INSS Pró-Labore 2025: O que mudou com o novo salário mínimo?

INSS sobre pró-labore em 2025: o que mudou, como calcular e como se adaptar com segurança O ano de 2025 trouxe uma atualização relevante que afeta diretamente os empresários que recebem pró-labore. Isso porque o valor do salário mínimo aumentou de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00. Ainda que a alíquota de INSS tenha sido mantida em 11%, o valor a ser recolhido cresceu proporcionalmente. Como resultado, os sócios que exercem funções dentro da empresa devem contribuir com quantias mais elevadas. Essa mudança exige atenção redobrada, pois interfere diretamente nos encargos mensais das empresas. Além disso, é fundamental compreender os impactos desse aumento para evitar recolhimentos indevidos e garantir a regularidade fiscal. O que é pró-labore e qual sua importância? O pró-labore é a remuneração mensal destinada aos sócios que atuam na operação ou gestão do negócio. Diferente da distribuição de lucros, o pró-labore é obrigatório e sofre a incidência de tributos. De acordo com a Lei 6.404/76, o valor do pró-labore não pode ser inferior ao salário mínimo. Portanto, sempre que ocorre um reajuste no salário mínimo nacional, o valor dos tributos sobre o pró-labore também aumenta. Além disso, o pró-labore serve como base para benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença-maternidade. Logo, mantê-lo em conformidade com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma medida de proteção para o próprio sócio. Quais impostos incidem sobre o pró-labore? Ao pagar pró-labore, a empresa deve observar dois tributos principais: INSS (11%): aplicado sobre o valor total recebido pelo sócio; IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): calculado com base na tabela progressiva da Receita Federal. Esses tributos precisam ser recolhidos mensalmente. Caso contrário, a empresa pode sofrer penalidades fiscais e ter sua regularidade comprometida. Além disso, erros na apuração ou atrasos podem gerar multas e juros, elevando os custos operacionais. Como o regime tributário interfere no INSS do pró-labore? O tipo de regime tributário escolhido pela empresa influencia diretamente os encargos sobre o pró-labore. Veja como funciona: Simples Nacional Empresas fora do Anexo IV devem reter apenas os 11% de INSS dos sócios; Empresas no Anexo IV devem recolher, além dos 11%, os 20% de encargo patronal. Lucro Presumido A carga tributária é mais elevada; A empresa recolhe 20% de INSS sobre o valor bruto do pró-labore; Além disso, retém os 11% diretamente do sócio. Dessa forma, é essencial avaliar periodicamente se o regime tributário adotado ainda é o mais vantajoso para o seu modelo de negócio. Qual o teto do INSS em 2025? Para 2025, o teto do INSS foi fixado em R$ 8.157,40. Portanto, a contribuição máxima que um sócio pode recolher é de R$ 897,32. Contribuições acima desse valor não resultam em benefícios adicionais e representam desperdício financeiro. Assim, conhecer esse teto é uma forma de garantir eficiência na gestão tributária. Vale lembrar que a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é diferente da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), por isso é essencial contar com o suporte de um contador para evitar erros. Reajuste do pró-labore: comparação com anos anteriores Com base nas alterações do salário mínimo, veja como o valor do INSS foi impactado: 2023: salário mínimo de R$ 1.320,00 → contribuição de R$ 145,20; 2025: salário mínimo de R$ 1.518,00 → contribuição de R$ 166,98. Esse aumento pode parecer pequeno, mas quando aplicado sobre vários sócios ou em empresas com margens apertadas, impacta diretamente no fluxo de caixa. Exemplo prático de cálculo Considere um sócio que recebe pró-labore no valor do teto (R$ 8.157,40). Nesse caso, a contribuição será limitada a R$ 897,32. Mesmo que o valor recebido ultrapasse esse limite, não há aumento na contribuição. Como evitar erros no recolhimento do INSS sobre pró-labore? Manter a empresa em dia com o Fisco exige atenção a uma série de boas práticas. Para isso: Atualize o pró-labore sempre que houver reajuste no salário mínimo; Recolha os tributos dentro dos prazos legais para evitar multas; Utilize a tabela progressiva do IRRF vigente no ano; Consulte um contador regularmente para ajustes e simulações. Além disso, vale lembrar que a declaração do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) é diferente da IRPJ (Pessoa Jurídica), o que torna ainda mais importante o acompanhamento profissional. Por que contar com uma contabilidade especializada? A Gomide Contabilidade possui mais de 50 anos de experiência no atendimento a empresas de diversos portes e segmentos. Nosso time acompanha todas as atualizações legais, como o novo teto do INSS e reajustes do salário mínimo, para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade. Com nosso suporte, você garante: Recolhimentos corretos; Regularidade fiscal sem surpresas; Otimização tributária e estratégica. Quer melhorar sua gestão tributária em 2025? Entre em contato com a Gomide Contabilidade. Vamos ajudar sua empresa a economizar com segurança, organização e estratégia.
Fator R do Simples Nacional: O que é e como ele pode reduzir seus impostos?

O Fator R é um cálculo utilizado para determinar em qual anexo do regime tributário do Simples Nacional uma empresa se enquadra. Dependendo do resultado, atividades originalmente classificadas no Anexo V podem ser transferidas para o Anexo III, o que reduz a carga tributária e permite um pagamento menor de impostos. Se você quer entender como funciona esse cálculo e como ele pode beneficiar seu negócio, continue a leitura. O Que é o Fator R no Simples Nacional? O Fator R é uma fórmula utilizada para definir a faixa de tributação de empresas optantes pelo Simples Nacional. Ele surgiu após a extinção do Anexo VI e tem como base o valor da folha de pagamento e o faturamento bruto dos últimos 12 meses. O cálculo do Fator R pode impactar diretamente no valor dos tributos pagos pela empresa. Se o resultado for igual ou superior a 28%, o negócio pode ser tributado pelo Anexo III, onde as alíquotas são menores. Caso contrário, continua enquadrado no Anexo V, com impostos mais altos. Como Calcular o Fator R do Simples Nacional? Para calcular o Fator R, utilize a seguinte fórmula: Fator R = Folha de Pagamento dos Últimos 12 Meses / Receita Bruta dos Últimos 12 Meses Antes de aplicar o cálculo, é fundamental entender o que entra na folha de pagamento. De acordo com a Lei Complementar 123/2006, o valor deve incluir: Salários pagos a funcionários 13º salário Pró-labore dos sócios Encargos trabalhistas (INSS e FGTS) Já os valores pagos a título de aluguéis e distribuição de lucros não devem ser considerados. Exemplo Prático Imagine que sua empresa teve um faturamento bruto de R$ 500.000,00 nos últimos 12 meses e uma folha de pagamento totalizando R$ 150.000,00 no mesmo período. Aplicando a fórmula: Fator R = R$ 150.000,00 / R$ 500.000,00Fator R = 0,30 ou 30% Nesse caso, a empresa pode ser tributada pelo Anexo III, reduzindo a carga tributária. Se o resultado fosse inferior a 28%, a empresa continuaria no Anexo V, pagando alíquotas mais altas. O Que Você Deve Saber Antes de Calcular o Fator R? O Simples Nacional e Seus Anexos O Simples Nacional é um regime tributário voltado para MEIs, Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), permitindo o pagamento de impostos de forma simplificada. As atividades econômicas desse regime são divididas em cinco anexos, cada um com alíquotas progressivas: Anexo I: Comércio Anexo II: Indústria Anexo III: Prestação de serviços (com alíquotas mais baixas) Anexo IV: Prestação de serviços específicos (com exigência de contribuição previdenciária) Anexo V: Prestação de serviços (com alíquotas mais elevadas) Com a extinção do Anexo VI, algumas atividades foram transferidas para o Anexo V, mas podem se beneficiar do Fator R e serem tributadas pelo Anexo III. Como o Fator R Impacta a Tributação da Empresa? Anexo III – Alíquotas Menores Se o resultado do Fator R for igual ou superior a 28%, a empresa pode ser tributada pelo Anexo III, onde as alíquotas iniciam em 6% sobre o faturamento. Isso representa uma economia significativa em comparação com o Anexo V, cujas alíquotas começam em 15,50%. Anexo V – Alíquotas Maiores Se o Fator R for inferior a 28%, a empresa permanece no Anexo V, onde as alíquotas são mais elevadas, iniciando em 15,50% e podendo chegar a 30%, dependendo do faturamento. Exemplo Comparativo Imagine uma empresa que fatura R$ 300.000,00 por ano e tem uma folha de pagamento de R$ 100.000,00. Se o Fator R for igual ou superior a 28%, a tributação será pelo Anexo III, com uma alíquota inicial de 6%. Se o Fator R for menor que 28%, a tributação será pelo Anexo V, com uma alíquota inicial de 15,50%. Ou seja, a empresa pode pagar quase o triplo de impostos caso esteja no Anexo V. Empresas Novas e o Cálculo do Fator R Se a empresa tem menos de 12 meses de atividade, o cálculo do Fator R deve ser feito de forma proporcional, considerando apenas os meses de operação. A fórmula permanece a mesma, mas ao invés dos últimos 12 meses, utiliza-se os meses disponíveis desde a abertura. Quais Atividades Podem Se Beneficiar do Fator R? Diversas atividades podem utilizar o Fator R para reduzir sua carga tributária, especialmente na área de serviços. Alguns exemplos incluem: Saúde: Fisioterapia, odontologia, psicologia, fonoaudiologia, laboratórios clínicos Educação e Esportes: Academias, escolas de dança e esportes Engenharia e Arquitetura: Consultorias, projetos, medições e avaliações técnicas Tecnologia: Desenvolvimento de software, suporte técnico, serviços de TI Publicidade e Marketing: Jornalismo, design, criação de conteúdo Caso sua empresa atue em um desses segmentos, o Fator R pode representar uma economia significativa de impostos. Como Não Errar no Cálculo do Fator R? O cálculo do Fator R precisa ser feito mensalmente, pois tanto o faturamento quanto a folha de pagamento podem variar ao longo do tempo. Para garantir que sua empresa esteja sempre enquadrada na tributação mais vantajosa, o ideal é contar com um contador especializado. A Gomide Contabilidade pode auxiliar sua empresa na análise do Fator R, garantindo que você pague o mínimo de impostos possível dentro da legalidade. Precisa de Ajuda Para Pagar Menos Impostos? A Gomide Contabilidade oferece assessoria especializada para micro e pequenas empresas, ajudando no cálculo do Fator R e na otimização da carga tributária. Entre em contato e fale com nossos especialistas.
Passo a passo para abrir uma empresa

O processo de abertura de uma empresa envolve algumas etapas essenciais, como definir um plano de negócios, escolher o porte da empresa (MEI, ME ou EPP), selecionar a natureza jurídica, determinar a atividade principal (CNAE), optar pelo regime tributário adequado e realizar o pagamento das taxas obrigatórias. É importante lembrar que a abertura de um MEI segue um procedimento diferente da abertura de uma Microempresa (ME). Para entender melhor cada etapa, continue a leitura. Se deseja abrir sua empresa de forma rápida e simplificada, conte com a Gomide Contabilidade para obter seu CNPJ online sem custos. Passo a Passo para Abrir uma Empresa Confira as principais etapas para formalizar seu negócio: Elabore um plano de negócio Contrate um contador de confiança Escolha o tipo de empresa (MEI, ME ou EPP) Defina a natureza jurídica (EI, SLU ou LTDA) Escolha as atividades exercidas (CNAEs) Determine o regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) Agora que você conhece as etapas principais, veja em detalhes o que cada uma delas envolve. 1. Elabore um Plano de Negócio Antes de iniciar o processo de abertura da empresa, é fundamental elaborar um plano de negócios. Esse documento servirá como guia para estruturar a empresa e definir estratégias de crescimento. Pontos essenciais a serem analisados: Diferencial e missão do empreendimento Produtos ou serviços oferecidos Público-alvo Análise de mercado e concorrência Fornecedores Estratégias de marketing Estrutura operacional Planejamento financeiro Com um plano bem definido, será mais fácil tomar decisões estratégicas e garantir o sucesso da empresa. 2. Contrate um Contador de Confiança Após planejar seu negócio, o próximo passo é contratar um contador especializado na abertura de empresas. Esse profissional será responsável por auxiliar no registro da empresa e na obtenção das documentações necessárias, como: Inscrição Estadual ou Municipal, conforme a atividade da empresa Registro na Junta Comercial Contrato Social, que formaliza a empresa e define a participação dos sócios O contrato social é essencial para que a empresa possa operar legalmente, abrir contas bancárias e participar de licitações públicas. Com o suporte da Gomide Contabilidade, todo o processo pode ser realizado de forma segura e digital. 3. Escolha o Tipo de Empresa: MEI, ME ou EPP A escolha do porte da empresa deve ser feita com base no faturamento e no modelo de negócio. MEI – Microempreendedor Individual O MEI é uma opção simplificada, voltada para autônomos que desejam regularizar sua atividade empresarial. Ele permite faturamento anual de até R$ 81.000,00, não exige contador e permite a contratação de apenas um funcionário. Porém, há restrições: atividades intelectuais, como médicos, advogados e consultores, não podem se registrar como MEI. ME – Microempresa Empresas com faturamento de até R$ 360.000,00 por ano podem ser classificadas como Microempresa (ME). Essa opção permite ter um ou mais sócios, emitir notas fiscais sem limite e optar pelo Simples Nacional, um regime tributário que unifica impostos e reduz a burocracia. EPP – Empresa de Pequeno Porte A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é voltada para negócios com faturamento entre R$ 360.000,01 e R$ 4,8 milhões anuais. Assim como a ME, pode optar pelo Simples Nacional, dependendo da atividade exercida. Se precisar de apoio na escolha do porte ideal para seu negócio, a Gomide Contabilidade está à disposição para auxiliar. 4. Defina a Natureza Jurídica da Empresa A natureza jurídica define como a empresa será constituída e quem são seus responsáveis legais. As principais opções são: EI – Empresário Individual: O empresário é o único titular e não pode ter sócios. No entanto, seu patrimônio pessoal pode ser comprometido em caso de dívidas. SLU – Sociedade Limitada Unipessoal: Permite a abertura de uma empresa sem sócios, garantindo separação entre o patrimônio pessoal e empresarial. LTDA – Sociedade Limitada: Formada por dois ou mais sócios, com divisão do capital social e responsabilidades conforme definido no contrato social. A escolha depende das necessidades do negócio e do nível de proteção patrimonial desejado. 5. Escolha as Atividades Exercidas (CNAEs) A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) define quais serviços ou produtos sua empresa pode oferecer. Cada empresa pode ter um CNAE principal e outras atividades secundárias. O contador auxiliará na definição dos códigos adequados, garantindo que todas as atividades estejam devidamente registradas e que a empresa pague apenas os impostos necessários. 6. Defina o Regime Tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real A escolha do regime tributário impacta diretamente no valor dos impostos pagos pela empresa. Os principais regimes são: Simples Nacional: Unifica impostos em uma única guia mensal e tem alíquotas reduzidas para micro e pequenas empresas. Lucro Presumido: Indicado para empresas que faturam até R$ 78 milhões/ano e que possuem margens de lucro mais elevadas. Lucro Real: Exige apuração detalhada dos lucros e despesas da empresa, sendo obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões/ano ou em setores específicos. A escolha do regime ideal depende da atividade da empresa e do planejamento financeiro. Um contador pode ajudar a definir a melhor opção para reduzir a carga tributária. Quanto Custa para Abrir uma Empresa? O custo de abertura de uma empresa varia conforme a cidade e o estado. As taxas da Junta Comercial e da Prefeitura podem variar entre R$ 400,00 e R$ 1.500,00, dependendo do local. Além disso, é necessário considerar custos com assessoria contábil e possíveis exigências adicionais, como alvarás e licenças. Na Gomide Contabilidade, a abertura da empresa é feita sem custos – você paga apenas as taxas governamentais obrigatórias. Pronto para Abrir sua Empresa? Agora que você já sabe como abrir uma empresa, o próximo passo é colocar seu plano em ação. A Gomide Contabilidade oferece suporte completo para abertura de CNPJ, assessoria contábil e escolha do melhor regime tributário. Entre em contato e fale com nossos especialistas.
Como abrir uma empresa em 2025: passo a passo completo

Abrir uma empresa em 2025 pode ser mais simples do que parece, desde que você siga os passos corretos e conte com o suporte de profissionais especializados. Veja o caminho para formalizar seu negócio com segurança. 1. Defina a natureza do seu negócio O primeiro passo para quem deseja saber como abrir uma empresa em 2025 é escolher o tipo de atividade e o porte da empresa. As opções mais comuns são: – MEI (Microempreendedor Individual): Ideal para pequenos negócios com faturamento anual de até R$ 81 mil e poucas obrigações fiscais. A abertura é feita exclusivamente online pelo Portal do Empreendedor. – LTDA (Sociedade Limitada): Indicado para empresas com mais de um sócio, com divisão de cotas e responsabilidades limitadas ao capital social. O registro é feito na Junta Comercial do estado e o CNPJ obtido no site da Receita Federal. – EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada): Para empresários individuais que desejam limitar seu patrimônio pessoal, exigindo um capital social mínimo. O registro também ocorre na Junta Comercial, com inscrição do CNPJ pelo portal da Receita Federal. Essa definição influencia diretamente na tributação e nas obrigações fiscais. 2. Escolha o regime tributário Selecionar o regime tributário adequado é essencial para evitar pagamento excessivo de impostos. As opções mais comuns são: – Simples Nacional: Regime simplificado para empresas de pequeno porte, com alíquotas reduzidas e unificação de tributos. – Lucro Presumido: Indicado para empresas com faturamento até R$ 78 milhões anuais, com tributação baseada em uma margem de lucro predefinida. – Lucro Real: Para empresas de grande porte ou com margens de lucro variáveis, calculando o imposto sobre o lucro real da empresa. Um contador pode ajudar a tomar essa decisão de forma estratégica. 3. Registro da Empresa e CNPJ O processo de formalização varia conforme o tipo de empresa escolhido: – MEI: Todo o registro é feito online pelo Portal do Empreendedor, de forma simplificada. – LTDA e EIRELI: É necessário registrar o contrato social na Junta Comercial do estado e realizar a inscrição no CNPJ pelo portal da Receita Federal. Esse processo geralmente leva de 3 a 10 dias úteis, dependendo do estado e da complexidade da documentação. 4. Alvarás e Licenças Dependendo da atividade, você precisará de alvarás e licenças específicas, como: – Licença Sanitária: Para empresas do ramo alimentício ou de saúde. – Licença Ambiental: Para atividades que impactam o meio ambiente. – Alvará de Funcionamento: Obrigatório para qualquer empresa operar legalmente. Os custos para obtenção de alvarás e licenças variam de acordo com o município e a atividade da empresa. Um acompanhamento especializado garante que tudo esteja regularizado. 5. Contrate uma contabilidade especializada Para tornar o processo menos burocrático e evitar erros, contar com o suporte de uma contabilidade experiente é fundamental. A Gomide Contabilidade oferece suporte completo para quem quer saber como abrir uma empresa do zero, cuidando de cada etapa do processo. 👉 Quer abrir sua empresa de forma rápida e segura? Entre em contato com a Gomide Contabilidade e comece seu negócio com o pé direito em 2025! Meta Description: Saiba como abrir uma empresa em 2025 de forma simples e segura. Confira o passo a passo.
5 Dicas de como usar o dinheiro recuperado de créditos fiscais para impulsionar seu negócio
Recuperar créditos fiscais é como encontrar um tesouro escondido nas finanças da sua empresa. Esse recurso extra pode transformar o futuro do seu negócio, desde que seja utilizado estrategicamente. Se você não sabe por onde começar, confira estas 5 ideias práticas para aplicar o valor recuperado e garantir crescimento e sustentabilidade para sua empresa. Vamos lá! 1. Invista em tecnologia e automação A automação é um dos pilares da eficiência empresarial moderna. Direcionar o dinheiro recuperado para ferramentas tecnológicas pode reduzir custos operacionais e minimizar erros. Considere investir em sistemas de gestão, como ERPs, plataformas de automação tributária ou soluções específicas para otimizar processos. Esses investimentos podem, por exemplo, melhorar a análise de dados financeiros, agilizar o fluxo de trabalho e aumentar a produtividade. A longo prazo, os benefícios superam em muito os custos iniciais. 2. Expanda sua equipe e capacite seu time O sucesso de qualquer negócio depende das pessoas por trás dele. Usar os créditos fiscais recuperados para contratar novos talentos ou capacitar sua equipe atual pode gerar um impacto direto nos resultados. Ofereça treinamentos, workshops ou certificações que alinhem o time às novas demandas do mercado. Uma equipe bem preparada e motivada é mais criativa, produtiva e capaz de impulsionar a inovação no dia a dia. 3. Reforce o marketing e expanda sua marca Atrair mais clientes é fundamental para o crescimento de qualquer empresa. Por isso, investir em marketing digital, campanhas pagas e estratégias de expansão é uma excelente aplicação para o dinheiro recuperado. Você pode apostar em anúncios no Google, redes sociais ou explorar novos mercados regionais e internacionais. O importante é criar uma presença forte e estratégica que gere mais visibilidade e conversões para o negócio. 4. Lance novos produtos ou serviços A inovação é a alma do crescimento. Use os créditos fiscais recuperados para desenvolver ou aperfeiçoar produtos e serviços que atendam às necessidades dos seus clientes. Isso não apenas diversifica suas fontes de receita, mas também fortalece a competitividade do negócio no mercado. Com os recursos extras, é possível investir em pesquisas de mercado, prototipagem ou melhorias que agreguem valor ao seu portfólio atual. 5. Crie uma reserva de emergência A instabilidade econômica pode pegar qualquer empresa desprevenida. Portanto, usar parte do dinheiro recuperado para montar ou reforçar uma reserva de emergência é uma decisão estratégica. Essa reserva garante que sua empresa esteja preparada para enfrentar imprevistos, como crises financeiras, quedas de receita ou oportunidades inesperadas que exijam investimento rápido. A segurança financeira é essencial para manter a operação tranquila em qualquer cenário. Conclusão: planejamento estratégico faz toda a diferença A recuperação de créditos fiscais é uma oportunidade de ouro para alavancar o seu negócio. Ao aplicar esse recurso de maneira estratégica, você garante um retorno ainda maior e fortalece a posição da sua empresa no mercado. Na Gomide, estamos prontos para ajudar você a recuperar créditos fiscais e transformar esses valores em oportunidades de crescimento. Fale conosco e veja como podemos fazer a diferença no planejamento tributário da sua empresa!
Independência financeira para sua empresa: um guia prático para pequenos negócios

Introdução: A independência financeira é um objetivo almejado por muitas empresas, especialmente pequenas e médias, que desejam alcançar estabilidade e crescer de maneira sustentável. Mas o que significa, de fato, ter independência financeira no contexto empresarial? Em resumo, trata-se da capacidade de operar, investir e expandir sem depender excessivamente de empréstimos ou capital de terceiros. Neste artigo, vamos explorar como sua empresa pode alcançar a independência financeira e quais passos você pode adotar para garantir um futuro sólido e próspero. 1. Compreender a Situação Financeira Atual da sua Empresa O primeiro passo rumo à independência financeira é entender claramente a situação financeira atual do seu negócio. Isso inclui uma análise minuciosa do fluxo de caixa, avaliação de ativos e passivos, e a identificação de fontes de receita e despesas. Ter uma contabilidade organizada e bem gerida é fundamental para ter uma visão realista do seu cenário financeiro. A partir desse diagnóstico, você poderá traçar estratégias mais eficazes para melhorar sua saúde financeira. 2. Controle de Custos: Um Pilar Fundamental Para alcançar a independência financeira, é essencial manter um controle rigoroso dos custos operacionais. Avalie regularmente todas as despesas, desde o aluguel e os salários até os pequenos custos administrativos. Identifique áreas onde seja possível reduzir gastos sem comprometer a qualidade do seu produto ou serviço. Além disso, renegocie contratos com fornecedores, busque alternativas mais econômicas e elimine despesas desnecessárias. 3. Diversificação de Receitas: Não Dependa de Uma Única Fonte Empresas financeiramente independentes geralmente possuem múltiplas fontes de receita. A dependência de um único cliente ou tipo de serviço pode ser arriscada, pois qualquer variação pode impactar severamente o caixa da empresa. Explore novas oportunidades de mercado, diversifique sua base de clientes e desenvolva produtos ou serviços complementares. 4. Criação de uma Reserva de Emergência Empresarial Assim como é recomendado para indivíduos, empresas também devem criar uma reserva de emergência. Essa reserva é essencial para lidar com crises inesperadas, como quedas de vendas, emergências operacionais ou imprevistos econômicos. 5. Investimentos Estratégicos e Planejamento de Longo Prazo Alcançar a independência financeira envolve investir de forma inteligente e planejada. Faça um plano de investimentos que contemple as necessidades de curto, médio e longo prazo do seu negócio. 6. Redução de Dívidas: Um Passo Rumo à Liberdade Ter dívidas pode ser um obstáculo significativo para a independência financeira. Portanto, é importante criar um plano de ação para reduzir gradualmente as dívidas existentes. 7. Contabilidade Eficiente: O Aliado Indispensável Manter uma contabilidade eficiente e bem organizada é essencial para alcançar a independência financeira. Um contador experiente pode ajudar a identificar oportunidades de economia, otimizar a gestão de impostos, e fornecer relatórios financeiros detalhados para uma tomada de decisão mais assertiva. Conclusão: Alcançar a independência financeira é um processo contínuo que exige disciplina, planejamento e tomada de decisões estratégicas. Ao implementar as práticas mencionadas acima, sua empresa estará no caminho certo para garantir sua sustentabilidade e crescimento a longo prazo. A Gomide Contabilidade está pronta para ajudar sua empresa a trilhar essa jornada com segurança e eficiência, oferecendo soluções contábeis personalizadas para cada etapa do seu negócio.
O que significa assessoria tributária e quais as vantagens desse serviço

Entre as diversas complexidades de empreender no Brasil, com certeza a densidade com impostos e tributação está no topo da lista. Nosso país tem uma das cargas tributárias mais complicadas do mundo. Atualmente, mesmo com a reforma tributária em andamento, essa dificuldade está longe de ser reduzida. Para apoiar o empreendedor a diminuir esses obstáculos de forma legal, uma equipe especializada de assessoria tributária pode ser a chave para resolução e economia de impostos. A seguir, iremos destrinchar tudo sobre essa solução e como contratar uma assessoria tributária pode trazer benefícios permanentes à sua empresa. Continue a leitura! O que é uma Assessoria Tributária: Primeiramente, vamos entender o que significa esse conceito. Assessoria tributária, nada mais, nada menos, do que a consultoria personalizada de especialistas em tributação para apoiar o empreendedor na tomada de decisão. Geralmente, esse serviço é contratado em momentos cruciais para a empresa, como na decisão sobre um novo formato de regime tributário, ou para entender como reduzir custos com tributação. Além disso, a assessoria tributária serve para garantir que uma empresa esteja em conformidade com todas as obrigações fiscais. Isso inclui desde o correto cálculo e pagamento de impostos até a interpretação das normas tributárias em constante mudança Qual a diferença da assessoria para contabilidade tradicional Em suma, por mais que o serviço de apoio e assessoria na tomada de decisões pareça óbvio, nem toda contabilidade trabalha dessa forma. A assessoria, em alguns casos, é um serviço a parte que agrega valor personalizado às empresas. Por isso, a principal diferença entre esses modelos é justamente uma entrega maior, adaptada ao cliente, às suas necessidades e também ao seu modelo de atuação. Por exemplo, uma empresa atacadista que está em busca de mais lucro pode buscar o apoio de uma empresa de assessoria tributária da sua região para apoiá-la na redução de impostos de acordo com sua categoria. Entre as vantagens desse serviço você encontra: Economia de impostos, graças a busca por redução de custos operacionais e com planejamento estratégico para modelos mais econômicos de atuação; Garantia de conformidade tributária, com uma análise minuciosa da regulamentação de empresa, além de fiscalização de documentos a serem entregues; Evolução estratégica, que direciona a empresa aos melhores caminhos para crescimento, além de planos específicos para alcance dos objetivos do negócio; Atualização constante da legislação tributária, garantindo que a empresa esteja sempre dentro dos conformes e não perca nenhuma mudança. Como saber se você deve investir em assessoria tributária? Por fim, em caso de dúvida, o mais importante é entender quais os objetivos principais da empresa a curto, médio e longo prazo. Dentro desses objetivos, é importante analisar qual tipo de apoio você precisa: para reduzir impostos? Para aumentar os lucros? Se manter atualizado e regular? Contar com apoio especializado? Contratar um serviço de assessoria tributária é um investimento que traz segurança, economia e otimização das operações empresariais. Em um ambiente fiscal complexo e desafiador como o brasileiro, contar com especialistas ao lado da sua empresa é fundamental para garantir que todas as obrigações sejam cumpridas de forma eficiente, minimizando riscos e maximizando resultados.
5 análises que vão te ajudar na tomada de decisões na sua empresa

Seja você empresário experiente ou iniciante, do começo ao fim sua jornada com o próprio negócio foi fundamental na tomada de decisões. Isso porque tomar decisões informadas é um dos pilares de uma gestão empresarial bem-sucedida. Contudo, sejam elas grandes ou pequenas, as decisões influenciam o futuro da empresa de forma positiva ou negativa, portanto, é preciso ser cauteloso ao fazer uma escolha. Para ajudar na redução de riscos na tomada de decisões, as análises que vão te ajudar são ferramentas indispensáveis e sobre elas que iremos falar a seguir. Iremos te indicar cinco análises que podem transformar a forma como você conduz seu negócio e como uma contabilidade especializada pode ser sua aliada na interpretação desses dados. Acompanhe! 1. Análise de fluxo de caixa É quase impossível gerir uma empresa sem dar a devida atenção ao fluxo de caixa. Basicamente, essa análise monitora todas as entradas e saídas de dinheiro ao longo de um período. Dessa forma, você consegue visualizar claramente se a empresa está gerando dinheiro suficiente para cobrir suas despesas e investimentos, ou se tem déficit financeiro em alguma área. Nesses casos, o ideal é que seu fluxo de caixa esteja sempre positivo, mas que também te indique momentos de baixa liquidez para evitar prejuízos que colocam o negócio em risco. 2. Análise de rentabilidade Em segundo lugar, temos a análise de rentabilidade, que basicamente foca em entender se as operações da empresa estão gerando lucro. Essa análise envolve a avaliação das margens de lucro e do retorno sobre o investimento (ROI). Entender o seu lucro permite ajustar preços, cortar custos e aumentar a eficiência operacional. Além disso, é fundamental entender onde a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro, mas também como aumentar sua margem de lucro e rentabilidade em determinado período de forma estratégica. 3. Análise de endividamento Quando se fala em endividamento, é natural que exista um receio sobre o que isso significa para o futuro da empresa. Contudo, entender o nível de dívidas é outro ponto crucial que deve ser monitorado regularmente. A análise da relação entre dívidas e capital próprio ajuda a determinar se a empresa está tomando decisões financeiras saudáveis ou se está sobrecarregada de dívidas. Nesses casos, é interessante calcular indicadores como a Dívida Líquida/EBITDA, que é amplamente utilizada para medir a capacidade de uma empresa de pagar suas dívidas, e assim identificar momentos ideais para renegociar condições ou reduzir passivos. 4. Análise de liquidez Já ouviu falar de liquidez? A liquidez de uma empresa reflete sua capacidade de pagar suas obrigações de curto prazo. Os indicadores de liquidez, tipo o Índice de Liquidez Corrente, são essenciais para assegurar que a empresa tenha recursos suficientes para cobrir dívidas imediatas. Percebe que essa análise se conecta com a que falamos anteriormente no terceiro tópico? Em alguns casos, vale incluir as duas análises em uma só. Um time especializado garante que esses índices sejam monitorados constantemente, o que ajuda a diminuir as crises que poderiam comprometer a operação do negócio. 5. Análise de ponto de equilíbrio O segredo para uma boa gestão de empresas está aqui, no ponto de equilíbrio. O ponto de equilíbrio é o momento em que a receita da empresa iguala suas despesas, sem lucro nem prejuízo. Conhecer o ponto de equilíbrio é fundamental para traçar metas de vendas e estabelecer margens de segurança para a operação. Em qualquer empresa, é fundamental o impacto de variações nas vendas e custos, e é justamente o ponto de equilíbrio que traz essa visão. Na maioria dos casos, essas análises que foram listadas podem ser feitas em compilados. Entretanto, na maioria delas, conte com apoio especializado para fundamentar e reduzir os riscos em qualquer escolha que fizer. As análises financeiras fornecem uma visão clara sobre a saúde financeira de um negócio, mas sua interpretação exige conhecimento especializado. É aqui que entra o papel fundamental da contabilidade. Um time contábil bem preparado oferece mais do que números; eles traduzem dados financeiros complexos em informações acessíveis e acionáveis. Essas cinco análises financeiras são apenas o começo. A Gomide Contabilidade combina a tecnologia de ponta para ajudar na gestão das suas obrigações, enquanto dedica atenção para o crescimento saudável do seu negócio. Clique aqui e fale com um dos nossos especialistas para obter análises valiosas para seu negócio.
3 indicadores fundamentais da gestão financeira nos negócios

A gestão financeira é o coração de qualquer negócio. O desenvolvimento e segurança das bases de uma empresa estão diretamente ligado a essa área, que envolve o planejamento e o controle dos recursos financeiros da organização. A partir desse modelo de gestão, é possível garantir a capacidade de crescer e enfrentar desafios econômicos e por isso é podemos afirmar que gestão financeira um dos pilares mais fundamentais no controle das operações de um negócio. Por outro lado, entre os diversos indicadores que compõem a gestão financeira, três se destacam por sua importância em fornecer uma visão clara da saúde e do desempenho financeiro de um negócio e sobre eles que falaremos a seguir. Acompanhe! 1. Fluxo de caixa Se você busca compreender minimamente sobre os pilares da gestão financeira, provavelmente vai esbarrar com o conceito de fluxo de caixa. Essa ferramenta é como o termômetro das finanças de uma empresa. Em suma, ele mede a quantidade de dinheiro que entra e sai do negócio em um determinado período, oferecendo uma visão clara da liquidez da empresa. O indicador é fundamental pra garantir que a empresa possa pagar suas contas em dia, investir em novos projetos e manter operações sem precisar recorrer a empréstimos ou outras formas de financiamento. Além disso, é o fluxo de caixa positivo indica que a empresa está gerando mais dinheiro do que está gastando, o que é um sinal de boa saúde financeira. Por outro lado, um fluxo de caixa negativo pode ser um alerta para problemas futuros, exigindo ajustes na gestão financeira para evitar que a empresa entre em colapso. Entenda melhor o fluxo de caixa aqui 2. Margem de lucro A margem de lucro é outro indicador fundamental que ajuda a medir a eficiência da empresa em transformar receitas em lucro. Ela é calculada dividindo o lucro líquido pela receita total e é expressa em forma de porcentagem. Esse indicador mostra quanto a empresa está ganhando em relação ao que está vendendo. Por exemplo, uma margem de lucro de 20% significa que, para cada R$ 100 em vendas, a empresa está ganhando R$ 20 em lucro. Empresas com margens de lucro mais altas são geralmente mais saudáveis financeiramente, pois estão conseguindo manter os custos sob controle enquanto geram lucro. Nesses casos, entender alguns conceitos financeiros pode impulsionar a análise de margem de lucro, como por exemplo, a diferença entre lucro e faturamento 3. Retorno sobre o Investimento (ROI) Por fim, mas não menos importante, o Retorno sobre o Investimento (ROI) é um dos indicadores mais utilizados na avaliação da eficiência de investimentos. No fim, é ele que mede a rentabilidade de um investimento específico, calculando o ganho ou perda gerado em relação ao valor investido. O ROI é essencial para ajudar gestores a decidir onde alocar recursos de forma mais eficiente. Pra empresas de capital aberto, ou seja, aquelas investidas na Bolsa de Valores, esse é um dos indicadores mais importantes pra apoiar o investidor na tomada de decisões, mas também deve ser fator muito relevante para as empresas de uma forma geral monitorarem. Por exemplo, se uma empresa investe R$ 10.000 em uma nova campanha de marketing e gera R$ 15.000 em receitas adicionais, o ROI seria de 50%. Esse tipo de análise permite que a empresa identifique quais investimentos estão gerando o maior retorno e onde é possível cortar ou ajustar gastos. Conclusão No fim, esses três indicadores são pilares fundamentais para qualquer empresa que deseja manter uma gestão financeira que faz a diferença nas empresas. São eles que oferecem uma visão detalhada da saúde financeira do negócio, ajudando gestores a tomar decisões informadas que impactam diretamente no crescimento e na sustentabilidade da empresa. No entanto, entender esses indicadores é apenas o começo; o verdadeiro desafio está em aplicar esses diagnósticos para otimizar as operações do dia-a-dia da empresa. A Gomide Contabilidade há mais de 50 anos trabalha para apoiar a gestão financeira de empresas. Para saber mais, acesse o site!
4 segredos para o crescimento saudável das empresas

Crescer é o sonho da maioria dos empreendedores. Que sua empresa seja bem sucedida, que o lucro seja sempre maior, que os colaboradores estejam felizes e satisfeitos etc. Mesmo assim, almejando o crescimento, as empresas também precisam se preocupar com o crescimento saudável, que pode ser a chave para constância e previsibilidade na permanência da empresa a longo prazo. Mas, afinal, o que é um crescimento saudável? A seguir, vamos explorar esse tema e relatar os quatro segredos do crescimento saudável. 1. Planejamento Estratégico Pode parecer um pouco clichê, mas planejamento e organização são pilares fundamentais do desenvolvimento dos negócios. Por isso, muitos consideram que o primeiro segredo para o crescimento saudável de qualquer empresa é um planejamento estratégico sólido. Define seus objetivos claros, possua metas alcançáveis e um bom plano de ação detalhado para atingir esses objetivos. Além disso, considere ampliar seu olhar para observar o mercado e seus concorrentes, a fim de analisar o ambiente interno ou externo dos negócios. Isso vai te ajudar na tomada de grandes ou pequenas decisões, removendo o fator imprevisibilidade da equação. Uma outra dica é ter disciplina em seguir e revisar regularmente esse plano. Ajustar estratégias conforme necessário, com base em resultados e feedback, garante que a empresa esteja sempre caminhando na direção certa. 2. Foco no cliente Um dos pilares mais importantes de um negócio são os clientes. Por isso, empresas que crescem de forma saudável têm um forte foco no cliente, dedicando tempo e recursos para entender suas necessidades, desejos e expectativas. Responda rapidamente qual a dor do seu público e como seu negócio traz a solução. Seja empático, escute e aprenda com os maiores responsáveis pelo seu crescimento. Inclusive, a satisfação do cliente não só traz fidelização, mas também transforma clientes satisfeitos em promotores da marca, por isso é mais viável manter a preocupação de fidelizar seu público. Investir em atendimento de qualidade, programas de fidelização e ações que surpreendam positivamente seus clientes são práticas que fazem a diferença. 3. Gestão financeira eficiente Existe um ponto muito específico de falha de grandes e pequenas empresas: a falta de gestão financeira adequada. O controle da área financeira é um pilar fundamental de todo negócio, porque ele sustenta a empresa ao longo do tempo. Por isso, tenha um controle rigoroso do fluxo de caixa, mantenha análise de custos e receitas, e planejamento orçamentário. Esteja sempre monitorando as finanças, conte com seus parceiros e evite desorganização de caixa. Com o avanço da tecnologia, planilhas, apps e softwares podem reduzir os erros e aumentar o diagnóstico financeiro dos negócios. Além disso, para uma gestão que não é nada simples, você pode contar com apoio de profissionais que fazem a diferença, como a sua contabilidade, por exemplo. 4. Inovação constante Já que estamos falando de tecnologia e evolução, podemos afirmar que empresas que se destacam no mercado são aquelas que não têm medo de inovar. Seja através da tecnologia ou da implementação de soluções que transformam a rotina da empresa, a inovação deve ser parte da cultura organizacional. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos às mudanças, explorar a criatividade e ousar na medida do possível para fazer a diferença em toda cadeira organizacional. Promover um ambiente que incentive a criatividade e a experimentação pode surpreender a empresa no que se diz ao crescimento estável, porque manter-se atualizado com as tendências do mercado e estar aberto a mudanças são atitudes que contribuem para o crescimento contínuo. E o que é um crescimento saudável afinal? Crescer de forma saudável significa não se sabotar com a própria evolução. Às vezes, as empresas começam a vender muito, bater recordes de faturamento, ganham popularidade, mas o investimento na empresa não acompanha essa evolução. Muitas vezes, vemos um quadro de profissionais pequeno para esse tamanho todo ou até mesmo uma estrutura menor do que deveria ser. Além disso, sem uma gestão financeira eficiente, o faturamento pode estar revertendo em prejuízo, mesmo sendo alto. Seguindo as quatro dicas que demos aqui é bem provável que você reduza os riscos dessa prática, mas para garantir ainda mais que você esteja no caminho certo para alavancar seu negócio, conte com apoio de uma contabilidade especializada. Acesse o site da Gomide Contabilidade e converse com um dos nossos especialistas agora mesmo!