MEIs excluídos do Simples têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e evitar custos maiores em 2026. Entenda o que fazer.

A regularidade no Simples Nacional voltou ao centro das decisões empresariais neste início de 2026. Isso acontece porque microempreendedores individuais excluídos do regime precisam regularizar pendências e solicitar o reenquadramento até 31 de janeiro. Caso percam o prazo, eles só poderão retornar ao Simples e ao Simei em 2027, o que aumenta custos, obrigações e riscos.

Diante desse cenário, empresários, contadores e gestores financeiros precisam agir rapidamente. A Gomide Contabilidade acompanha esse movimento de forma técnica, sobretudo no Distrito Federal, onde os cruzamentos eletrônicos e a fiscalização digital avançaram de forma consistente.

Por que tantos MEIs saíram do Simples Nacional?

A exclusão do Simples Nacional não ocorre por acaso. Na maioria dos casos, ela decorre de débitos tributários ou pendências cadastrais junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.

Além disso, falhas recorrentes no cumprimento das obrigações acessórias, inconsistências cadastrais e atrasos no pagamento do DAS também levam à exclusão. Ou seja, o problema surge mais por falta de acompanhamento do que por intenção de descumprir regras.

Como explicam especialistas em contabilidade consultiva, muitos MEIs só percebem a exclusão quando tentam emitir nota fiscal ou acessar algum serviço. Nesse momento, o prazo já corre contra o contribuinte.

Qual é o prazo para regularizar o MEI em 2026?

O prazo final para regularização termina em 31 de janeiro de 2026. Até essa data, o microempreendedor precisa:

  • verificar a situação do CNPJ no Simples Nacional
  • identificar débitos e pendências no e-CAC
  • quitar ou parcelar valores em aberto
  • solicitar o retorno ao Simples Nacional
  • pedir o reenquadramento no Simei

Portanto, pagar a dívida não resolve sozinho. O contribuinte precisa cumprir todas as etapas formais dentro do prazo legal.

Como consultar se o MEI foi excluído do Simples Nacional?

O primeiro passo consiste em acessar o portal do Simples Nacional, no endereço:
https://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional

Se o sistema indicar exclusão, o contribuinte deve acessar o e-CAC, no site da Receita Federal, para identificar exatamente quais pendências existem. A partir disso, ele pode optar pelo pagamento à vista ou pelo parcelamento.

Somente após regularizar a situação fiscal o MEI consegue solicitar o reenquadramento no Simples e, em seguida, no Simei.

O que acontece se o MEI perder o prazo de 31 de janeiro?

Quem não regularizar a situação até essa data fica fora do Simples Nacional durante todo o ano de 2026. Na prática, isso significa mais impostos, mais declarações e maior exposição fiscal.

Além disso, o desenquadramento afeta diretamente a emissão de notas fiscais, a relação com clientes e até o acesso a crédito. Em muitos casos, o impacto financeiro supera com folga o valor original do débito.

Por isso, analistas fiscais reforçam: o custo da omissão quase sempre supera o custo da regularização.

Qual é o papel do contador nesse processo?

Nesse cenário, o contador atua como gestor de risco, não apenas como executor de obrigações. Ele identifica exclusões, orienta a regularização e garante que o reenquadramento ocorra de forma correta e tempestiva.

Além disso, empresas que contratam prestadores como MEI também precisam acompanhar esse ponto. Um prestador desenquadrado pode gerar reflexos fiscais, contratuais e até trabalhistas.

Segundo a equipe técnica da Gomide Contabilidade, o erro mais comum está em tratar a exclusão como detalhe operacional, quando, na prática, ela compromete toda a estrutura do negócio.

Como MEIs e empresas do Distrito Federal devem se organizar?

No Distrito Federal, os sistemas fiscais já operam com alto nível de integração. A Receita Federal cruza faturamento, declarações, movimentação bancária e cadastros com rapidez crescente.

Por isso, manter o enquadramento correto deixou de ser apenas uma questão tributária. Hoje, ele representa continuidade operacional e previsibilidade financeira. Antecipar a regularização evita notificações, bloqueios e autuações futuras.

Prazo curto, impacto alto e decisão técnica necessária

A exclusão do MEI do Simples Nacional não precisa gerar prejuízo maior. No entanto, o prazo até 31 de janeiro de 2026 exige ação imediata, organização e orientação técnica.

Quem regulariza agora mantém benefícios, reduz custos e preserva a formalização. Quem adia costuma pagar mais caro depois, tanto em imposto quanto em risco. Em alguns casos, o problema só aparece meses depois, quando já não existe solução simples.

Checklist rápido

  • Consultou a situação do CNPJ no Simples Nacional?
  • Identificou débitos no e-CAC?
  • Regularizou pendências dentro do prazo?
  • Solicitou reenquadramento no Simples e no Simei?

A Gomide Contabilidade, com atuação estratégica em Brasília e no Distrito Federal, auxilia empresas e contadores em processos de regularização, reenquadramento e prevenção de riscos fiscais.
Se quiser revisar sua situação ou orientar seus clientes com segurança, fale com nosso time técnico antes do fim do prazo.

Tenha um time sênior em um escritório com quase 60 anos de mercado

Possuímos estratégias já validadas para centenas de empresas e diferentes nichos de atuação!

Preencha o formulário abaixo e fale agora com um consultor.




Desde 1966 multiplicando resultados!

CONTATO
Qnd 02 Lote 09 Sala 201
Taquatinga – DF – 72120-020

+55 61 3561-2449

contato@gomidecontabilidade.com.br

© 2025 – Gomide Contabilidade – Todos os direitos reservados.

1

Eduarda Fernandes

Online

Formulário de Pré-Analise

Fique tranquilo!
Esse formulário serve para conhecer seu novo negócio. É seguro, sem compromisso e entraremos em contato o mais rápido possível.

Todos os direitos reservados – 2025 © Gomide Contabilidade