nessas bitributações para o empresário. Quais os segmentos que podem ter créditos a receber? Quase todos os tipos de empresas podem tentar recuperar seus créditos. Por outro lado, os únicos que não podem, por não terem tributação alta o suficiente para isso, são os Microempreendedores Individuais (MEI). Os solicitantes para a Recuperação de Crédito Tributário podem ser de qualquer regime tributário. Por outro lado, as empresas do Simples Nacional têm maiores chances de recuperar. Seus cálculos e informações são mais simples do que as dos outros dois regimes tributários. Vale ressaltar que cada setor tem as suas particularidades. Por isso, para algumas empresas, a possibilidade de conseguir a recuperação é maior do que para outras. A complexidade do setor em que a empresa tem sua atuação que irá definir se ela conseguirá ou não recuperar todos os seus créditos. As áreas que podem recuperar seu dinheiro com mais facilidade são as seguintes: Farmácias e Drogarias Cosméticos Autopeças Pet Shop Bares e Restaurantes Lojas de Conveniência Padarias Adegas   Como é o processo para a Recuperação dos Créditos Tributários? Para saber se a sua empresa foi bitributada e tem direito a receber esses créditos é preciso fazer uma análise fiscal arquivos XMLs dos últimos cinco anos, aqueles que apresentam a relação das notas emitidas neste período. Por se tratar de um processo administrativo, não é necessário o envolvimento de advogados. Porém, é essencial ter um bom profissional da área contábil realizando os cálculos, pois eles possuem o conhecimento técnico necessário para realizá-los. Esse profissional revisará todos os tributos pagos pela sua empresa nos últimos 60 meses. Durante essa revisão ele procurará todos os tributos que foram pagos indevidamente duas vezes. Depois disso, ele te passará o valor que pode ser restituído caso o processo continue e, depois da aprovação da empresa, a solicitação para a Recuperação dos Créditos Tributários será feita. Tudo isso será realizado diretamente no portal do Simples Nacional da sua empresa, sem passar nenhuma informação para outro banco de dados. Quanto tempo dura todo esse processo? O processo para a restituição desses tributos que foram pagos indevidamente dura entre 45 e 60 dias, desde a análise até o recebimento de todo o valor dos créditos. Porém, um primeiro diagnóstico, apenas para análise de potencial de recuperação, pode ser entregue em um prazo curto, de até 7 dias úteis. Isso desde que o profissional tenha os dados de acesso do Simples Nacional da sua empresa. Como o valor da restituição chega até a minha empresa? Posteriormente, a utilização desses créditos pode ser feita de duas maneiras: por depósito em dinheiro ou em créditos tributários para os meses seguintes. Caso a opção escolhida seja o depósito em dinheiro, ele será feito na conta bancária de pessoa jurídica da empresa. Esse pagamento não pode ser feito, de forma alguma, direcionado para a conta de pessoa física do dono ou de algum dos sócios. Os pagamentos indevidos foram feitos pela empresa, e não por seus sócios, por isso a proibição. Além disso, se a empresa optar por receber em créditos tributários, eles poderão ser compensados na Guia DAS do mês do recebimento. Vale ressaltar que o valor abatido será somente referente ao PIS e ao COFINS, por isso a contribuição não estará com o valor zerado. Quem pode fazer a minha análise? O profissional mais indicado para fazer essa análise é o contador ou um fiscal tributário. Por outro lado, se o escritório de contabilidade que cuida da sua empresa não fizer esse tipo de serviço, ele pode ser feito separadamente em outra contabilidade ou por algum profissional da área. Precisando de ajuda ou retirar dúvidas a respeito de Recuperação de Créditos Tributários? A Gomide Contabilidade pode te ajudar. Fale conosco! 

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Eduarda Fernandes

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