Calendário de Vencimentos Fiscais e Tributários – Outubro/2025

Descubra os principais prazos fiscais e obrigações de outubro/2025 para empresas do DF. Checklist prático e visão estratégica.

Brasília – Distrito Federal | Atualizado para empresas do Centro-Oeste Por que este calendário é mais do que uma agenda fiscal? Outubro costuma ser um mês silencioso nos negócios, mas estratégico para evitar acúmulos em novembro e dezembro. Empresas que monitoram seus vencimentos com precisão em outubro ganham margem para manobras contábeis, correções de rota e projeções tributárias antes do fechamento fiscal do ano. Um descuido aqui pode comprometer o caixa lá na frente. Segundo especialistas da Gomide Contabilidade, o ideal não é apenas “lembrar dos prazos”, mas compreender o peso de cada obrigação e usá-la como ponto de controle. Quais os principais tributos e obrigações com vencimento em outubro de 2025? Data Tributo/Obrigação Competência Tipo 09/10 ICMS ST Empresa Substituta SET/2025 Estadual 15/10 DIFAL SET/2025 Estadual 20/10 DAS MEI SET/2025 Federal 20/10 DAS SIMPLES SET/2025 Federal 20/10 ICMS DF SET/2025 Estadual 20/10 ICMS GO SET/2025 Estadual 20/10 ISS Brasília SET/2025 Municipal 20/10 ISS Uniprofissional SET/2025 Municipal 24/10 COFINS / PIS SET/2025 Federal 24/10 IPI SET/2025 Federal 31/10 IRPJ / CSLL SET/2025 Federal Quais os impactos de perder um vencimento fiscal em outubro? Embora outubro não traga obrigações extraordinárias, é um mês onde a inércia se paga caro. Multas automáticas por atraso de DAS, ICMS ou obrigações acessórias têm valor fixo e acumulativo. Além disso, empresas do Simples Nacional que atrasam sucessivamente podem ser excluídas do regime para o ano seguinte, com impactos graves no planejamento tributário. Opinião Técnica – Especialista Gomide Contabilidade: “Nosso escritório observa que outubro, por ser um mês sem grandes pressões, se torna uma armadilha para quem relaxa o controle. É aqui que a gente vê clientes perdendo prazo por confiança excessiva no automático. Planejamento tributário exige vigilância contínua, mesmo nos meses mais ‘tranquilos’.” Como usar este calendário como ferramenta estratégica? Integre os vencimentos com o fluxo de caixa — se possível, antecipe obrigações com desconto de multa ou aproveitamento de crédito. Concilie as guias com os relatórios contábeis do mês anterior, evitando duplicidades ou omissões de pagamentos. Alinhe o setor contábil ao financeiro, principalmente entre os dias 15 e 24 de outubro, onde os maiores riscos de inconsistência acontecem. Empresas do Distrito Federal: atenção redobrada No DF, a SEF/DF reforçou em setembro a atuação fiscalizatória por cruzamento entre EFD Contribuições, DCTFWeb e PGDAS-D. Para empresas que utilizam o Regime Especial ou recebem benefícios fiscais, a consistência entre as obrigações acessórias será o primeiro ponto de autuação em novembro. Por isso, outubro é a última janela segura para ajustes retroativos sem multa grave. Checklist Estratégico – Outubro/2025 ✔ Validar cronograma interno de vencimentos com equipe contábil ✔ Revisar parametrizações no sistema de emissão de guias ✔ Confrontar PGDAS-D, ICMS, ISS e DAS com os extratos bancários ✔ Revisar a estrutura de cálculo do IRPJ/CSLL se for regime trimestral ✔ Monitorar datas e confirmar pagamentos via sistema bancário Conclusão Outubro é o mês da antecipação silenciosa. Empresas que mantêm a disciplina fiscal agora garantem tranquilidade estratégica no fechamento do ano e abrem margem para ajustes finos no planejamento tributário de 2026. A Gomide Contabilidade acompanha de perto cada obrigação, não apenas para cumprir, mas para orientar decisões. Se você ainda não possui um cronograma validado e acompanhado por especialista, este é o momento.  Quer apoio para organizar seu calendário fiscal de forma estratégica? A equipe da Gomide oferece um diagnóstico para empresas do DF com foco em planejamento e prevenção de passivos. Referências Técnicas Receita Federal: https://www.gov.br/receitafederal SEF/DF – Secretaria de Economia do DF: https://www.economia.df.gov.br Portal Simples Nacional: https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/ CFC – Conselho Federal de Contabilidade: https://cfc.org.br

Erros comuns na entrega da EFD-Reinf: como evitá-los e proteger sua empresa

Descubra os erros mais frequentes na entrega da EFD-Reinf e como evitá-los.

Descubra os erros mais comuns na entrega da EFD-Reinf e como evitá-los. Garanta segurança fiscal e evite multas em sua empresa no Distrito Federal. O que é a EFD-Reinf e por que ela preocupa tantos empresários? A Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf) é uma das obrigações acessórias mais relevantes do SPED. Ela substituiu diversas declarações e está diretamente ligada à DCTFWeb, o que significa que qualquer erro de informação impacta o cálculo das contribuições previdenciárias e pode gerar autuações imediatas. Para empresas em Brasília e no Distrito Federal, onde a fiscalização digital é cada vez mais intensa, entregar a EFD-Reinf corretamente não é apenas uma questão de conformidade, mas sim de sobrevivência financeira e reputacional. Quais são os erros mais comuns na entrega da EFD-Reinf? 1. Informar valores de retenções incorretos Muitas empresas erram ao registrar retenções de INSS sobre notas fiscais de serviços prestados por terceiros. Essa falha gera inconsistência nos cruzamentos da Receita, já que o tomador e o prestador precisam apresentar informações alinhadas. Situação Exemplo de Lançamento Status na Receita Federal Consequência Retenção correta Serviço de limpeza – Retenção de 11% (INSS) + 1,5% (IRRF) lançados com códigos específicos Aceito sem pendências Obrigações acessórias em conformidade Retenção incorreta Serviço de limpeza – Retenção de 11% (INSS) lançada sem IRRF correspondente Divergência com DCTFWeb Risco de multa e bloqueio de CND Retenção correta Contrato de prestação de serviços com PJ – Retenção de 4,65% (PIS, Cofins e CSLL) Validado na EFD-Reinf Garantia de compensação futura Retenção incorreta Retenção lançada em código errado (ex.: 5952 em vez de 5977) Rejeição automática Obrigação retorna para correção imediata Retenção correta Pagamento de nota fiscal de consultoria com todas as retenções aplicáveis (INSS, IRRF, PIS, Cofins e CSLL) Compatível com bases cruzadas Sem riscos fiscais Retenção incorreta Pagamento lançado sem destacar nenhuma retenção Divergência com notas fiscais emitidas Multas e autuações automáticas 2. Entrega fora do prazo A multa mínima já começa em R$200,00 para optantes do Simples Nacional e pode ultrapassar R$500,00 em outros regimes. Embora pareça um detalhe, atrasar a entrega significa abrir espaço para penalidades automáticas. 3. Classificação errada da natureza dos pagamentos Um erro frequente é usar códigos de natureza de pagamento incorretos. Isso causa divergência entre a EFD-Reinf e a DCTFWeb, resultando em autuações automáticas. 4. Falta de integração entre áreas internas Em muitas PMEs, o departamento de compras, financeiro e contábil não trocam informações com eficiência. Isso gera lacunas ou duplicidade de lançamentos. Opinião de especialista: “Vejo que mais da metade dos problemas relatados em fiscalizações não está no sistema em si, mas sim na comunicação entre setores da própria empresa”. 5. Desatenção às atualizações da Receita Federal A Receita publica periodicamente novas regras, layouts e prazos. Ignorar essas mudanças gera rejeições automáticas no envio e aumenta o retrabalho. Como evitar erros na entrega da EFD-Reinf? Revisão de processos internos: crie um checklist mensal antes do envio.  Capacitação da equipe: treine colaboradores para compreender códigos e retenções.  Uso de sistemas integrados: ERPs modernos reduzem falhas manuais.  Acompanhamento de normativas: consulte sempre a Receita Federal e o Portal do SPED.  Consultoria especializada: um contador experiente pode antecipar riscos e corrigir falhas antes que virem multas.   Etapa O que Fazer Status (✔/✘) 1 Conferir corretamente os valores de retenções na fonte (serviços de terceiros, INSS, IRRF, CSLL, PIS/COFINS) 2 Validar a natureza dos pagamentos com o código correto antes do envio 3 Revisar prazos de entrega para evitar multas (mínimo R$ 200 no Simples e R$ 500 em outros casos) 4 Conferir integração com a DCTFWeb para eliminar divergências 5 Revisar cadastros fiscais de fornecedores e prestadores de serviço 6 Realizar simulação de envio em ambiente de homologação quando possível 7 Implementar dupla checagem ou aprovação por responsável antes da transmissão 8 Guardar protocolos de entrega e recibos para comprovação futura 9 Capacitar a equipe financeira para identificar erros comuns 10 Avaliar periodicamente apoio especializado de consultoria contábil O impacto regional: empresas no Distrito Federal estão preparadas? No DF, setores como serviços terceirizados, construção civil e comércio varejista são os mais impactados. A fiscalização eletrônica da Receita cruza dados de forma quase imediata, aumentando a necessidade de organização e acompanhamento técnico constante. Esse cenário torna fundamental contar com consultoria tributária em Brasília, capaz de unir conhecimento técnico e prática local para reduzir riscos. Conclusão: a prevenção custa menos que a correção Os erros na entrega da EFD-Reinf podem parecer simples, mas geram multas, bloqueio de CNDs e até dificuldades para acessar crédito ou participar de licitações. A recomendação prática é clara: Reveja seus processos mensalmente;  Implemente tecnologia para reduzir falhas;  Conte com especialistas que acompanhem de perto as mudanças legais.  👉 Se você é empresário no Distrito Federal e quer garantir segurança no envio da sua EFD-Reinf, agende uma consultoria com a Gomide Contabilidade. Vamos analisar o seu caso, corrigir pontos críticos e proteger sua empresa de riscos fiscais desnecessários. Referências Receita Federal do Brasil – https://www.gov.br/receitafederal SPED – Sistema Público de Escrituração Digital – http://sped.rfb.gov.br Conselho Federal de Contabilidade (CFC) – https://cfc.org.br Sebrae – https://sebrae.com.br Valor Econômico – https://valor.globo.com

Reforma Tributária: Senado aprova 2ª parte da regulamentação

Reforma Tributária: Senado aprova 2ª parte da regulamentação

Projeto detalha funcionamento de IBS e CBS; texto volta para a Câmara para última análise Em 30 de setembro de 2025, o Senado aprovou a segunda parte da regulamentação da reforma tributária, com foco no detalhamento operacional dos novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). O placar final foi de 51 votos favoráveis, 10 contrários e 1 abstenção.  Agora, o texto retorna à Câmara para ajustes finais e eventual sanção presidencial. O relatório apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) absorveu mais de 200 emendas, das quais cerca de 50 foram aprovadas — total ou parcialmente.  Entre as mudanças acolhidas, está a calibragem de alíquota transitória e bases de cálculo ajustadas para ICMS/ISS entre 2024 e 2026. O que o projeto aprovado estabelece (e como isso afeta empresas) Criação do Comitê Gestor (CGIBS) e funcionamento Um ponto central do texto é a instituição do CGIBS (Comitê Gestor do IBS), órgão público especial que vai coordenar arrecadação e distribuição entre estados, municípios e Distrito Federal. O projeto também altera regras eleitorais para representantes municipais no Conselho Superior, buscando reduzir impasses entre associações de prefeitos. Split payment, contencioso e regras contábeis padronizadas O sistema de split payment recolhimento automático do tributo na liquidação financeira da transação — é esclarecido no texto como mecanismo essencial para controle fiscal e combate à evasão. Também se institui uma Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo para unificar jurisprudências relativas ao IBS e à CBS. Outra mudança relevante: o fim do voto de qualidade no contencioso, de modo que o presidente do órgão só votará em caso de empate — isto visa maior equilíbrio entre contribuintes e Fisco. Ajustes específicos aprovados O ICMS sobre a nafta passará a ser cobrado já na importação, mesmo que sua incidência plena fosse prevista apenas em 2033, como forma de reduzir fraudes. O regime de nanoempreendedor, que permite isenção para empresas com faturamento de até R$ 162 mil, foi estendido para taxistas, mototaxistas e caminhoneiros autônomos. Para veículos para pessoas com deficiência, o teto de isenção sobe de R$ 70 mil para R$ 100 mil em relação ao IBS/CBS. Também foram padronizadas regras para ITCMD e ITBI, inclusive antecipação opcional no momento de formalização de títulos translativos nos municípios. Impactos e desafios para empresas no Distrito Federal Neutralização da guerra fiscal local Com o critério de tributação no destino, empresas do DF não poderão mais ser “beneficiadas” por incentivos ou regimes vantajosos em estados vizinhos, porque o imposto será pago no local de consumo. Isso nivela competitividade entre regiões. Para empresas de Brasília, isso exige um novo mapeamento de estrutura operacional: quais unidades de entrega geram tributo local, como será o fluxo interestadual e como será a alocação de centros de custos tributários. Transição gradual de alíquota e expectativa de efeitos em 2024–2026 A calibragem transitória aprovada permite que estados e municípios ajustem suas finanças ao novo modelo. Isso reduz rupturas abruptas no caixa tributário. No entanto, para o empresário, isso significa operar simulações contínuas nesses anos de transição, inclusive revisando preços e margens. Administração de crédito tributário e não cumulatividade A CBS seguirá o modelo não cumulativo, com aproveitamento de créditos ao longo da cadeia. As empresas precisarão entender os regimes de crédito, prazos de retenção, exclusões e limites, bem como como isso afetará o fluxo de caixa e a contabilidade gerencial. Custo de adequação e compliance fiscal Para contadores, gestores e departamentos fiscais, a reforma exige: Revisão de sistemas ERP, fiscal e contábil para suportar a nova lógica de IBS/CBS Implantação de governança tributária integrada entre filiais, matriz e centros de consumo Monitoramento intensivo de novas normativas estaduais e municipais que complementem a lei federal Redesenho dos processos internos de emissão de nota fiscal, escrituração e acompanhamento contencioso Recomendações estratégicas para quem atua no DF Para empresas e escritórios contábeis que desejam estar à frente, recomenda-se: Simular cenários tributários comparando modelo vigente (ICMS+ISS+PIS/COFINS) versus modelo IBS/CBS para seus setores Mapear rotas de vendas e consumo (onde está o cliente final?) para antecipar impacto de tributação no destino Ajustar precificação e margens considerando a nova carga tributária projetada Investir em qualificação técnica interna, capacitando equipe fiscal/contábil para lidar com a nova sistemática Monitorar legislações locais complementares, já que estados e municípios poderão ter normas regulatórias de transição A aprovação da regulamentação da reforma tributária representa uma virada estrutural: não é apenas uma mudança legal, é um convite à reengenharia tributária para empresas e contadores. Aquelas que adaptarem seus processos agora, com visão analítica e técnica, terão vantagem competitiva sustentável. Se sua empresa quer uma análise personalizada dos impactos da reforma, convidamos você a solicitar um diagnóstico tributário com a Gomide Contabilidade. Vamos juntos antecipar riscos e aproveitar oportunidades nesse novo regime. Referências: https://www.gov.br/receitafederal https://valor.globo.com/ https://www12.senado.leg.br/ https://pos.contabilidadefacilitada.com/rt/lista-de-espera/ https://www.contabeis.com.br/ https://www.sebrae.com.br/ https://www.cfc.org.br/

Receita Federal inicia Malha Fiscal Digital para PIS/COFINS

Receita Federal notificará empresas com débitos de PIS/COFINS. Veja riscos, estratégias e soluções práticas com apoio da Gomide Contabilidade em Brasília.

Nova etapa da fiscalização digital A Receita Federal deu início a uma nova etapa da Malha Fiscal Digital com foco no PIS e na COFINS. O processo, que cruza dados declarados nas EFD-Contribuições com os débitos informados em DCTF, identificou divergências de grande porte e já estabeleceu um calendário de notificações. Segundo dados oficiais, 3.062 empresas serão notificadas a partir de 30 de setembro de 2025, recebendo Avisos de Autorregularização pelos Correios e pela Caixa Postal do e-CAC. O montante em divergência chega a R$ 1,2 bilhão. Qual é o prazo para regularização? O prazo para que as empresas se autorregularizem vai até 28 de novembro de 2025. Após essa data, a Receita Federal iniciará a lavratura de autos de infração, aplicando multas de ofício que podem chegar a 75% do valor devido, além de juros. Na etapa anterior da Malha Fiscal Digital, 78% das empresas notificadas se regularizaram espontaneamente, evitando autuações e reduzindo custos. Isso mostra que a Receita está efetivamente disposta a conceder oportunidade de ajuste, mas não abre mão de aplicar penalidades pesadas a quem não se adequar. Por que há tantas divergências em PIS/COFINS? As divergências decorrem, em grande parte, de inconsistências entre a apuração mensal na EFD-Contribuições e as declarações de débitos e créditos feitas na DCTF. Entre os principais fatores estão: Créditos fiscais indevidamente aproveitados. Erros na definição de base de cálculo, especialmente no Lucro Real. Informações omitidas ou divergentes entre sistemas contábeis e fiscais. Falhas na parametrização de sistemas ERP. Como funciona a autorregularização? O procedimento é relativamente simples, mas exige agilidade: A empresa acessa o e-CAC e consulta o Aviso de Autorregularização. Identifica os débitos divergentes e realiza a apuração correta. Emite o DARF complementar e efetua o pagamento até 28/11/2025. Em caso de dúvida ou discordância, pode apresentar defesa formal. Vale ressaltar que a autorregularização elimina a multa de ofício, permitindo que a empresa arque apenas com o tributo devido e os juros correspondentes. Quais os riscos de ignorar a notificação? Empresas que não regularizarem até o prazo estarão sujeitas a: Autos de infração com multas de até 75%. Inscrição em dívida ativa da União. Restrição no acesso a certidões negativas, essenciais para crédito e licitações. Bloqueios judiciais em execuções fiscais. Estratégias preventivas para empresas do DF Para empresários e gestores no Distrito Federal, onde o setor de serviços tem peso relevante, algumas medidas são estratégicas: Auditoria interna periódica para validar apurações. Conciliação entre EFD-Contribuições e DCTF antes do envio. Monitoramento ativo do e-CAC para evitar perda de prazos. Consultoria tributária especializada em Brasília, com experiência em PIS/COFINS. Conclusão prática O avanço da Malha Fiscal Digital mostra que a Receita Federal está cada vez mais integrada tecnologicamente e menos tolerante a falhas. O prazo de autorregularização é uma oportunidade que deve ser aproveitada de forma imediata, pois depois dele as penalidades tornam-se inevitáveis. A Gomide Contabilidade, com sede em Brasília e experiência de quase seis décadas, auxilia empresas a corrigirem inconsistências, evitarem autuações e implementarem controles preventivos de alta eficiência. Entre em contato para solicitar um diagnóstico da sua situação fiscal e proteger sua empresa contra riscos desnecessários. Referências Receita Federal do Brasil – Malha Fiscal Digital: https://www.gov.br/receitafederal PGFN – Transação e Dívida Ativa: https://www.pgfn.fazenda.gov.br IBGE – Estrutura econômica do Distrito Federal: https://www.ibge.gov.br Sebrae – Orientações tributárias para empresas: https://www.sebrae.com.br CFC – Normas contábeis aplicadas ao PIS/COFINS: https://cfc.org.br

Isenção de IR até R$ 5 mil e nova tributação sobre grandes lucros: entenda o impacto

Projeto aprovado no Senado muda regra do IR: isenção até R$ 5 mil e nova tributação sobre lucros. Veja o que muda e como se preparar.

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 1.952/2019, que altera significativamente a estrutura de tributação de pessoas físicas no Brasil. A proposta zera o Imposto de Renda para rendas mensais de até R$ 5 mil e introduz novas alíquotas sobre lucros e dividendos distribuídos acima de certos patamares. Esse cenário traz implicações diretas para empresários, gestores financeiros e profissionais da contabilidade que atuam no Distrito Federal, especialmente em empresas optantes pelo Lucro Presumido ou com estruturas de distribuição agressiva de lucros. O que muda com a nova isenção de IR e a tributação de lucros? A proposta aprovada no Senado prevê: Isenção total do IRPF para rendimentos de até R$ 5.000 mensais; Redução proporcional do IR para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350; Tributação de 10% sobre lucros e dividendos distribuídos acima de R$ 50 mil mensais; Criação do IRPFM (Imposto Mínimo), com alíquota escalonada entre 0% e 10% para rendas acima de R$ 600 mil anuais; Tributação de lucros enviados ao exterior com alíquota de 10%, com crédito compensatório; Exclusão das empresas do Simples Nacional da nova tributação sobre lucros; Sugestão de vigência a partir de 1º de janeiro de 2026. Fonte: Jornal Contábil Como isso afeta a estratégia fiscal das empresas no DF? A Gomide Contabilidade já iniciou o mapeamento de impacto para empresas da região de Brasília. Os principais pontos de atenção incluem: Reavaliação do equilíbrio entre pró-labore e distribuição de lucros; Redesenho de estruturas societárias com alta exposição à distribuição de dividendos; Reanálise do regime tributário ideal para 2025-2026; Simulações de carga fiscal para sócios com rendimentos elevados. Exemplo prático com tabela comparativa Perfil do sócio Situação atual Nova regra Ação estratégica R$ 3 mil de pró-labore + R$ 40 mil de lucros IR só sobre pró-labore IR de 10% sobre R$ 50 mil excedente Aumentar pró-labore e revisar regime R$ 4,8 mil de pró-labore + R$ 10 mil de lucros Tributação parcial Pró-labore isento + lucro não tributado Estratégia otimizada Sócio recebendo R$ 60 mil/mês de lucros Sem IR hoje 10% sobre R$ 10 mil excedentes Reorganização societária urgente Sugestão visual: Gráfico de barras comparando a carga tributária entre os modelos atual e futuro para diferentes perfis. Oportunidade para reorganização estratégica A aprovação deste projeto representa não apenas uma nova regra fiscal, mas uma inflexão na forma como a contabilidade estratégica será conduzida no Brasil. A hora de agir é agora, enquanto ainda há margem para modelagem e reestruturação prévia. A equipe da Gomide Contabilidade oferece um diagnóstico tributário gratuito para empresas que desejam projetar seus cenários fiscais para 2025 e 2026. Vamos construir juntos o planejamento ideal para o novo ciclo tributário? Referências: Jornal Contábil. Senado aprova isenção de IR para renda de até R$ 5 mil e propõe nova tributação sobre grandes lucros. Disponível em: https://www.jornalcontabil.com.br/noticia/senado-aprova-isencao-de-ir-para-renda-de-ate-r-5-mil-e-propoe-nova-tributacao-sobre-grandes-lucros/ Senado Federal. https://www25.senado.leg.br Receita Federal. https://www.gov.br/receitafederal

Como interpretar notificações fiscais sem cair em armadilhas

Saiba como interpretar notificações fiscais de forma estratégica, evitar armadilhas legais e proteger sua empresa em Brasília e no DF.

A notificação fiscal não é um aviso: é um chamado. Quando chega, está cobrando uma postura ativa da empresa diante do Fisco. E engana-se quem acredita que toda notificação representa apenas um erro contábil ou pendência simples. Muitas são gatilhos para fiscalizações mais complexas, autuações ou bloqueios. Em áreas de risco fiscal, como Brasília e região, a resposta equivocada ou tardia pode comprometer não apenas o caixa, mas a reputação e a continuidade do negócio. O que caracteriza uma notificação fiscal e por que ela é tão crítica? A notificação é o instrumento pelo qual o Fisco informa ao contribuinte sobre divergências encontradas em sua apuração. Pode estar relacionada a: Inconsistências entre declarações (ex: DCTF x SPED); Diferença entre valores de notas fiscais emitidas e declaradas; Glosa de créditos tributários (ex: PIS e COFINS); Ausência de entrega de obrigação acessória; Cruzamento de dados bancários (movimentação x declaração de receita). O grande ponto não é apenas o motivo, mas a postura da empresa frente a ele. Muitas não possuem estrutura fiscal para identificar o real problema e respondem de forma genérica — ou sequer respondem. E isso, tecnicamente, é um erro fatal.  Quais os riscos de uma interpretação incorreta? 1. Reconhecimento implícito de débito Responder sem fundamentação pode ser interpretado como confissão de débito. Uma simples justificativa mal formulada pode gerar multa agravada. 2. Perda do direito de defesa Ao não apresentar defesa administrativa no prazo correto, a empresa perde o direito de discutir o mérito em instância fiscal. Em alguns casos, perde até a possibilidade de recorrer judicialmente. 3. Comprometimento da imagem perante órgãos Empresas notificadas que não se posicionam adequadamente entram em cadastros de risco da Receita e de Secretarias Estaduais, o que dificulta certidões e participação em licitações.  Como interpretar corretamente uma notificação fiscal? A análise começa pela estrutura da notificação: qual o tipo? Qual o fundamento legal? Qual a origem dos dados utilizados? Em seguida, o ponto-chave: cruzar a informação com os relatórios internos e apurações contábeis. É comum que o erro esteja na própria interpretação do Fisco. Mas, para rebater, é preciso mais que opinião: é preciso construir uma análise técnica, fundamentada e embasada em dados. Aqui, o papel do contador consultivo se torna essencial. Como a contabilidade consultiva reduz riscos em notificações fiscais? Uma contabilidade com postura proativa já antecipa as divergências antes que virem notificações. Isso se dá pelo cruzamento mensal de obrigações, revisões de SPEDs, simulações e auditorias internas preventivas. Além disso: Realiza revisões de bases de cálculo e alíquotas; Monitora as operações com maior exposição fiscal; Identifica oportunidades de compensação de créditos; Garante que as respostas ao Fisco estejam alinhadas juridicamente. O que fazer ao receber uma notificação fiscal? Não entre em pânico: notificações não são autuações. Encaminhe imediatamente ao seu contador. Reúna os relatórios contábeis e fiscais do período apontado. Solicite análise técnica e, se necessário, elaboração de defesa administrativa. Não responda com base em achismos. Todo argumento deve ser respaldado por legislação e evidências. Conclusão: interpretação fiscal é responsabilidade estratégica Interpretar corretamente uma notificação fiscal não é apenas uma questão de conformidade. É uma estratégia de proteção patrimonial, continuidade operacional e gestão de riscos. Empresas que terceirizam essa leitura para “quem sempre fez” estão, na prática, abrindo mão de um pilar crítico de sobrevivência. Na dúvida, consulte uma contabilidade que compreenda o jogo técnico e estratégico por trás das letras frias do documento fiscal. Referências: Receita Federal do Brasil: www.gov.br/receitafederal Conselho Federal de Contabilidade: www.cfc.org.br Lei Complementar nº 123/2006 Manual do SPED Fiscal: www.sped.rfb.gov.br

CCJ aprova teto de 2% para alíquota do Imposto Seletivo sobre bebidas açucarada

CCJ aprova teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas. Entenda impactos para empresas, gestores e contadores no DF.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o teto de 2% para a alíquota do Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas, um ponto que integra a regulamentação da Reforma Tributária em andamento. A decisão, que ainda precisa avançar em outras etapas legislativas, pode transformar não apenas o mercado de bebidas, mas também a forma como empresas planejam sua carga tributária nos próximos anos. O que é o Imposto Seletivo e por que ele existe? O Imposto Seletivo é um tributo extrafiscal, criado com dupla função: arrecadar recursos e desestimular o consumo de produtos que causam externalidades negativas para a sociedade. Isso inclui, por exemplo, cigarros, bebidas alcoólicas e, agora, refrigerantes e sucos artificiais com alto teor de açúcar. Segundo a justificativa da Reforma, esses produtos geram custos ao sistema de saúde pública e, por isso, faz sentido uma tributação adicional. No entanto, a definição do teto de 2% abre um debate: seria essa alíquota suficiente para realmente influenciar o comportamento do consumidor? Como o teto de 2% afeta empresários e gestores financeiros? Para as empresas do setor de bebidas, o teto traz previsibilidade. Em vez de lidar com riscos de alíquotas elevadas, o mercado já sabe que o limite máximo será de 2%. Isso ajuda no planejamento de preços, margens e investimentos de médio prazo. Na prática, uma indústria em Brasília ou no Distrito Federal pode reorganizar seu fluxo de caixa sem o temor de ver o imposto variar de forma abrupta. Mas, para os contadores e consultores tributários, surge um novo desafio: calcular corretamente o impacto desse tributo em cenários de transição para o novo sistema IBS/CBS. Impacto regional: o que muda para empresas em Brasília e no DF? Empresas do Distrito Federal e região já convivem com margens apertadas devido a altos custos logísticos e de operação. A adição de 2% pode parecer pequena, mas em grandes volumes, o efeito sobre fluxo de caixa e lucratividade é real. Além disso, a presença de supermercados atacadistas e distribuidores no DF torna a discussão ainda mais relevante, pois qualquer aumento na carga tributária repercute rapidamente no preço ao consumidor final. Aqui, cabe destacar um ponto técnico: a alíquota será limitada, mas ainda haverá custos indiretos, como adequação de sistemas fiscais, auditorias e reestruturação de notas fiscais eletrônicas. O teto de 2% é eficaz para reduzir consumo? O México, citado como referência, implementou um imposto mais elevado sobre refrigerantes e registrou redução significativa no consumo nos primeiros dois anos. Contudo, a longo prazo, parte do efeito foi absorvido pelo mercado. No Brasil, uma alíquota de apenas 2% pode ter impacto limitado. Especialistas em saúde pública defendem índices maiores, enquanto a indústria celebra a previsibilidade. Para empresários e contadores, o recado é claro: a questão vai além do imposto em si, trata-se de adaptar estratégias de precificação e de posicionamento de produto em um cenário de transição tributária. Próximos passos legislativos É importante destacar que a aprovação na CCJ não significa que a regra já esteja valendo. O projeto ainda precisa tramitar em outras comissões e ser analisado no plenário. Empresários e gestores devem acompanhar de perto a evolução, pois mudanças podem ocorrer até a versão final da lei. Checklist estratégico para empresários e gestores Revisar projeções de precificação para 2025 considerando o teto de 2%. Simular cenários de impacto no fluxo de caixa com apoio da contabilidade. Monitorar ajustes legais até a sanção definitiva. Avaliar se o repasse ao consumidor é viável ou se será necessário absorver parte do custo. Integrar o tema ao planejamento tributário mais amplo, especialmente em transição para o novo modelo IBS/CBS. Conclusão O teto de 2% no Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas traz segurança jurídica ao setor, mas abre dúvidas sobre sua real efetividade como instrumento de saúde pública. Para empresários, gestores financeiros e contadores, o desafio está em transformar essa mudança em planejamento estratégico — evitando surpresas e aproveitando oportunidades em meio à Reforma Tributária. Na Gomide Contabilidade, acompanhamos cada detalhe da regulamentação para oferecer análises práticas e consultoria especializada às empresas do Distrito Federal e região. Referências Receita Federal do Brasil – www.gov.br/receitafederal IBGE – Indicadores econômicos: www.ibge.gov.br Sebrae – Estudos setoriais: www.sebrae.com.br Valor Econômico – Reportagens sobre Reforma Tributária: www.valor.com.br FGV – Centro de Política Fiscal: www.fgv.br

Ampliação do limite do MEI: efeitos práticos para empresários, contadores e gestores

Limite MEI de R$ 150 mil aprovado em comissão: veja como isso afeta sua empresa ou escritório contábil no DF e como se preparar

Aumento para R$ 150 mil no MEI + inclusão de 21 categorias esperadas: veja como isso vai mudar sua gestão contábil em Brasília/DF — guia Gomide Contabilidade. O regime do Microempreendedor Individual (MEI) está prestes a passar por uma das reformas mais relevantes dos últimos anos, com proposta aprovada em comissão da Câmara dos Deputados para elevar o limite anual de faturamento de R$ 81.000 para R$ 150.000, além da inclusão de 21 novas atividades do setor de eventos. Para empresários, gestores financeiros e contadores, entender essas mudanças agora é essencial para planejamento tributário, enquadramento correto, riscos e oportunidades. Este artigo técnico da Gomide Contabilidade traz análise, orientações práticas e visão estratégica regional (Brasília / Distrito Federal e entorno), pois as regras federais repercutem muito localmente. O que está sendo proposto (e o que ainda depende de aprovação) Qual o escopo da mudança? O Projeto de Lei Complementar (PLP) 67/2025, do deputado Heitor Schuch (PSB-RS), propõe o aumento do limite de receita bruta anual para MEIs de R$ 81.000 para R$ 150.000. IstoÉ Dinheiro+3Jornal Contábil+3TNH1+3 Prevê-se também a correção automática desse teto em fevereiro de cada ano, com base no IPCA do ano anterior. Jornal Contábil+2IstoÉ Dinheiro+2 Outro projeto, PLP 102/2025, inclui 21 novas categorias do setor de eventos como permitidas para MEI — entre elas, garçom, DJ, músico de eventos, fotógrafo, segurança, organizador de eventos, dentre outras. Jornal Contábil+1 O que ainda falta Aprovação pelas comissões de Finanças e Tributação e Constituição, Justiça e de Cidadania. Jornal Contábil+1 Votação em plenário da Câmara. Regulamentações práticas, normas complementares e adaptações pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), quando for aprovado. Seu Crédito Digital+1 Por que isso importa para sua empresa ou para seus clientes (contadores / gestores) 1. Mais espaço para crescimento sem complicações fiscais Empresas que vinham sendo “forçadas” a desenquadrar precoce ou artificialmente deixar de usar o MEI por causa do limite (ou se manterem abaixo do que poderiam faturar) terão mais liberdade para crescer. Isso reduz o risco de custos maiores por se enquadrar em regime mais complexo antes da hora. 2. Formalização e inclusão de setores hoje marginalizados As novas categorias do setor de eventos formalizadas permitirão acesso a benefícios fiscais, previdenciários e crédito que antes estavam mais difíceis ou inacessíveis para muitos profissionais. Em Brasília e DF, onde muitos negócios de eventos ocorrem de forma informal, há grande potencial de impacto. 3. Planejamento tributário mais previsível Com correção automática pelo IPCA, o teto não ficará tão rapidamente defasado, permitindo projeções mais seguras de receita e carga tributária para os próximos anos. 4. Maior demanda por serviços contábeis específicos Contadores e escritórios contábeis terão um papel importante em orientar: quem pode migrar para o novo teto; como reorganizar fluxo financeiro para não ultrapassar o teto sem que isso cause penalidades; como emitir nota fiscal, registrar receitas, cumprir obrigações acessórias; como desenquadramento cala ou como migrar para regimes adequados (ME ou Simples Nacional) quando necessário. Exemplos práticos e cenários Cenário Situação antes (limite R$ 81 mil) Situação prevista (limite R$ 150 mil) Implicações para contabilidade MEI de eventos em Brasília que fatura R$ 100.000 anual com os custos atuais Precisa migrar para ME ou outro regime; aumento de alíquotas; implicações trabalhistas; menos incentivos Pode permanecer como MEI, mantendo simplicidade e custos menores; continuar com benefícios previdenciários Atenção ao registro correto da receita, emissão de notas, planejamento mensal para não exceder o novo teto Profissional liberal fora do setor de eventos com receita estável de R$ 120.000 Desenquadramento, tributos maiores, obrigações acessórias complexas Permanece no MEI se nova regra aprovada; possibilidade de manter regime simplificado Revisar contratos, notas fiscais, evitar “gaps” que levem a problemas com fiscalização Riscos e cuidados Mesmo com novo teto, se ultrapassar as obrigações fiscais ou não emitir notas, pode haver penalidades. Regras locais (ISS, alvarás, taxas municipais) podem ter exigências adicionais — contadores regionais precisarão mapear requisitos no DF e entorno. Até que o PL seja sancionado, nada está garantido — há risco de alterações no texto durante o processo. O que empresários / gestores contábeis devem fazer agora Monitorar o andamento legislativo — acompanhar os relatórios das comissões de Finanças e Tributação, Constituição e Justiça. Realizar simulações financeiras com faturamento projetado para 2025‑2026, considerando o novo teto, para ver se benefícios compensam eventuais custos de permanência no MEI ou migrar para outro regime. Auditar o controle de receitas: manter registros mensais precisos, emissão de nota fiscal para todas as prestações, evitar surpresas. Atualizar contratos e planos de negócios de clientes / empresa para refletir novas possibilidades. Para escritórios contábeis como a Gomide: preparar material de orientação local (ex: cartilhas / webinars / posts) focados em Brasília / regiões atendidas, enfatizando o uso da nova regra. Potencial impacto na economia local (Brasília / DF e entorno) Incremento de formalizações de microempreendedores na capital, especialmente no setor de eventos e serviços, setores bastante presentes no DF. Aumento da arrecadação municipal via ISS das atividades formalizadas. Maior concorrência e profissionalização de prestadores de serviço de eventos; possibilidade de valorização de prestadores que já estavam formalizados por oferecerem segurança contratual. Oferta de crédito local poderá aumentar se os MEIs com faturamento maior forem vistos como mais estáveis. Checklist estratégico Para consolidar-se como marca contábil autoritária e servir bem clientes no DF / região, a Gomide Contabilidade deve: Revisar internamente o papel de assessoria preventiva: estar pronto para orientar clientes assim que o novo valor for sancionado. Produzir conteúdo local relevante: artigos, vídeos, workshops regionais/settings presenciais em Brasília, usando termos como “consultoria contábil em Brasília”, “MEI DF”, “contabilidade para eventos no DF”. Atualizar site com uma página ou seção pilar sobre “teto MEI 2025‑2026”, “novas categorias MEI” etc., interligando posts menores. Estar pronto para responder perguntas que assistentes de voz / IA vão “ouvir”: “Qual o novo limite do MEI?”, “Posso continuar MEI se faturar até R$ 150 mil?”, “Que atividades de eventos agora são MEI?”. Usar respostas curtas e claras no início dos parágrafos dessas seções. Referências Jornal Contábil. “Câmara aprova R$ 150 mil de limite para o MEI e inclusão de 21 profissões”. Jornal Contábil

Simples, Lucro Presumido ou Lucro Real: como escolher o melhor regime?

Simples, Lucro Presumido ou Lucro Real? Descubra qual regime tributário é mais vantajoso para empresas em Brasília e reduza sua carga fiscal.

Descubra qual regime tributário — Simples, Lucro Presumido ou Lucro Real — é o mais vantajoso para sua empresa em Brasília e evite pagar impostos a mais. Por que a escolha do regime tributário é decisiva para sua empresa? Escolher entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real é uma das decisões mais estratégicas que o empresário precisa tomar. A definição do regime impacta diretamente no caixa, na margem de lucro e até na competitividade do negócio. No Distrito Federal, onde setores como comércio, serviços e indústria convivem com margens e obrigações fiscais distintas, a escolha incorreta pode significar pagar milhares de reais a mais em impostos por ano. Segundo dados da Receita Federal, mais de 30% das empresas brasileiras poderiam reduzir sua carga tributária apenas revisando o enquadramento. A grande questão é: qual regime é o ideal para o perfil do seu negócio? O que é o Simples Nacional e quando ele é vantajoso? O Simples Nacional foi criado para simplificar a arrecadação de tributos de micro e pequenas empresas. Nele, impostos federais, estaduais e municipais são unificados em uma única guia. Na prática, isso reduz a burocracia, mas não necessariamente garante a menor carga tributária. Como funciona o Lucro Presumido? O Lucro Presumido é calculado com base em uma margem de lucro definida pela Receita Federal. Para empresas de serviços, a margem presumida é de 32% da receita bruta. Sobre esse valor, incidem IRPJ e CSLL, além de PIS e COFINS. Esse regime costuma ser vantajoso para empresas com margens maiores que as presumidas ou para quem busca previsibilidade. Setor/Atividade Margem de Presunção (%) Base legal (IRPJ/CSLL) Comércio 8% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Indústria 8% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Serviços de transporte (exceto carga) 16% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Serviços em geral 32% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Serviços profissionais (médicos, advogados, consultorias etc.) 32% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Serviços hospitalares 8% Instrução Normativa RFB nº 1700/17 Transporte de carga 8% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 Atividades imobiliárias (compra, venda, loteamento, incorporação) 8% Art. 15 da Lei nº 9.249/95 O que caracteriza o Lucro Real? O Lucro Real é o regime mais complexo, pois considera o lucro contábil efetivo da empresa. Todas as receitas e despesas devem ser escrituradas corretamente. Se as despesas forem altas, o lucro líquido diminui e, consequentemente, a carga tributária pode ser menor. Qual é o regime tributário mais vantajoso? A resposta é: depende. O melhor regime varia de acordo com: Margem de lucro efetiva. Estrutura de custos e folha de pagamento. Setor de atuação (serviços, comércio ou indústria). Benefícios fiscais regionais no DF. Projeção de faturamento anual. Tabela comparativa dos regimes tributários Aspecto Simples Nacional Lucro Presumido Lucro Real Faturamento máximo Até R$ 4,8 milhões/ano Até R$ 78 milhões/ano Sem limite Base de cálculo Receita bruta (anexos e fator R) Margem presumida (8% comércio, 32% serviços) Lucro líquido ajustado Burocracia Baixa Média Alta Vantagem Simplificação Previsibilidade Ajuste real às despesas Risco Alíquota elevada em alguns setores Margens irreais em certos negócios Complexidade e custo operacional  “Tabela comparativa entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real para empresas no DF”. Conclusão: como tomar a decisão certa? Escolher entre Simples, Presumido ou Real é mais do que uma questão contábil — é uma decisão estratégica que impacta diretamente no futuro da empresa. Empresários do Distrito Federal que analisam seus números em detalhe, contam com simulações precisas e recebem apoio de uma contabilidade consultiva conseguem economizar de forma inteligente e sustentável. Quer descobrir qual regime tributário gera menos impostos para sua empresa em Brasília? Fale com os especialistas da Gomide Contabilidade e agende uma simulação personalizada. Referências Receita Federal do Brasil – https://www.gov.br/receitafederal Sebrae – https://www.sebrae.com.br Conselho Federal de Contabilidade – https://www.cfc.org.br Valor Econômico – https://valor.globo.com FGV – https://portal.fgv.br

Receita prorroga tributos do Simples Nacional para empresas afetadas pela taxação dos EUA

Receita adia tributos do Simples Nacional para exportadores afetados pelos EUA. Veja quem se beneficia e como se preparar.

A Receita Federal prorrogou os prazos de recolhimento de tributos e parcelas do Simples Nacional para empresas impactadas diretamente pela recente taxação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos. A medida tenta amortecer os efeitos sobre o caixa e a estrutura tributária de micro e pequenas empresas exportadoras. Empresas do Distrito Federal, especialmente do setor de tecnologia e alimentos, devem estar atentas. O benefício é automático para quem teve queda de 15% ou mais nas exportações. Mas é preciso agir estrategicamente para não transformar essa postergação em problema fiscal futuro. Por que a Receita prorrogou os tributos do Simples Nacional? O aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros, iniciado em agosto de 2025, gerou impacto direto em diversas cadeias exportadoras. Empresas de menor porte perderam competitividade e tiveram dificuldades para cumprir suas obrigações com o fisco. A Receita, por meio da Portaria RFB nº 421/2025, adiou os seguintes vencimentos: Tributo/Parcela Vencimento Original Novo Vencimento DAS – Simples Nacional (agosto) 20/09/2025 20/12/2025 Parcelas de débitos no Simples Até 30/09/2025 31/12/2025 Fonte: Receita Federal Quem tem direito à prorrogação dos tributos? Empresas optantes pelo Simples Nacional que atuam com exportação e apresentaram redução de pelo menos 15% nas vendas externas, comparado ao mesmo período de 2024, estão elegíveis automaticamente. A Receita fará esse cruzamento com base na DU-E e no PGDAS-D. Qual é o impacto para empresas do Distrito Federal? Embora o DF não seja destaque na exportação tradicional, o número de microempresas digitais e de produtos de nicho com atuação internacional vem crescendo. A postergação evita inadimplência imediata, mas exige planejamento firme. Quais os riscos da postergação? A medida adia — mas não elimina — a obrigação. Os pagamentos agora concentrados em dezembro coincidem com a folha extra de fim de ano, 13º salário e baixa liquidez no mercado. Além disso, inconsistências entre o volume exportado, valores declarados e obrigações acessórias (como PGDAS-D e DU-E) podem acarretar penalidades, cancelamento do benefício e até exclusão do Simples. O que fazer agora? Validar a queda nas exportações (mínimo de 15%). Revisar todos os envios de DU-E e PGDAS-D. Atualizar o fluxo de caixa para o último trimestre. Agendar pagamentos e reforçar a reserva para dezembro. Conclusão: tempo é recurso, não desculpa A prorrogação dos tributos é uma reação emergencial da Receita ao cenário internacional. Ela oferece fôlego, mas exige decisão. Usar esse tempo para revisar controles, alinhar projeções e fortalecer a gestão fiscal é o que separa empresas saudáveis de empresas vulneráveis. 📥 Fale com a equipe da Gomide Contabilidade e receba uma análise sobre o impacto da prorrogação na sua empresa. Referências Receita Federal do Brasil. Portaria RFB nº 421/2025. Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal Ministério da Fazenda. Comunicado sobre tarifas EUA. https://www.gov.br/fazenda IBGE. Comércio Exterior por UF. https://www.ibge.gov.br

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Eduarda Fernandes

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