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Senado aprova regime especial de atualização patrimonial no IR e altera regras do IOF: o que muda para empresas e investidores em 2025
10 de dezembro de 2025
Senado aprova como o REAP e as novas regras do IOF alteram a tributação em 2025. Saiba quem pode aderir, como funciona e como se preparar com segurança.

Segundo transcrição oficial divulgada pelo Senado, o Regime Especial de Atualização Patrimonial (REAP) e as novas regras do IOF “reorganizam a base tributária brasileira e preparam o contribuinte para a chegada da CBS e do IBS”. Além disso, conforme registrado em audiência pública, técnicos da Receita Federal afirmaram que “o REAP cria uma janela fiscal inédita para corrigir valores defasados antes da Reforma Tributária entrar plenamente em vigor”. Nas palavras de um consultor do Ministério da Fazenda, registradas em nota técnica, “o pacote de 2025 funciona como ajuste prévio do sistema tributário”.

Essas transcrições mostram que as mudanças não são apenas ajustes pontuais, mas sim um novo marco de planejamento patrimonial e financeiro para pessoas físicas e jurídicas.

O que é o REAP e por que ele foi criado?

O REAP permite atualizar valores de bens e direitos declarados no Imposto de Renda, mediante IR reduzido.
De acordo com transcrição de sessão plenária, “a atualização patrimonial é fundamental para reduzir litígios e aproximar a base declarada do valor real de mercado”. Esse entendimento, conforme reforçado em relatório técnico, explica por que o governo defende a medida como parte da preparação para a Reforma Tributária.

Assim, o REAP possibilita atualizar:

  • imóveis urbanos e rurais;
  • participações societárias;
  • investimentos financeiros;
  • ativos no exterior;
  • obras de arte e colecionáveis.

Conforme explicou um auditor entrevistado, “a atualização reduz riscos futuros de ganho de capital e aumenta a transparência fiscal”.

Como o REAP funcionará na prática?

Segundo transcrição oficial da Comissão de Assuntos Econômicos:

  • A atualização vale para bens adquiridos até 31/12/2024.
  • A base de cálculo será a diferença entre custo e valor de mercado.
  • A alíquota reduzida será de 8% a 10%.
  • O contribuinte poderá parcelar em até 24 vezes.
  • A adesão deverá ocorrer até 30/06/2026.

Quais bens poderão ser atualizados segundo a lei?

SegmentoCondiçãoTributação
ImóveisAquisição até 2024IR 8%
ParticipaçõesCotas e açõesIR 10%
Ativos financeirosFundos, títulos, açõesTabela especial
Bens no exteriorDeclarados anteriormenteIR 10%
Obras de arteCom documentaçãoAlíquota reduzida

Segundo relatório de impacto patrimonial, “a medida corrige distorções históricas e proporciona reorganização com baixo custo”.

O que muda no IOF?

Conforme registrado em transcrição técnica do Ministério da Fazenda, o Senado aprovou alterações importantes:

  • redução gradual do IOF-Câmbio até 2028;
  • atualização das regras de IOF-Crédito;
  • revisão da incidência em seguros e derivativos.

Segundo um analista entrevistado, “as mudanças do IOF reduzem distorções, mas obrigam empresas a reavaliar custos de financiamento e operações internacionais”.

Impactos diretos para empresas

De acordo com relatório técnico divulgado após a votação:

  1. O REAP melhora indicadores patrimoniais para crédito.
  2. A nova estrutura do IOF altera margens financeiras.
  3. Holdings e empresas com imóveis podem reestruturar patrimônio com economia.
  4. Planejamento tributário passa a exigir simulações mais complexas.

Como explicou um tributarista em painel público, “o REAP, quando bem adotado, reduz riscos e amplia previsibilidade”.

Impactos para pessoas físicas

Segundo transcrição apresentada pela Receita:

  • imóveis podem finalmente refletir valor de mercado;
  • bens no exterior poderão ser regularizados com custo reduzido;
  • ganhos futuros serão menores, caso o contribuinte atualize agora.

Conforme afirmou um especialista em patrimônio, “a atualização tende a favorecer quem possui imóveis antigos ou investimentos internacionais”.

Checklist estratégico

EtapaAção recomendada
1Levantar todos os bens passíveis de atualização
2Obter laudos técnicos confiáveis
3Simular tributação com e sem REAP
4Ajustar estruturas societárias e sucessórias
5Realizar adesão com acompanhamento contábil

Segundo transcrição de reunião técnica no Senado, “quem se antecipar terá economia; quem atrasar poderá perder a janela fiscal”.

REAP + IOF redesenham o planejamento tributário brasileiro

As transcrições oficiais deixam claro que o REAP inaugura um período de reorganização patrimonial estratégico. Além disso, as mudanças no IOF reforçam a necessidade de revisão financeira imediata. Como afirmou um diretor da Receita em pronunciamento público, “o contribuinte que se preparar agora ganhará competitividade e segurança”.

De acordo com análise técnica da Gomide Contabilidade, “o momento é decisivo: a combinação entre atualização patrimonial e nova política de IOF exige diagnóstico detalhado e execução precisa”.

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